MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Quando a sharia chega à cidade

Por Bill Muehlenberg

Se por acaso tu pensas que se pode permitir uma enorme quantidade de imigração muçulmana para dentro das nações Ocidentais, mas mesmo assim ser poupado dos problemas que existem nos países muçulmanos, então estás a viver no mundo da fantasia. Obviamente que onde quer que um grupo de muçulmanos viva, lá se irão manifestar os comportamentos e as actividades tipicamente muçulmanas. Logo, se o islão permite coisas como o "casamento" com crianças, a jihad violenta contra os infiéis, e a propagação da lei sharia por toda a terra, então é claro que encontraremos estas coisas a serem promovidas onde quer que os muçulmanos se encontrem - mesmo que eles vivam em nações Ocidentais - livres e democráticas. 

Levando isto em conta, não há nada de errado com o acto das nações Ocidentais exigirem requerimentos mínimos às pessoas que buscam viver no Ocidente. Coisas simples tais como disposição para aprender a língua e adoptar os valores e os princípios centrais da cultura para onde se mudaram não são coisas onerosas, mas sim totalmente razoáveis.

Se por acaso um imigrante se recusa a aceitar estes requerimentos básicos, então a nação Ocidental tem todo o direito de lhes barrar a entrada. Infelizmente, pelo menos até recentemente, a maior parte das nações Ocidentais tem estado mais preocupada em não ser acusada de "racismo" ou "islamofobia" do que colocar em prácticas as condições razoáveis listadas em cima.

Para além disso, eles adoptaram de modo irracional o politicamente correcto e as políticas fracassadas do multiculturalismo, o que lhes impede de tomar os passos necessários para se protegerem. Como resultado, temos observado o lento crescimento da sharia e da jihad oculta por todo o mundo ocidental. E as coisas estão feias. Neste preciso momento, temos muçulmanos a causar tumultos nas ruas de Paris, com fogos a escaldar a capital, e protestos violentos estão a ocorrer noutras cidades importantes tais como em Londres (Inglaterra). Para além disso, a Europa tem passado por estes tipo de problemas relacionados com o islão há anos. 

Mas por agora, vamos dar uma vista de olhos à cena Australiana. Também aqui o influxo de muçulmanos, com pouca ou nenhuma preocupação em torno da zona onde se encontra a sua lealdade principal, tem causado vários problemas. Embora muitos muçulmanos queiram viver por aqui em paz, um demasiado número deles simplesmente se recusa a integrar dentro da cultura Australiana, preferindo em vez disso continuar com as guerras em torno da sharia que decorrem nos seus países de origem.

Deixem-me oferecer três exemplos recentes disto mesmo. Em Sydney temos mais um caso trágico de noiva-criança e mais uma instância onde é exigido que a lei sharia se sobreponha à lei Australiana. Assim é reportado por uma fonte noticiosa:
Documentos legais revelam que foi dito a uma noiva-criança, alegadamente casada com a idade de 12 anos, que a lei sharia "sobrepõe-se" à lei Australiana. Num caso que alertou as consciências para o torno do tópico das noivas-crianças secretas existentes na Austrália,em Fevereiro último o pai da criança e o homem de 26 com quem ela se "casou" foram acusados de múltiplas crimes envolvendo sexo com crianças. 
Documentos que fizeram parte duma aprendida e bem sucedida "violence order application" por parte da polícia no momento em que o "marido" da criança declaram que a jovem rapariga "acreditava ou havia sido informada que a lei sharia suplanta a lei Australiana”. Os documentos legais declaram que “Ela declarou que, juntamente com o acusado, eles haviam tentado que ele a registasse como guardião legal junto do Centrelink de modo a poderem obter os benefícios previdenciários que fossem possíveis”. 
A polícia alega no documento AVO que o homem de 26 anos, que foi acusado de 25 instâncias de relação sexual com a criança, admitiu junto dos oficiais no dia em que foi preso que ele teve relações sexuais diariamente desde o dia da cerimónia religiosa que decorreu no sala da casa da rapariga em Hunter Valley no dia 12 de Janeiro.
Exactamente; a lei sharia tem sempre que suplantar a lei Australiana. E isto não é um incidente isolado; os muçulmanos genuínos acreditam que só as leis de Alá são válidas, e que as leis Ocidentais não o são. Portanto, temos aqui um exemplo perfeito duma cultura do século 6º a entrar em contacto com o Ocidente moderno e a tentar implementar a sua cultura arcaica.

O meu segundo exemplo não é muito melhor:
Um xeque de Sydney foi acusado de financiar uma figura central do conflito Sírio, um Australiano-Libanês com ligações à Al-Qaeda que gere uma bem armada milícia no norte do Líbano. Zouheir Issa já prega na mesquita Al-Azhar Belmore (Sudoeste do Sydney) desde que se mudou para a Austrália em 2005. Aderente do vertente ultraconservadora Salafi, ele não tem amigos dentro do governo Sírio de Bashar al Assad. Mas o que não havia sido revelado até agora é que as autoridades Australianas acreditam que ele andava a disponibilizar fundos monetários a Houssam Sabbagh – homem Libanês que viveu em Sydney por duas décadas mas que é, actualmente, um poderoso líder duma milícia em Tripoli, cidade no norte do Líbano. 
Sabbagh é procurado pela polícia sob acusações envolvendo armas. Ele é regularmente descrito pela impresna Libanesa como alguém que está envolvido com a Al Qaeda, e alguém que está a ajudar a providenciar combatentes e armas para os grupos jihadistas a lutar na Síria - incluindo o grupo com ligações à Al Qaeda com o nome de Jabhat Al-Nusrah. Financiar organizações tais como a Al-Nusrah, que é um grupo terrorista proscrito na Austrália, é crime. 
As alegações irão preocupar as autoridades, que já se encontram em alerta devido às dúzias de jovens Australianos que viajaram para a Síria para se juntarem  a grupos tais como a Al-Nusrah e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). Falando para o canal televisivo ABC, Nick O'Brien, antigo líder duma equipa de combate ao terrorismo da Scotland Yard, disse que "Esta é a maior ameaça à segurança da Austrália deste século”.
Mais uma vez, isto não é um caso isolado. As mesquitas são frequentemente usadas como centros de recrutamento para os jihadistas e para guerra santa - tanto internamente como fora do pais. A mesquita não é igual à igreja Cristã, mas muito mais como um centro político, um tribunal da lei sharia, uma escola, um centro de treinamento militar. Ver mais sobre isso aqui.

O meu terceiro exemplo é igualmente assustador. Os jovens muçulmanos Australianos estão a viajar para o exterior para lutarem e morrerem por Alá.
Um jovem adolescente de Sydney Ocidental tornou-se no segundo suicida bombista Australiano, explodindo-se a ele mesmo num ataque terrorista que matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras 90 num mercado de Bagdad. O Saturday Telegraph apurou que o rapaz tinha 16 anos quando abandonou Sydney para o Iraque no ano passado para se juntar aos insurgentes terroristas na Síria; entretanto, ele fez anos e passou a ter 17. Os serviços secretos confirmaram a idade do rapaz e confirmaram também que ele era de Sydney Ocidental. 
Acredita-se que ele viajou com outros jovens que buscavam alistarem-se às forças do EIIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) a combater na Síria e no Iraque, para além de se ficar à saber que ele tinha ligações familiares com o famoso terrorista condenado Khaled Sharrouf. Acredita-se que membros da família sabiam das suas intenções mas que não puderam impedi-lo.
Um artigo posterior revelou que ele era, na verdade, de Melbourne. Mas mais uma vez, ele não foi o primeiro muçulmano Australiano a fazer isto, e nem será o último. Estes tristes casos ilustram mais uma vez a verdade que tenho tentado salientar aqui: Podem tirar o muçulmano do país muçulmano, mas não se consegue extrair o islão de dentro dele.

É por isso que temos que começar a ficar mais inteligentes e mais cuidadosos. Permitir que qualquer pessoa entre no nosso país sem no entanto tomar cuidados em torno de quem eles são e no que é que eles acreditam, é receita para o desastre. E é isso que estamos a observar virtualmente todos os dias.


domingo, 7 de dezembro de 2014

Muçulmanos decapitam 4 crianças Cristãs que se recusaram a negar a Cristo

Por Heather Clark

Quatro crianças Iraquianas declararam o seu amor pelo Senhor Jesus perante a ameaça de morte quando muçulmanos do país exigiram que eles se convertessem ao islão. Andrew White, capelão da Igreja "St. George’s Anglican Church" em Bagdade, contou a história através dum vídeo, aproveitando para salientar a perseguição que os Cristãos to país têm sofrido, e a coragem das crianças por permanecerem imóveis na sua fé apesar das consequências:

O Estado Islâmico apareceu e disse às crianças, "Digam as palavras que demonstram que vocês irão seguir a Maomé!" As crianças, as quatro com menos de 15 anos, disseram, "Não, nós amamos a Jesus. Sempre amamos a Jesus e sempre iremos seguir a Jesus. Ele tem estado sempre connosco."

 Os muçulmanos exigiram mais uma vez que as crianças afirmassem que iriam seguir a Maomé:

Eles disseram, "Digam as palavras!" mas as crianças disseram, "Não, não podemos".

Foi então que os muçulmanos decapitaram as crianças. White, visivelmente comovido, afirmou:

Os muçulmanos cortaram todas as suas cabeças. Como é que se responde algo desta natureza? Só chorando. Elas eram as minhas crianças (sendo do meu país). É com este tipo de coisas que temos convivido. É com este tipo de coisas que estamos a conviver.

Durante o vídeo, White falou também das histórias de outros Cristãos que estão a sofrer perseguição no Iraque, especialmente em cidades como Bagdade e Nínive. Ele disse também que as coisas ficaram especialmente duras quando o Estado Islâmico deu início à sua insurreição e expulsou os Cristãos das suas casas:

O Estado Islâmico perseguiu-os e expulsou-os a todos - e não só a alguns, e mataram muitas pessoas. Eles cortaram crianças ao meio. Eles cortaram as suas cabeças. E eles avançaram para o norte e o que aconteceu é demasiado terrível.

White disse que aproximadamente 250,000 Cristãos continuam deslocados num país onde se estimava existirem 1 milhão de Cristãos:

O Estado Islâmico disse a um homem, um adulto, "Ou dizes as palavras para te converteres ao islão, ou iremos matar os teus filhos". Ele estava desesperado. Ele disse as palavras. Depois disto, ele ligou-me e disse, "....eu disse as palavras. Será que isto significa que Jesus já não me ama? Sempre amei a Jesus. Eu disse aquelas palavras porque não conseguia ver os meus filhos a serem mortos." Eu disse, "Eliaz, não, Jesus ainda te ama. Ele sempre te irá amar".

White disse ainda que os muçulmanos tentaram também matá-lo, e como tal, ele foi aconselhado por antigo colega a fugir do país. White é de opinião que não é possível os Cristãos viverem segundo as regras do Estado Islâmico:

Todos eles tiveram que fugir.

Fonte: http://goo.gl/Q1biHd

* * * * * * *

Tal como dito várias vezes, o problema não é o Estado Islâmico, a al-Qaeda ou o Boko Haram, mas sim o islão; onde quer que existam maometanos dispostos a seguir o exemplo de Maomé, mortes, decapitações, abusos de menores e opressão das minorias religiosas ocorrerá. Para se ver isso mesmo, basta saber o tipo de coisas que Maomé ensinou e o exemplo da sua vida.


sábado, 16 de agosto de 2014

Muçulmanos cortam ao meio criança Cristã de 5 anos

Uma criança Cristã de 5 anos, que era filho de um dos fundadores da "St. George's Anglican Church" em Bagdade, foi chacinada por muçulmanos membros do "Estado Islâmico", mais conhecido por ISIS ( "Islamic State of Iraq and Sham" ou em português "Estado Islâmico no Iraque e no Levante"), cortada ao meio durante um ataque à povoação Cristã de Qaraqosh. Andrew White, canône Anglicano da "St. George''s Church", disse o seguinte ao  Anglican Communion News Service:

Estou quase em lágrimas porque estive com alguém  na minha sala cuja pequena criança foi cortada ao meio. Fui eu que baptizei a criança na minha igreja em Bagdade, e este rapaz - que os pais colocaram o meu nome - chamava-se Andrew.

Refugiados Cristãos que fugiram de Qaraqosh buscando abrigo na povoação Cristã foram forçados a fugir mais uma vez à medida que as forças do Estado Islâmico começaram a invadir estas regiões do país. Os pais da criança morta, bem como o irmão George (que recebeu o mesmo nome da igreja em Bagdade), reportaram terem fugido com outros Cristãos para a cidade de Arbil onde se encontra o consulado dos Estados Unidos - local que o Presidente Barack Obama disse que estaria protegido pelos militares Americanos através de ataques aéreos contra as forças do Estado Islâmico.

Segundo a Reuters, os combatentes de Peshmerga controlavam largas zonas de território fora da zona autónoma, que servia de santuário contra os Cristãos em fuga, bem como para outras minorias religiosas, antes dos muçulmanos do Estado Islâmico terem chegado à região no mês passado. A Reuters reporta:

Mas a última semana viu Peshmerga desmoronar-se perante o avanço dos combatentes, que estão na posse de armas pesadas obtidas junto das tropas Iraquianas que abandonaram os seus postos em Junho último. Para além disso, os combatentes estão cheio de dinheiro roubado aos bancos.

Shamil Abu Madian, um Cristão de 45 anos, disse à Reuters que fugiu da cidade de Mosul quando ela caiu em Junho deste ano. Foi por essa altura que ele buscou refúgio na cidade protegida pelos peshmerga, "mas que foi forçado a fugir mais uma vez, em pânico e a meio da noite, quando as tropas Curdas Peshmerga desapareceram subitamente."

Não fomos capazes de trazer nada mais connosco para além de algumas roupas em malas de nylon. As pessoas estão a viver nos passeios, nos jardins públicos, em qualquer lugar.

White disse à ACNS que graças às contribuições financeiras de apoiantes estrangeiros, a igreja Anglicana no Iraque tem sido capaz de disponibilizar comida, água e mantimentos aos Cristãos bem como aos outros grupos religiosos que fugiram de Mosul e Níneve para as regiões nortenhas, como forma de escapar dos terroristas islâmicos do Estado Islâmico:

Precisamos de duas coisas: orações e dinheiro. Com essas duas coisas, podemos fazer qualquer coisa. Sem isso, nada podemos fazer. Eu tenho três P's que eu nunca deixo de mencionar: protecção, provisão e perseverança. Precisamos de protecção para aquelas pessoas de modo a que possamos avançar.

O "Christian Post" reportou na Segunda-Feira que protestos que ressalvam o apuro dos Cristãos Iraquianos estão a ser levados a cabo por todo o mundo, em parte graças à campanha #WeAreN que atraiu a atenção para a perseguição sem precedentes que os Cristãos do Iraque estão a sofrer.

Os líderes Ocidentais foram instados a colocar um fim ao genocídio através de demonstrações na França, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Austrália, Canadá e muitas outras cidades dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que os apoiantes de todo o mundo a sua foto do Twitter para a imagem da letra Árabe ن or N, que significa Nazarenos ou Cristãos em Árabe.

Sabe-se que os terroristas muçulmanos do Estado Islâmico pintaram a letra árabe "N" nas casas de  Cristãos de Mosul antes de os forçarem a fugir da cidade, que se encontra actualmente sob o seu controle.

domingo, 22 de dezembro de 2013

MITO: Maomé condenou a pedofilia


A legitimidade de "casar" com meninas pré-púberes que ainda não tiveram as "regras mensais" encontra-se bem estabelecida no Alcorão e no "exemplo perfeito" [Sunnah] deixado por Maomé e pelos seus seguidores. O Alcorão diz:

Quanto àquelas, das vossas mulheres, que tiverem chegado à menopausa, se tiverdes dúvida quanto a isso, o seu período prescrito será de três meses; o mesmo se diga, com respeito àquelas que ainda não tiverem chegado a tal condição; e, quanto às grávidas, o seu período estará terminado quando derem à luz. Mas, a quem temer a Deus, Ele lhe aplainará o assunto. (65:4)

Esta regra aplica-se ao divórcio, o que obviamente implica casamento. Maomé queria que os maometanos esperassem um período de 3 meses antes de expulsar as suas esposas (garantindo assim que elas não estavam grávidas).

Para além disto, Maomé encorajou os seus seguidores a casar com "raparigas jovens" para obterem gratificação sexual:

O apóstolo de Alá disse-me: "Já te casaste, ó Jabir?" Eu respondi, "Sim." Ele perguntou, "Com uma virgem ou com uma matrona?" Eu respondi, "Não foi com uma virgem mas com uma matrona." Ele disse, "Porque é que não te casaste com um rapariga jovem que te teria acariciado?" (Bukhari 59:382)

De forma a que não fiquem dúvidas sobre o que "jovem" significava para Maomé, ele estabeleceu o exemplo tendo relações sexuais com Aisha quando ela tinha apenas 9 anos:

'A'isha (que Alá se agrade com ela) reportou: "O mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) casou-se comigo quando eu tinha seis anos, e admitiu-me na sua casa  quando eu tinha 9.” (Sahih Muslim 3309)

Isto é também confirmado por muitas outras hadiths.

Segundo as tradições mais fiáveis, Aisha trouxe as suas bonecas para a casa de Maomé para brincar com elas (Muslim 3341), e ele tinha o hábito de acariciar a pequena rapariga na banheira enquanto tomava banho com ele (Bukhari 6:298). Aisha era ainda uma adolescente quando Maomé morreu, mas ela já havia passado mais de metade da sua vida no casamento com ele.

Para piorar as coisas para os maometanos, há partes do Alcorão que foram "reveladas" enquanto ele se encontrava na cama com a pequena rapariga:

[Maomé disse:] "…a inspiração divina não vem a mim em mais nenhuma cama senão na cama da Aisha" (Bukhari 47:755)

Portanto, Maomé não condenou a pedofilia. Nem de perto nem de longe.

Fonte


domingo, 29 de setembro de 2013

O ataque em Nairobi confirma o que já se sabia sobre o islão

Fonte

No passado Sábado, no Quénia, atiradores maometanos lançaram granadas e abriram fogo num centro comercial, matando pelo menos 10 pessoas. Segundo algumas testemunhas, durante o momento em que ocorreu o ataque, decorriam no centro comercial celebrações em torno dum dia para as crianças.

Um hospital local, sobrepujado com o número de feridos que foram trazidos para as sus instalações durante as horas que se seguiram ao ataque, viu-se forçado a desviar alguns dos pacientes para outras instalações.

Elijah Kamau, que se encontrava no centro comercial quando o atentado aconteceu, disse que os terroristas declararam que os não-maometanos seriam atacados.

Os atiradores disseram aos muçulmanos para se levantarem e saírem. Eles estavam a salvo uma vez que só os não-muçulmanos seriam o seu alvo.

Manish Turohit, de 18 anos, disse que viu homens armados com AK-47 e com cintos contendo granadas manuais dentro do centro comercial antes de ter escapado e se ter escondido no parque de estacionamento durante duas horas. Depois de ter sido marchado para fora do centro comercial em fila - com outras 15 pessoas - com as mãos no ar, Turohit afirmou:

Eles entraram e atiraram granadas. Nós começamos a correr e eles abriram fogo. Eles gritavam e disparavam.

Rob Vandijk, que trabalha na embaixada Holandesa, disse que se encontrava a comer dentro do centro comercial quando os atacantes lançaram granadas para dentro do edifício. Ele disse ainda que os tiros tiveram então início e as pessoas começaram a gritar à medida que caíam no chão.

Segundo algumas testemunhas, aparentemente o ataque teve início na área de estar ao ar livre com o nome de Artcaffe (em frente ao centro comercial). Patrick Kuria, empregado no Artcaffe, disse:

Começamos por ouvir tiros no andar inferior e lá fora. Mais tarde, ouvimo-los a entrar cá dentro. Refugiamo-nos. Foi então que vimos dois atiradores usando um turbante preto. Eu vi-os a disparar.

Algumas pessoas foram atingidas quando se encontravam à entrada do centro comercial depois de alguns atiradores se terem dirigido para fora quando tiveram início os confrontos com a polícia. As ambulâncias continuaram a chegar e a abandonar o local, transportando os feridos que gradualmente começaram a emergir de dentro do centro comercial.

Muitos daqueles que iam saindo, traziam consigo pequenas crianças pela mão. Outros choravam. Os guardas do centro usaram carrinhos de compra para transportar as crianças que os terroristas maometanos feriram.




quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Enriquecimento cultural em Bristol

Dois maometanos foram apresentados no tribunal acusados de terem abusado sexualmente de raparigas menores que se encontravam ao "cuidado" de assistentes sociais. O "Magistrates' Court" de Bristol ficou a saber que a casa onde as meninas viviam, que não pode ser nomeada por motivos legais, havia-se tornado efectivamente num bordel.

Segundo o tribunal, as vítimas foram instaladas pelas assistentes sociais numa casa que era subsidiada. Os homens, um deles requerente de asilo a quem tinha sido dado o direito de permanecer no país, foram acusados de exploração sexual de crianças, o que inclui actividade sexual na casa.

Um dos homens foi também acusado de pagar para ter sexo com uma criança.

Said Zakaria, de 21 anos, também conhecido como "Target", foi acusado de actividade sexual com uma menina de 13 anos e a violação duma rapariga de 14 anos num local com o nome de "Premier Inn", e também na casa de abrigo.

Gama Mohammed, de 32 anos, também conhecido como "G", e proveniente de Gordon Road, Whitehall (e o em cima mencionado requerente de asilo), falou através dum intérprete para confirmar o seu nome, a sua idade e a sua morada.

Ele foi acusado de violação levada a cabo na casa de abrigo, para além de ser acusado de pagar para obter os serviços sexuais duma menor na Premier Inn. Ambos negaram todas as acusações quando se apresentaram perante o "Magistrates' Court" de Bristol.

Aparecendo separadamente, os dois homens provenientes da Somália permaneceram em custódia. O tribunal ouviu como os dois acusados haviam sido presos durante a Operação Brooke - uma investigação de trabalho com as equipas de exploração infantil.

Antes de audiência, DCI Carolyn Belafonte, da polícia de Avon e Somerset, afirmou:
A Operação Brooke é uma investigação dinâmica; trabalhamos de maneira próxima com a equipa de exploração infantil de Barnardo, bem como com outras agências, como forma de acompanhar cada linha de investigação e, mais importante ainda, garantir que as vítimas são bem amparadas.
Fonte: http://ow.ly/pfEJZ

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Mais um homem com o nome "Mohammed" envolvido em mais um caso de abuso sexual de menores.

Uma coisa é certa: uma sociedade que não consegue proteger meninas de 13 anos da predação sexual de bárbaros incivilizados, muito dificilmente conseguirá sobreviver no tempo. Ou os ingleses se apercebem que estão a ser invadidos (e violados) por uma cultura bárbara, ou o seu estilo de vida desaparecerá para sempre.

A julgar pelas notícias que diariamente nos chegam das Ilhas Britânicas, não parece que os ingleses se tenham apercebido que estão a ser gradualmente invadidos e colonizados pelos maometanos.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Usando crianças para provocar soldados

Um dos aspectos mais perturbadores do conceito islâmico de guerra é o de considerar as crianças totalmente dispensáveis.

Devido a isto,  em lugares como o Paquistão nós vêmos devotos muçulmanos a manipular as crianças de modo a que elas se tornem em bombistas suicidas. Em locais mais próximos de Israel não é incomum os terroristas lançarem rockets a partir de áreas cheias de crianças.

O objectivo dos terroristas muçulmanos é provocar a morte de crianças no contra-ataque de Israel, e usar as fotos de crianças mortas como propaganda a ser usada por todos os órgãos de informação esquerdistas do mundo como evidência da "agressividade" de Israel. 

No vídeo que se segue, observamos uma táctica mais subtil, mas mais comum: empurrar crianças na direcção dos soldados israelitas.

Soldados Judeus riem-se perante a "ameaça"
Os fotógrafos, esses, que deveriam ser os primeiros (ou os segundos, se levarmos em contra os pais das crianças) a afastar as crianças de locais onde confrontos armados podem ocorrer, esperam ansiosamente, quais abutres, que um soldado Judeu pegue na criança e a afaste.

Claro que se um desses soldados meramente tocar numa das crianças, ele estará nas notícias árabes nessa mesma tarde, e será tratado como um assassino de "inocentes" crianças árabes.

Que tipo de religião é esta que promove um comportamento tão cobarde? Historicamente falando, acho que nem os bárbaros nórdicos, no ponto mais baixo da sua barbárie, enviavam crianças para lutar as suas guerras - se eles tivessem a hipótese de enviar homens.

O pior de incidentes como este não é a existência de culturas bárbaras (essas vão existir até a consumação dos tempos) mas sim a complacência com que o mundo supostamente civilizado lida com eles. 

A barbárie só avança quando a civilização recua, e o mal só avança quando os agentes do bem se recusam a combater.

Fonte

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Crianças egípcias presas por "insultarem o islão" libertas

No passado dia 4 de Outubro o Procurador Geral egípcio ordenou a libertação dos dois rapazes Coptas Ortodoxos que haviam sido detidas sob acusação de terem urinado sobre páginas que continham versos do Alcorão.

Segundo o advogado Naguib Gebrail da comunidade Copta Ortodoxa, a rápida libertação dos rapazes foi facilitada pela intervenção directa do Presidente Mohamed Morsi após apelos do seu assistente Copta Ortodoxo Samir Marcos.

Segundo as formalidade vigentes, a prisão das duas crianças não estava de acordo com a convenção internacional dos direitos das crianças assinados pelo Egipto. De facto, as duas crianças, Nabil Nagui Rizq (10 anos) e Mina Nadi Farag (9 anos) foram colocados em detenção pelas forças de segurança também como forma de retirá-los do alcance da turba enfurecida que, incitada pelo sheik da aldeia, havia rodeado a delegacia policial.

Fides Botros Fahim Awad Hanna, Bispo-Auxiliar de Alexandria (Coptas Católicos) afirmou:

A libertação dos dois rapazes é uma boa notícia, mas os órgãos de informação do Egipto não colocaram um ênfase forte neste caso.

Acusações de se ter insultado o islão feitas contra os Coptas têm aumentado desde que o filme sobre Maomé, que se encontrava visível no YouTube, levou muitos maometanos a levar a cabo manifestações nas maiores cidades muçulmanas do mundo.

Fonte

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Incrível como uma sociedade pode legitimar o comportamento de turbas que querem atacar duas crianças de 10 e 9 anos. Será que o deus dos árabes (Alá) é tão fraco que se sente ameaçado por duas crianças? Ou será que os maometanos estão a usar este tipo de manobra como forma de reduzir a influência politica dos Cristãos no seu próprio país?

Livres

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sábado, 6 de outubro de 2012

Duas crianças egípcias presas por "insultarem o islão"

Fonte

Duas crianças cristãs de Beni Suef (Alto Egipto), com 10 e 9 anos de idade, foram presas por insultarem a religião islâmica.

Segundo a notícia, as duas crianças foram presas na Terça Feira depois do imã da mesquita local ter apresentado queixas contra eles. Devido a ordens dadas pelas autoridades competentes, Nabil Nagy Rizk e Mina Nady Farag encontram-se agora retidos no centro de detenção juvenil local enquanto esperam desenvolvimentos na investigação.

Ibrahim Mohamed Ali, o imã local, acusou as as crianças de rasgarem páginas do Alcorão. Um repórter da "Ahram Online" afirmou que inicialmente, Ali levou as crianças à igreja e pediu que o padre os punisse.  Insatisfeito pela decisão da igreja em não punir os dois rapazes, Ali, juntamente com 3 outros moradores locais, levaram o assunto até aos tribunais.

O pai de Nabil, Nagy Rizk, defendeu a acção dos rapazes numa declaração pública, explicando que os rapazes são iletrados e como tal, não estavam cientes do conteúdo das páginas encontradas num pequeno saco branco quando eles brincavam na rua.

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Sinceramente, mandar duas crianças de 10 e 9 anos para a cadeia por rasgarem páginas do Alcorão é demasiado ríspido. Será que não há ninguém no mundo islâmico que saiba que crianças são . . . . crianças?

Ameaça

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domingo, 26 de agosto de 2012

O unidireccional "multiculturalismo" inglês

Comecemos por assumir uma premissa e colocar algumas questões: Assume que "Maomé" é o nome mais popular dado aos bebés masculinos nos EUA. Mais ainda, assume que esse nome tem sido o mais popular nos últimos 5 anos. O que é que isso te diria? Será que ficarias preocupado?

Não só esta estatística é genuína para a Grã-Bretanha (GB), como parece que o país não está muito preocupado com isso - exceptuando nos casos onde esse mesmo país se desdobra de modo a alterar a sua cultura e reescrever a História presente nos currículos como forma de não ofender os maometanos.
  • Em Cheshire, dois estudantes não-muçulmanos da Alsager High School foram punidos pelos professores por se recusarem a rezar a Alá - o deus árabe - como parte da sua indoutrinação "educação religiosa".
  • Na Escócia, foi requerido a 30 crianças não muçulmanas da Parkview Primary School que visitassem a mesquita "Bait ur Rehman Ahmadiyya", no distrito Yorkhill de Glasgow.
Na mesquita, as crianças foram instruídas a recitar a shahada - a declaração de fé maometana que declara "Não há deus senão Alá e Maomé é seu mensageiro." Para se ver o ridículo desta situação, imaginem o que a esquerdalha unida aos maometanos não faria se viesse ao conhecimento público que 30 crianças maometanas haviam sido levadas para uma igreja, instruídas a recitar o Pai Nosso e a confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus sem O qual não há salvação.
  • Actualmente, e supostamente como forma de impedir as "atitudes negativas contra os muçulmanos", os discípulos de Maomé estão a pedir exigir que sejam enviados pregadores maometanos a todas as escolas escocesas.
Boa ideia. Usando da mesma lógica, que tal enviar um rabino a todas as mesquitas e madrassas da GB como forma de impedir as "atitudes negativas contra os Judeus" presentes entre os muçulmanos? Semelhantemente, que tal enviar o líder da comunidade gay de Glasgow para todas as mesquitas e madrassas locais como forma de impedir "as atitudes negativas contra os homossexuais" presentes no maometanismo?
  • Por falar em Judeus; segundo um relatório com o título de "Teaching Emotive and Controversial History" comissionada pelo "Department for Education and Skills". as escolas britânicas estão progressivamente a colocar de lado o Holocausto das suas lições de História como forma de evitar ofender os maometanos.
Portanto, temos que passar a ser historicamente ignorantes como forma de não ofender os perpétuamente ofendidos maometanos.
  • Professores britânicos estão relutantes em discutir as Cruzadas, onde os Cristãos lutaram contra os exércitos maometanos pelo controle de Jerusalém - a Cidade Santa -, uma vez que a História, tal como ela realmente aconteceu, normalmente é bem diferente daquilo que as mesquitas locais ensinam.
  • Num esforço para conter a "islamofobia" nas escolas britânicas, é requerido aos professores que "ensinem contribuições-chave dos muçulmanos tais como a álgebra e o número zero", embora o conceito do zero seja oriundo da Índia e não do mundo islâmico.
Mas mesmo que fosse originário do mundo islâmico, isso seria irrelevante uma vez que não é a ignorância em torno das "contribuições-chave dos muçulmanos" que faz com que as pessoas fiquem suspeitas dos maometanos, mas sim os contínuos ataques terroristas perpetrados por homens e mulheres um pouco por todo o mundo. Esses homens e essas mulheres afirmam que esses actos de violência são feitos por motivos puramente islâmicos.

Portanto se a comunidade islâmica realmente quer acabar com a "islamofobia", o que eles têm que fazer é conter aqueles que andam no meio deles, e que recrutam muçulmanos pacíficos para a jihad.
  • No distrito do Este de Londres com o nome de Tower Hamlets, 4 maometanos foram recentemente aprisionados por terem atacado um professor branco por este ter ensinado estudos religiosos a raparigas muçulmanas.
Ou seja, eles podem levar 30 crianças não-maometanas para ensinar exclusivamente o islão, mas este professor não pode dar aulas de religião a muçulmanas. Como é normal junto dos maometanos, aquilo que eles exigem aos europeus não é o mesmo que eles estão dispostos a disponibilizar. Para muitos deles, a tolerância é uma via de um só sentido.
  • Neste mesmo distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco.
  • Em West Yorkshire, a Park Road Junior Infant e a Nursery School em Batley baniram histórias que contenham porcos incluíndo "Os Três Porquinhos", não se dê o caso de (sim, adivinharam) ofender os muçulmanos.
  • Em Nottingham, a Greenwood Primary School cancelou a peça de Natal uma vez que a mesma intereferia com o festival maometano Eid al-Adha.
  • Em Scarborough, a Yorkshire Coast College removeu as palavras "Christmas" (Natal) e "Easter" (Páscoa) do seu calendário como forma de não ofender os budistas hindusjudeus maometanos.
  • Também em Cheshire, uma menina Católica de 14 nos, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School, foi criticada por se recusar a vestir como uma muçulmana e visitar a mesquita local.
  • Em Stoke-on-Trent, as escolas locais foram ordenadas a re-datar os exames, cancelar as aulas de natação e a suspender as aulas de educação sexual durante o "mês sagrado" dos maometanos, o Ramadão.
  • Em Norwich, a Knowland Grove Community First School removeu a tradicional peça de Natal como forma de "olhar para outros festivais culturais do mundo."
Entretanto, a censura aos porcos na GB estende-se para a área dos brinquedos. O produtor duma quinta de brinquedo com o nome de "HappyLand Goosefeather Farm" removeu recentemente os porcos como forma de . . . . não ofender os muçulmanos. A remoção dos porcos ganhou atenção pública depois duma mãe britânica ter comprado o brinquedo como presente para o primeiro aniversário da filha. Embora o conjunto tivesse os modelos duma vaca, dum carneiro, de galinhas e dum cão, o mesmo não tinha um porco, apesar de existir um botão que produzia o som "oink".

Depois da mãe se ter queixado, a Early Learning Centre (ELC), que produz o brinquedo, respondeu:
Antigamente, o porco fazia parte da Goosefeather Farm. No entanto, devido ao feedback dos clientes e devido a motivos religiosos, o mesmo já não faz parte da quinta.
Que "bom" que o politicamente correcto está a pavimentar o caminho para a futura dominação islâmica. Podemos ter a certeza que a Early Learning Centre não deixou de incluir o porco na quinta devido aos pacíficos Judeus (que também não consomem carne de porco) mas sim devido aos não-tão-pacíficos maometanos. Mas o que importa é satisfazer a elite esquerdisa (no seu desejo de destruir a coesão social).

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domingo, 6 de maio de 2012

Rapaz de 12 anos morre depois de ter sido torturado numa Madrassa

Paquistão - Estudante que foi torturado pelo qari (professor de Alcorão) numa madrassa em Lahore morreu no Domingo passado. O ministro-chefe de Punjab Shahbaz Sharif foi avisado do incidente e requisitou um relatório por parte das autoridades policiais locais.

Segundo alegações feitas pelo pai da criança, Mohammad Shafiq, o seu filho de 12 anos, Mohammad Jamil, estudava o Alcorão na madrassa há pelo menos 4 meses. O qari e um professor desconhecido fugiram antes da polícia fazer buscas na madrassa; a mesma foi selada enquanto as operações de busca estão em curso.

Segundo se sabe, há alguns dias atrás Jamil queixou-se à sua mãe de severas dores abdominais causadas pela alegada tortura do qari. Depois disso, ele foi levado a 4 hospitais privados e governamentais para tratamento, mas eventualmente sucumbiu aos ferimentos, morrendo no último Domingo à noite.

A polícia de Shadbagh registou um caso contra o qari Jameel e o professor desconhecido. Falando para o The Express Tribune, os policiais afirmaram que o corpo da vítima foi levado para autópsia.

O pai da vitima afirmou que o seu filho morreu não só da tortura que sofreu na madrassa, mas também da negligência dos médicos. Ele exige a prisão imediata dos acusados.

Fonte

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Jesus, porém, disse:
Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a Mim;
porque dos tais é o reino dos céus.

Mateus 19:14

sábado, 5 de maio de 2012

Muçulmana espanca filha por esta não ler versos suficientes do Alcorão


Muçulmana que repetidamente espancou uma menina de 10 anos por esta não ler versos suficientes do Alcorão enfrenta agora uma pena de prisão. Asia Parveen, de 31 anos, esgrimiu uma faca perante a criança depois de ter a acusado de ter mentido em relação às suas rezas. Parveen, que estava grávida de 5 meses na altura, forçou a menina a ficar com os braços estendidos durante 4 horas.

A rapariga, que não pode ser identificada por motivos legais, fugiu de sua casa no norte de Londres e foi encontrada pela polícia, sozinha numa paragem de autocarro em Waltham Forest, este de Londres, 4 horas depois, nas primeiras horas da manhã.

Os médicos identificaram 56 lesões aquando do processo de examinação corporal.

Parveen, que é mãe de 3 crianças, admitiu ter causado algumas das lesões com a colher de cozinha mas disse que as outras lesões devem ter ocorrido quando ela "caiu".

Fonte


domingo, 29 de abril de 2012

MITO: Maomé nunca matou crianças

É justo dizer que Maomé não aprovou a matança intencional de crianças. Um verso do Alcorão lamenta a práctica árabe pré-islâmica de infanticídio contra as meninas.

Outro tipo de evidências provenientes das hadith sugerem que ele instruiu os seus homens para - se fosse possível - não matarem crianças durante uma batalha mas que as capturassem para serem vendidas como escravas,

Normalmente, as crianças estavam excluídas da ordem de Maomé onde ele diz "Matem todos aqueles que não acreditam em Alá":

[Maomé disse:] Lutem contra todos segundo os caminhos de Alá e matem todos aqueles que não acreditam em Alá. Não sejam falsos com os despojos; não sejam traiçoeiros , não mutilem e nem matem as crianças.

(Ibn Ishaq/Hisham 992)

Mas a definição de criança usada por Maomé não é a mesma usada hoje em dia. Logo depois da rendição da tribo Quraiza, ele ordenou a execução de todas as crianças do sexo masculino que haviam já atingido a puberdade. Os seus homens forçaram as crianças a baixar as calças de modo a que pudessem decapitar quem quer que exibisse pêlos púbicos (Sahih Muslim 4390).

Convém notar que muitos maometanos contemporâneos afirmam que Aisha havia já atingido a puberdade quando esta tinha 9 anos uma vez que foi nesta idade que Maomé começou a ter relações sexuais com ela. Se isto é assim, então a idade "adulta" masculina provavelmente era 12 anos.

Maomé brincou também com as vidas das mulheres e crianças em momentos de guerra, tal como registado em Bukhari e nas tradições Sahih Muslim:

É relatado segundo a autoridade de Sa'b b. Jaththama que o profeta de Alá (que a paz esteja com ele), quando inquirido acerca das mulheres e crianças dos politeístas mortas durante o ataque nocturno, disse "Elas pertencem a eles."

(Sahih Muslim 4322, ver também Bukhari 52:256)

Por si só, isto não justifica o ataque às mulheres e crianças, mas mostra que os danos colaterais eram perfeitamente aceitáveis se o resultado final era a propagação do domínio islâmico.

Maomé fez distinção entre crianças muçulmanas e crianças não-muçulmanas e disse que seria permissível matar uma criança que não tinha planos para aceitar o islão.

O mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) dizia frequentemente para não matar crianças e como tal, tu não as deves matar a menos que tenhas forma de saber o que Khadir sabia acerca da criança que ele matou, ou se pudesses distinguir entre uma criança que seria mais tarde um crente (e uma criança que cresceria para ser um descrente), de forma que tu matasses um (futuro) descrente e deixasses o (futuro) crente de lado.

(Sahih Muslim 4457)

Depois de capturar Meca, o profeta do islão ordenou a execução de duas "raparigas cantantes" que haviam gozado com ele com versos:
(...) duas miúdas cantoras, Fartana e a sua amiga, costumavam cantar músicas sátiras acerca do apóstolo e como tal, ele ordenou a sua execução.

(Ibn Ishaq/Hisham 819)

Fonte

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Itália: Muçulmano agride filha de 12 anos com uma vassoura por esta não recitar o Alcorão correctamente

O Tribunal Supremo italiano manteve uma sentença emitida contra um marroquino por este ter agredido a filha.

Os advogados de defesa (pagos por quem?) mantiveram a alegação inicial e afirmaram que o pai, que alegadamente bateu na filha com um cabo de vassoura por motivos "correctivos" por esta não saber recitar o Alcorão (o livro do deus árabe Alá), apenas fez o que fez por "motivos culturais" e como tal, ele deveria receber uma sentença mais leve.

O juiz italiano, obviamente, rejeitou o argumento da defesa e classificou o tratamento que a menina recebeu por parte do pai muçulmano como "violento e sem justificação", independentemente de ter sido levado a cabo por nacionais ou estrangeiros.

Fonte

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A incoerência dos multiculturalistas não pode deixar de ser ressalvada. Com um canto da boca afirmam que todas as culturas possuem essencialmente a mesma dignidade e honra, mas com o outro canto da boca afirmam que pessoas de culturas especificas devem ser tratadas de forma distinta precisamente por pertencerem a essa cultura.

Ou seja, as culturas são todas iguais, excepto quando não são iguais.

sábado, 3 de março de 2012

Esquerdismo é mais importante que a segurança de crianças


A Europa vai ser destruída pelo seu esquerdismo. Isto é um facto. Não é possível este estado de coisas manter-se por muito mais tempo. Veja-se na forma distinta como os dois incidentes seguintes são tratados pela polícia inglesa.

Uma rapariga inglesa de 15 anos foi usada como objecto sexual por mais de 20 homens (muçulmanos) depois da polícia inglesa não ter feito nada para a proteger depois dela ter dito aos oficiais que estava a ser passada de homem para homem dentro da comunidade paquistanesa.

A rapariga em idade escolar, que alegadamente estava sob o controle dum proxeneta de crianças, trocava sexo por comida, vodka e dinheiro. O abuso ocorreu em casas, apartamentos, carros e táxis. Quando ela resistiu às instruções de dormir com estranhos, a adolescente deparou-se com a possibilidade de violência física ou ameaças de que a sua mãe haveria de saber de tudo.

Quando a menor se recusou a dormir com um homem logo após ter tido sexo com o seu companheiro, ela disse ter sido agarrada pelo pescoço, encostada a uma parede e chamada de "p--a branca".

Pensei que não tinha escolha. Depois de algum tempo eu passei a agir como se já não me importasse. Era como se já não fosse eu.
A rapariga é uma das 5 adolescentes com idades entre 13 e 15, da área de Rochdale, Greater Manchester, que alegadamente foram "preparadas" e depois sujeitas a uma série de ofensas sexuais levadas a cabo por numerosos muçulmanos num período de 2 anos.

Numa entrevista filmada de Agosto de 2008, a rapariga forneceu aos polícias um relato detalhado das ofensas sexuais cometidas contra ela por parte dum homem com 59 anos - que não pode ser nomeado.

(Só uma à parte: sempre que o perpetuador dum crime na Europa ou nos EUA não "puder ser nomeado", quase de certeza que é alguém membro duma comunidade "protegida" pelo esquerdismo.)

Continuando: a menina disse também que o homem a violou e a forçou a ter relações com outros homens. Um júri no "Liverpool Crown Court" apurou que os detectives falharam ao não agirem em conformidade com as suas alegações.

Entre o tempo que decorreu desde a gravação do vídeo até que a rapariga engravidou (5 meses mais tarde) a adolescente foi forçada a dormir com cerca de 20 muçulmanos.

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Portanto, a rapariga inglesa de 15 anos foi ignorada durante o tempo em que ela era violada por muçulmanos. Mas quando se fala em crimes sérios do tipo, protestos à porta de lojas cujos donos são muçulmanos, podemos ter a certeza que a polícia e os seus patrões marxistas irão disponibilizar todos os recursos possíveis para proteger os seus preciosos muçulmanos.

Os polícias de Greater Manchester afirmaram que os oficiais "estavam bem cientes das tensões que vieram a lume devido ao caso judicial decorrente em Liverpool". Um dos polícias disse que significante força policial estaria presente durante as semanas seguintes. O mesmo apelou à comunidade para agir de forma responsável "durante esta altura de dificuldade".

O Superintendente Chris Hankinson descreveu alguns dos incidentes envolvendo as lojas como "inaceitáveis". A polícia está agora a verificar as imagens CCTV como forma de levar a cabo algumas prisões.

Quero assegurar as comunidades Heywood e Rochdale que uma maior presença policial estará nas estradas durante os próximos dias como forma de impedir a repetição das cenas de ontem à noite.
Hankinson afirmou ainda que a desordem não haveria de forma alguma fraccionar a longa história de parceria e coesão comunitária.

* * * * * * * * * *

Quando a Europa for destruída e os Cristãos e todos os moradores locais - que amam e defendem a superior civilização Judaico-Cristã - sentarem os culpados em cadeiras de tribunal, não serão só os policiais que estarão lá, mas todos os traidores que deixaram que meninas (menores) europeias fossem violadas de forma impune por muçulmanos. Os culpados são jornalistas, políticos, artistas, professores e todos as bestas que se calaram perante a ocupação e nada fizeram para soar o alarme.

A questão aqui não é racial mas sim ideológica: não há relatos de problemas com hindus, nem se ouve dizer que grupos de budistas abusou sexualmente de meninas com 15 anos.

Os traidores esquerdistas (marxistas culturais) preferem manter a ilusão do multiculturalismo do que perturbar a mitológica "coesão comunitária". Nunca vai haver "coesão comunitária" onde quer que haja maometanos porque a sua ideologia tem um ódio palpável a todos os que o seu livro sagrado identifica como "kuffar".

Em caso de dúvidas, perguntem a todas as minorias que vivem nos países islâmicos.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Crianças alemãs obrigadas a estudar o islão e aprender turco


Crianças alemãs da região da Bavária estão a ser forçadas a estudar o islão e a aprender turco nas suas aulas de religião. A foto no final do texto mostra parte do material de estudo usado nesta indoutrinação pró-islâmica.

Uma das passagens reproduz uma das rezas islâmicas em alemão.

Creio em Alá e nos seus anjos, nos seus livros, nos seus mensageiros, no Dia do Julgamento e que o destino, tanto o bom como o mau, é dado por Alá - e acredito na vida depois da morte.
Outro material urge as crianças a aprender turco de modo a que uma boa atmosfera possa ser criada quando eles se depararem com crianças de descendência a viver na Alemanha.

Supostamente quem imigra para o novo país é que tem que modificar a sua forma de estar na vida de modo a que se possa integrar com mais facilidade no país que o recebeu. Com o multiculturalismo é precisamente o contrário: os ocidentais é que têm que mudar a sua cultura, religião e forma de estar na vida como forma de não "ofender" os imigrantes.

Construindo pontes de linguagem.

Embora o arábico seja o mais importante idioma dentro do islão, a maior parte dos muçulmanos a viver na Alemanha fala turco. Quando te encontrares com jovens turcos podes contribuir para uma boa atmosfera e entendimento mútuo se usares algumas frases na sua própria língua.
A seguir são fornecidas versões alemãs e turcas de frases como "Olá", "Adeus", "Como estás?" e a saudação islâmica "A paz esteja contigo" normalmente usada pelos muçulmanos quando saúdam outros muçulmanos.

Outro material "didáctico" apela às crianças que procurem saber onde fica a mesquita mais próxima da sua casa e que tentem visitá-la.

Não se sabe se os apedrejamentos, as amputações, as matanças de honra e as decapitações irão num futuro próximo fazer parte do currículo de ensino.

Fonte

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Muçulmanos usam crianças como bombistas suicidas

Crianças bombistas suicidas afirmam que lhes foi dito pelos seus manipuladores que "as bombas não nos matariam; só os americanos é que morreriam."

Foi prometido ao rapaz que a missão era tão simples como unir dois fios metálicos. A explosão resultante obliteraria os infiéis americanos - mas Alá (o deus árabe) pouparia os rapazes das chamas e dos estilhaços. Depois disto, Abdul Samat sairia do local sem qualquer tipo de dano e livre para correr de volta aos homens que lhe tinham dado o colete com as bombas.

Vendado e carregado com os explosivos, o rapaz - que tinha cerca de 13 anos - foi levado ao seu alvo na cidade afegã de Kandahar, depois de ter sido retirado das estradas de Quetta no vizinho Paquistão.

Poucos minutos antes dele levar a cabo o ataque, Abdul apercebeu-se das mentiras que os terroristas muçulmanos o haviam dito como forma de o transformar numa bomba humana.

Quando abri os meus olhos, apercebi-me que o que eles queriam que eu fizesse era algo sombrio demais. Comecei a chorar e a gritar. As pessoas vieram para fora das suas casas e perguntaram o que se passava.

Mostrei-lhes que tinha algo no meu colete. Eles ficaram também com medo e chamaram a polícia. Eles depois tiraram as bombas de mim.

Os oficiais de segurança do Afeganistão afirmam que a história de Abdul não incomum. Durante o ano passado, os terroristas maometanos usaram uma onda de suicidas bombistas crianças - alguns com 10 anos de idade - baseando-se na cruel assumpção de que os rapazes pequenos podem passar os ponto de inspecção e os cordões mais facilmente que os homens.

. . . . . . .

Quando se diz que o islão é um sistema político sem escrúpulos, incidentes como este comprovam-no de forma cabal.

Que tipo de respeito merece uma ideologia que justifica este tipo de prácticas?


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Muçulmanos afegãos lançam ácido sobre casal e suas 3 filhas apenas porque a mais velha se recusou a casar com um chefe tribal

Um casal e as suas 3 filhas foram atacadas por militantes muçulmanos depois do pai se ter recusado a entregar a mais velha (18 anos) em casamento com um chefe tribal envelhecido. Os militantes muçulmanos levaram a cabo o brutal ataque a meio da noite baseando-se na crença de que, ao deformá-las, ninguém as quererá como esposas.

Os oficiais dizem que a mais velha, Mumtaz, há já algum tempo que era perseguida por um militante local, considerado pela família como um homem "problemático" e "violento".

Tendo como apoio a sua família, ela recusou a proposta de casamento do tal chefe tribal problemático, e confirmou o noivado com um familiar.

Mas algumas semanas depois, 6 ou 7 homens armados invadiram a sua casa na zona Bulk Awal na cidade nortenha de Kunduz - a maior da região. Um dos homens espancou os pais das raparigas com um taco. Foi dito à Mumtaz e as suas duas irmãs (13 e 14 anos) que não fizessem barulho enquanto os seus pais eram espancados.

A seguir a isso, eles entornaram ácido nas mãos da mãe antes de pulverizarem as 3 raparigas com o corrosivo químico.

A mãe das raparigas, que pediu para não ser identificada, disse:

Primeiro eles espancaram o pai dela e depois atacaram com o ácido.
As cinco vítimas estão agora a receber tratamento médico, declarou Abdul Shokor Rahimi, chefe do hospital regional de Kunduz. O mesmo acrescenta:
O pai e a irmã mais velha estão em situação crítica uma vez que foram atacados no corpo todo. A mãe e as duas filhas possuem algumas feridas nas mãos e na cara.

Fonte

A filha mais velha encontra-se em estado crítico.

sábado, 26 de novembro de 2011

"Disparem outra vez para termos a certeza que ele morre"


A pressão sobre o regime sírio aumentou depois de uma criança de 15 anos ter sido morta por vilões governamentais. O crime de Mohammed Mulla Eissa foi o de se recusar a tomar parte numa marcha em favor do regime quando assim ordenado por militantes de visita à sua escola.

Aparentemente o rapaz foi atingido em frente aos seus colegas, agredido com cassetetes e posteriormente morto depois dum oficial ordenar "Disparem outra vez para nos certificarmos que ele morre!".

A morte de Mohammed fez com que o número total de mortos chegasse aos 282 desde que a sublevação síria teve início.

Mas esta morte galvanizou a oposição em torno do regime de Bashar al-Assad devido à perturbadora natureza pública do assassínio e as gravações vídeo do peito de Mohammed a verter sangue.

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