MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 26 de julho de 2015

O ódio islâmico contra a Cruz

Por Raymond Ibrahim

Durante o passado mês de Maio, um rapaz muçulmano de origem Africana espancou uma rapariga durante o período escolar só porque ela usava uma cruz em volta do seu pescoço. O estudante Africano, que havia começado a frequentar a escola há cerca de três semanas antes dessa altura, começou a intimidar a rapariga Cristã, "insultando-a e metendo-se com ela só porque ela estava a usar uma cruz", antes de finalmente a agredir "esmurrando-a violentamente nas costas.”

O que é que faz com que alguns muçulmanos tenham este tipo de reacção quando estão perante uma cruz Cristã? A realidade dos factos é que a hostilidade islâmica para com a cruz é um inabalável facto da vida - um que atravessa continentes e séculos, um que é bem indicativo da hostilidade inata do islão para com o Cristianismo.

Doutrina e História.

Visto que a cruz Cristã é o símbolo por excelência do Cristianismo - para todas as denomiações, incluindo para a maioria das iconoclastas denominações Protestantes  - ela tem sido um símbolo desprezado pelo islão. Segundo as Condições de Omar - um texto Medieval que estabelece as muitas estipulações humilhantes que os Cristãos conquistados têm que aceitar como forma de preservar as suas vidas, texto esse que a história islâmica atribui ao segundo "califa justo" Omar al-Khattab - os Cristãos "Não podem exibir uma cruz [nas igrejas]"....e "Não podem exibir uma cruz ou livros [Cristãos] nos mercados para muçulmanos."

O motivo para esta animosidade prende-se no facto da cruz simbolizar o desacordo fundamental entre os Cristãos e os muçulmanos. Segundo o Dr. Sidney Griffith, autor do livro "The Church in the Shadow of the Mosque", "A cruz e os ícones declaram publicamente precisamente os pontos da  Fé Cristã que o Alcorão, segundo os muçulmanos, negam de forma explícita: que Cristo era o Filho de Deus e que Ele morreu na cruz.” Logo, "A práctica Cristã de venerar a cruz e os ícones de Cristo e dos santos frequentemente despertava a raiva dos muçulmanos," de tal modo que havia uma "campanha decorrente que tinha como propósito erradicar os símbolos públicos do Cristianismo, especialmente o anteriormente omnipresente sinal da cruz.”

A hostilidade islâmica para com a cruz, tal como todas as hostilidades islâmicas, teve início com o profeta islâmico Maomé. Alegadamente ele "tinha uma repugnância tão grande para com a forma da cruz que ele partia tudo que era trazido para a sua casa com essa figura sobre ela." A certa altura ele ordenou que uma pessoa que usava a cruz “que tirasse esse pedaço de idolatria ” e alegou que no final dos tempos, o Próprio Jesus iria "partir a cruz" - uma alegação que o Estado Islâmico profere com regularidade.

A história islâmica depois de Maomé encontra-se repleta de anedotas sobre muçulmanos a amaldiçoar e a partir cruzes. Antes da Batalha de Yarmuk em 636, que colocou frente a frente os mais antigos exércitos islâmicos invasores contra o Império Bizantino, Khalid bin al-Walid, o selvagem “Espada de Alá,” disse que se o Cristãos quisessem paz, eles teriam que "partir a cruz" e aceitar o islão, ou pagar o jizya e viver uma vida de subjugação - tal como os sucessores do Estado Islâmico estão a faaer actualmente, emulando o passado. Os Bizantinos optaram pela guerra.

No Egipto, e segundo as palavras do "History of the Patriarchate of the Egyptian Church", Saladino (morreu em 1193) - regularmente apregoado no Ocidente pela sua "magnanimidade" - ordenou a "remoção de todas as cruzes do topo da cúpula de todas as igrejas nas províncias do Egipto".

Europa: Aumenta a Violência contra a Cruz

Passados que estão vários séculos, nada mudou em relação à posição islâmica em torno da cruz, embora muito tenha mudado em relação às percepções Ocidentais. Dito de outra forma, umz rapa Africano que esmurra uma rapariga Cristã na Itália devido ao seu crucifixo faz parte dum longo continuum de hostilidade islâmica para com a cruz. Será que ele aprendeu esse ódio na mesquita, as mesmas mesquitas Europeias onde os representantes do Estado Islâmico apelam os muçulmanos para a jihad?

Afinal de contas, no início deste ano na Itália, outro crucifixo foi destruído junto a uma mesquita altamente populada. O Conselheiro municipal, Giuseppe Berlin, não poupou palavras quando falou na identidade do(s) culpado(s):
Antes de levarmos a cabo uma fachada de unidade com os muçulmanos, eles têm que começar por respeitar a nossa civilização e a nossa cultura. Não podemos minimizar a importância de certos sinais; temos que despertar hoje, ou então os nossos filhos irão sofrer as consequências desta perigosas e incontrolável invasão islâmica.
E este fenómeno é experimentado por outros países Europeus. Na vizinha França, um "jovem muçulmano" cometeu actos de vandalismo consideráveis em duas igrejas. Para além de ter torcido uma enorme cruz de brone, ele derrubou e partiu dois altares, os candelabros, os atris, destruiu estátuas, rasgou um tabernáculo, derrubou uma porta da sacristia, e chegou até a partir alguns vitrais. (Clique para as imagens.)

Na Alemanha, um homem Turco que deu entrada num hospital sozinho (para tratamento), começou a fazer um frenesim porque haviam "demasiadas cruzes na parede.”  Ele chamou uma das enfermeiras de "p--a" e "fascista", e tornou-se fisicamente agressivo.

Claro que em outras situações os Europeus capitulam de livre vontade perante a hostilidade islâmica para com a cruz. O Real Madrid, uma equipa de futebol profissional Espanhola, alegadamente modificou a cruz tradicional do seu logotipo como parte dum acordo com o National Bank de Abu Dhabi - "como forma de não ofender as sensibilidades muçulmanas nos Emiratos Árabes Unidos." E no Reino Unido, crucifixos ofensivos estão a ser removidos das prisões como forma de não ofender os presos  muçulmanos (que para além disso, recebem comida e instalações sanitárias para os rituais islâmicos).

Mundo Islâmico: Cristãos mortos por causa da Cruz.

Se é desta forma que os muçulmanos reagem à cruz Cristã - onde os muçulmanos estão cientes do seu estatuto minoritário - de que forma é que os outros muçulmanos reagem no mundo islâmico, onde os vastamente minoritários e ostracizados Cristãos "infiéis" são presas fáceis? A resposta é: reagem de forma assassina - literalmente; os Cristãos estão a ser mortos por muçulmanos mal estes vêem uma cruz.

Durante o ano passado, no Egipto, uma jovem mulher Cristã Copta chamada Maria, foi agredida até à morte simplesmente porque a sua cruz a identificava como Cristã perante os manifestantes da Irmandade Muçulmana. Segundo uma testemunha ocular que falou sobre o episódio, Mary Sameh George estava a estacionar o carro junto à igreja para entregar medicamento a uma mulher idosa:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, juntoo ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e com a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

Em resposta, a Igreja Cristã Copta emitiu a seguinte declaração:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

A declaração citou também o aviso do Senhor Jesus para os crentes:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Em Outubro de 2011, Ayman Nabil Labib, de 17 anos e um Cristão Copta, foi estrangulado até à morte por parte do seu professor muçulmano e dos seus colegas estudantes simplesmente por se recusar a obedecer a ordem do professor de remover a sua cruz. Testemunhas do evento (e também estudantes) disseram que enquanto Ayman se encontrasse dentro da aula era-lhe ordenado que cobrisse o seu pulso tatuado com uma cruz, algo que muitos Coptas fazem.

Não só ele se recusou, como desafiadoramente apresentou a cruz peitoral que ele usava por baixo da sua camisa que rapidamente causou a que o enraivecido professor muçulmano e os estudantes lhe espancassem até à morte.

Antes disso, um polícia muçulmano (fora de serviço) que se encontrava dentro dum comboio de Asyut para Cairo gritou "Allahu Akbar!", e disparou contra seis Cristãos, matando um homem com 71 anos e ferindo gravemente os outros. Antes de abrir fogo, ele verificou os passageiros que tinham o pulso tatuado com uma cruz Cóptica. (Há alguns dias atrás, outra mulher Copta foi "morta à tiro por um polícia Egípcio. Embora oficialmente tenha sido um "acidente", o polícia muçulmano é conhecido por odiar os Cristãos.)

No Paquistão, quando um homem muçulmano viu Julie Aftab, uma mulher, com uma cruz à volta do seu pescoço

O homem tornou-se abusivo, gritando para ela que ela vivia na sarjeta e que iria para o inferno por desprezar o islão. Ele foi-se embora mas regressou uma hora e meia mais tarde, agarrado a uma garrafa de ácido de bateria que ele selvaticamente atirou para cima da sua cabeça.

À medida que ela corria pela porta fora, um segundo homem agarrou-a pelo cabelo e forçou mais líquido para dentro da sua garganta, queimando o seu esófago. À medida que ela desesperadamente pedia ajuda, dentes caíram da sua boca, cambaleando pela estrada.

Uma mulher ouviu o seu clamor e trouxe-a para casa, despejando água sobre a sua cabeça e levando-a para o hospital. Inicialmente, os médicos recusaram-se a tratá-la visto que ela era Cristã. "Todos eles viraram-se contra mim....até as pessoas que me levaram para o hospital. Eles disseram ao médico que iriam pegar fogo ao hospital se eles me tratassem"....

67% do seu esófago foi queimado e ela perdeu um olho e ambas as pálpebras. O que restou dos seus dentes podem ser visto através do buraco que se encontra no lugar onde antes estava a sua bochecha. Os médicos previram que ela haveria de morrer  qualquer momento, mas apesar das probabilidades, ela conseguiu superar.

Tudo isto só porque ela estava a usar uma cruz.

Até mesmo em países muçulmanos "considerados", a violência provocada pela cruz é algo comum. Em 2012, um rapaz de 12 anos que se conveteu ao Cristianismo e tomou a decião de professar publicamente a sua nova fé usando uma cruz prateada durante as aulas, foi cuspido e espancado com regularidade pelos colegas e pelos professores.

Nas Maldivas, em Outubro de 2013, as autoridades tiveram que salvar Geethamma George, uma professora Cristã da Índia, depois de pais "muçulmanos terem ameaçado amarrá-la e arrastá-la para fora da ilha" por "pregar o Cristianismo." O seu crime foi o de desenhar uma bússula como parte da lição de geografia, e este mesmo compasso foi erradamente confundido com uma cruz Cristã.

Cristãos "mortos" outra pela vez devido à Cruz.

Se alguns muçulmanos matam as pessoas que usam cruzes, elas também perturbam o sono daqueles que já se encontram mortos por estes terem uma cruz nas suas lápides. Seguem-se alguns exemplos:
  • Líbia, Março de 2102: Um video duma turba islâmica a atacar um cemitério comunitário perto de Benghazi apareceu na internet. À medida que os muçulmanos chutavam e destruíam as pedras tumulares, o homem que gravava o incidente apelava para que eles "Partissem a cruz dos cães!" ao mesmo tempo que ele e outros gritavam "Allahu Akbar!" Mais para o final do video, a turba congregou-se em torno da enorme Cruz do Sacrifício, o monumento cenotáfico do cemitério, e começaram a martelá-la ao mesmo tempo que se ouviam mais gritos de “Allahu Akbar.” Outros cemitérios Cristãos da Líbia pós-"Primavera Árabe" sofreram de igual modo.

  • França, Abril de 2015: Cruzes e lápides Cristãs dum cemitério foram danificadas e profanadas por um muçulmano. Depois de ter sido apanhado, ele foi descrito da seguinte forma: "O homem repete orações muçulmanas vez após vez, baba e não se consegue comunicar com ele: a sua condição foi declarada como incompatível com uma detenção preliminar.” Ele foi hospitalizado como "mentalmente desequilibrado." (Vejam a sua obra.)

  • Malásia, Fevereiro de 2014: Um cemitério Cristão foi atacado e profanado durante a noite por pessoas desconhecidas neste país de maioria islâmica. Várias cruzes foram destruídas, incluindo através do uso de "uma ferrramenta pesada para levar a cabo a destruição".

  • Alemanha, Junho de 2014: Depois dos muçulmanos terem recebido a sua própria secção no cemitério em Seligenstadt, e depois de terem recebido permissão para levarem a cabo as suas distintas cerimónias islâmicas, estes mesmos muçulmanos começaram a exigir que a simbologia e as cruzes Cristãs do cemitério fossem removidas ou cobertas durante os funerais islâmicos.
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Pode-se continuar com muitos exemplos recentes da hostilidade islâmica para com a cruz. Em Abril último, na Malásia "moderada", uma turba muçulmana manifestou-se contra uma pequena igreja Protestante devido à cru visível que se encontrava no topo do edifício de oração. Ela foi rapidamente removida.

E no Paquistão, nação onde a mera acusação de ofender o islão por levar a que os Cristãos sejam queimados vivos, um lojista muçulmano tem permissão para vender sapatos com cruzes Cristãs na sola so sapato::

Na cultura Paquistanesa, mostrar a sola dos sapatos ou dos pés é ofensivo porque colocar algo no chão é considerado um insulto para o objecto. Logo, algo que se encontre na sola dos sapatos vai ser constantemente insultado à medida que a pessoa caminha.

À luz do que se viu em cima, não pode ser surpresa alguma o facto do Estado Islâmico - "ISIS" - também exibir o mesmo tipo de violência contra a cruz Cristã. Nas suas  comunidades Ocidentais, referências hostis à cruz são feitas com frequência:

Vamos conquistar Roma, partir a cruz, escravizar as vossas mulheres, com a permissão de Alá..... [Vamos lançar] medo nos corações dos adoradores da cruz.

Depois de decapitar os Cristãos Coptas na Líbia, o executor chefe agitou a sua faca para a câmera e dissse
Ó povos, vocês viram-nos recentemente nas montanhas das planíces de as-Sham e de Dabiq plain [regiões Sírias], a cortar as cabeças que há já muito tempo carregavam a cruz. E hoje, estamos a sul de Roma, na terra do islao, Líbia, a enviar outra mensagem.... Vamos lutar contra vocês [Cristãos Ocidentais] até que Cristo desça, parta a cruz e mate o porco.
(Tudo isto são acções atribuídas ao "Cristo" escatológico muçulmano, Isa).

Mais ainda, o Estado Islâmico tem levado a cabo inúmeras atrocidades contra e devido à cruz: eles fizeram e propagaram um vídeo onde se viam membros seus a partir cruzes que se encontravam dentro e no topo das igrejas que estão em territórios sob o seu controle; eles decapitaram e esfaquearam um homem com o seu próprio crucifixo depois dele ter sido exposto como Cristão, e publicaram fotos de membros seus a destruíram cruzes e lápides Cristãs em cemitérios sob a sua jurisdiçâo - e citaram as escrituras islâmicas como justificação para as suas acções.

Os leitores mais atentos irão notar nos paralelos similares: destruir cruzes que se encontram dentro de igrejas e destruir cemitérios e até matar "infiéis" Cristãos por usar cruzes, tal como documentado em cima, não se limita ao Estado Islâmico, mas está a acontecer em todo o mundo muçulmano - e até na Europa.

Resumidamente, o ódio islâmico antigo pela cruz Cristã - e tudo o que ela representa - não é um produto do Estado Islâmico, mas so islão.


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Claro que o ódio islâmico pela cruz só revela quem está por trás desta "religião".


 .

domingo, 12 de janeiro de 2014

Muçulmano ataca enteadas com ácido

Homem da província do Punjab atacou as suas duas enteadas com ácido por estas se recusarem a casar com os homens escolhidos por ele.

Muhammad Aslam atirou ácido nas enteadas Malaika, 19 anos, e Javeria, 23 anos, enquanto elas dormiam.

Ambas as vitimas foram levadas para o hospital "Jinnah", em Lahore, onde os médicos descreveram o seu estado como crítico.

A polícia afirmou que Aslam discutia frequentemente com as enteadas. "Ele queria que elas se casassem com os homens que ele havia escolhido".

Alegadamente, Aslam havia já aceite dinheiro por parte dum homem da sua vizinhança depois de prometer casar uma das enteadas com ele. A polícia disse que, "Quando ambas as raparigas se recusaram a casar com o homem, Aslam atirou ácido nelas para lhes ensinar uma lição.

Foi aberto um caso policial contra Aslam e a polícia estão a levar a cabo raids policiais com o propósito de o prender.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ataques com ácido aumentam à medida que aumenta devoção islâmica

Padre católico que foi atacado com ácido na ilha africana de Zanzibar - naquele que foi o terceiro ataque não provocado em apenas dois meses - continua hospitalizado. O Rev. Joseph Anselmo Mwagambwa afirmou que ele foi atacado na Sexta-Feira à tarde quando saia dum café com acesso a internet em Mlandenge (uma comunidade na cidade de Zanzibar).

Segundo fontes locais, para além do clérigo estar a receber tratamento na cidade de Dar es Salaam, a polícia continua com as suas investigações e até ao momento nenhuma prisão foi feita.

Durante o mês passado, em Zanzibar, duas mulheres britânicas (ambas com 18 anos) caminhavam sem companhia na rua quando ácido foi lançado para as suas caras, peito e mãos; segundo se sabe, o ataque foi levado a cabo por dois homens numa mota.

Katie Gee e Kirstie Trup foram atacadas em Stone Town, o centro histórico da ilha, e, segundo a firma i-to-i Travel, ambas trabalhavam como professoras voluntárias na ilha.  O ataque contra as duas mulheres chega numa altura em que o extremismo islâmico se encontra em crescimento na ilha.

O governo local, para além de considerar regulamentar a aquisição de ácido e de outro material relacionado, avisou que tais ataques podem danificar a indústria turística da ilha.

Noutro incidente ocorrido em Julho, um homem de negócios de origem árabe que havia construído um centro comercial junto a embaixada Americana em Dar es Salaam foi ele também ferido noutro ataque com ácido.


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Em vez das forças governamentais se preocuparem com a regulamentação de ácido, elas deveriam-se preocupar com o aumento do assim-chamado "extremismo islâmico" (que não é extremismo algum, mas sim o islão verdadeiro). 

Se os maometanos começarem a atacar as mulheres com água quente, o governo local provavelmente vai querer regular a venda de esquentadores.

Note-se também o relativismo moral deste governo: o seu problema com os ataques de ácido não é o facto do mesmo deixar pessoas marcadas (literalmente) para o resto das suas vidas, mas sim a forma como isso pode danificar o rendimento local que provém do turismo.

sábado, 24 de agosto de 2013

O ácido multicultural

Segundo os registos oficiais ingleses, o número de ataques envolvendo o arremesso de ácido, ou o arremesso de outras substâncias corrosivas, triplicou neste país durante os últimos seis anos. Os peritos alegam que muitos destes ataques que envolvem o ácido encontram-se conectados à comunidade Asiática, com as mulheres a serem atacadas pelos maridos e punidas por se recusarem a tomar parte num casamento forçado, ao mesmo tempo que os homens são atacados durante disputas em torno do dote.

Os últimos dados hospitalares da NHS registam 144 ataques no período 2011/2012 envolvendo substâncias corrosivas, o que pode incluir o petróleo, lixívia e a querosene. Seis anos antes, 56 casos foram registados.

Jaf Shah, director-executivo da "Acid Survivors Trust International" afirmou que muitos ataques que ocorriam na Grã-Bretanha não eram reportados visto que as mulheres atacadas viviam com medo de represálias.

Jaf disse:

Existe alguma relutância entre as mulheres da comunidade Asiática de reportar o que aconteceu; estes ataques não são feitos por estranhos mas por alguém próximo a elas dentro da comunidade - um marido, um pai ou outro membro da família.

Os números revelam que embora a maior parte das pessoas atacadas tenham idades compreendidas entre os 15 e os 59, um elevado número de pensionistas foi já atacado com tais substâncias.

No ano passado, um ataque foi registado onde a vítima tinha menos de 14 anos.

Em Dezembro último, uma funcionária-lojista de 20 anos, Naomi Omi, foi marcada para toda a vida, e quase cega, depois de ter sido atacada por uma mulher (alegadamente vestida com um niqab) em Dagenham, Londres Oriental.

Em Maio uma mulher de 28 anos a viver em Romford, Nordeste de Londres, foi deixada com lesões horríveis na cara e na parte superior do corpo depois de ter aberto a porta a um estranho e este a ter borrifado com substâncias ácidas.


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Quando os imigrantes chegam à Grã-Bretanha, o governo multiculturalista diz-lhes para reterem as suas prácticas culturais e as suas crenças ancestrais. Mas o que é que acontece quando tais "prácticas culturais" envolvem atirar ácido para a cara de mulheres e meninas indefesas?

Se nós não podemos julgar a moralidade de outra cultura com base na nossa, embora estejamos na nossa casa, qual é a base moral para criticar muçulmanos que atiram ácido para a cara de mulheres que eles acreditam terem desonrado a família?

Quando um país aceita um número excessivo de imigrantes, ele aceite um vasto número de pessoas que trazem consigo os seus hábitos culturais. Enquanto os Europeus não afirmarem e defenderem de forma inequívoca 1) a sua autoridade na sua própria casa e 2) a superioridade da sua cultura em relação a uma cultura que atira ácido para a cara de meninas por estas se recusarem a tomar parte num casamento forçado, os imigrantes continuarão a exercitar a sua cultura, e a atacar pessoas indefesas.



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Tribunal arquiva caso contra muçulmanos que atacaram uma mulher com ácido


Ela esperou 7 anos por justiça, mas foi tudo em vão. Gul Naaz veio a saber há alguns dias atrás que o tribunal exonerou os homens acusados de lhe terem atirado ácido à cara - e a terem desfigurado para toda a vida. O seu crime: ter aberto um salão de beleza.

Naaz, hoje com 34 anos, disse:

Os homens que me atiraram ácido à cara foram presos após o ataque, e mantidos na delegacia da policia por uma noite. No dia seguinte foram libertos.

O caso foi levado aos tribunais, e eu fui chamada para testemunhar o ocorrido. Foi-me dito que seria chamada outra vez, mas isso nunca aconteceu.

A polícia informou-me que o caso havia sido fechado e que os acusados haviam sido exonerados pelo tribunal.

Naaz afirmou ao mesmo tempo que tenciona apresentar um recurso contra a decisão.

Em 2006, Naaz, que tem 3 filhos, abriu um salão de beleza em Kishtwar como forma de sustentar a família, visto que o marido havia sofrido lesões sérias num acidente de viação. Ela disse que dois muçulmanos – Sajjad Ahmad e Liyqat Ali – disseram-lhe para fechar o salão de beleza ou que se preparasse para enfrentar "consequências sérias".

Na altura, eu ri-me de Sajjad, que na altura era o imã da mesquita local. Pensei que eles estavam a brincar, mas mais tarde, eles executaram a ameaça.

* * * * * * *

Enquanto as feministas ocidentais se queixam de "opressão" por não terem permissão legal para decapitar, esquartejar, e queimar com químicos os seus próprios filhos (aborto), as mulheres muçulmanas vêem a sua beleza destruída para o resto da vida apenas e só por abrirem um salão de beleza.

Um sobrevivente do Holocausto disse algo do género "se alguém diz que te vai matar, acredita no que eles afirmam." Semelhantemente, se muçulmanos devotos afirmam que nutrem ódio por ti, e que estão dispostos a levar a cabo acções violentas contra ti, acredita no que eles dizem.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Muçulmanos afegãos lançam ácido sobre casal e suas 3 filhas apenas porque a mais velha se recusou a casar com um chefe tribal

Um casal e as suas 3 filhas foram atacadas por militantes muçulmanos depois do pai se ter recusado a entregar a mais velha (18 anos) em casamento com um chefe tribal envelhecido. Os militantes muçulmanos levaram a cabo o brutal ataque a meio da noite baseando-se na crença de que, ao deformá-las, ninguém as quererá como esposas.

Os oficiais dizem que a mais velha, Mumtaz, há já algum tempo que era perseguida por um militante local, considerado pela família como um homem "problemático" e "violento".

Tendo como apoio a sua família, ela recusou a proposta de casamento do tal chefe tribal problemático, e confirmou o noivado com um familiar.

Mas algumas semanas depois, 6 ou 7 homens armados invadiram a sua casa na zona Bulk Awal na cidade nortenha de Kunduz - a maior da região. Um dos homens espancou os pais das raparigas com um taco. Foi dito à Mumtaz e as suas duas irmãs (13 e 14 anos) que não fizessem barulho enquanto os seus pais eram espancados.

A seguir a isso, eles entornaram ácido nas mãos da mãe antes de pulverizarem as 3 raparigas com o corrosivo químico.

A mãe das raparigas, que pediu para não ser identificada, disse:

Primeiro eles espancaram o pai dela e depois atacaram com o ácido.
As cinco vítimas estão agora a receber tratamento médico, declarou Abdul Shokor Rahimi, chefe do hospital regional de Kunduz. O mesmo acrescenta:
O pai e a irmã mais velha estão em situação crítica uma vez que foram atacados no corpo todo. A mãe e as duas filhas possuem algumas feridas nas mãos e na cara.

Fonte

A filha mais velha encontra-se em estado crítico.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mulheres paquistanesas atacadas com ácido por não usarem o véu


Um total de 7 mulheres foram atacadas com ácido em Faisalabad (Paquistão) em incidentes separados.

De acordo com a polícia local, uma estudante do primeiro ano sofreu queimaduras sérias depois de ter sido atacada nos limites da estação policial de Jaranwala. A estudante do primeiro ano Tayyiba dirigia-se para casa quando os estudantes Ali Raza e Hamza alegadamente perseguiram-lhe e ameaçaram a sua vida.

Antes de ser admitida no hospital, Tayyiba disse o seguinte à polícia:

Os dois rapazes andam na mesma universidade que eu e já há algum tempo que me importunavam por não usar um dupatta na minha cabeça.

Os dois homens disseram que ela "merecia ter a sua cara arruinada" porque não cobria a sua cabeça.

Mais um pequeno olhar sobre o futuro da Eurábia.
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