MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Inglaterra financia a sua própria destruição

Os contribuintes ingleses estão a financiar aulas privadas aos filhos dos imigrantes de modo a que estes possam aprender inglês a língua nativa dos seus antepassados, pese embora o facto de muitos mal saberem falar inglês.

(Por favor, voltem a ler o parágrafo anterior e pensem no que vai na cabeça de quem promove e defende medidas deste género.)

Alguns dos concílios mais pobres de Inglaterra já gastaram milhões de libras para providenciar aulas de ensino de línguas tais como bengali, urdu e árabe nas mesquitas e centros comunitários.

Apesar de existirem problemas com a literacia inglesa nas suas áreas, os responsáveis pela política alegam que a mesma "celebra a diversidade", promove "coesão comunitária" e ajuda as crianças a estarem prontas para testes na língua nativa dos seus pais.

Em Tower Hamlets, Londres oriental, onde o nível de conhecimento de inglês é tão pobre entre os pupilos que entram nas escolas primárias que são necessários tradutores, o concílio gasta £185,000 por ano para providenciar lições de bengali depois das aulas.

Fonte

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A "coesão comunitária" e a "diversidade" não são motivos suficientes para que os contribuintes sejam obrigados a pagar o ensino privado de línguas estrangeiras. Numa sociedade normal, são os estrangeiros que têm que aprender a língua do país para onde viajaram - e não o contrário.

No entanto, como o avanço do esquerdismo depende em larga escala do voto não-europeu, medidas como esta são perfeitamente "normais".

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O chocante amor árabe por Hitler

Walid Shoebat
A extensão do amor ou ódio do público a personagens históricos talvez possa ser determinado digitando o nome desse personagem na ferramenta de busca do Google. Hoje em dia, digitar o nome de ditadores árabes em caracteres árabes mostra uma insatisfação geral que os iguala a tiranos como Hitler.

Mas e se você digitasse o nome do próprio “Hitler” em caracteres árabes no Google? O que vai encontrar? “Hitler” em árabe tem tantos resultados quanto o número de judeus que ele assassinou: mais de 6 milhões.

Embora seja impossível ler 6 milhões de blogs e sites para apurar o que o mundo árabe pensa sobre ele, ler atentamente algumas centenas deles pode deixar os ocidentais chocados ao perceberem que a maioria dos comentários, de uma maneira ou de outra, elogiam ou glorificam Hitler.

Líder islâmico em reunião com Hitler
O primeiro site árabe possui um blog que o apresenta da seguinte forma: “Hitler não era um homem comum para ser esmagado pela roda do tempo e deixado para trás como poeira, para ser esquecido neste vasto universo. Tampouco era o rei apenas da Alemanha. Ele é um dos grandes entre poucos. É o rei da história”.

Os ocidentais poderiam pensar que o primeiro comentário em um artigo como esse seria de repúdio. Nada disso. Muhammad Jasem postou: “Se os maiores líderes se juntassem, não se igualariam em magnificência a Hitler”. O restante dos comentários não focou longe disso.

O segundo resultado foi um vídeo do Youtube intitulado “Os Judeus São Covardes”, mostrando um imitador de Hitler andando pelas ruas, com transeuntes judeus, supostamente apavorados, desviando-se dele. Isso “prova que judeus são covardes”, interpretavam os comentários.

A citação mais popular de Hitler em sites árabes é uma em que ele supostamente diz: “Eu poderia ter destruído todos os judeus, mas deixei alguns para que o mundo saiba um dia por que eu os matei”.

O resultado seguinte é um vídeo do Youtube intitulado “A Declaração de Hitler sobre a Aniquilação dos Judeus”; o primeiro comentário dizia como Hitler “respeitava o Islã” e como ele chegou a convocar uma unidade muçulmana da SS e lhes conceder as pausas para orações.

Lendo com atenção, centenas de sites árabes mostram conteúdos similares. Alegrei-me ao ver o que pensei ser o primeiro comentário positivo, à maneira ocidental, entre milhares, que dizia: “Hitler era um psicopata.

Ele também teria matado todos os muçulmanos” mas logo me decepcionei com “mas, para ser sincero, eu adoro o Hitler por sua capacidade de liderança”. É claro, isso foi rapidamente repreendido por outros: “Se Hitler odiasse os árabes, por que ele iria convocar soldados muçulmanos para os seus postos? Isso deve ser propaganda sionista”.

Acusações de “propaganda sionista” e teorias da conspiração empestam a internet em língua árabe; a história factual é desacreditada como “conspiração sionista”. Concluí das minhas próprias experiências anti-semitas da minha infância que uma cultura empestada de teorias da conspiração geralmente é a mesma que as produz.
Um comentário bastante típico afirmava: “Hitler deixou a outra metade [dos judeus] viva para que a profecia de Maomé seja cumprida e abra o caminho para o Islã destruir o restante”.

No site Alsaha.com, principal fonte de notícias do Golfo Árabe, uma notícia sobre um filme recém-lançado em Paris retrata pela primeira vez como a Mesquita de Paris salvou guerrilheiros da resistência judaica e muçulmana durante a Segunda Guerra Mundial.

Os comentários mais comuns vão de negadores do holocausto, longos posts de como o Grande Mufti Haj Amin Al-Husseini, líder palestino que fez aliança com Hitler, era um grande herói e como Hitler havia supostamente citado o Corão: “a Hora está próxima, e a lua foi feita em pedaços”.

A citação do Corão supostamente dita por Hitler era tão comum que Ayed Al-Qarni, um dos mais respeitados teólogos sauditas, observou que Hitler havia gravado essa frase nos canhões e tanques das tropas da SS.

Líder islâmico passa em revista tropa nazista de soldados muçulmanos
De académicos muçulmanos a referências históricas, Hitler é um herói. Objecções ao amor de Hitler existem, mas raramente são isentas de contradições nos mesmos termos. Um comentário criticava tal amor: “Hitler era um nazista que acreditava na raça ariana…

É óbvio que Hitler elogiava o islã porque estava aliado aos otomanos. Mas por que nós árabes temos que insistir nesse amor por Hitler? Só porque ele fez uma limpeza dos judeus? Maomé, e Omar depois dele, limparam Jerusalém deles muito antes de Hitler”. Se os ocidentais equiparassem Maomé a Hitler, a reacção seria imensa.

Mas não é incomum encontrar sites árabes afirmando que Hitler era um modelo que seguiu os passos de Maomé. “O único personagem na história que foi capaz de ganhar os judeus para mutilá-los foi Maomé”, Hitler foi citado dizendo. E é claro, consideraram um elogio.

Os comentários árabes não deixam de usar Hitler como exemplo para comparar tiranos árabes e para combater o extremismo. O site de notícias do Oriente Médio Walfajr.net publicou um artigo escrito por Al-Baqer Ali Al-Shamasi intitulado “Os Tambores Sionistas Tocam para a Guerra”.

Ele escreve: “Hitler, esse nacionalista extremista, e seu amigo Mussolini, vieram e desencadearam uma guerra mundial que vitimou 60 milhões de pessoas”. Até aí tudo bem. Até que algumas linhas depois: “Quando Hitler fez o que fez com eles [os judeus], os sionistas usaram tácticas para inventar o Holocausto”.

Aceitar o Holocausto como uma realidade e negá-lo na mesma argumentação não é incomum nos sites árabes. Isso é sinal de um mentiroso patológico.

Pesquisar por “Hitler” em árabe foi uma jornada a um túnel de escuridão deprimente. “Hitler, o artista”, dizia um artigo. Hitler até mesmo “descobriu os desenhos de Walt Disney”, afirmava um comentário. Foi “Hitler quem desenhou pela primeira vez a ‘Branca de Neve e os Sete Anões’”. Do primeiro ao último comentário, o artigo foi um deleite.
O último comentário dizia que “Hitler odiava os judeus porque o médico de sua mãe, que era judeu, não cuidou dela e a deixou morrer. Foi um judeu que comprou as primeiras peças de arte de Hitler e lhe pagou pouco por elas, para depois revendê-las muito mais caro. Hitler mais tarde descobriu o roubo da sua arte pelos judeus. Essa foi a história que despertou a família de Hitler para quão trapaceiros são os judeus”.
Tudo isso me faz lembrar dos meus primeiros dias de escola na cidade de Belém, quando estudávamos os escritos do mais respeitado e eminente escritor egípcio, Anis Mansour, que uma vez escreveu: “Pessoas de todo o mundo vieram a se dar conta de que Hitler estava certo, pois os judeus são sanguessugas… interessados em destruir o mundo inteiro, que os enxotou e desprezou por séculos… e os queimou nos crematórios de Hitler… 1 milhão… 6 milhões. Se apenas ele tivesse terminado o serviço!”
Anis Mansour não passava de um marginal. Eu sei que isso pode irritar centenas de milhões de pessoas no mundo árabe que o respeitam. Talvez digam que eu fui infectado por uma conspiração americana. De facto, eu fui: chama-se “pensamento crítico”.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Inquérito recente confirma que talibãs mataram médica britânica que ajudou mais de 2,000 vidas

Médica inglesa morta pelos talibãs em Agosto do ano passado fazia parte duma missão humanitária que ajudou mais de 2,000 afegãos. Segundo um audiência recente que fazia parte dum inquérito, a Dra. Karen Woo foi executada juntamente com 9 outros funcionários humanitários depois deles tentarem atravessar um rio.

A médica de 36 anos, que tencionava casar uma quinzena de dias depois, sofreu lesões "catastróficas" devido a feridas causadas por tiros de armas.

Pouco antes da sua morte, ela ajudou a salvar a vida dum bebé que lutava para respirar.

A sua equipa estava a meio caminho duma expedição de 3 semanas na província nortenha de Nuristan quando sofreram uma emboscada.

Este ataque foi o terceiro pior a acontecer com funcionários humanitários nos últimos 30 anos.

Morta pelas pessoas que tentava ajudar

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "Islão"

Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.

Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as prácticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.

Finalmente, o número de 2,823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.

Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.

É para isso que o jornalismo serve.

A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.

Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.

É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.

Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.

Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.

Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram.

Não se sabe bem que causou as suas mortes.

Fonte


Tal como dito várias vezes, por pessoas conhecedoras do assunto, o multiculturalismo é a ideologia da ignorância. Nós somos obrigados a fingir que não sabemos o que sabemos como forma de não "ofender" um dos grupos protegidos da esquerda política.

É óbvio que a BBC sabe qual é o grupo ideológico por trás das matanças de honra. Eles não são burros. Se fossem, estariam desculpados. Como disse o Senhor Jesus, "Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas, como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece." (João 9:41).

O politicamente correcto, construído pelos marxistas culturais como forma de substituir o "proletariado" por outros "grupos oprimidos", faz com que uma instituição com o expresso propósito de informar nada diga aos leitores que por trás de cada matança de honra se encontram um ou mais muçulmanos.

Eles nada dizem porque os muçulmanos desempenham um papel político importante por toda a Europa: eles são usados pela esquerda política como forma de reduzir a influência do Cristianismo e, desde logo, tornar a Europa mais susceptível de cair e ficar sob jugo totalitário esquerdista.

O que estes voluntariamente ignorantes esquerdistas não querem aceitar é que o islão não é uma religião mas um sistema político criado com o propósito de controlar as massas sob a bandeira da religiosidade. Isto significa que no islão, não há "laicismo"; tudo está directamente sujeito à lei de Alá, o deus islâmico. Não há separação de poderes.

Como dentro da lei islâmica não há liberdade de expressão, os esforços da BBC em levantar um escudo protector em redor dos muçulmanos vai ser visto, a longo prazo, como uma medida auto-destrutiva.

Quando/se o islão se tornar a lei da terra em Inglaterra (como já em em algumas partes), os órgãos de informação como a BBC vão ser "convidados" a modificar o seu conteúdo informacional de modo a que este esteja de acordo com o que os mullahs decretarem.

Claro que os arquitectos do marxismo cultural já sabiam que a coexistência entre muçulmanos e não-muçulmanos é impossível. O propósito da importação em massa dos muçulmanos foi mesmo o de servirem de martelo de destruição da vastamente superior civilização Judaico-Cristã.

Uma vez destruída a civilização ocidental, os marxistas esperam reconstrui-la de modo a que esta se sujeite "voluntariamente" à ditadura esquerdista.

Mas isto nunca vai acontecer e é fácil de se chegar a essa conclusão fazendo um pequeno leque de perguntas: se a sociedade e a identidade ocidental (baseada na moral Cristã) for destruída, quem é que vai reconstruir uma nova civilização? Quem é que se vai sacrificar por um futuro estado que visa colocar todos como "escravos voluntários" ?




quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Muçulmanos alegam que símbolos Católicos numa Universidade Católica violam os seus "direitos humanos"

A Fox News informa que a agência de Washington dos Direitos Humanos confirmou que está em curso uma investigação em torno de alegações de que uma Universidade Católica violou os "direitos humanos" de estudantes muçulmanos ao não permitir que eles formassem um grupo de estudo muçulmano e ao não lhes providenciar um espaço livre de símbolos Cristãos onde eles pudessem rezar ao deus islâmico.

A investigação alega que estudantes muçulmanos têm que que executar as suas rezas rodeados de símbolos Católicos - por exemplo, um crucifixo de madeira, pinturas do Senhor Jesus, pinturas de padres e teólogos que muitos muçulmanos consideram inapropriado. Oh, o horror!

Um porta-voz dos Direitos Humanos declarou à Fox News que haviam recebido uma queixa com 60 páginas contra a instituição PRIVADA. Segundo se sabe, a investigação pode durar meses.

A queixa foi levada a cabo pelo advogado John Banzhaf, pessoa que já esteve envolvido em casos passados contra a mesma instituição em torno de residências para homossexuais.

Banzhaf disse que os estudantes muçulmanos ficaram particularmente ofendidos por terem de meditar nas capelas da escola e na catedral que ensombra toda o campus - a "Basilica of the National Shrine of the Immaculate Conception."

Este advogado do diabo disse ainda:

Não deve ser nada difícil para a universidade arranjar um sítio qualquer nas suas instalações onde os muçulmanos possam rezar sem ter que dar de caras com uma cruz de Jesus.


Há uma solução muito simples para este problema fictício: se os maometanos não gostam de símbolos Católicos numa universidade Católica, eles podem escolher umas das milhares de universidades não-Católicas que existem no mundo islâmico.

Claro que essas, para além de não terem símbolos Cristãos, também não tem a qualidade das instituições Cristãos, mas isso são detalhes.

Segundo: a universidade Católica não tem obrigação nenhuma de acomodar ideologias que contradizem a sua declaração de Fé. Se as coisas seguem o seu curso normal, será que os Cristãos vão ter - mais tarde - que acomodar espiritismo, voodoo e cartomancia nas suas instalações?

Estes muçulmanos estão a ser mal intencionados ao tentar usar a lei para acomodar a sua ideologia politica. Se eles se apercebem que esta instituição tem símbolos que não lhes agradam, eles podem procurar outras instituições. Forçar os Cristãos a acomodar o islão é maldoso e supremacista.

Esta é uma Universidade Católica. Parte da sua missão é criar um cultura Católica nas suas instalações. Ao frequentarem esta instituição, os maometanos estão a concordar em viver em tal ambiente. O seu "direito" é encontrar o seu espaço fora da Universidade se a mesma não lhes agrada.

Mas pior que eles é o advogado esquerdista que usa os muçulmanos para levar a cabo a de-Cristianização das instituições Cristãs. Para além de se colocar de lado dos activistas políticos que usam a homossexualidade para avançar com o seu esquerdismo, este advogado usa outro movimento político (o islão) como desculpa para o seu anti-Cristianismo.

Curioso é ver também a aliança entre marxistas culturais (esquerdistas), activistas homossexuais e muçulmanos contra os Cristãos. Isto demonstra de forma bem cabal que longe de serem "anti-religiosos", os esquerdistas militantes não tem problemas em aliar-se a uma "religião" para combater o seu verdadeiro inimigo, o Cristianismo.

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