MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Eurábia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eurábia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Autores da morte do soldado Rigby condenados por homicídio qualificado

Michael Adebolajo e Michael Adebowale, dois britânicos que se apresentaram em tribunal como “soldados de Alá”, foram considerados, esta Quinta-Feira, culpados da morte do soldado Lee Rigby, assassinado e quase decapitado em plena luz do dia numa rua de Londres, no passado 22 de Maio.

Depois de menos de duas horas de deliberação, os doze jurados consideraram os réus culpados de homicídio qualificado. A sentença, que pode ser de prisão perpétua, deverá ser anunciada numa data posterior pelo juiz. Quanto a uma segunda acusação, de tentativa de assassínio de um polícia, o júri considerou os réus “não culpados”.

Na sala do tribunal, familiares do soldado Rigby, choraram ao ouvir o veredicto. Michael Adebolajo estava abraçado a um exemplar do Corão.

Adebolajo, 29 anos, e Adebowale, de 22 anos, tinham-se declarado inocentes de um homicídio qualificado considerado “bárbaro” pela acusação. Um crime que foi filmado por telemóveis de transeuntes e que chocou o Reino Unido.

O mais velho dos réus declarou em tribunal que estava em “missão” enquanto “soldado de Alá” e “em guerra contra o Reino Unido”, "país que matou muçulmanos no Afeganistão e no Iraque". Adebowale nunca abriu a boca nas sessões do tribunal Old Bailey, em Londres.

Os dois londrinos de origem nigeriana atropelaram com um carro Rigby, que regressava a pé e vestido à civil à caserna no bairro de Woolwich, para depois o esfaquearem e quase a decapitarem com uma catana, sobre o olhar de numerosas testemunhas. Muitas delas filmaram a cena com os telemóveis e chegaram mesmo a filmar Adebolajo a justificar o seu crime – “uma vingança pelos muçulmanos mortos por soldados britânicos” – enquanto segurava uma faca de talho ensaguentada.

Durante o processo, Adebolajo explicou que ele e o seu cúmplice tinham rezado a Alá para que o alvo do seu ataque fosse um soldado e não um civil. Disse “adorar a Al-Qaeda” e considerar como “irmãos” os membros desta organização nebulosa.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Político finlandês multado por dizer a verdade sobre a imigração maometana

Um dos motivos que leva a que a Europa não esteja a tomar medidas razoáveis para se defender do avanço do perigo islâmico é a presença de dhimmis esquerdistas em lugares de autoridade prontos a multar aqueles que se atrevem a falar a verdade.

O MP James Hirvisaari foi multado com €1,425 por emitir este aviso num blogue:

Infelizmente, e como consequência do aumento explosivo da imigração muçulmana na Finlândia, o genuíno racismo irá aumentar, especialmente aquele dirigido aos Judeus. Mas a população nativa e os outros grupos étnicos também vão ser atingidos.

Acrescenta-se a isto, a descriminação, a insuportável arrogância, o comportamento grosseiro, a raiva, a opressão da mulher, a mutilação de crianças, a má conduta sexual, a perseguição de minorias, os tumultos, a queima da bandeira, os distúrbios, as drogas, os assaltos, os crimes de violação, a pedofilia, a poligamia, os casamentos infantis, a violência de "honra", as matanças ritualistas, as chicotadas, os apedrejamento e outros crimes, bem como tradições totalmente insanas e outros fenómenos.

Eventualmente, chegaremos aos ataques bombistas e ao terrorismo. Isto, claro, se nós não agirmos de acordo com o que eles querem.

Ninguém disputa que o que Hirvisaari é verdade. A única questão aqui é se ele é livre de o afirmar, sendo ele um político e sendo a imigração uma das áreas que os políticos têm que levar e consideração.

Aparentemente, na Europa já não é permitido a um europeu (ou outra minoria perfeitamente integrada) levantar questões importantes em torno das consequências da invasão islâmica.

Dentro em breve a Europa vai ter que escolher entre ser conquistada ou lutar pela sobrevivência. Se os europeus escolherem a última alternativa, o ambiente vai ficar tenso para os marxistas culturais que importaram milhões de maometanos não assimiláveis.

Tempo de acrescentar a Finlândia à Eurábia.

sábado, 26 de março de 2011

Muçulmanos franceses pedem para rezar nas igrejas "vazias"

O declínio patético da herança Judaico-Cristã na Europa é uma paisagem feia de se observar.

Agora ficamos a saber que um grupo muçulmano pediu permissão para usar as igrejas "vazias" de França para as suas rezas a alá. Segundo a lógica dos novos colonizadores da Europa, isto haveria de "resolver" (à custa dos Cristãos) o problema do trânsito ser interrompido pelos muçulmanos sempre que estes resolvem usar as estradas francesas para rezar.

Aparentemente nenhum destes muçulmanos que usa vias públicas para mostrar a sua submissão à cidade de Meca tem casas ou outros sítios onde possam rezar. Tem que ser ali e naquele momento, senão o seu deus fica zangado. Leis? Ordem pública? Respeito pelos outros? Isso são coisas do passado.

Este tipo de coisas nunca aconteceu com o Judeus, que vivem entre os Europeus há mais de 2000 anos. No princípio da década 30, na Polónia, os Judeus eram 30% da população de Varsóvia mas não há registos históricos que mostram os Judeus a pedir favores especiais aos Católicos Polacos. Eles acomodavam-se ao seu país e respeitavam a cultura e a fé Católica dos locais.

Em Lodz, pouco antes da guerra, havia cerca de 200,000 Judeus. O mesmo número que Berlim antes da 2ª Guerra. Alguém sabe de Judeus a pedir remoção de símbolos católicos como forma de não ofenderem os não-católicos? Não. Só os muçulmanos é que precisam de acomodação especial para a sua fé.

Quem não parece estar contente com esta proposta islâmica é o Frade Khalial Samir Samir, um académico perito no islão. À proposta dos muçulmanos ele responde que os muçulmanos europeus deveriam-se tornar mais "europeus" e menos "árabes". O Frade aparentemente não sabe que é impossível separar a cultura árabe do islão uma vez que o islão foi criado precisamente para propagar a cultura árabe por outras partes do globo.

Num anúncio publicado no dia 11 de Março de 2011 (o mesmo dia que terroristas levaram a cabo o atentado em Madrid há alguns anos atrás) o Colectivo “Banlieuses Respect” pediu às autoridades que controlam a organização da Igreja em França que colocasse à disposição dos muçulmanos as "igrejas vazias para as rezas de Sexta-Feira".

Hassan M. Ben Barek, um dos porta-voz do Colectivo disse que a medida iria "prevenir que os muçulmanos tenham que usar as estradas para rezar".

Os muçulmanos, tal como todas as pessoas com motivações políticas autoritárias, colocam um falso dilema e uma ameaça às autoridades. O falso dilema é: "ou nos dão lugares para rezar ao nosso deus ou temos que rezar na rua". A ameaça é mesmo essa: dêem-nos lugares para rezar ou vamos ocupar as vossas estradas.

O que os politicamente motivados muçulmanos não dizem é que há outras opções: que tal rezarem dentro das vossas casas, e deixarem a via pública para os carros? Que tal construírem lugares de adoração ao vosso deus com o vosso dinheiro, e deixarem de ter sonhos imperialistas de usar lugares Cristãos para o vosso paganismo?

Há anos que os muçulmanos bloqueiam as estradas circundantes as mesquitas durante uma hora ou mais, espalhando as esteiras de reza bem no meio da estrada. Frequentemente, as autoridades fazem pouco da situação chegando mesmo a tomar medidas para garantir a segurança dos mesmos que estão a bloquear o normal funcionamento das estradas francesas. Vejam só o ridículo da situação.


A França está de tal forma decadente que agora os neo-colonizadores querem usar os seus lugares de oração como lugares para disseminar a mesma ideologia que os torna incapazes de se assimilarem aos valores e costumes ocidentais. Os franceses, que passaram décadas a atacar a cultura cristã, tem agora uma escolha a fazer:

  • Sucumbir aos novos senhores e perder o seu orgulho;
  • Manterem-se firme e dizer que em França mandam as leis francesas.

Olhando para a forma como as coisas estão, e aliadas à falta de motivação secular de lutar pela sua sobrevivência, o futuro da França parece caminhar para os braços da mesma ideologia que destruiu o Médio Oriente.

Multiculturalismo e a guerra que se aproxima

sábado, 5 de março de 2011

Líder Ateu Apercebe-se do que Significa o Fim do Cristianismo Europeu e Não Gosta do Que Se Avizinha

Sub-Título: "Teofóbico Teme Pelo Fim do Cristianismo"



Agora que uma religião bem mais sombria está a ganhar proeminência, Richard Dawkins - um homem que adquiriu fama e fortuna propagando entre os que não querem acreditar em Deus aquilo que eles querem ouvir - parece estar de pé atrás em relação ao que uma vida de secularismo e ataques ao Cristianismo causaram à Europa.

Richard Dawkins afirmou:

Tanto quanto sei não há Cristãos a explodir prédios. Não conheço Cristãos que façam ataques suicidas bombistas, nem conheço uma grande denominação Cristã que acredita que a apostasia deva ser punida com a morte.Eu tenho sentimentos divididos em relação ao fim do Cristianismo uma vez que o Cristianismo pode ser uma fortaleza contra algo pior.
Achas mesmo, Ricardo? Quem diria que o Dr Richard Dawkins se aperceberia do que o fim do Cristianismo na Europa vai causar.

Uma coisa é rejeitar a Bíblia como a Palavra de Deus, mas outra coisa completamente diferente é rejeitar a Bíblia como uma repositor de verdades testadas pelo tempo, verdades essas ganhas através dos milhares de anos de experiência Judaico-Cristã. Uma dessas verdades é que, se tu não defendes a tua fé, alguém que acredita em outra coisa pode aparecer e subjugar-te.

Uma coisa peculiar entre os secularistas ateus é que, embora eles estejam dispostos a viver num estado hedonista e pensionista (eng: welfare state), eles não estão dispostos a lutar e morrer por um. Isto coloca-os com uma desvantagem grave em relação àqueles que estão dispostos a lutar e a morrer por aquilo em que eles acreditam.

Uma Europa sem Cristãos é um sonho antigo dos ateus mas o que eles não se aperceberam é que a Europa e o Cristianismo estão umbilicalmente ligados. Se o Cristianismo morre na Europa, então a Europa vai ser subjugada por uma ideologia bem pior (e desta vez não estou só a falar do ateísmo).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Parlamentar austríaca perdeu a sua imunidade parlamentar pelo crime de dizer o que as tradições islâmicas ensinam.

Será que é possível as pessoas saberem a verdade e, como Deus diz em Romanos 1:21, ignorarem o que eles sabem ser a verdade, e escolher a mentira? A julgar pelo comportamento de alguns líderes europeus, sim.

Uma parlamentar austríaca (Susanne Winter) perdeu a sua imunidade parlamentar pelo crime de dizer o que as tradições islâmicas relatam sobre o "casamento" entre o profeta islâmico Muhammad e Aisha.

Eis o que a tradição diz:

"O Profeta escreveu o (contrato de) casamento com 'Aisha quando ela tinha seis anos, e consumou o casamento quando ela tinha nove anos. Ela ficou com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele)." -- Sahih Bukhari, volume 7, book 62, number 88
Para qualquer pessoa normal, o que esta tradição islâmica reporta é um comportamento pedofílico. Menos para os eurábios. Para eles reportar as coisas embaraçosas do islão é o mesmo que "racismo" (qual é a raça dos muçulmanos mesmo?!).
A srª Winter vai ser processada por declarações islamofóbicas, incitamento ao ódio e ofensa a ensinos religiosos.
Desde quando é que dizer a verdade sobre o islão é "incitamento" e "islamofóbico" (seja lá o que isso fôr) ? Será que a mesma lógica será usada quando um não-cristão ofender uma ou outra doutrina Bíblica?
Ela disse num evento político realizado em Graz que, uma vez que ele se casou com uma rapariga de seis anos, de acordo com as normas contemporâneas o profeta islâmico (Muhammad) seria considerado um pedófilo.
Obviamente. Se ele se casou com uma rapariga de 6 anos, então se ele fosse vivo hoje, ele seria posto na cadeia por pedofilia. Será isso um "incitamento ao ódio"?

Exemplos como este são sintomáticos do ser humano. Muitas vezes nós sabemos qual é a verdade, mas por motivos vários, rejeitamo-la por não ser bem aquilo que queremos que seja. A verdade não nos agrada e portanto escolhemos o que sabemos ser mentira.

Em poucas situações da vida humana isso é mais manifesto do que no ateísmo. O ateu sabe que Deus existe, age e opera assumindo coisas que só fazem sentido se Deus existe, no entanto professa "não acreditar que Deus existe". Do mesmo modo que tudo o que os líderes austríacos teriam que fazer (para vêr se o que a Susana Winter disse era verdade ou não) era lêr as tradições islâmicas, o ateu apenas tem que ponderar sobre a complexidade do ser vivo, a ordem e a elegância do universo, e a natureza moral do ser humano para vêr que Deus tem que existir.

No entanto, tal como aos líderes austríaos não lhes interessa mostrar a natureza pedofílica do "profeta" do islão, ao ateu não lhes interessa que Alguém lhes diga como devem ou não viver a sua vida.

Conclusão:

É possível alguém saber a verdade e escolher a mentira no seu lugar? Levando em conta o evento com a srª Winter, e a forma como os ateus vivem a sua vida, a resposta é sim.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Juiz Espanhol Determina que Invasão de Igreja Católica Por Parte de Muçulmanos Não Viola Lei Que Proíbe Ofender Sentimentos Religiosos

Usando a mesma lógica, podemos determinar que matar judeus apenas e só porque são judeus não constitui anti-semitismo.

Claro que se a situação fosse inversa, os esquerdistas que controlam a Espanha não teriam problemas em punir os autores do crime. Mas como os esquerdistas são mais anti-cristãos que anti-religiosos, e como a presença maciça de muçulmanos na Espanha lhes permite usá-los contra a fé abraçado pela esmagadora maioria dos espanhóis, os socialistas espanhóis podem desculpar os crimes dos muçulmanos contra os católicos.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
CORDOBA, Espanha, 10 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um juiz espanhol deu como decisão que uma violenta ocupação da Catedral de Córdoba por parte de um grupo de muçulmanos em março deste ano não violou a lei da nação que proíbe ofender sentimentos religiosos.
De acordo com o serviço noticioso Europa Press, o juiz que ocupa o assento do Quarto Tribunal de Instrução de Córdoba decidiu que a incursão na catedral, que culminou num ataque contra vários guardas e um policial, foi meramente uma “desordem pública” e não tinha a intenção de ofender os sentimentos religiosos de ninguém.
“Não há tanto uma intenção minimizar ou ferir os sentimentos religiosos da religião católica tanto quanto uma tentativa de favorecer, sem mencionar impor com clareza, num falso gesto de tolerância, a possibilidade de realizar uma reunião religiosa conjunta [na catedral]”, o juiz declarou. “Não houve ação para desmerecer ou desacreditar a religião católica, mas em vez disso foi uma ação em favor de um uso conjunto [do espaço da catedral]”.
Mas esse "favor" já tinha sido rejeitado pelos católicos, portanto, o que os muçulmanos fizeram foi um crime de ódio contra os católicos.
Os muçulmanos espanhóis há muito tempo exigem o direito de realizar reuniões religiosas islâmicas na Catedral de Córdoba, que foi demolida pelos muçulmanos no oitavo século e substituída com uma mesquita depois que eles conquistaram a área. A catedral foi reconstruída no século XIII depois que os cristãos reconquistaram Córdoba. Contudo, boa parte da arquitetura original da mesquita foi deixada intacta.
Os muçulmanos apenas "exigem" usar este espaço católico para as suas rezas apenas e só porque tem em mente a futura transformação da igreja em mesquita.
Apesar de uma proibição contra reuniões islâmicas na catedral, um grupo de aproximadamente cem muçulmanos da Áustria entrou no prédio durante a Semana Santa, em 31 de março, liderado por um imame e ostentando walkie-talkies.
Portanto, ignoraram as leis espanholas e prosseguiram em fazer aquilo que já lhes tinha sido proibido.
Depois que começaram a realizar os ritos da religião islâmica eles foram confrontados pelos guardas de segurança e pela polícia, vários dos quais sofreram ferimentos após serem atacados por oito membros do grupo, um dos quais estava brandindo uma faca. Os oito agressores foram presos, embora o resto tivesse sido liberado depois de serem removidos a força da catedral.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111001.html
Pouco a pouco a mitologia islâmica vai pervertendo as leis do mundo civilizado de modo a obter impunidade para si. Os esquerdistas europeus, voluntariamente ignorantes da natureza política do islamismo, continuam a conceder-lhe privilégios e benesses na esperança de poderem controlar os muçulmanos para o avanço do socialismo.

O que eles não sabem é que os muçulmanos não são assim tão controláveis. Vejam o exemplo das queima de carros na França e da total ingovernabilidade da 3ª maior cidade sueca, Malmöe.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A Islamização da Europa Continua

Os corpos de todos aqueles europeus que lutaram para manterem a forma de vida ocidental devem estar a rebolar nos seus caixões.

Os ditadores da união europeia mostram cada vez mais as suas intenções e os seus sonhos de acabar com a cultura dominante na europa, e substituí-la por (mais) uma utopia marxista.

Não contentes em serem uma organização não-represntativa das intenções europeias, os traidores da união europeia tencionam re-escrever a história, e mostrar o islão numa "luz positiva".

Lembrem-se que este islão é o mesmo islão que causou as mortes no 7/7 em Londres, e o atentado em Madrid, para além de 1400 anos de agressões violentas à Europa.

Eis algumas das medidas da "união" europeia:

Resolution 1605 of the Council of Europe

Council of Europe member states should continue to be vigilant in their work to prevent and combat the phenomenon of Islamophobia.

9. In light of the above, the Assembly calls on the member states of the Council of Europe to:

9.1. act strongly against discrimination in all areas;

9.2. condemn and combat Islamophobia;

9.7.6. encouraging the participation of people with an immigrant background in political parties, trade unions and non-governmental organisations;

9.7.7. taking all the necessary measures to eliminate the inequality of opportunity faced by immigrants, including unemployment and inadequate education;

9.7.8. removing unnecessary legal or administrative obstacles to the construction of a sufficient number of appropriate places of worship for the practice of Islam;

9.7.9. ensuring that school textbooks do not portray Islam as a hostile or threatening religion;

11.6. encourage young European Muslims to become imams;

11.8. encourage the promotion of fair coverage of Muslim reality and views in the media and ensure that the voice of moderate Muslims is also reported;

11.9. develop ethical guidelines to combat Islamophobia in the media and in favour of cultural tolerance and understanding, in co-operation with appropriate media organisations;

Não deixa de haver uma certa ironia neste processo todo. Os ateus europeus lutaram com unhas e dentes para se livrarem do "jugo" judaico-cristão na cultura europeia. O que eles não sabiam, muito por desconhecimento da História e da Bíblia, é que o a cultura judaico-cristã era a "alma" da europa. Era a força ideológica que mantinha a europa unida. Uma vez dismantelada essa força, a europa é um barco à deriva, sem propósito, sem objectivo, sem força de viver, pronto a ser tomado.

O que os ateus europeus também não sabiam é que o vazio ideológico iria ser preenchido com outra religião, mais cedo ou mais tarde. A questão: que religião?



Mas, pronto, "tudo está bem" desde que a religião a ser promovida não seja o Senhor Jesus Cristo, e Ele Crucificado e Ressurrecto.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis