MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Taqiyya, Dhimmitude e o Terrorismo em Sydney

Por Bill Muehlenberg

Tornou-se agora bem claro que os meios de comunicação mainstream têm uma aliança total com o islão, o que lhes impede de publicar algo contrário à essa "religião",  preferindo em lugar disso aceitar sem questionar tudo aquilo que os apologistas islâmicos lhes dizem. Estas pessoas encontram-se num perfeito estado de dhimmitude, o que permite que o islão tenha um controle total na cobertura da crise de reféns em Sydney.

Por todos os média "lamestream"  [ed: jogo de palavras com a palavra "lame" e "mainstream"] estão a ser exibidos apologistas atrás de apologistas sem que haja uma voz contrária. Em tempos idos, os jornalistas buscavam por factos, faziam as perguntas difíceis, e disponibilizavam todos os lados dum debate. Hoje, parece que os MSM [média "mainstream"] decidiram que o islão está sempre certo, que os críticos estão errados, e que não pode existir qualquer tipo de cobertura negativa do islão.

Tenho estado totalmente estarrecido com os estúpidos dhimmis que estão a fazer todos os possíveis para promover o islão e propagar a sua mensagem. Pode-se perguntar de modo sério se a maioria dos MSM se encontram totalmente sob o controle do islão visto que eles são totalmente incapazes de fazer uma reportagem objectiva, preferindo em seu lugar repetir o que os seus senhores muçulmanos lhes dizem para reportar.

Temos que levar em contra que dentro da doutrina islâmica é permitido usar dissimilitude e a decepção junto dos infiéis se isto servir para avançar com a causa islâmica; isto tem o nome de taqiyya, e não só parece estar a ser usada com regularidade crescente, como parece que os tolos presentes dentro do MSM acreditam nela. Durante os últimos dias vimos isto em proporções gigantescas quando vimos e ouvimos vários líderes muçulmanos a afirmar que a bandeira usada durante a crise de reféns é uma bandeira amigável, com uma mensagem genérica sobre Deus.

Claro que o texto presente nessa bandeira é a shahada, o credo islâmico que todos os maometanos têm que professar como o primeiro pilar do islão. Para além disso, esse é também o texto encontrado em muitas bandeiras de grupos terroristas e bélicos islâmicos. Uma bandeira como esta significa a tomada dum território e o estabelecimento do domínio do islão. Mas não só os média crédulos aceitam o que quer que os líderes islâmicos lhes dizem, como estes mesmos média parecem ter conseguido encontrar todos os líderes muçulmanos do país.

Mas para se ver o quão profunda é a deplorável dhimmitude das elites mediáticas, imaginemos por um momento o que estaria a acontecer por agora se o homem que retém os reféns fosse um professor de Escola Dominical Presbiteriano, agitando no ar uma Bíblia e cantando hinos Cristãos. As agências mediáticas estariam a repetir a palavra "C" ["Cristão"] ad infinitum e ad nauseam, e estariam a alegar que certamente que havia chegado a hora de reprimir esta religião maligna - que é tão intolerante, odiosa e fanática.

Acham mesmo que os média iriam apresentar dúzias de apologistas Cristãos a afirmar que esta pessoa é maluca, extremista, e que de maneira alguma ela está de acordo com os ensinamentos Cristãos? Claro que não. Em vez disso, eles iriam exibir um ateu e humanista secular a seguir a outro a atacar o Cristianismo. Seriam feitos apelos para uma maior monitorização de todas as pregações das igrejas, de todas as escolas Cristãs, e de todos os sites Cristãos. Um site como o meu certamente que seria alvo de ataques e a liberdade para se propagar o Evangelho seria corroída ainda mais; dito de outra forma, estaria aberta a época de caça ao Cristianismo.

Mas como quem fez isto foi um muçulmano, todo o foco dos MSM é avançar com a filosofia politicamente correcta de que este acto em Sydney de maneira alguma está relacionada com o islão. Deixemos de lado as credenciais islâmicas do tomador de reféns.

O tomador de reféns.

Sabemos hoje que o raptor é um refugiado Iraniano de 49 anos chamado Man Monis, e tem um passado sombrio no seu país de origem - algo que torna ainda mais notável o facto dele ter recebido autorização para entrar na Austrália. Ainda ontem [14 de Dezembro] ele postou online o seguinte:
O islão é a religião pacífica e é por isso que os muçulmanos lutam contra a opressão e o terrorismo dos Estados Unidos e do seus aliados incluindo a Inglaterra e a Austrália. Se ficarmos silenciosos perante os criminosos nunca poderemos ter uma sociedade pacífica. Quanto mais e combate o crime, mais pacífico se fica. O islão quer a paz na Terra, e é por isso que os muçulmanos querem acabar com o terrorismo da América e dos seus aliados. Quando falamos contra o crime, tomamos um passo na direcçâo da paz.
Há dois meses atrás uma notícia em torno dele dizia o seguinte:
Um homem de Sydney que enviou mensagens ofensivas às famílias dos soldados Australianos mortos foi acusado de mais 40 acusações de indecências e violência sexual relacionadas ao tempo em que ele passou omo "líder espiritual". Man Haron Monis, de 49 anos, foi preso em Abril último por detectives da polícia de crimes sexuais e acusado por indecência e agressão sexual duma mulher em 2002 e em Sydney Ocidental. Durante o seu aparecimento no tribunal em  Penrith na passada Sexta-Feira, ele foi acusado com ofensas adicionais, incluindo 22 instâncias de agressão sexual agravada e 14 instâncias de atentado violento ao pudor agravado relativo a seis outras mulheres.
Uma notícia de hoje diz o seguinte:
Monis nasceu com o nome Manteghi Bourjerdi e fugiu do Irão para a Austrália em 1996, onde mudou o nome para Man Haron Monis e assumiu o título de Xeque Haron. 
Ele obteve atenção mediática no passado devido à campanha das "mensagens de ódio" onde ele protestava a presença de tropas Australianas no Afeganistão. 
Durante essa campanha, ele e o seu parceiro Amirah Droudis postaram mensagens de ódio dirigidas às famílias dos soldados Australianos mortos. 
A família de Brett Till, soldado Australiano morto por uma bomba na estrada em 2009, foi apenas uma das que recebeu as cartas.

Por todo o MSM os apologistas islâmicos alinham-se para nos garantir que de maneira nenhuma Monis está relacionado com o islão, e que nós podemos voltar à nossa vida normal com nada com que nos preocupar. A hipnose em massa e a decepção em massa parecem ter tomado conta de todos nós. Nós somos, actualmente, uma nação de zombies que realmente acreditam que um muçulmano a aterrorizar infiéis em nome do islão de maneira alguma está relacionado com o islão.
Quando nos recusamos a identificar o inimigo já perdemos a guerra.



sábado, 26 de julho de 2014

O profeta iletrado

O Alcorão diz em 7:156-158:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos. Disse: Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos.

São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e que proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que o deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.

"Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós; Seu é o reino dos céus e da terra. Não há mais divindades além d’Ele. Ele é Quem dá a vida e a morte! Crede, pois, em Deus e em Seu Mensageiro, o Profeta iletrado, que crê em Deus e nas Suas palavras; segui-o, para que vos encaminheis."

Em nenhuma outra parte o Alcorão menciona "o profeta iletrado", que foi erradamente entendido como "o profeta que não sabia ler". No entanto, o Alcorão vangloria-se da forma da sua narrativa, que é caracterizada por repetições de várias frases e ideias como forma de estampar de modo permanente a história na mente dos ouvintes; pelo menos isto é o que os maometanos alegam.

O "profeta iletrado" na sura al-A`raf 7 está escrito em contraste com Moisés e o seu povo. Moisés e o seu povo, no seu tempo, foram capturados por uma trepidação e começaram a orar, afirmando:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos.

Segundo os linguístas Árabes dessa altura, os Judeus derivavam o seu nome da palavra "huda" (que significa "orientação"), que era também o epíteto do Torah. Foi um brilhante jogo de palavras no verso 156 dizer "a Ti nos voltamos contritos" visto que o verbo usado aqui (haad, yahuud) tem uma semelhança impressionante com a palavra Árabe para Judeus (yahuud).

Moisés e o seu povo, orando na altura para que Deus olhasse para o seu Judaísmo como justiça da sua parte, receberam a resposta de Deus onde Ele alegadamente disse:

Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos. São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho,

Portanto, Moisés e o seu povo teriam que esperar mais de mil anos de modo a que recebessem o que o Alcorão lhes diz que receberiam, através da fé me Maomé!

Será razoável da parte de Deus responder à oração de Moisés e do seu povo dizendo que a sua orientação não seria encontrada na Lei Mosaica mas na adopção de Maomé como "o profeta iletrado", que significa que ele seria o profeta do Gentios para os Judeus, que ainda estava para chegar? Como é que "Deus" pôde responder à oração de Moisés afirmando que Maomé se encontra mencionado no Torah e nos Evangelhos? Onde é que estavam os Evangelhos durante a altura de Moisés de modo a que Deus pudesse falar deles para Moisés e para o seu povo?

O significado de "Iletrado" no Alcorão.

Segundo o Alcorão, a palavra ummi que ocorre no texto em questão não significa não saber ler nem escrever, mas sim aquele que não tinha um Livro revelado por Deus,

Os Judeus, que precediam de Isaque, filho de Abraão, eram o Povo do Livro, enquanto que os Árabes, que se consideravam descendentes de Abraão através de Ismael, eram o povo "comum" (ummiyoon) ou Gentios (umam)

O Alcorão revelou claramente e abertamente esta distinção em muitas passagens, quando convidou tanto o povo do Livro como os comuns ["iletrados"] para que seguissem o islão:

E se eles discutirem contigo (ó Mohammad), dize-lhes: Submeto-me a Deus, assim como aqueles que me seguem! Pergunta aos adeptos do Livro e aos iletrados: Tornai-vos-ei muçulmanos? Se se tornarem encaminhar-se-ão; se negarem, sabe que a ti só compete a proclamação da Mensagem. E Deus é observador dos Seus servos. (3:20)

Esta ayah revela a frma como o povo comum desejava conhecer o Livro, tal como revela a sura 2:78:

Entre eles há iletrados que não compreendem o Livro, a não ser segundo os seus desejos, e não fazem mais do que conjecturar.

O Alcorão orgulha-se (na sura 62:2) de que Deus enviou um mensageiro que não fazia parte do povo do Livro.

Ele foi Quem escolheu, entre os iletrados, um Mensageiro da sua estirpe, para ditar-lhes os Seus versículos, consagrá-los e ensinar-lhes o Livro e a sabedoria, porque antes estavam em evidente erro.

Se "iletrados" significa que "não sabe ler nem escrever", isso significa que Alá escolheu um profeta que não sabia ler nem escrever, do meio de um povo não que não sabia ler nem escrever (o que é ridículo). Se, por outro lado, o termo "iletrado" significa "aquele que não faz parte do Povo do Livro", então já se entendes melhor seu significado da palavra "iletrado" dentro do contexto Alcorânico.

Entre os adeptos do Livro há alguns a quem podes confiar um quintal de ouro, que te devolverão intacto; também há os que, se lhes confiares um só dinar, não te restituirão, a menos que a isso os obrigues. Isto, porque dizem: Nada devemos aos iletrados. E forjam mentiras acerca de Deus, conscientemente." (3:75)

À luz desta ayah temos que entender que o Alcorão qualifica Maomé de ummi. O povo Gentio/Iletrado ("ummi") do Alcorão são os Árabes que descendem de Ismael, e o povo do Livro são os Judeus que descendem de Isaque. Consequentemente, a palavra ummi não significa um homem iletrado (analfabeto) mas alguém que pertencia ao povo Árabe, os descendentes de Ismael que não tinham um Livro revelado. Al-Shahristaani escreve:

O povo do Livro mantinha a religião das Tribos (de Israel) e viviam como os Filhos de Israel. O povo comum mantinha a religião tribal e viviam como os filhos de Ismael.
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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Será que Isaías profetizou a vinda de Maomé?

Visto que o Alcorão alega que a Bíblia contém "claras profecias de Maomé" (7:157  e 61:6), os maometanos têm estado desesperadamente em busca de tais profecias há quase 1400 anos. Alguns dos mais famosos apologistas maometanos, tais como Ahmed Deedat e Zakir Naik, tentaram demonstrar que a Bíblia refere-se a Maomé no Livro do Profeta Isaías 29:12. Zakir Naik escreve:
Maomé (paz esteja com ele) é profetizado no livro de Isaías:

É mencionado no livro de Isaías, capítulo 29 verso 12:

"Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler."

Quando o Arcanjo Gabnriel ordenou a Maomé (p.e.c.e.) que dissesse Iqra - "Lê", ele respondeu, "Não sei ler".
E portanto,  Maomé é alegadamente o homem iletrado que recebe um livro em Isaías 29:12.

Mas Isaías 29:12 não fala de um profeta, mas sim de um povo que rejeita os profetas de Deus! (Por esta altura, é de admirar o porquê dos maometanos não acusarem Zakir Naik de heresia ou apostasia por ter aplicado este versículo a Maomé.)

Nos primeiros dez versículos do capítulo 29 do Livro do Profeta Isaías, Deus anuncia que Ele irá punir Israel e os inimigos de Israel: os primeiros serão punidos por pecarem contra Ele, e os segundos por terem atacado Israel. Deus envia o profeta Isaías para anunciar estes castigos, mas Deus diz a Isaías que o povo não irá prestar atenção à sua mensagem. Ele diz nos versículos 11 e 12:

Pelo que, toda a visão vos é como as palavras de um livro selado, que se dá ao que sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não posso, porque está selado.
Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler.

Note-se no que ocorre aqui: Isaías recebe uma revelação, mas Deus diz-lhe que o seu povo irá rejeitar a revelação. Esta mensagem é como um livro selado; se ela é dada a alguém que sabe ler, ele dirá "Não posso, porque está selado". Se se der a alguém que não sabe ler, ele dirá, "Não sei ler." De qualquer das formas, portanto, o povo recusar-se-á a prestar atenção aos avisos de Deus.

Curiosamente, no versículo seguinte (Isaías 29:13) Deus diz:

Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de Mim, e com a sua boca e com os seus lábios Me honra, mas o seu coração se afasta para longe de Mim

O Senhor Jesus cita esta mesma passagem nos Evangelhos para condenar o povo pela sua desobediência a Deus (Mateus 15:7-9). Logo, quando os muçulmanos afirmam que Isaías 29:12 se refere a Maomé, eles estão a afirmar que o seu profeta era espiritualmente cego, que o seu coração estava longe de Deus, que ele rejeitou a revelação de Deus, e que o Senhor Jesus o iria condenar tal como Ele condenou os Fariseus.

Claro que se os muçulmanos insistirem que este versículo é sobre Maomé, os Cristãos não colocarão qualquer objecção. Tudo o que podemos fazer é orar para que eles não sigam a rebelião de Maomé contra Deus até à perdição eterna.
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aprovou a desonestidade

Embora seja obrigação dos maometanos serem verdadeiros uns para com os outros, Maomé sancionou a mentira nos casos onde ela pudesse avançar com a causa islâmica, ou em casos de guerra e paz. A sua famosa declaração "A guerra é engano" encontra-se em Bukhari 53:269 e em outros sítios.

É perfeitamente aceitável um maometano enganar o seu inimigo se através dela ele obtiver alguma vantagem. Isto aplica-se não só em casos de guerra, mas também quando se quer assassinar os inimigos.

Maomé deu permissão aos seus seguidores para mentir como forma de atrair aqueles que falavam mal da "Religião Pacífica" para fora dos seus locais de refugio de modo a que pudessem ser mortos por expressarem a sua insatisfação. Foi exactamente isto que aconteceu com Ka’b al-Ashraf, que compôs poemas depreciativos sobre as mulheres maometanas:

O apóstolo de Alá disse: "Quem é que está disposto a matar Ka'b bin Al-Ashraf que ofendeu Alá e o seu apóstolo?" Muhammad bin Maslama colocou-se de pé e disse: "Ó apóstolo de Alá! Queres que eu o mate?" O profeta disse: "Sim." Muhammad bin Maslama disse: "Então permite-me que eu diga uma falsidade (isto é, enganar Ka'b)." O profeta disse: "Tens permissão." (Bukhari 59:369)

Maomé enviou também os seus homens para matar um Judeu de Khaybar chamado Usayr ibn Zarim. Como forma de enganá-lo e causar que ele baixasse a sua guarda e deixasse a sua fortaleza, os maometanos fingiram que Maomé queria resolver as suas diferenças e que, como tal, ele nada tinha a temer.

Quando eles vieram até ele, falaram com ele, fizeram-lhe promessas, trataram-lhe bem, afirmando que, se ele viesse ter com o apóstolo, ele o daria uma posição e o honraria.

Eles insistiram até que ele foi com eles, com um certo número de Judeus. [Mal os Judeus foram desarmados] os companheiros do apóstolo abateram-se sobre os seus companheiros Judeus e mataram-nos a todos menos um que fugiu... (Ibn Ishaq/Hisham 981).

Maomé descobriu que as mentiras lhe poderiam ser úteis não só para assassinar os seus críticos, mas também para garantir uma dívida (Ibn Ishaq/Hisham 770) e trazer paz:

O apóstolo de Alá disse: "Aquele que traz a paz entre as pessoas inventando uma boa informação ou afirmando coisas boas, não é um mentiroso." (Bukhari 49:857)

A lei islâmica foi expandida neste ponto de modo a incluir mentiras benéficas para os relacionamentos - tais como o marido dizer algo à esposa como forma de a placar.

Actualmente, muitas mentiras e meias-verdades em torno do islão e de Maomé são propagadas no Ocidente como forma de fazer avançar a fé islâmica.

Por exemplo, como forma de justificar a agressão violenta levado a cabo pelos muçulmanos dos primeiros anos do islão, muitos apologistas actuais exageram de tal modo na dimensão da "perseguição" que os maometanos sofriam que ficamos com a impressão de que a vida de Maomé estava em perigo em Medina, mas isso é falso.

Embora eles saibam muito mais do que falam, estes apologistas do Islão frequentemente alegam que os maometanos só lutaram em legítima defesa, e que o islão é uma fé tolerante e que ela não é uma ameaça para os valores Ocidentais.

Isto não quer dizer que todos os maometanos que repetem estas falsidades o façam de modo consciente. A maior parte pura e simplesmente não tem a oportunidade ou a chance de aprender mais sobre a verdade pouco abonatória da sua própria religião.

Fonte.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Muçulmanos usam crianças como bombistas suicidas

Crianças bombistas suicidas afirmam que lhes foi dito pelos seus manipuladores que "as bombas não nos matariam; só os americanos é que morreriam."

Foi prometido ao rapaz que a missão era tão simples como unir dois fios metálicos. A explosão resultante obliteraria os infiéis americanos - mas Alá (o deus árabe) pouparia os rapazes das chamas e dos estilhaços. Depois disto, Abdul Samat sairia do local sem qualquer tipo de dano e livre para correr de volta aos homens que lhe tinham dado o colete com as bombas.

Vendado e carregado com os explosivos, o rapaz - que tinha cerca de 13 anos - foi levado ao seu alvo na cidade afegã de Kandahar, depois de ter sido retirado das estradas de Quetta no vizinho Paquistão.

Poucos minutos antes dele levar a cabo o ataque, Abdul apercebeu-se das mentiras que os terroristas muçulmanos o haviam dito como forma de o transformar numa bomba humana.

Quando abri os meus olhos, apercebi-me que o que eles queriam que eu fizesse era algo sombrio demais. Comecei a chorar e a gritar. As pessoas vieram para fora das suas casas e perguntaram o que se passava.

Mostrei-lhes que tinha algo no meu colete. Eles ficaram também com medo e chamaram a polícia. Eles depois tiraram as bombas de mim.

Os oficiais de segurança do Afeganistão afirmam que a história de Abdul não incomum. Durante o ano passado, os terroristas maometanos usaram uma onda de suicidas bombistas crianças - alguns com 10 anos de idade - baseando-se na cruel assumpção de que os rapazes pequenos podem passar os ponto de inspecção e os cordões mais facilmente que os homens.

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Quando se diz que o islão é um sistema político sem escrúpulos, incidentes como este comprovam-no de forma cabal.

Que tipo de respeito merece uma ideologia que justifica este tipo de prácticas?


sábado, 26 de novembro de 2011

MITO: A batalha de Badr foi em legítima defesa

Se é suposto os muçulmanos apenas lutarem em legítima defesa, então a Batalha de Badr teria que ser um incidente onde o inimigo estivesse a atacar ou a marchar em direcção a Medina (que era onde estavam sediados os muçulmanos). Claro que se é isto que queres acreditar, pára de ler aqui e tenta ficar longe dos livros de história.

Os historiadores muçulmanos da altura documentaram meticulosamente as circunstâncias que precederam a Batalha de Badr e não o menor espaço de manobra para quem quer acreditar que os muçulmanos fizeram uma luta de legítima defesa.

Primeiramente, é preciso notar que os habitantes de Meca não estavam a marchar em direcção a Maomé. Embora seja certo afirmar que eles enviaram um exército, é preciso vêr que o mesmo foi enviado para proteger as caravanas dos ladrões muçulmanos (que haviam recentemente morto condutores de caravanas e roubado as suas posses).

Os habitantes de Meca não estavam minimamente interessados em iniciar uma guerra mas sim garantir que a sua mercadoria e os condutores não eram perturbados pelos piratas de Maomé.

Seguindo os historiados contemporâneos:

Foi então que o apóstolo ouviu que Abu Safyan vinha da Síria com uma caravana enorme pertencente aos Quraish, contendo o seu dinheiro e a sua mercadoria.

Quando o apóstolo ouviu que Abu Safyan regressava da Síria, ele convocou os muçulmanos e disse:

'Esta é a caravana dos Quraish que contém a sua propriedade. Sigam no seu encontram e ataquem-na. Pode ser que Alá nos dê como presa.'

(Ibn Ishaq/Hisham 428).

A descrição do evento prossegue afirmando que alguns muçulmanos, aparente moralmente superiores a Maomé, estavam relutantes em participar do ataque uma vez que não queriam tomar parte duma guerra. Mais tarde, Maomé qualifica estes muçulmanos de "hipócritas" no seu Alcorão. Semelhantemente ele condena-os ao inferno e exige que os "verdadeiros muçulmanos" lidem com eles de forma ríspida (66:9).

Depois de Maomé enviar os seus homens para atacar a caravana, Abu Sufyan (o seu adversário de Meca) ficou a saber dos seus planos:

Depois de ter chegado perto de Hijaz, Abu Sufyan buscou notícias e questionou todos os viajantes ansiosamente. Até que alguns viajantes o informaram que Maomé havia reunido os seus companheiros contra ele e a sua caravana.
(Ibn Ishaq/Hisham 428)

A este ponto, e como forma de evitar uma batalha, Abu Sufyan fez duas coisas: mudou o seu plano de viagem, para evitar o exército de Maomé, e enviou mensageiros a pedir ajuda. Os habitantes de Meca enviaram uma força maior com cerca de 900 homens para salvar a caravana.

Um longo jogo de gato e rato entre Maomé e os habitantes de Meca tomou forma à medida que os últimos faziam todos os possíveis para evitar um conflito e viajar para casa em segurança (Ishaq/Hisham 433 to 443).

Eventualmente o exército de Maomé foi bem sucedido em forçar o exército de Meca a combater ao deliberadamente parar as fontes de água da qual eles dependiam para voltar para Meca. Paralelamente, ele posicionou o seu exército entre as restantes fontes e o sedento exército de Meca.

Que parte deste evento pode ser considerado um genuíno esforço de "legítima defesa" por parte de Maomé e os seus ladrões de caravanas?

Não é manifestamente óbvio que ele, Maomé, apenas queria ficar com os pertences dos habitantes de Meca, mesmo que para tal ele tivesse que matar à sede o exército que protegia mercadoria alheia? É este um comportamento dum "profeta" de Deus - o maior e o mais exaltado mensageiro do Deus de Abraão, Isaac e Jacob?

...

A este ponto, e embora fossem menores em número, os muçulmanos estavam claramente em vantagem sobre os enfraquecidos e relutantes soldados de Meca.

Inicialmente os muçulmanos divertiram-se matando os poucos homens suficientemente desesperados para tentar chegar à água:

Al-Aswad, que era um homem problemático e mal encarado, chegou-se à frente e disse:

"Juro por Alá que irei beber da sua cisterna, destruí-la ou morrer tentando chegar a ela."

Hamza [um muçulmano fisicamente poderoso] aproximou-se dele e quando os dois se encontraram frente a frente, Hamza atingiu-o, fazendo com o seu pé e metade da sua canela voassem quando ele estava perto da cisterna.

Ele caiu de costas e ficou aí, com sangue a escorrer do seu pé em direcção aos seus companheiros. Foi então que ele rastejou para a cisterna e atirou-se para dentro dela como forma de cumprir o seu juramento. Mas Hamza foi no seu encalço e feriu-o.

(Ibn Ishaq/Hisham 443)
Os muçulmanos continuaram a divertir-se mortalmente com outros soldados de Meca sedentos e enfraquecidos até que Maomé deu a ordem para atacar o "inimigo".

O período que se seguiu à vitória na batalha foi uma de celebração por parte dos ladrões muçulmanos. As cabeças decapitadas dos inimigos de Maomé de Meca foram-lhe apresentadas e os assassinos honrados. Cativos vivos foram trazidos perante ele, onde ele ordenou que alguns fossem resgatados e outros executados.

Num gesto que pareceu bizarro mesmo para os seus homens, Maomé andou entre os corpos dos soldados de Meca mortos e provocou-os, insistindo que eles o poderiam ouvir a partir do inferno (Bukhari 59:314).

A riqueza roubada aos habitantes de Meca foi dividida entre os vitoriosos. Hamza, o homem que havia morto o primeiro soldado a tentar chegar às cisternas, voltou a sua cruel diversão para animais indefesos, cortando as bossas dos camelos e desentranhando-os apenas para saborear a sua agonia (Bukhari 59:340).

Durante a carnificina eufórica, Alá "falou" com Maomé e disse-lhe para se assegurar que os outros muçulmanos lhe davam 1/5 do espólio. (Conveniente, sem dúvida.) Estas palavras ficaram permanentemente gravadas no Alcorão (8:1).

Maomé aproveitou a ocasião para informar os seus homens de que a sua vitória se devia a uma legião de anjos enviada por Alá (8:9). Escusado será dizer que só Maomé consegui ver os ditos anjos (8:50).

Por motivos ainda por descortinar, os anjos não apareceram na batalha seguinte, onde os maometanos foram expulsos de Uhud.

A maior parte da surah 8, um dos capítulos mais violentos do já-de-si violento Alcorão, foi "revelada" a seguir à Batalha de Badr. Muitos dos versículos fazem muito pouco sentido fora deste contexto histórico, provando que as siras (biografias) de Maomé são fundamentais para se compreender o Alcorão.

Neste caso, o contexto histórico está em total oposição com a interpretação moderna feita pelos muçulmanos modernos, isto é, de que a Batalha de Badr foi um conflito "defensivo". Nesse dia, apenas os soldados de Meca lutaram em defesa das suas vidas e das suas propriedades. E eles fizeram-no de um modo relutante depois de Maomé tomar passos monumentais para os forçar a entrar na batalha.

Conclusão:

A Batalha de Badr não foi uma guerra defensiva; a mesma foi um ataque organizado por parte de ladrões de caravanas impelidos por um homem que alegava "inspiração divina". O comportamento de Maomé no episódio de Badr mostra que a sua motivação principal era a aquisição dos bens e posses dos habitantes de Meca.

Os muçulmanos modernos têm a vantagem de poder interpretar os passos deste homem e livremente tomarem o passo de abandonar os seus ensinamentos.

Fonte

Mitos àcerca de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Oficial palestino diz que as fronteiras de 1967 levarão à destruição de Israel

Um membro sénior do Comité Central da Fatah (liderada por Mahmoud Abbas) afirmou numa entrevista à Al-Jazeera que o Primeiro Ministro Israelita Binyamin Netanyahu e o presidente dos EUA Barack Obama são "sacos de lixo". Ele aproveitou também para dizer que o acto de obrigar Israel a abandonar a Judeia e a Samaria conduzirá à sua destruição.

Abbas Zaki disse ao entrevistador que qualquer acordo final entre Israel e a Autoridade Palestina (AP) "deveria-se basear nas fronteiras de 4 de Junho de 1967 . . . toda a gente sabe que o objectivo maior nunca pode ser levado a cabo duma só vez."

Israel alega que Abbas e numerosos membros da AP deixaram bem claro que o objectivo "maior" continua a ser a eliminação do Estado de Israel mas as declarações de Zaki deixam isso bem claro. Zaki fez estas declarações durante uma entrevista vista por milhões de árabes por todo o mundo.

Um clip das declarações de Zaki foram traduzidas pela MEMRI (Middle East Media Research Institute) - organização que monitoriza os órgãos de informação árabes.

Totalmente ignorante do que Deus fez a todos os outros povos e líderes que tentaram destruir o Povo Judaico, Zaki afirmou:

Se Israel abandonar Jerusalém, remover os 650,000 colonos, e desmantelar a muralha, o que será de Israel? Será o seu fim.

Quem é que está nervoso e zangado agora? Netanyahu, Lieberman, e Obama . . . Todos esses sacos de lixo . . . . Porque é que nos metemos nisto? Nos deveríamos estar felizes por ver Israel zangado.

Seguindo o "bom exemplo" deixado pelo "profeta" Maomé ("taqiyyah"), Zaik notou que atingir o "objectivo maior" seria impossível inicialmente e revelá-lo não seria inteligente:
Se nós dissermos que queremos eliminar Israel . . . . a sério, seria muito difícil. Não é [uma política] aceitável. Não digas estas coisas ao mundo. Guarda isto para ti.

Fonte


Das duas uma: ou o homem é burro ou então está a tentar passar uma mensagem a alguém. Porque é que ele diz algo "revelador" num órgão de informação visto por milhões de árabes ao mesmo tempo que pede para que se "guarde" essa informação?

Não faz sentido.

No entanto, o que fica desta notícia é que, ao contrário do que os órgãos de (des)informação esquerdistas revelam, os palestinos não estão interessados em paz com Israel. O que os palestinos desejam é destruir Israel.

Dada esta situação, Israel tem toda a legitimidade em tratar a Autoridade Palestina como um inimigo e não como parceiro de paz.

Parceiros de paz?
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