MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Guiné-Bissau: Comunidade muçulmana guineense contra o uso do véu islâmico

Bissau – O Conselho Nacional Islâmico da Guiné-Bissau (CNI) disse discordar do uso do véu islâmico, que nos últimos tempos tem adquirido dimensões ao nível desta comunidade do país.

Em declarações à PNN, Aladje Siradjo Bari, Presidente do Conselho Consultivo e porta-voz do CNI, adiantou que esta prática não existe na profissão da fé islâmica, classificando a iniciativa pessoal de certos indivíduos que usam indevidamente o nome da religião para esta prática.

O responsável informou que a única coisa que é mesmo admitida prende-se com o uso do véu, em que o rosto, as mãos e os pés podem ficar descobertos, dependendo das cores das roupas que a pessoa pretender.

«Já tínhamos aconselhado os nossos colegas, em tempos, dizendo que devemos abandonar esta prática porque não faz parte do Islão», referiu.

Por outro lado, Siradjo Bari admitiu que o uso do véu islâmico na Guiné-Bissau, desde há alguns anos, não é a tradicional entre os guineenses, tendo apelado igualmente ao cumprimento das leis por parte das autoridades nacionais, de forma a conter e controlar a situação, que considera não abonar a favor do nome do Islão.

«Respeitem todas as religiões, mas devem tomar medidas para que a Guiné-Bissau possa continuar a ser um país estável», apelou.

Com a atenção virada para o fenómeno islâmico que ameaça o mundo, o líder religioso advertiu sobre a situação de grupos islâmicos que operam no Mali.

«Estamos com medo, é bom informar que estamos com medo, o mundo, e o Ocidente, está inquieto, e também a nossa sub-região, vimos o que se passa nos países de África, como é o caso do Mali. Esta situação foi-nos advertida pelo Governo da Guiné-Bissau, estamos preocupados que alguém nos transmita uma prática que não é nossa, infiltrando-se no nosso país em nome de um crente muçulmano», chamou a atenção.

Siradjo Bari explicou que, desde os tempos passados as mulheres muçulmanas não são obrigadas a usar véu islâmico, tendo denunciado, em certas situações, práticas contra o princípio do Alcorão.

De recordar que um líder religioso nacional denunciou, nos órgãos de comunicação social do país, o alegado envolvimento de muçulmanos na prática de tráfico de órgãos humanos na Guiné-Bissau.

(c) PNN Portuguese News Network

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Faculdade que recusou matricular estudante de véu invadida

Dois homens invadiram quinta-feira uma faculdade tunisina, depois de ter sido recusada a matrícula a uma estudante que usava 'niqab' (véu que cobre o rosto deixando à vista apenas os olhos), informou o reitor da instituição.

O incidente ocorreu na Faculdade de Letras e Ciências Humanas de Sousse, onde é proibido o uso do 'niqab'.

Segundo Moncef Ben Abdeljelil, citado pela agência tunisina TAP, os homens invadiram o edifício "de forma violenta, provocando o pânico e a suspensão das aulas".

Estudantes e professores protestaram contra o incidente "grave" e pediram a continuação da interdição na universidade do niqab, "sinal de fanatismo religioso".

(Fonte)


O termo mais apropriado seria "fanatismo islâmico" e não o vago "fanatismo religioso".

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mulheres paquistanesas atacadas com ácido por não usarem o véu


Um total de 7 mulheres foram atacadas com ácido em Faisalabad (Paquistão) em incidentes separados.

De acordo com a polícia local, uma estudante do primeiro ano sofreu queimaduras sérias depois de ter sido atacada nos limites da estação policial de Jaranwala. A estudante do primeiro ano Tayyiba dirigia-se para casa quando os estudantes Ali Raza e Hamza alegadamente perseguiram-lhe e ameaçaram a sua vida.

Antes de ser admitida no hospital, Tayyiba disse o seguinte à polícia:

Os dois rapazes andam na mesma universidade que eu e já há algum tempo que me importunavam por não usar um dupatta na minha cabeça.

Os dois homens disseram que ela "merecia ter a sua cara arruinada" porque não cobria a sua cabeça.

Mais um pequeno olhar sobre o futuro da Eurábia.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Egipto e as universitárias

Estas fotos mostram a "evolução" das mulheres egípcias licenciadas ao longo dos anos. NAs imagens mais antigas são raras as mulheres que usam o horrível véu, mas nas imagens mais recentes (quando a Irmandade Muçulmana começou a ganhar peso) o previsível aconteceu..

Em cima está a classe de 1959. Não vejo alguém com o véu.



Classe de 1978. O mesmo. Ninguém com o véu.



Classe de 1995. Já começam a aparecer algumas mulheres com o véu.



Classe de 2004. Quase metade delas usa o véu.



Eu não sei de onde tirei estas imagens, mas resolvi pô-las aqui. Se alguém souber a fonte, por favor, indiquem de modo a que eu possa acrescentar ao post.

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