MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

8 coisas sobre o Senhor Jesus Cristo presentes no Alcorão

Nota: O Alcorão não é um livro inspirado por Deus, mas Ele pode usar tudo o que Ele bem entender para atrair as almas para o Seu Livro, a Bíblia.
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Em seu livro “Encontrei a Cristo no Alcorão”, recentemente publicado em espanhol, Mario Joseph, que foi imã muçulmano na Índia e hoje é católico, explica, exactamente, o que o Alcorão diz sobre Jesus Cristo e o que o levou a fé cristã.

Mario, ao deixar o Islão, conta que fez com que sua vida sofresse grandes complicações, pois sofreu perseguições, incompreensões e rejeições, mas afirma que aceita tudo isso, pois ‘Cristo também as viveu, e advertiu que isso faria parte da vida cristã’.

Uma em cada cinco pessoas no mundo, conhece alguma coisa sobre Jesus através do Islão e do Alcorão.

Os muçulmanos, inclusive os poucos letrados, acreditam conhecer Jesus o suficiente, eles o tem integrado em sua cosmovisão, como um profeta a mais. Mario acredita que o Alcorão não leva muito mais muçulmanos ao cristianismo é porque muitos muçulmanos não conhecem com detalhes o Alcorão e não fazem perguntas sobre isso.

O muçulmano comum conhece e professa Jesus, segundo o Alcorão foi um grande profeta antes de Maomé, que Deus o milagrosamente gerou em Maria sem contacto masculino, que fez milagres, etc.  A chave que perturbou a Mario Joseph é que até que ponto Jesus é grande, sobre tudo quando se compara com o que o Alcorão diz de Maomé. Usar o Alcorão para comprovar as diferenças de Jesus e Maomé é algo que esta começando a se espalhar. No âmbito cristão protestante, o teólogo e apologia evangélico Norman L. Geisler, e observa em 6 pontos a comparação entre ambos ‘profetas’, segundo o Alcorão.
1) O Alcorão reconhece que Jesus nasceu de uma mulher virgem, enquanto Maomé não (a tradição islâmica conhece bem os pais de Maomé, Abdulá e Amina).
2) O Alcorão reconhece que Jesus não pecou, não tinha pecado nele, enquanto reconhece que Maomé era um pecador.
3) No Alcorão, Jesus é chamado de ‘Messias’, isto é, o Ungido, um titulo muito alto que Maomé não recebeu.
4) No Alcorão Jesus é chamado de “a Palavra de Deus’, um titulo poderoso e elevado, que Maomé também não recebeu.
5) No Alcorão é afirmado várias vezes que Jesus fazia milagres, enquanto neste livro Maomé nada fez.
6) Jesus no Alcorão é ascendido ao céu com seu corpo; coisa que o Alcorão não reconhece sobre Maomé.
Mario Joseph, quando ainda era um imã muçulmano e se chamava Suleimán, sem conhecer nada sobre Geisler e sua exposição, já havia notado esses aspectos que os perturbavam.

E quando perguntava aos seus mestres, se isso não significava que Jesus era maior que Maomé, talvez muito maior, eles não sabiam responder com razões. Mas Mario Joseph aponta alguns detalhes interessantes.
7) O nome de Maomé aparece no Alcorão apenas 4 vezes, sob dois nomes: Ahmed e Mohammed. No entanto Jesus é mencionado no Alcorão com 4 títulos poderosos: Kalimathullahi (Palavra de Deus), Ruhullahi (Espírito de Deus), Isá al-Masih (Jesus o Messias) e finalmente, Ibnu Mariam (filho de Maria, titulo poderoso porque Maria é a mais excelentes das mulheres, protegida de Deus, um exemplo para todos, etc…)
8) O capitulo 19 do Alcorão, intitulado ‘Maria”, canta louvores surpreendentes a  Jesus que Mario não via atribuídas em Maomé a saber:
- Jesus é a Palavra de Deus
- Jesus é o Espírito de Deus
- Deu vida a pássaros de barro (a história Corão leva o Evangelho apócrifo de Tomé, ou os Filhos do segundo século ) .
- Ele curou doenças incuráveis
- Ele deu vida aos mortos
- É Omnisciente
- “Ele revelou todos os segredos ”
- “Subiu ao céu ”
- “Todavia esta vivo”
- “Cristo voltará ”
Como encaixar tudo isso com a suposta autoridade de Maomé?

E isso se refere somente o que se encontra registado no Alcorão: e nos Hadith e outras fontes de tradição islâmica, se vê claramente por exemplo, que os demónios não se aproximavam de Jesus e Maria, devido a sua pureza e santidade, enquanto hostilizavam a Maomé. Não faz isso Jesus alguém muito superior?

Maomé peca, Jesus não.

Maomé tem que pedir perdão por suas faltas

Embora os clérigos muçulmanos e lideres religiosos islâmicos falem maravilhas de Maomé, no Alcorão é visto, por exemplo, como na Sura 47, que diz ao ‘profeta’: “Sabe, portanto, que não há mais divindade, além de Deus e implora o perdão das tuas faltas” e mais adiante, “Para que Deus perdoe as tuas faltas, passadas e futuras, agraciando-te e guiando-te pela senda reta.” (em 48,2)

Em vez disso, Jesus, nem no Corão ou no Evangelho nunca pede perdão a Deus, Ele que insiste sobre a humildade, nunca reconheceu ter pecado. Nem cristãos nem muçulmanos atribuem pecado para Jesus.

Maomé é somente um apóstolo, Jesus é Ungido

E o título de “Messias” (Ungido) de Jesus, pode soar muito mais forte do que o de Maomé, que para o Alcorão é somente um ‘enviado’ (ou seja, ‘apóstolo’ em grego), o profeta (embora o Alcorão o chama de “o apostolo de Deus e o selo dos profetas” em 33,45).

Além disso,o título de que Jesus é a  Palavra de Deus ressoa com força, já que Maomé não é nunca chamado assim. Um cristão fala com um muçulmano e insiste em que Jesus é Logos, a Palavra, algo eterno que está eternamente unido a Deus, não um mero homem, poderá avançar o bastante.

O corpo de Maomé está em Meca; e o de Jesus, no céu

Por outro lado, os muçulmanos não duvidam que o corpo de Maomé está enterrado em Meca, onde peregrinam. Também peregrinam nos túmulos de muitos outro profetas  e homens santo e milagreiros. Mas sabem que não há um tumulo de Jesus, e que o corpo de Jesus não esta enterrado, e que o Santo Sepulcro não tem nenhum de seus restos mortal, como sabem também os cristãos. O Alcorão mesmo diz que Deus elevou a Jesus acima no céu. E acrescenta assim que “não o mataram nem o crucificaram, embora isso lhe pareça para eles” (Sura 4:157-158)

“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade,certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o facto é que não o mataram.

Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.” (Sura 4:157-158).

Para entender Alá, passe pela Bíblia

Em seu emocionante testemunho, Mario conta que orou a Alá pedindo orientação sobre como deveria entender e tratar a Jesus; depois foi ao Alcorão e leu: “Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o Livro antes de ti. Sem dúvida que te chegou a verdade do teu Senhor; não sejas, pois, dos que estão em dúvida.” (Sura 10, Jonás, verso 94). Mario entendeu assombrado, que qualquer que tenha duvida sobre o Alcorão é referido pelo mesmo Alcorão ao que liam as escrituras anteriores, cristãos e judeus! Ou seja, para obter a perfeição do Alcorão, deve obter se na Bíblia.

Em seu depoimento (leia aqui) Mario conta como isso o levou, sendo um jovem Imã, a perguntar a uma monja em uma parada de ônibus, e como ela lhe encaminhou para a Divine Retreat Centre, Muringoor, onde hoje ele é um pregador católico, não sem passar por duras provas que explica em seu livro.

Portal Padom

Traduzido e adaptado de religionenlibertad


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ataques com ácido aumentam à medida que aumenta devoção islâmica

Padre católico que foi atacado com ácido na ilha africana de Zanzibar - naquele que foi o terceiro ataque não provocado em apenas dois meses - continua hospitalizado. O Rev. Joseph Anselmo Mwagambwa afirmou que ele foi atacado na Sexta-Feira à tarde quando saia dum café com acesso a internet em Mlandenge (uma comunidade na cidade de Zanzibar).

Segundo fontes locais, para além do clérigo estar a receber tratamento na cidade de Dar es Salaam, a polícia continua com as suas investigações e até ao momento nenhuma prisão foi feita.

Durante o mês passado, em Zanzibar, duas mulheres britânicas (ambas com 18 anos) caminhavam sem companhia na rua quando ácido foi lançado para as suas caras, peito e mãos; segundo se sabe, o ataque foi levado a cabo por dois homens numa mota.

Katie Gee e Kirstie Trup foram atacadas em Stone Town, o centro histórico da ilha, e, segundo a firma i-to-i Travel, ambas trabalhavam como professoras voluntárias na ilha.  O ataque contra as duas mulheres chega numa altura em que o extremismo islâmico se encontra em crescimento na ilha.

O governo local, para além de considerar regulamentar a aquisição de ácido e de outro material relacionado, avisou que tais ataques podem danificar a indústria turística da ilha.

Noutro incidente ocorrido em Julho, um homem de negócios de origem árabe que havia construído um centro comercial junto a embaixada Americana em Dar es Salaam foi ele também ferido noutro ataque com ácido.


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Em vez das forças governamentais se preocuparem com a regulamentação de ácido, elas deveriam-se preocupar com o aumento do assim-chamado "extremismo islâmico" (que não é extremismo algum, mas sim o islão verdadeiro). 

Se os maometanos começarem a atacar as mulheres com água quente, o governo local provavelmente vai querer regular a venda de esquentadores.

Note-se também o relativismo moral deste governo: o seu problema com os ataques de ácido não é o facto do mesmo deixar pessoas marcadas (literalmente) para o resto das suas vidas, mas sim a forma como isso pode danificar o rendimento local que provém do turismo.

domingo, 11 de março de 2012

Nigéria: Muçulmanos continuam a matar Cristãos


Dez pessoas foram mortas hoje num atentado suicida contra uma igreja católica em Jos, no centro da Nigéria, anunciou um porta-voz do governo local.

O atentado foi perpetrado por dois bombistas suicidas que lançaram um veículo carregado de explosivos contra a porta da igreja católica de Saint Finbar.

O ataque ainda não foi reivindicado, mas o grupo islâmico Boko Haram perpetrou nos últimos meses vários atentados contra alvos católicos.

O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, condenou o atentado e pediu à população que mantenha a calma e não responda com "ataques de represália".

Fonte

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Igreja Católica chama atenção ao ódio anti-Cristão proveniente dos maometanos

O director da Assessoria de Imprensa da Santa Sé usou a sua mensagem semanal para atrair a atenção dos leitores para o sofrimento dos Cristãos a viver em terras ocupadas pelos maometanos.
O Padre Federico Lombardi nota:
A recente reportagem anual em torno da perseguição mundial aos Cristãos levada a cabo pela organização não-governamental evangélica "Open Doors" contém um índex de perseguição onde os primeiros 10 lugares são ocupados pelos seguintes países em ordem descendente:
Coreia do Norte
Afeganistão
Arábia Saudita
Somália
Irão
Maldivas
Uzbequistão
Iémene
Iraque
Paquistão.
Entre os motivos de preocupação mais sérios, o aumento do extremismo islâmico merece uma atenção especial.
Pessoas [terroristas muçulmanos] e organizações dedicadas à ideologia islâmica extremista comentem terríveis actos de violência nos mais variados lugares do planeta. O Boko Haram é um exemplo.
Para além disto há também o clima de insegurança que infelizmente acompanha a chamada "primavera árabe" - um clima que leva a que muitos Cristãos fujam e/ou sejam obrigados a sair do país.
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Uma coisa que convém ressalvar é que o termo "extremismo islâmico" é um termo redundante.

As acções levadas a cabo por grupos como o Boko Haram estão em perfeito acordo com a teologia islâmica.

Devido a isto, qualificar esses actos de "extremismo" é análogo a classificar de "extremista" o Cristão que celebra a Páscoa.

Não é "extremismo"; é ortodoxia.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Judeu nomeado para director de escola islâmica

Era bom, não era? Nada disso aconteceu. O que aconteceu foi que um maometano foi nomeado para director duma escola Católica. Se isto não é desrespeito, então não sei o que qualifica de desrespeito.

Para os Católicos da Malásia, a escolha dum malaio muçulmano para director do prestigioso "SMK Convent Bukit Nanas CBN" sublinha a tendência preocupante de desrespeitar as contribuições e os direitos da Igreja no país, assegurou o arcebispo de Kuala Lumpur Tan Sri Murphy Pakiam , depois do novo director Datin Seri Zavirah Mohd Shaari chegar de surpresa no centro Católico.

Fonte

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Muçulmanos alegam que símbolos Católicos numa Universidade Católica violam os seus "direitos humanos"

A Fox News informa que a agência de Washington dos Direitos Humanos confirmou que está em curso uma investigação em torno de alegações de que uma Universidade Católica violou os "direitos humanos" de estudantes muçulmanos ao não permitir que eles formassem um grupo de estudo muçulmano e ao não lhes providenciar um espaço livre de símbolos Cristãos onde eles pudessem rezar ao deus islâmico.

A investigação alega que estudantes muçulmanos têm que que executar as suas rezas rodeados de símbolos Católicos - por exemplo, um crucifixo de madeira, pinturas do Senhor Jesus, pinturas de padres e teólogos que muitos muçulmanos consideram inapropriado. Oh, o horror!

Um porta-voz dos Direitos Humanos declarou à Fox News que haviam recebido uma queixa com 60 páginas contra a instituição PRIVADA. Segundo se sabe, a investigação pode durar meses.

A queixa foi levada a cabo pelo advogado John Banzhaf, pessoa que já esteve envolvido em casos passados contra a mesma instituição em torno de residências para homossexuais.

Banzhaf disse que os estudantes muçulmanos ficaram particularmente ofendidos por terem de meditar nas capelas da escola e na catedral que ensombra toda o campus - a "Basilica of the National Shrine of the Immaculate Conception."

Este advogado do diabo disse ainda:

Não deve ser nada difícil para a universidade arranjar um sítio qualquer nas suas instalações onde os muçulmanos possam rezar sem ter que dar de caras com uma cruz de Jesus.


Há uma solução muito simples para este problema fictício: se os maometanos não gostam de símbolos Católicos numa universidade Católica, eles podem escolher umas das milhares de universidades não-Católicas que existem no mundo islâmico.

Claro que essas, para além de não terem símbolos Cristãos, também não tem a qualidade das instituições Cristãos, mas isso são detalhes.

Segundo: a universidade Católica não tem obrigação nenhuma de acomodar ideologias que contradizem a sua declaração de Fé. Se as coisas seguem o seu curso normal, será que os Cristãos vão ter - mais tarde - que acomodar espiritismo, voodoo e cartomancia nas suas instalações?

Estes muçulmanos estão a ser mal intencionados ao tentar usar a lei para acomodar a sua ideologia politica. Se eles se apercebem que esta instituição tem símbolos que não lhes agradam, eles podem procurar outras instituições. Forçar os Cristãos a acomodar o islão é maldoso e supremacista.

Esta é uma Universidade Católica. Parte da sua missão é criar um cultura Católica nas suas instalações. Ao frequentarem esta instituição, os maometanos estão a concordar em viver em tal ambiente. O seu "direito" é encontrar o seu espaço fora da Universidade se a mesma não lhes agrada.

Mas pior que eles é o advogado esquerdista que usa os muçulmanos para levar a cabo a de-Cristianização das instituições Cristãs. Para além de se colocar de lado dos activistas políticos que usam a homossexualidade para avançar com o seu esquerdismo, este advogado usa outro movimento político (o islão) como desculpa para o seu anti-Cristianismo.

Curioso é ver também a aliança entre marxistas culturais (esquerdistas), activistas homossexuais e muçulmanos contra os Cristãos. Isto demonstra de forma bem cabal que longe de serem "anti-religiosos", os esquerdistas militantes não tem problemas em aliar-se a uma "religião" para combater o seu verdadeiro inimigo, o Cristianismo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jihad contra cães marcam o início da dhimmitude espanhola

The Jihad against dogsA recente matança de mais de uma dúzia de cães em Lérida, Espanha foi perturbadora. À medida que a população muçulmana aumenta - e não apenas em Espanha mas em toda a Europa e nos EUA - podemos ver com mais frequência este tipo de barbarismo.

Não acredito que este incidente represente todos os muçulmanos, mas o mesmo faz-me perguntar se isto pode ser o início do estatuto de "dhimmi" para os não-muçulmanos de Lérida. Actualmente, a população imigrante muçulmana constitui cerca de 20% da população total.

Dois grupos islâmicos em Lérida já estão a requisitar aos oficiais que "regulem" a presença de cães em espaços públicos uma vez que eles são vistos como impuros e a sua presença pública pode ofender os maometanos. Todos eles exigem que os cães sejam banidos de todas as formas de transportes públicos - o que inclui todos os autocarros públicos - e de todas as áreas frequentadas por maometanos.

Ou seja, em vez de serem os maometanos a adaptarem-se aos costumes europeus, têm que ser os europeus a adaptarem-se ao islão. O pior é que há muitas coisas que "ofendem" os seguidores de Maomé. Onde é que estabelecemos limites? Ao mesmo tempo que a população maometana cresce, a sua confiança para fazer exigências vai aumentado. Como é que isso pode ser controlado?

Outra coisa que convém perguntar é: o que é que eles farão quando forem 30% ou 40% da população de Lérida. Será que exigirão que sejam removidos os crucifixos dos edifícios Cristãos? Irão eles abolir todas as outras expressões públicas de religião com a excepção da sua? Afinal, todas essas coisas também "ofendem" os maometanos segundo as leis tradicionais em torno dos dhimmis.

Será que os Católicos serão forçados a levar a cabo os seus rituais religiosos fora do alcance auditivo dos maometanos como forma de evitar que estes últimos fiquem "ofendidos"? Irá a perseguição aos Judeus e aos Cristãos aumentar à medida que os maometanos vão crescendo em número?

Há alguma área do planeta onde os maometanos estejam em maioria e não haja perseguição e descriminação contra os não-maometanos?

Com a baixa taxa de natalidade dos espanhóis e a elevada taxa de natalidade dos maometanos, não demorará muito até que os nativos espanhóis se tornem numa minoria no seu próprio país. Quando os maometanos atingirem 60-70% da população de Lérida, serão os Cristãos forçados a viver segundo o estatuto de dhimmi? Serão eles impedidos de construir novas igrejas ou mesmo reparar as existentes?

Quão tolerantes serão os maometanos? Apoderar-se-ão das igrejas e transformá-las em locais de oração ao deus Alá? Belém foi uma cidade com maioria Cristã durante muito tempo mas mal ela caiu sob o controle dos maometanos (Autoridade Palestina) os Cristãos tornaram-se numa minoria em apenas 10 anos. Será este o destino dos Cristãos de Lérida?

Haverá algum tempo onde os maometanos aprendam a ser tolerantes em relação a outras ideologias? A história diz-nos uma história totalmente diferente.

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Embora haja muitos muçulmanos tolerantes no mundo, não se vê algum em Lérida. É importante que os europeus e os americanos aprendam com isso e preparem-se para o futuro. A islamização é uma ameaça real para as sociedades livres e democráticas. Estes passos levados a cabo pelos islamitas de Lérida é o primeiro numa longa série de passas que visa transformar a sociedade de Lérida numa sociedade mais ao estilo do islão.

Nem todos os muçulmanos são imperialistas e possuidores dum espírito de colonização, mas isso não invalida que haja maometanos que vejam a sua presença no ocidente como "uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos], de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões."


domingo, 30 de outubro de 2011

Líder muçulmano a viver num país de maioria Católica pede que as festas Católicas sejam banidas



Imã Félix Herrero
Alegando ser uma ofensa a imagem do povo muçulmano espanhol, Imã Félix Herrero, o presidente da Federação Espanhola de Entidades Islâmicas, declarou que a tradicional festa "Moros y Cristianos" deve ser banida da Espanha.

Herro disse que "numa Espanha democrática, onde estão representadas várias confissões religiosas, estas celebrações de conquistas devem desaparecer". Ele lembrou que a festa foi criada para celebrar a vitória sobre os muçulmanos e tem tido como resultado actos "ofensivos" contra Maomé.

Portanto, "como qualquer outra manifestação de islamofobia, as comemorações devem ser eliminadas".

Veja-se a forma como este maometano identifica "celebrações de vitória de cariz Cristã" com "islamofobia". Para ele, qualquer evento que exiba uma derrota islâmica é, por definição, equivalente a um "medo irracional ou aversão" de muçulmanos.

As festas de Moros y Cristianos são celebradas principalmente na Andaluzia, Aragão e Valência, mas por toda Espanha encontra-se comemorações. A mesma é considerada uma das maiores festividades da tradição espanhola. O líder maometano quer acabar com isso.

Durante essas festas são simuladas batalhas que levaram os Reis Católicos a libertar a Espanha da opressão e ocupação Islâmica (chamada pelos muçulmanos de Al-Andalus).

Vejam algumas fotos:



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Terroristas muçulmanos matam 13 soldados filipinos


Treze soldados foram mortos e outros 10 desapareceram em confrontos entre o grupo secessionista "Moro Islamic Liberation Front" (MILF) com as tropas filipinas.

O Tenente Coronel Randolph Cabangbang, porta-voz do Comando das Forças Armadas de Mindanao Ocidental disse:

As nossas tropas operavam baseadas em informações relativas à presença dum grupo armado, provavelmente com vítimas raptadas.
Para além daqueles que foram mortos e estão desaparecidos, 12 outros soldados ficaram também feridos durante os confrontos , declarou Cabangbang.

Se isto pode acontecer num país onde a população é 85% Católica, imaginem o que vai acontecer quando os muçulmanos começarem a exigir áreas só suas aqui na Europa (onde, na maior parte dos países da Europa Ocidental, o Cristianismo foi practicamente removido da influência pública).

Esperamos ardentemente vêr os "bravos" militantes ateus a criticarem o islão tal como criticam o Cristianismo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Militante ateu descobre que os muçulmanos não são pacíficos como os Católicos

Dois ateus resolvem fazer pouco do Cristianismo e do islão. Um deles vestiu-se como um papa e o outro como Maomé morto-vivo.

Depois desta "excelente ideia", ambos resolvem andar pelas ruas a exercer a sua liberdade de expressão. Para grande choque do ateu vestido de Maomé, os muçulmanos não gostaram do que viram e trataram de resolver as coisas islamicamente: com violência.

Não há informação do militante ateu vestido de papa ter sido atacado por Cristãos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Academia islâmica quer que Bento XVI se desculpe por Cruzadas

CIDADE DO VATICANO, 23 FEV (ANSA) - A maior instituição sunita do mundo condicionou hoje a retomada das relações entre o Vaticano e o Islã a um possível pedido de desculpas do papa Bento XVI pelas Cruzadas ou a uma condenação da ocupação israelense na Palestina.


A declaração foi dada por Muhammad Rifaa Al Tahtawi , ex-porta-voz da Academia de Investigação Islâmica de Al-Azhar, com sede no Cairo, durante o evento "Agenda da convivência: cristãos e muçulmanos por um futuro juntos", promovido em Roma pela Comunidade de Santo Egídio.

Ele disse que está confiante sobre a retomada do diálogo, que foi congelado pela academia sunita no último 20 de janeiro, após Joseph Ratzinger denunciar que os cristãos são perseguidos no Oriente Médio. Para a instituição islâmica, o Pontífice teria atribuído aos muçulmanos a responsabilidade pela opressão da comunidade cristã na região.

Al Tahtawi, que alegou ter deixado o cargo para se unir à revolta do povo egípcio, afirmou que "não é aceitável" que o líder máximo da Igreja Católica diga que 'não insultou [os muçulmanos e que] apenas falou' o que diria"para qualquer outro grupo religioso sobre a falta de liberdade religiosa.

Para o ex-porta-voz, "isso não é uma desculpa", e seria necessário que o Papa "apresentasse agora as desculpas pelas Cruzadas", ou que "condenasse o que Israel está fazendo na Palestina".

Ele ainda observou que "a decisão de congelar o diálogo com o Vaticano, mesmo que nem todos no governo estivessem de acordo, foi muito popular".

"Isso não significa que não se queria um diálogo, mas que se quer um diálogo fecundo, e não de fachada, e baseado no mútuo respeito", completou.

"Nós queremos que o Papa faça um gesto que dê a entender aos muçulmanos que ele lhes tem como seres humanos, assim como tem a todos os outros. Um sinal de respeito seria falar do Islã como uma região de paz, como uma das principais regiões no mundo que toma uma posição sobre as práticas israelenses, assim como sobre Jerusalém", defendeu o ex-porta-voz, acrescentando que "o mundo islâmico, em geral, sente por não ser respeitado e tratado igual".

Fonte: Bol Notícias

Nota do blog: Não há pelo que se desculpar! Ao longo da história o verdadeiro sentido das cruzadas foi deturbado. Os catedráticos que ensinam história, vergonhosamente, esqueceram da busca pela verdade e renderam-se aos mitos anticatólicos, hoje doutrinam os alunos sofismando as mentiras criadas ao longo dos séculos.

Portanto, apresentamos alguns artigos interessantes:

As cruzadas a Jihad e certos professores

Alguns mitos sobre as Cruzadas

A cavalaria - Um texto magnífico

Defendendo as Cruzadas - Agredidos e Agressores

As Cruzadas - A influência marxista alterou a verdadeira história

As Cruzadas foram um ato de defesa e não de ataque

Sobre a Quarta Cruzada

Também exigimos desculpa pelos 270 milhões de cadáveres frutos do Islã e pelas mais de 20 mil mulheres assassinadas pelo Islão

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Movimento islâmico assassina padre polaco na Tunisia

Um país que chegou a ser catalogado como um país "tolerante" mergulha agora no obscurantismo islâmico e tudo o que ele representa.

O Padre Marek Marius Rybinski – missionário salesiano polaco - foi encontrado morto no parque de estacionamento da escola Salesiana local. A sua garganta havia sido cortada.

A Da Mihi Animas reportou:

Um bispo Católico na Tunísia expressou receios de um crescimento do extremismo islâmico depois do corpo dum missionário Católico de 34 anos ter sido encontrado no dia 18, brutalmente assassinado.

Enquanto os protestos locais tiveram lugar depois do assassinato, o Arcebispo Lahham Marun Elias de Tunis disse à Radio Vaticano no dia 19 de Fevereiro que acredita que um "movimento islâmico" direccionado contra todos os "não-muçulmanos" está a crescer em influência no país.

Embora a Associated Press tenha reportado que a sua garganta havia sido cortada, a agência noticiosa Fides reportou que o padre havia sido decapitado.

Este é o segundo líder católico encontrado morto recentemente, durante este período de tumulto social na Tunísia e no resto do norte de África.

Como é normal, os órgãos de informação esquerdistas pouco caso fazem deste tipo de notícia e do facto do mesmo se verificar sempre que uma nação decide seguir a via islâmica.

Agora, se um homossexual é morto no Uganda, os órgãos de informação mundial não pestanejam por um momento: aproveitam logo a notícia como forma de atacar a ideologia inimiga: o Cristianismo.

Neste caso, como quem foi morto foi um Cristão, os média internacionais não querem tornar os mesmos em vítimas, e mostrar ao mundo o que acontece a quem resiste ao islamismo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Juiz Espanhol Determina que Invasão de Igreja Católica Por Parte de Muçulmanos Não Viola Lei Que Proíbe Ofender Sentimentos Religiosos

Usando a mesma lógica, podemos determinar que matar judeus apenas e só porque são judeus não constitui anti-semitismo.

Claro que se a situação fosse inversa, os esquerdistas que controlam a Espanha não teriam problemas em punir os autores do crime. Mas como os esquerdistas são mais anti-cristãos que anti-religiosos, e como a presença maciça de muçulmanos na Espanha lhes permite usá-los contra a fé abraçado pela esmagadora maioria dos espanhóis, os socialistas espanhóis podem desculpar os crimes dos muçulmanos contra os católicos.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
CORDOBA, Espanha, 10 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um juiz espanhol deu como decisão que uma violenta ocupação da Catedral de Córdoba por parte de um grupo de muçulmanos em março deste ano não violou a lei da nação que proíbe ofender sentimentos religiosos.
De acordo com o serviço noticioso Europa Press, o juiz que ocupa o assento do Quarto Tribunal de Instrução de Córdoba decidiu que a incursão na catedral, que culminou num ataque contra vários guardas e um policial, foi meramente uma “desordem pública” e não tinha a intenção de ofender os sentimentos religiosos de ninguém.
“Não há tanto uma intenção minimizar ou ferir os sentimentos religiosos da religião católica tanto quanto uma tentativa de favorecer, sem mencionar impor com clareza, num falso gesto de tolerância, a possibilidade de realizar uma reunião religiosa conjunta [na catedral]”, o juiz declarou. “Não houve ação para desmerecer ou desacreditar a religião católica, mas em vez disso foi uma ação em favor de um uso conjunto [do espaço da catedral]”.
Mas esse "favor" já tinha sido rejeitado pelos católicos, portanto, o que os muçulmanos fizeram foi um crime de ódio contra os católicos.
Os muçulmanos espanhóis há muito tempo exigem o direito de realizar reuniões religiosas islâmicas na Catedral de Córdoba, que foi demolida pelos muçulmanos no oitavo século e substituída com uma mesquita depois que eles conquistaram a área. A catedral foi reconstruída no século XIII depois que os cristãos reconquistaram Córdoba. Contudo, boa parte da arquitetura original da mesquita foi deixada intacta.
Os muçulmanos apenas "exigem" usar este espaço católico para as suas rezas apenas e só porque tem em mente a futura transformação da igreja em mesquita.
Apesar de uma proibição contra reuniões islâmicas na catedral, um grupo de aproximadamente cem muçulmanos da Áustria entrou no prédio durante a Semana Santa, em 31 de março, liderado por um imame e ostentando walkie-talkies.
Portanto, ignoraram as leis espanholas e prosseguiram em fazer aquilo que já lhes tinha sido proibido.
Depois que começaram a realizar os ritos da religião islâmica eles foram confrontados pelos guardas de segurança e pela polícia, vários dos quais sofreram ferimentos após serem atacados por oito membros do grupo, um dos quais estava brandindo uma faca. Os oito agressores foram presos, embora o resto tivesse sido liberado depois de serem removidos a força da catedral.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111001.html
Pouco a pouco a mitologia islâmica vai pervertendo as leis do mundo civilizado de modo a obter impunidade para si. Os esquerdistas europeus, voluntariamente ignorantes da natureza política do islamismo, continuam a conceder-lhe privilégios e benesses na esperança de poderem controlar os muçulmanos para o avanço do socialismo.

O que eles não sabem é que os muçulmanos não são assim tão controláveis. Vejam o exemplo das queima de carros na França e da total ingovernabilidade da 3ª maior cidade sueca, Malmöe.

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