MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pirâmides ofensivas


Um líder jihadista egípcio apelou a uma "destruição da Esfinge e das Pirâmides de Gizé no Egipto", estabelecendo paralelos entre essas relíquias egípcias e as estátuas budistas destruídas pelos Talibãs há cerca de 10 anos atrás.

Murgan Salem al-Gohary, islamita duas vezes condenado durante a presidência de Presidente Hosni Mubarak por apregoar o uso da violência, apelou aos maometanos que removam tais "ídolos":
Todos os muçulmanos têm o dever de aplicar os ensinamentos do islão e remover estes ídolos, tal como fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda.
Alá ordenou ao profeta [sic] Muhammad que destruísse os ídolos.
Quando eu estive com os Talibãs, destruímos a estátua de Buda, algo que o governo falhou ao não levar a cabo.
Os seus comentários chegam um dia depois de milhares de islamistas ultra-radicais se reunirem na Praça Tahrir e apelarem a uma aplicação mais rigorosa da lei Sharia na nova constituição.


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Sempre que vejo um maometano a insurgir-se contra a "idolatria", sei que estou a falar com 1) alguém que não conhece a sua religião, ou 2) alguém que conhece a sua religião, mas que deu novo significado aos termos. Será que ele não sabe como surgiu o islão? Não sabe ele que virtualmente todos os rituais islâmicos foram herdados dos árabes pagãos?

Porque é que os muçulmanos não fazem o que Maomé fez com os estátuas pagãs de Meca depois dele ocupar a cidade e incorporar um dos seus ídolos (a Pedra Negra) na sua nova religião?

Maomé foi mais esperto que os maometanos actuais, e justificou a incorporação destes ídolos na sua religião alegando - sem evidências - que, originalmente, a Ka'ba e a Pedra Negra eram islâmicas e não pagãs.

Porque é que os maometanos não fazem o mesmo com as pirâmides e a Esfinge?  Os ulemas e a 'ummah poderiam começar a alegar que as pirâmides foram originalmente construídas por Abraão e Ismael e que a Esfinge desceu do céu. Depois disto, os maometanos poderiam começar a prostrar-se em direcção às pirâmides e a Esfinge, tal como eles se prostram em direcção à Ka'ba e a Pedra Negra.

Problema resolvido.

Paganismo




sábado, 14 de julho de 2012

Maometanos do Mali destroem mais uma relíquia histórica


Militantes maometanos destruíram dois túmulos na famosa mesquita do século 14 em Timbuktu, classificada pela UNESCO como herança mundial.

Cerca de duas dúzias de militantes vieram ao local armados com picaretas e enxadas. Ibrahim Cisse, uma das pessoas que testemunhou o incidente, disse que, antes de começarem a destruir os túmulos, eles dispararam para o ar como forma de intimidar as pessoas que se encontravam por perto. Mahamad ould Ibrahim, outro residente, afirmou:

Eles bloquearam as duas vias principais que vão dar aos mausoléus. Quando eles se aperceberam que um grupo de pessoas se aglomerava para uma cerimónia que se realizava por perto, começaram a disparar para o ar.
Esta nova destruição vem na sequência de outros ataques a marcos históricos e religiosos em Timbuktu que a UNESCO qualificou de “destruição arbitrária”.

Maometanos do grupo Ansar Dine afirmam que os santuários antigos pertencentes à versão local do sufismo são idólatras.

Fonte

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Inglaterra financia a sua própria destruição

Os contribuintes ingleses estão a financiar aulas privadas aos filhos dos imigrantes de modo a que estes possam aprender inglês a língua nativa dos seus antepassados, pese embora o facto de muitos mal saberem falar inglês.

(Por favor, voltem a ler o parágrafo anterior e pensem no que vai na cabeça de quem promove e defende medidas deste género.)

Alguns dos concílios mais pobres de Inglaterra já gastaram milhões de libras para providenciar aulas de ensino de línguas tais como bengali, urdu e árabe nas mesquitas e centros comunitários.

Apesar de existirem problemas com a literacia inglesa nas suas áreas, os responsáveis pela política alegam que a mesma "celebra a diversidade", promove "coesão comunitária" e ajuda as crianças a estarem prontas para testes na língua nativa dos seus pais.

Em Tower Hamlets, Londres oriental, onde o nível de conhecimento de inglês é tão pobre entre os pupilos que entram nas escolas primárias que são necessários tradutores, o concílio gasta £185,000 por ano para providenciar lições de bengali depois das aulas.

Fonte

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A "coesão comunitária" e a "diversidade" não são motivos suficientes para que os contribuintes sejam obrigados a pagar o ensino privado de línguas estrangeiras. Numa sociedade normal, são os estrangeiros que têm que aprender a língua do país para onde viajaram - e não o contrário.

No entanto, como o avanço do esquerdismo depende em larga escala do voto não-europeu, medidas como esta são perfeitamente "normais".

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa em Odense para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Como tal, não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

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A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir e Cristãos, e trazem consigo o mesmo ódio anti-Cristão. O governo do país onde eles vivem agora recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por este se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia - em vez de gerar harmonia entre os grupos culturais - aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos?

Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que o marxista cultural e um dos fundadores da Escola de Frankfurt Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram: destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Oficial palestino diz que as fronteiras de 1967 levarão à destruição de Israel

Um membro sénior do Comité Central da Fatah (liderada por Mahmoud Abbas) afirmou numa entrevista à Al-Jazeera que o Primeiro Ministro Israelita Binyamin Netanyahu e o presidente dos EUA Barack Obama são "sacos de lixo". Ele aproveitou também para dizer que o acto de obrigar Israel a abandonar a Judeia e a Samaria conduzirá à sua destruição.

Abbas Zaki disse ao entrevistador que qualquer acordo final entre Israel e a Autoridade Palestina (AP) "deveria-se basear nas fronteiras de 4 de Junho de 1967 . . . toda a gente sabe que o objectivo maior nunca pode ser levado a cabo duma só vez."

Israel alega que Abbas e numerosos membros da AP deixaram bem claro que o objectivo "maior" continua a ser a eliminação do Estado de Israel mas as declarações de Zaki deixam isso bem claro. Zaki fez estas declarações durante uma entrevista vista por milhões de árabes por todo o mundo.

Um clip das declarações de Zaki foram traduzidas pela MEMRI (Middle East Media Research Institute) - organização que monitoriza os órgãos de informação árabes.

Totalmente ignorante do que Deus fez a todos os outros povos e líderes que tentaram destruir o Povo Judaico, Zaki afirmou:

Se Israel abandonar Jerusalém, remover os 650,000 colonos, e desmantelar a muralha, o que será de Israel? Será o seu fim.

Quem é que está nervoso e zangado agora? Netanyahu, Lieberman, e Obama . . . Todos esses sacos de lixo . . . . Porque é que nos metemos nisto? Nos deveríamos estar felizes por ver Israel zangado.

Seguindo o "bom exemplo" deixado pelo "profeta" Maomé ("taqiyyah"), Zaik notou que atingir o "objectivo maior" seria impossível inicialmente e revelá-lo não seria inteligente:
Se nós dissermos que queremos eliminar Israel . . . . a sério, seria muito difícil. Não é [uma política] aceitável. Não digas estas coisas ao mundo. Guarda isto para ti.

Fonte


Das duas uma: ou o homem é burro ou então está a tentar passar uma mensagem a alguém. Porque é que ele diz algo "revelador" num órgão de informação visto por milhões de árabes ao mesmo tempo que pede para que se "guarde" essa informação?

Não faz sentido.

No entanto, o que fica desta notícia é que, ao contrário do que os órgãos de (des)informação esquerdistas revelam, os palestinos não estão interessados em paz com Israel. O que os palestinos desejam é destruir Israel.

Dada esta situação, Israel tem toda a legitimidade em tratar a Autoridade Palestina como um inimigo e não como parceiro de paz.

Parceiros de paz?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sri Lanka: monges budistas destroem santuário muçulmano

Um grupo de monges budistas do Sri Lanka liderou a multidão que demoliu um santuário muçulmano durante a semana passada. O incidente ocorreu no Sábado em Anuradhapura - uma cidade budista antiga.

O monge que liderou o grupo disse que eles fizeram isto porque o santuário estava sobre terras dadas aos budistas cingaleses há 2000 anos.

-Fonte-


Há alguns anos atrás os muçulmanos talibãs destruíram estátuas budistas pelo simples facto de serem budistas. Os esquerdistas pouco ou nada disseram.

Na altura ninguém pareceu importado em dizer que o Afeganistão era um país budista antes de ter sido convertido à força ao islão.

Poucos falam também da constante matança de budistas (levada a cabo por muçulmanos em países como a Tailândia) como forma de levar a cabo nas terras budistas uma limpeza étnica e religiosa de . . . . . budistas.

Nada disso importa.

No entanto, basta um santuário maometano ser destruído para a BBC arranjar imediatamente uma história "quente" para contar.

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