MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aprovou a desonestidade

Embora seja obrigação dos maometanos serem verdadeiros uns para com os outros, Maomé sancionou a mentira nos casos onde ela pudesse avançar com a causa islâmica, ou em casos de guerra e paz. A sua famosa declaração "A guerra é engano" encontra-se em Bukhari 53:269 e em outros sítios.

É perfeitamente aceitável um maometano enganar o seu inimigo se através dela ele obtiver alguma vantagem. Isto aplica-se não só em casos de guerra, mas também quando se quer assassinar os inimigos.

Maomé deu permissão aos seus seguidores para mentir como forma de atrair aqueles que falavam mal da "Religião Pacífica" para fora dos seus locais de refugio de modo a que pudessem ser mortos por expressarem a sua insatisfação. Foi exactamente isto que aconteceu com Ka’b al-Ashraf, que compôs poemas depreciativos sobre as mulheres maometanas:

O apóstolo de Alá disse: "Quem é que está disposto a matar Ka'b bin Al-Ashraf que ofendeu Alá e o seu apóstolo?" Muhammad bin Maslama colocou-se de pé e disse: "Ó apóstolo de Alá! Queres que eu o mate?" O profeta disse: "Sim." Muhammad bin Maslama disse: "Então permite-me que eu diga uma falsidade (isto é, enganar Ka'b)." O profeta disse: "Tens permissão." (Bukhari 59:369)

Maomé enviou também os seus homens para matar um Judeu de Khaybar chamado Usayr ibn Zarim. Como forma de enganá-lo e causar que ele baixasse a sua guarda e deixasse a sua fortaleza, os maometanos fingiram que Maomé queria resolver as suas diferenças e que, como tal, ele nada tinha a temer.

Quando eles vieram até ele, falaram com ele, fizeram-lhe promessas, trataram-lhe bem, afirmando que, se ele viesse ter com o apóstolo, ele o daria uma posição e o honraria.

Eles insistiram até que ele foi com eles, com um certo número de Judeus. [Mal os Judeus foram desarmados] os companheiros do apóstolo abateram-se sobre os seus companheiros Judeus e mataram-nos a todos menos um que fugiu... (Ibn Ishaq/Hisham 981).

Maomé descobriu que as mentiras lhe poderiam ser úteis não só para assassinar os seus críticos, mas também para garantir uma dívida (Ibn Ishaq/Hisham 770) e trazer paz:

O apóstolo de Alá disse: "Aquele que traz a paz entre as pessoas inventando uma boa informação ou afirmando coisas boas, não é um mentiroso." (Bukhari 49:857)

A lei islâmica foi expandida neste ponto de modo a incluir mentiras benéficas para os relacionamentos - tais como o marido dizer algo à esposa como forma de a placar.

Actualmente, muitas mentiras e meias-verdades em torno do islão e de Maomé são propagadas no Ocidente como forma de fazer avançar a fé islâmica.

Por exemplo, como forma de justificar a agressão violenta levado a cabo pelos muçulmanos dos primeiros anos do islão, muitos apologistas actuais exageram de tal modo na dimensão da "perseguição" que os maometanos sofriam que ficamos com a impressão de que a vida de Maomé estava em perigo em Medina, mas isso é falso.

Embora eles saibam muito mais do que falam, estes apologistas do Islão frequentemente alegam que os maometanos só lutaram em legítima defesa, e que o islão é uma fé tolerante e que ela não é uma ameaça para os valores Ocidentais.

Isto não quer dizer que todos os maometanos que repetem estas falsidades o façam de modo consciente. A maior parte pura e simplesmente não tem a oportunidade ou a chance de aprender mais sobre a verdade pouco abonatória da sua própria religião.

Fonte.

sábado, 21 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aprovaria o assassinato.


"Matem qualquer Judeu que cair nas vossas mãos!"

Esta foi a ordem que Maomé deu ao seu povo depois do assassinato dum Judeu chamado Ka’b al-Ashraf. Começando no assassinato nocturno de Asma bint Marwan (uma poeta e mãe de cinco crianças) até ao assassinato dos Cristãos de Tabuk, este foi mais um dos muitos exemplos da Sira que refuta a ideia sem sentido de que o "profeta"  do islão nunca deu permissão para assassinatos.

Depois do sangrento assassinato de al-Ashraf, Maomé desejou exercer o seu domínio em Medina incutindo o terror nos corações da população Judaica local. Muitos dos locais estavam já a reconsiderar a sua decisão de permitir que os imigrantes maometanos se fixassem na sua comunidade, o que, em retrospectiva, pareceu ser algo pouco sensato dado o facto da Maomé ter começado a matar e a expulsar residentes locais apenas 18 meses depois de ter chegado.

A solução de Maomé foi a de intimidar a população local, particularmente as duas tribos Judaicas sobreviventes (Nazir e Qurayza). Exultando com a matança bem sucedida do líder dos Nadir, al-Ashraf, e como forma de reduzir a oposição com base no terror e na "conversão", o "profeta" do islão tratou logo de exortar os seus homens a matar de modo indiscriminado.

Logo após a ordem de Maomé para "matar qualquer Judeu que caísse nas suas mãos", um discípulo seu esfaqueou o seu parceiro comercial até a sua morte. O irmão deste maometano ficou, inicialmente, horrorizado com o crime visto que, não só não existia qualquer inimizade prévia, como parte da sua subsistência vinha da actividade comercial da vítima:

O apostolo disse, "Matem qualquer Judeu que cair nas vossas mãos." Consequentemente, Muhayyisa saltou sobre Ibn Sunayna, um mercador Judeu com quem eles tinham relações sociais e relações de negócios, e matou-o.

Huwayyisa não era ainda um muçulmano por esta altura, embora ele fosse o irmão mais velho. Quando Muhayyisa matou o Judeu, Huwayyisa começou a espancá-lo, dizendo, "És um inimigo de Deus. Mataste-o embora muita da gordura que tens na barriga venha da sua riqueza?”

Muhayyisa respondeu, "Se aquele que me mandou matá-lo me tivesse mandado matar-te, eu já te teria cortado a cabeça."

Foi por esta altura que Huwayyisa começou a aceitar o islão.... Ele [Huwayyisa] respondeu e exclamou, "Por Deus, a religião que te pode causar a fazer isto é maravilhosa!", e ele tornou-se num muçulmano (Ibn Ishaq/Hisham 554).

O irmão descrente ficou impressionado com a habilidade do islão de influenciar um homem para matar o seu próprio irmão após ordens de Maomé. Devido a isto, ele tornou-se imediantamente num maometano (assumindo que a sua conversão não foi feita como forma de auto-preservação).

De facto, converter ao islão era a única forma de garantir que não sofreria uma morte causada por um dos seguidores de Maomé.

O assassínio no islão é definido como a matança de alguém da sua própria classe (ver a Lei da Igualdade, Alcorão 2:178). Embora a matança de outro (verdadeiro) maometano seja proibida no islão, Maomé encontrou várias desculpas para matar não-maometanos por crimes não capitais - tal como o assassinato do mercador Judeu Ibn Sunayna o prova.

Fonte

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Mais Mitos em Torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA


6. MITO: Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante..
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