MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 19 de março de 2013

O preenchimento do vazio deixado pelo esquerdismo


Para o interior da espiritualmente e moralmente morta zona criada pelo esquerdismo e relativismo entra o islão.


Izzadeen, o auto-nomeado ‘Director dos Muçulmanos de Waltham Forest’, marchará com os seus apoiantes - muitos deles novos recrutas do islão - como parte da sua campanha de tornar o bairro suburbano na primeira zona da Grã-Bretanha regida pela lei Shariah. Debaixo da sua brutal lista de regras, haverá uma proibição do álcool, do tabaco e do homossexualismo, bem como da mistura pública entre homens e mulheres.

Todos estes passos fazem parte da campanha concertada de Izzadeen de derrotar a "decadência Ocidental" (mas não a tecnologia, ciência, medicina Ocidental)   e transformar largas partes da Grã-Bretanha - onde, segundo os seus apoiantes, "as pessoas vivem como animais numa selva" - num Emirado Islâmico.

Durante esta semana (ed: 29 de Julho de 2011) Choundry alegou que a área Shariah proposta para Waltham Forest seria patrulhada por jovens islamistas:

Temos centenas, senão milhares, de pessoas dispostas a sair pelas ruas e garantir que as nossas leis sejam obedecidas. Esta é a melhor forma de lidar com as bebedeiras, o boçalismo, a prostituição e o tipo de vida vilão que temos na Grã-Bretanha.

Izzadeen afirmou que largos números de jovens ingleses se estão a converter ao islão. De facto, um largo número de meninas que caminham por algumas zonas de Inglaterra parecem ser brancas e com descendência inglesa. Uma delas, quando aproximada por um dos jornalistas que levou a cabo esta notícia, afirmou que o seu nome era "Abi", e que ela tinha 18 anos. Inicialmente, ela estava relutante em falar connosco. Depois, e com um sotaque Cockney, ela disse:

Eu não fui forçada a nada. Eu era mais ou menos Cristã, mas, tal como muitas das minhas amigas, converti-me ao islão. Isto faz-me sentir melhor com a minha vida. Eu estava numa escola cheia de raparigas muçulmanas, e elas ajudaram-me a tomar  uma decisão. Eu acho que a Shariah pode funcionar aqui. 

* * * * * * *
Eis aí o resultado do multiculturalismo. Em nome da aceitação de todas as culturas e de todas as formas de vida, a elite esquerdista Britânica fomentou uma cultura neo-pagã que deixou os seus cidadãos em busca de direcção e significado. Não é surpreendente, portanto, que muitos ingleses e muitas inglesas tenham rejeitado o estilo de vida sujo, doente, puído, lascivo, libertino, tudo-vale, e cheio de instabilidade pessoal familiar, e adoptado no seu lugar o estilo de vida proposto pelo islão - mais estruturado, mais legal e relativamente mais limpo que a alternativa pagã inglesa.

Para os homens e para os rapazes, o islão promete a restauração da masculinidade, uma ligação com a comunidade que os valoriza como homens e fornece-lhes um bem definido papel a desempenhar. Para as mulheres e para as raparigas, o islão fornece uma vida de auto-valorização como mulher, algo totalmente diferente do estilo de vida lascivo, cheio de sexualidade e promiscuidade fornecido às mulheres pelo esquerdismo.

Ambos os sexos, profundamente enojados com o materialismo e imoralidade da cultura secular e esquerdista, encontram no islão uma resposta melhor para o vazio espiritual que se encontra no interior das suas almas do que aquela que encontrariam junto do esquerdismo - vazio esse que o secularismo não prencheu e nem pode preencher.

Os corações e as mentes dos nativos britânicos, havendo sido convertidos pelo crescente número de imigrantes do Médio Oriente e de África para o que eles acreditam ser um estilo de vida superior, estão a abandonar o esquerdismo cultural.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O lamento duma idosa perante o avanço do multiculturalismo


Fonte

"A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.".

Em Janeiro de 2008 o Bispo Nazir Ali de Rochester desencadeou um ultraje geral ao escrever no Sunday Telegraph que um cada vez maior número de nativos brancos britânicos olham para as suas ruas dominadas por imigrantes muçulmanos como área "no-go" [isto é, barradas aos não-muçulmanos]. Enquanto a comoção gerada pelas palavras do Bispo se mantinham, Olga Craig pesquisou as áreas de Yorkshire dominadas pelos muçulmanos para apurar se o Bishop Nazir Ali estava correcto nas suas alegações.

Tim Carbin, na casa dos 50 anos e alguém que cresceu em Oak Lane em Bradford e que teve que se mudar para 10 milhas a norte de Bradford, disse à sraª Craig:

Sinto-me um estrangeiro, como se estivesse numa rua em Karachi.

O que preocupava Tim Carbin, escreveu Olga Craig, "é que a crescente promoção do multiculturalismo na Grã-Bretanha não levou a uma sociedade integrada mas, em vez disso, a uma guettozação das pessoas, com comunidades só para brancos, e comunidades só para Asiáticos a existirem em paralelo mas sem qualquer fundo comum. E isso,  acredita Tim, pode ter consequências sinistras." [ed: sempre que os ingleses usam a expressão "asiáticos", na maior parte das vezes eles têm em mente os muçulmanos]

Tim Corbin faz parte dum grupo composto por muitos Britânicos que teve que se mudar para fora de áreas britânicas dominadas por Muçulmanos, ao mesmo tempo que muitos outros abandonam por completo a Grã-Bretanha dirigindo-se para a Australiásia e a América do Norte. Uma pesquisa levada a cabo há alguns anos atrás revelou que, actualmente, mais Britânicos abandonam os país do que aqueles que se mudam para lá. 

Havendo sido "corridos" para fora do seu país por parte de imigrantes maioritariamente provenientes de países islâmicos do terceiro mundo, muitos Europeus consideram a Austrália a sua próxima habitação de sonho. Mas isso pode não durar por muito mais tempo.

Uma avó de 70 anos escreveu uma carta explicando como a sua casa, que ela considerava ser um paraíso, se perdeu graças à imigração Muçulmana. Eis aqui a sua história.

Sou uma avó com 69, com pouco mais que 1,50m de altura. Um dia desses encontrava-me numa loja Big W quando o altifalante anunciou que um saldo (...). Enquanto me dirigia para lá, um homem com cerca de 1,80m empurrou-me para o lado e eu tive que receber ajuda de outra mulher - que me agarrou pelas costas - para que não caísse.

Eu dirigi-me para o homem e disse, "Desculpe-me, mas o que é que você pensa que está a fazer?" Ele respondeu, "Quero roupas." Eu disse "Também eu. De onde é que você é?" Ele disse "Afeganistão."

Eu disse "Pois, neste país as pessoas NÃO empurram as velhinhas para fora do seu caminho."  Ele inclinou-se na minha direcção e disse:

Quando nós tomarmos posse de tudo, e iremos tomar posse de tudo, vou-me lembrar da sua cara. Vou fazer com que você seja enterrada até ao pescoço e apedrejada até à morte. Agora desapareça do meu caminho!

E ele começou a pegar em tudo. As pessoas pura e simplesmente saíam do seu caminho. Até parecia que ele estava possuído.

Noutro dia, enquanto eu andava pela baixa da cidade em direcção à catedral, deparei-me com alguns homens do Médio Oriente que estavam dispostos em forma de corrente através do pavimento. Tive que sair do caminho onde estava, e andar pela rua - cruzando-me com carros. Enquanto eu fazia isto, eles cuspiam para o chão junto aos meus pés.

Ainda noutra ocasião, enquanto me dirigia a uma instalação governamental, tive que andar bem pelo meio dum local que havia sido povoado por Muçulmanos e Africanos. À medida que eu andava, eles começaram a  projectar os seus queixos na minha direcção e a gritar na sua língua. O segurança acompanhou-me de volta para o outro lado. No preciso momento em que eu entrava no carro reparei num homem negro com quase 2 metros de altura e de olhos esbugalhados. Ele era enorme. Tinha um grande cinto na sua mão e batia o mesmo na sua outra mão. Tranquei as portas do carro e liguei o motor. Ele estava a perseguir-me. Eu pura e simplesmente saí dali. Se eu o tivesse atropelado, continuaria a conduzir.

Na minha livraria estavam presentes dezenas de negros. Alguns Muçulmanos vieram ao hall da porta seguinte. Eu estava sentada a encomendar um livro à menina da livraria. Um jovem rapaz negro chegou e bateu na parte traseira da minha cadeira de uma forma tão violenta que quase caí. Ele riu-se e foi-se embora.

A menina disse "Hey, tu!" Eu disse, "NÃO, não faça nada. Se você fizer alguma coisa, ele ficará lá fora à minha espera."

A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.

* * * * * * *

Resumindo, o multiculturalismo destruiu a Grã-Bretanha e está a destruir a Austrália; no entanto, os idiotas úteis do multiculturalismo continuam a forçar essa ideologia supostamente "falhada" às nações. Eu digo  "supostamente falhada" porque, contrariamente ao que se possa pensar, o multiculturalismo não está a falhar, mas a fazer exactamente aquilo para o qual foi construído: destruir a ordem geral de modo a que não haja força social capaz de resistir ao governo.

O avanço dos bárbaros no mundo civilizado não se deve ao seu superior plano de acção ou à sua superior tecnologia, mas sim ao facto da elite ocidental os ter importado precisamente para destruir, desorganizar e fragilizar as forças não-esquerdistas.

Essencialmente, os bárbaros só fazem 3 coisas: comer, reproduzir e destruir. Eles não constroem, não cooperam, não ajudam, não produzem e nem pacificam. Eles não estão cá para coexistir mas para dominar. Eles não respeitam ninguém (nem mulheres de 70 anos), não temem ninguém, e odeiam todos aqueles que resistem o seu avanço.

Mas há uma coisa que é preciso lembrar em relação aos practicantes de culturas bárbaras, qualquer que seja a sua etnia: eles são muito limitados. Eles não projectam o futuro, e nem se preparam para o que está para acontecer. Eles reagem aos estímulos mais básicos do ser humano, o que lhes torna facilmente manipuláveis. Quem quiser reverter o seu avanço tem que saber os motivos que os trouxe para cá, e "fechar a torneira".

A Roma antiga teve que lidar com os bárbaros germânicos, e conseguiu vencê-los (ou pelo menos controlá-los). Isto, claro, até Roma entrar em decadência. A Europa Medieval teve os seus violentos confrontos com os bárbaros nórdicos, mas no fim, foram os bárbaros vikings (e germânicos) que adoptaram os modos e o estilo de vida da superior civilização greco-romana-Cristã.

Mas, como dito em cima, e ao contrário da Roma Imperial, a sociedade ocidental actual não está a combater os bárbaros modernos, mas a facilitar o seu domínio. A agenda esquerdista, ao contrário da Europa Medieval, não está a oferecer resistência à subjugação bárbara, mas a censurar  as vozes daqueles que soam o alarme perante esta invasão silenciosa. Isto faz-nos concluir que a elite Europeia QUER a nossa destruição e a nossa subjugação.

A pergunta é: porquê? Talvez este texto levante um pouco o véu.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"

Na Europa, vizinhanças com uma substancial população muçulmana invariavelmente tornam-se em zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guettos imigrantes se tornaram em ghettos criminosos.

As forças policias recusam-se em entrar nestas áreas a menos que seja em grupos, e muio bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se a incendiar contentores de lixo, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-nos.


domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

. . . .

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

* * * * * * *

Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

sábado, 22 de outubro de 2011

Dinamarca: Grupo maometano apela à criação de zonas controladas pela lei islâmica

Ficamos a saber através do Copenhagen Post que um grupo islâmico quer estabelecer em Copenhaga zonas controladas pela lei islâmica sharia.

O grupo, com o nome de ‘The Call to Islam’, pertence a um ramo islâmico conhecido por "Salafismo", cujos seguidores na Grã-Bretanha tentaram no Verão passado introduzir zonas sharia similares em Londres.

De acordo com o jornal Jyllands-Posten, o grupo é liderado pelo imã Abu Ahmed. Este homem já "ensinou" vários pessoas que mais tarde foram conectadas a actividades terroristas.

Que "surpresa".

O grupo tenciona iniciar o patrulhamento duma vizinhança de Copenhaga com o nome de Tingbjerg antes de se estender para Nørrebro e eventualmente para toda a Dinamarca.

Os muçulmanos que sejam encontrados a beber ou envolvidos em jogos de azar serão repreendidos por violarem a lei islâmica.


Esperamos ansiosamente que os militantes ateus que normalmente se levantam quando uma cruz é colocada num lugar público se manifestem com o mesmo vigor contra este gesto imperialista.

Claro que esta espera vai ser muito longa uma vez que os militantes ateus não se atrevem a criticar os islão. Aqueles que o fazem, descobrem empiricamente que não é seguro.

Outra coisa que convém notar é o quão imperialista e anti-democrático o islão é (nem vale à pena defender que estes grupos "não representam o verdadeiro islão"). Os muçulmanos escolhem vir viver para a superior sociedade ocidental mas quando cá chegam querem criar exactamente a mesma sociedade que os fez sair dos seus países de origem.

É difícil entender este tipo de gestos sem levar em conta que o islão é uma ideologia política e militar que visa total domínio do mundo - mesmo que isso envolva destruir sociedades que sobrevivem melhor sem o islão do que com o islão. Para eles, o que interessa é controlar mais e mais território.

Por isso é que a imigração islâmica - levada a cabo pelos marxistas culturais europeus que visam destruir a influência Cristã no Ocidente - é uma bomba relógio que mais cedo ou mais tarde irá explodir.

Os líderes europeus que trouxeram esta ideologia não-assimilável descobrirão com o tempo que os seus planos de reinar sobre a Europa como senhores feudais é uma miragem. O islão irá atrás deles tal como foi atrás de todas as outras ideologias que se atravessaram no seu caminho.

Historicamente, a única ideologia que conseguiu resistir e fazer retornar o avanço do islão foi o Cristianismo - precisamente a ideologia que os marxistas culturais europeus visam remover da influência pública.

Daqui se deduz, portanto, que o futuro da Europa pós-Cristã vai ser algo mais parecido com isto . . . .



. . . . . . . . . do que com isto.
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