MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 11 de janeiro de 2014

Tunísia estabelece Islão como religião oficial

A Assembleia Constituinte da Tunísia aprovou, sábado, 4 de janeiro, o primeiro artigo da nova Constituição, que estabelece o islão como religião oficial do país, mas que ao mesmo tempo rejeita emendas que propunham que o Alcorão assumisse o escalão de "principal" fonte de direito nacional.

"A Tunísia é um Estado livre, independente e soberano. O islão é sua religião, o árabe é sua língua e a República é seu regime."

 Não é possível modificar este artigo", fruto de um compromisso entre os islamitas no poder e a oposição laica.

O partido no poder, o Ennahda, já tinha rejeitado, em 2012 a instauração da "sharia" ou lei islâmica na Constituição.

O processo de adopção da nova Constituição deve terminar antes do próximo dia 14 de Janeiro, terceiro aniversário da revolução no país que deu origem à Primavera Árabe.

A Assembleia Nacional Constituinte tinha aprovado neste sábado doze artigos, dentre os quais o que consagra o Estado como "garante da liberdade de consciência".

Fonte

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Caricaturas de Maomé levam França a fechar embaixadas e escolas


O semanário satírico francês Charlie Hebdo publicou na capa desta quarta-feira um novo cartoon alusivo a Maomé.

Sobre um fundo verde, a caricatura mostra Maomé sentado numa cadeira de rodas que é empurrada por um judeu. Os dois bonecos, de olhos esbugalhados, afirmam que “não se pode rir”. No topo da página, uma manchete, que parece o título de um filme: “Intocáveis 2”. O Governo teme reacções violentas e anunciou medidas preventivas.

Esta foi a forma escolhida pela revista para dedicar a mais recente edição às manifestações que agitam o mundo muçulmano por causa de um filme, produzido nos Estados Unidos, que ridiculariza o profeta Maomé. O site da revista está inacessível. Há milhares de comentários na página da revista no Facebook, e também se pode ver uma cópia da primeira página com a caricatura de Maomé, mas não há informação sobre o que terá acontecido ao site.

Por que terá a revista publicado estas caricaturas quando os muçulmanos estão em alvoroço por causa de um filme que consideram ofensivo? O director da Charlie Hebdo, Charb, sustenta que essa não pode ser a questão. “Se nos começarmos a questionar se temos ou não o direito a desenhar Maomé, ou se é perigoso fazê-lo, a questão seguinte vai ser se podemos representar os muçulmanos num jornal. E depois talvez nos questionemos se podemos representar seres humanos, etc. No final, não poderemos representar nada. E um punhado de radicais que se mobilizaram pelo mundo e em França terão ganho”, afirmou o director em declarações à rádio RTL. Trata-se, portanto, de exercer a liberdade de expressão e de imprensa, sustenta Charb.

O Conselho francês do culto muçulmano, encara as caricaturas com “profunda consternação”, classificando os desenhos como “insultuosos”. O presidente deste órgão, Mohammed Moussaoui condenou, num comunicado, “com grande vigor, este novo acto islamofóbico que visa ofender deliberadamente os muçulmanos”. Ao mesmo tempo reafirmou o respeito pela liberdade de expressão, porém exprime também uma “profunda inquietação face a este acto irresponsável que, num contexto de grande tensão, pode tornar a situação ainda mais difícil e provocar reacções negativas”.

O Governo francês desaprova as caricaturas “no contexto actual”, disse o primeiro-ministro francês Jean Marc Ayrault (socialista), que apelou à contenção e à “responsabilidade individual” de todos. Porém, também disse à rádio RTL que a França é um país “onde a liberdade de expressão está garantida, tal como a liberdade de caricaturar”.

Em Paris, no sábado, 150 manifestantes foram detidos depois de terem participado num protesto não autorizado à porta da embaixada norte-americana. Isto por causa do filme Innocence of Muslims, que entre outras coisas apresenta o profeta em diversas cenas de sexo, com mulheres e com homens, e aprova o abuso sexual de crianças. Quatro dias depois, a revista francesa publica as caricaturas, e o Governo de Paris teme uma reacção mais problemática.

As embaixadas e escolas francesas em países muçulmanos serão encerradas na próxima sexta-feira, dia de oração para os muçulmanos

O ministro dos Negócios Estrangeiros mandou reforçar a protecção nas embaixadas localizadas em países onde possa haver reacções violentas como sucedeu com o consulado norte-americano em Bengasi, na Líbia. Foi aqui que se registaram alguns dos actos mais graves, na última semana, e que levaram à morte do próprio embaixador americano.

Na Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, todas as estruturas diplomáticas e de representação da França foram encerradas temporariamente, adianta o jornal francês Le Monde.Não é a primeira vez que esta revista põe caricaturas de Maomé na capa. Em Fevereiro de 2006 republicou os desenhos que tinham saído num jornal dinamarquês, o Jyllands-Posten, à mistura com outras caricaturas originais. Um acto que, na altura, foi condenado pelo então presidente francês, Jacques Chirac (direita).

Os responsáveis da revista foram julgados em França e absolvidos, um ano mais tarde. Mas a vida da equipa da revista não ficou mais fácil. Em Novembro de 2011, a redacção foi completamente destruída após um ataque com uma bomba incendiária. Na véspera do ataque, a revista tinha anunciado que o número seguinte seria chefiado por Maomé, para “celebrar” a vitória do partido islamista Ennahda nas eleições legislativas na Tunísia, um dos países que assistiu a uma mudança política da chamada Primavera Árabe.

Fonte



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Faculdade que recusou matricular estudante de véu invadida

Dois homens invadiram quinta-feira uma faculdade tunisina, depois de ter sido recusada a matrícula a uma estudante que usava 'niqab' (véu que cobre o rosto deixando à vista apenas os olhos), informou o reitor da instituição.

O incidente ocorreu na Faculdade de Letras e Ciências Humanas de Sousse, onde é proibido o uso do 'niqab'.

Segundo Moncef Ben Abdeljelil, citado pela agência tunisina TAP, os homens invadiram o edifício "de forma violenta, provocando o pânico e a suspensão das aulas".

Estudantes e professores protestaram contra o incidente "grave" e pediram a continuação da interdição na universidade do niqab, "sinal de fanatismo religioso".

(Fonte)


O termo mais apropriado seria "fanatismo islâmico" e não o vago "fanatismo religioso".

sábado, 14 de maio de 2011

Onde estão as refugiadas?

Nós vêmos as imagens dos refugiados a chegarem da Líbia e de outros países do norte de África, e a maioria são homens. Onde estão as mulheres? Bem, a resposta não é bem o que os apologistas do islâo querem que se saiba.

Aparentemente, e como forma de prevenir que os barcos se virem em alto mar, os homens dos barcos atiram as mulheres ao mar. A maior parte delas morre afogada. Isto explica de forma parcial o porquê os barcos virem lotados maioritariamente com homens.

Este site reporta que os homens dos barcos contam a mesma história. Tarek, de 20 anos, diz:

Estávamos 160 pessoas num barco que só pode conter 60. Durante a viagem até Lampedusa, 12 raparigas foram atiradas ao mar.

Em caso de calamidade a cultura Judaico-Cristã ensina que as mulheres e as crianças têm prioridade. Este tipo de honra está gravado na inscrição dum memorial (raramente visitado) dedicado aos homens do Titanic (Washington, D.C.)
Dedicado aos bravos homens que morreram no navio afundado do Titanic - Eles deram a sua vida de modo a que as mulheres e as crianças se pudessem salvar.
A cultura islâmica não tem este tipo de dignidade e por várias vezes tivemos exemplos disso - sendo o mais recente a morte de Osama bin Laden.
Comandos lançaram cordas a partir dos helicópteros e o destino do homem mais procurado do mundo estava selado. . . . . O terrorista cobarde agarrou na sua esposa mais nova como forma de usá-la como escudo humano. Ela foi baleada e morreu. Osama bin Laden foi eliminado com balas na cabeça e no peito.
O que os refugiados do norte de África fazem é uma barbaridade que só não é mais noticiada porque aos esquerdistas europeus interessa-lhes a chegada de mais e mais potenciais votantes.

A mulher muçulmana, essa, que se vire sozinha.

domingo, 13 de março de 2011

Partido islâmico tunisino promete instalar sharia em caso de vitória eleitoral

Um partido islâmico tunisino afirmou recentemente que tenciona instalar um regime baseado na interpretação rigorosa da Sharia neste país do norte de África. Ridha Belhaj, um dos porta-vozes da organização islamita afirmou:

Estamos a trabalhar para instalar um regime fundamentado na Sharia... O Islão é a solução.
Embora eles alegadamente rejeitem a violência, eles não põem de parte a "rebelião e a desobediência civil de modo a estabelecer um estado islâmico."
Na religião islâmica, a nação tem o direito de depôr os líderes, mesmo que seja através do uso da força.
Paralelamente, Ridha Belhaj condenou o debate sobre a aquisição de direitos por parte das mulheres na Tunísia - o único país árabe onde a poligamia está banida.

A organização Hizb At-Tahrir planeia tomar parte das eleições marcadas para o dia 24 de Julho de modo a ganhar representação no parlamento - embora não reconheça as leis vigentes. "A Sharia é a única fonte de leis", afirmou o secretário geral Abdelmajid Habibi. O mesmo homem afirmou também que se os islamistas forem bem sucedidos em ganhar o poder, eles irão banir os outros partidos.


Usando a democracia para acabar com a democracia.


O Hizb At-Tahrir (que é um partido legal em Inglaterra e em muitos outros países ocidentais) também promete banir os partidos políticos opositores em caso de vitória eleitoral no ocidente.

Sinceramente, se não fosse a utilidade dos muçulmanos para o marxismo cultural (como arma com a qual atacar a superior cultura judaico-cristã) estes partidos políticos islâmicos que visam substituir regimes democráticos por regimes totalitários seriam banidos. Mas para os marxistas culturais as leis e as normas são irrelevantes se não podem ser usadas para o avanço da ideologia.

Por aqui se vê também que o islão não é uma religião como nos as conhecemos, mas sim uma teoria política que visa instalar uma forma de governo em tudo semelhante à que existia na Arábia durante a existência do "profeta" Muhammad. Todos os planos que os muçulmanos tem para o ocidente são planos políticos e não espirituais. As suas referências a Allah é uma forma de legitimar a sua visão política.

Por isso é que a "guerra contra o terrorismo" está a ser perdida - porque o lado da civilização não identificou ainda o inimigo: a ideologia política com o nome de islão.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Movimento islâmico assassina padre polaco na Tunisia

Um país que chegou a ser catalogado como um país "tolerante" mergulha agora no obscurantismo islâmico e tudo o que ele representa.

O Padre Marek Marius Rybinski – missionário salesiano polaco - foi encontrado morto no parque de estacionamento da escola Salesiana local. A sua garganta havia sido cortada.

A Da Mihi Animas reportou:

Um bispo Católico na Tunísia expressou receios de um crescimento do extremismo islâmico depois do corpo dum missionário Católico de 34 anos ter sido encontrado no dia 18, brutalmente assassinado.

Enquanto os protestos locais tiveram lugar depois do assassinato, o Arcebispo Lahham Marun Elias de Tunis disse à Radio Vaticano no dia 19 de Fevereiro que acredita que um "movimento islâmico" direccionado contra todos os "não-muçulmanos" está a crescer em influência no país.

Embora a Associated Press tenha reportado que a sua garganta havia sido cortada, a agência noticiosa Fides reportou que o padre havia sido decapitado.

Este é o segundo líder católico encontrado morto recentemente, durante este período de tumulto social na Tunísia e no resto do norte de África.

Como é normal, os órgãos de informação esquerdistas pouco caso fazem deste tipo de notícia e do facto do mesmo se verificar sempre que uma nação decide seguir a via islâmica.

Agora, se um homossexual é morto no Uganda, os órgãos de informação mundial não pestanejam por um momento: aproveitam logo a notícia como forma de atacar a ideologia inimiga: o Cristianismo.

Neste caso, como quem foi morto foi um Cristão, os média internacionais não querem tornar os mesmos em vítimas, e mostrar ao mundo o que acontece a quem resiste ao islamismo.

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