MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 31 de agosto de 2014

Muçulmanas tentam explodir sinagoga de Lyon

Duas adolescentes foram presas sob suspeita de conspirar para explodir uma sinagoga em Lyon. Segundo a JSS News e a Europe 1, uma fonte da agência de segurança Francesa "Central Directorate of Homeland Intelligence" revelou que as raparigas islâmicas, com 15 e 17 anos, foram presas nos bairrros de Tarbes e Venissieux há uma semana, depois das autoridades terem revelado um plano de levar a cabo um ataque suicida dentro da Grande Sinagoga de Lyon. Elas foram indiciadas no dia 22 de Agosto por conspiração pra cometer terrorismo.

Uma fonte de segurança não-identificada revelou que as duas adolescentes nunca tinham encontrado mas que se haviam mantido em contacto apenas através das redes sociais:

Estas raparigas fziam parte duma rede mais alargada de jovens islamistas que estavam a ser monitorizadas pelos serviços de segurança.

A preocupação no seio dos serviços de segurança têm estado em crescimento devido ao aumento da radicalizaçãoonline, particularmente depois da proliferação de videos criados pelos grupos jihadistas tais como o Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL).

Uma recente notícia detalhou o aumento da violência anti-semita por toda a Europa, incluindo ataques na sinagoga de Paris em Julho último, e um incidente em Maio de 2012, em Toulouse, onde um atirador muçulmano matou sete pessoas numa escola judaica, incluindo um professor e três crianças.

Roger Cukierman, presidente do "Representative Council of French Jewish Institutions" (CRIF), disse o seguinte ao Newsweek.

O jihadismo tornou-se no novo nazismo. Isto está a fazer com que as pessoas considerem abandonar a França.

Numa declaração emitida num fórum online, a "National Bureau of Vigilance Against Antisemitism" (BNVCA), um dos grupos mais importantes no combate ao anti-semitismo, ressalvou que as sinagogas têm-se tornado de modo crescente alvo populares para os islamitas e para os terroristas. As medidas excessivas levadas a cabo para garantir a segurança dos locais de adoração judaicos transformou-ous em "semi-fortalezas", disseram eles. 

O BNVCA atribui as recentes vagas de crimes anti-semitas à influência de partidos políticos não identificados e secções dos média, que "colocam o estado Judaico contra o estado Islâmico em Gaza".  Eles apelaram também ao Ministro do Interior Francês para tomar todas as medidas de segurança possíveis de modo a impedir mais ataques, particularmente durante eventos religiosos Judaicos tais como o Yom Kippur, que tem início no princípio de Outubro.

Os cidadãos Judeus estão de modo crescente a ficar pessimistas em relação ao seu futura na França.

Fonte

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Os jovens muçulmanos estão a recorrer ao terrorismo de modo crescente, mas a única resposta que as nossas autoridades e os nossos líderes dão é que "esta violência de maneira alguma está relacionada com o islão". Mas se o terrorismo transcende as religiões, e não está umbilicalmente ligada aos ensinamentos de Maomé, porque é que não vêmos Cristãos, Budistas, Judeus e Hindus a fazerem o mesmo tipo de actos terroristas?


sábado, 24 de maio de 2014

Vítimas da Boko Haram deixadas para morrer no mato

Com as suas faces arranhadas e ensanguentadas, com o seu outrora inteligente uniforme escolar rasgado e sujo, as duas adolescentes foram acorrentadas às árvores, punhos presos com cordas, e deixadas pelo Boko Haram para morrer numa clareira dum mato da Nigéria. Apesar de terem sido violadas e arrastadas pelos arbustos, elas estavam vivas - mas apenas isso - no sufocante calor e humidade tropical.

Baba Goni
Este cenário cruel foi descoberto por Baba Goni, de 15 anos. "Elas estavam sentadas na base das árvores, com as suas pernas esticadas à sua frente - elas mal estavam conscientes," afirmou Baba, que serviu de guia para uma das muitas equipas de vigilantes que estão em busca das estudantes Nigerianas raptadas das suas escolas no mês passado pelo grupo muçulmano Boko Haram - incidente que actualmente se encontra no centro duma campanha internacional que apela a sua libertação.

A cena horrível que ele e o seus camaradas encontraram , uma semana depois do rapto que ocorreu no dia 15 de Abril, aconteceu num matagal espinhoso perto da aldeia de Ba'ale, a uma hora de distância de Chibok, onde 276 raparigas com idades entre os 16 e os 18 foram retiradas dos seus dormitórios - com 223 ainda desaparecidas. Isto ocorreu duas semanas antes das campanhas nas redes sociais e dos protestos terem atormentado a consciência do Ocidente devido ao rapto.

Nos dias que se seguiram ao desaparecimento, grupos comuns como o grupo de Baba, vasculhando as florestas com carrinhas Toyota, eram a única esperança das raparigas. Mas, segundo Baba, a esperança já se tinha desvanecido para algumas reféns quando o grupo falou com alguns aterrorizados habitantes locais quando o Boko Haram fez uma paragem de 3 dias com as suas cativas logo após o rapto.

A arrepiante descrição que ele obteve dos aldeões, através de fontes oficiais não confirmadas. é a coisa que as famílias das 223 ainda desaparecidas mais temem. Quatro raparigas foram mortas, disse Baba, baleadas pelos seus captores por serem "teimosas e pouco cooperantes". Essas 4 raparigas foram rapidamente enterradas antes dos brutais raptores seguirem o seu caminho. Baba acrescenta:

Todas as pessoas com quem falamos estavam cheias de medo e elas não queriam sair das suas casas. Elas não nos queriam mostrar onde estavam as sepulturas e como tal, apenas apontaram para o trajecto.

Esta pequena povoação rural, a meio caminho entre Chibok e Damboa no assediado estado de Borno no Nordeste da Nigéria, foi incapaz de parar o gangue Boko Haram quando este a atravessou, com as camiões cheios de raparigas em idade escolar que eles haviam raptado à mão armada antes de incendiar a sua escola.

Aventurando-se ainda mais pelo caminho, Baba e os seus amigos vigilantes encontraram as duas raparigas. Baba, o mais novo do grupo, ficou para trás enquanto os seus amigos tomavam conta da situação. "Eles usaram a minha faca para cortar as cordas", disse ele.

Ouvi as raparigas a chorar e a dizer aos outros que elas haviam sido violadas e deixadas ali. Elas tinham estado com as outras raparigas de Chibok, todas levadas da escola a meio da noite por parte de homens armados com uniformes de soldados. Não havia muito que nós pudéssemos fazer. Elas não queriam falar com homem algum. Tudo o que poderíamos fazer era colocá-las dentro do veículo e levá-las para a polícia de segurança em Damboa. Elas não queriam falar; elas apenas se agarraram umas às outras e choraram.

Fonte

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O mundo viu recentemente um vídeo com dezenas de raparigas raptadas a professar a sua "nova fé" no islamismo. Porque é que estas raparigas haveriam de se converter ao islão, a religião que permite que os homens tomem cativas de guerra e as violem (tal como Maomé fez com uma mulher judia depois de invadir Khaybar e matar várias pessoas, para além de torturar Kinana, o tesoureiro local, como forma de saber a localização do ouro da tribo)?


Elas "converteram-se" ao maometanismo esperando com isso que os seus raptores maometanos parassem de as abusar sexualmente e de as torturar. Aquelas que se recusaram, foram violadas, espancadas quase até à morte e deixadas como mortas por baixo do sol da Nigéria.

Esta é a versão do islão que se encontra no Alcorão, na hadeeth, na sunnah e em todas as fontes islâmicas autoritárias. Em caso de dúvida, perguntem aos líderes do Boko Haram quem lhes serve de exemplo.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Muçulmanos chacinam pelo menos 200 estudantes

Pelo menos 200 estudantes foram recentemente assassinados pelo grupo muçulmano Boko Hatrm quando se dirigiam para a escola. Boko Haram, quer em português quer dizer "a educação ocidental é proibida", trabalha para seguir os ensinamentos de Maomé e instalar um regime islâmico no nordeste da Nigéria.

Têm ocorrido diversos ataques a civis desde que o grupo Boko Haram deu início às suas actividades islâmicas. Este grupo, fundado em 2002 como forma de impedir a "ocidentalização" da Nigéria, tem como método primário atacar covardemente estudantes desarmados um pouco por todo o lado. Neste ponto (bem como em muitos outros, eles seguem a sunnah do seu profeta visto que também ele tinha como hábito lançar ofensivas assassinas contra povoações pacíficas que não tinham planos de atacar os maometanos.

Os terroristas do Boko Haram asseguraram-se de se apresentarem bem equipados no seu ataque aos estudantes e às outras povoações, chegando em dois veículos blindados e pick-ups de cabine dupla. Note-se: tudo isto para atacar estudantes desarmados.

O senador Zannah Ahmed, um líder local, declarou o seguinte:
Isto é uma prioridade para mim, visto que vidas inocentes estão envolvidas e elas são o meu povo. Tudo isto está a acontecer no meu distrito eleitoral, e não estaria certo manter o silêncio. Sinto-me muito mais pesaroso gostaria de não ter falado, mas a minha consciência não me deixa fazer isso.
O Boko Haram cometeu também outra atrocidade contra estudantes, desta vez escravizando pelo menos 200 raparigas. Previamente, quando o Boko Haram escravizou raparigas, elas frequentemente tornaram-se cozinheiras e escravas sexuais dos terroristas maometanos. Em vez da vida melhor que eles buscavam através da educação, muito provavelmente estas raparigas mais não são que escravas sexuais e não esposas, cozinheiras em vez de profissionais.

O grupo Boko Haram está a cometer atrocidades em nome de Alá e o que eles fazem está de acordo com os ensinamentos de Maomé. Através de numerosos ataques a civis, eles buscam impor, à força, a sua visão do que é uma boa sociedade. De facto, os seus ataques aos estudantes são abominações covardes que nunca podem deixar de ser questionadas.

Os esquerdistas que fazem parte do site MoveOn.org (financiado pelo capitalista George Soros) criaram uma petição requisitando que o Boko Haram não seja classificado de "Grupo Terrorista Estrangeiro" por parte dos EUA mas felizmente o "Department of State" ignorou tal atitude lunática e seguiu em frente com a designação.

Fonte
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Não deixa de ser sintomático que sejam os esquerdistas os principais agentes de desculpabilização das atrocidades islâmicas. Sem o apoio tácito da esquerda mundial, bem como com o apoio da maioria da suposta "direita conservadora", os maometanos muito provavelmente não se sentiriam tão confiantes para matar Cristãos.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Muçulmanos vendem raparigas por 12 dólares

Há alguns dias atrás um grupo de mães marchou na Nigéria como forma de protestar a inactividade do governo depois de já se terem passado vários dias desde que 200 raparigas foram raptadas pelo grupo islâmico Boko Haram - que opera com impunidade quase total na região. Alegadamente, muitas das raparigas foram já vendidas para escravatura ou para "casamentos" a preços que chegaram os 12 dólares ($12).

A manifestação das mães foi feita no mesmo dia em que o Departamento de Estado dos EUA emitiu o seu relatório anual de terrorismo, que qualificou o grupo Boko Haram como um dos mais perigosos do mundo - ficando na 13ª posição perto dos Talibã do Afeganistão e das facções da Al-Qaeda presentes no Iraque e na península Arábica - e disse que ele é responsável por mais de 1000 mortes só no ano de 2013.

O grupo Boko Haram, cujo nome em português significa "a educação ocidental é pecaminosa", tem atacado as escolas da Nigéria desde que  foi formado no princípio deste século, mas o ataque do dia 14 de Abril, levado a cabo na Escola Secundária Governamental para Raparigas na povoação Nigeriana de Chibok, causou um choque imenso por todo o mundo. Mais de 200 raparigas foram levadas, e passadas que estão vários dias, ainda não é bem claro onde é que elas se encontram.

Mausi Segun (Human Rights Watch) disse o seguinte à NBC News da Nigéria:

Pelo menos 230 raparigas ainda se encontram cativas. Algumas já foram levadas através da fronteira para os Camarões enquanto algumas foram levadas para o Chade. Outras poucas ainda se encontram no país, mas o seu paradeiro é difícil de discernir por agora.

As identidades das raparigas foram mantidas secretas por parte do governo Nigeriano, citando "preocupações de segurança". Segun continua:

Sabemos muito pouco sobre as raparigas, para além delas fazerem parte da classe mais avançada das escolas secundárias da Nigéria. A maior parte delas tinha entre 16 e os 18 anos.

Segundo líderes comunitários da Nigéria, as jovens raparigas estão a ser forçadas a casar com os extremistas islâmicos que as raptaram (seguindo o exemplo de Maomé que se "casou" com uma mulher judia precisamente no dia em que invadiu Khaibar, matou a sua família e torturou um homem como forma de obter o seu dinheiro).

Segundo Halite Aliyu, do Fórum "Born-Yobe People", falando para a Associated Press em Lagos, as estudantes estão a ser vendidas por 2,000 naira - cerca de 12 dólares - para se casarem com os terroristas muçulmanos. Ela disse que notícias de casamentos em massa estão a chegar de aldeões da "Sambisa Forest", na fronteira da Nigéria com os Camarões, lugar que se crê ser um dos esconderijos do Boko Haram:

Segundo as últimas notícias, elas foram levadas através da fronteira, algumas para os Camarões e outras para o Chade.

Pogu Bitrus, ancião comunitário em Chibok, povoação onde as raparigas foram raptadas, disse à BBC que algumas das raparigas "foram casadas com os insurgentes num tipo medieval de escravatura." Segundo ele, "você vão, capturam as mulheres e vendem-nas posteriormente."

Fonte

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Quando este e muitos outros blogues reportam que a religião islâmica sanciona o rapto e a violação de mulheres, somos chamados de "racistas" e "islamofóbicos", embora nós estejamos a citar fontes islâmicas que confirmam o que afirmamos. Infelizmente, nos dias de hoje o valor da verdade depende da sua utilidade política para a esquerda militante, e como tal, os argumentos contrários mais não são que algo como "Não nos interessa o que o Alcorão diz, desde que não se ofendam os sentimentos dos muçulmanos ocidentalizados que apenas se querem sentir bem na sua religião."

O problema com esta resposta é que, quer se queira ou não, existem muitos maometanos que levam o Alcorão a sério, e quanto mais nós ignorarmos o que as fontes islâmicas dizem, mais grupos como o Boko Haram raptarão e violarão mulheres inocentes (muçulmanas ou não).

Será que os sentimentos das mães que perderam as suas filhas para a escravatura importam? Se sim, então é fundamental ressalvar que o que o Boko Haram faz está de acordo com o que Maomé, fez, ensinou e "revelou" no seu Alcorão.

Isto pode ser uma verdade difícil de aceitar para muitos, mas ignorá-la não a tornará menos verdadeira. Aliás, ignorá-la apenas fará com que a veracidade desta declaração se torne cada vez mais óbvia, inclusive no Ocidente.
Ver este vídeo

terça-feira, 6 de maio de 2014

Boko Haram ameaça "vender no mercado" centenas de alunas raptadas na Nigéria

 
O movimento islamita Boko Haram reivindicou esta Segunda-Feira o rapto de mais de duas centenas de alunas de liceu levado a cabo em meados de abril em Borno, Estado do nordeste da Nigéria. Num vídeo de 57 minutos, remetido às agências internacionais, o líder daquele grupo armado, Abubakar Shekau, anuncia a intenção de “vender no mercado” as raparigas, “por Alá”.

Raptei as vossas raparigas. Por Alá, vou vendê-las no mercado”, proclama Abubakar Shekau, o número um do grupo extremista islâmico Boko Haram, num vídeo obtido pelas agências internacionais. Este registo de 57 minutos começa com a imagem de um grupo de combatentes armados de espingardas automáticas. Entre disparos para o ar, os homens gritam Allahu akbar - “Deus é grande”.

Desconhece-se a data das filmagens. Concretamente, se foram captadas antes ou após a divulgação de notícias, na semana passada, que apontavam para o casamento forçado - com captores do próprio Boko Haram - de algumas das mais de 200 adolescentes raptadas em abril no Estado nigeriano de Borno, no nordeste daquele país africano. Ou mesmo sobre o envio de alunas para países vizinhos, nomeadamente o Chade e os Camarões, onde teriam já sido “vendidas” por uma soma de cerca de 12 dólares (8,6 euros), cada uma.

Na mesma mensagem, Shekau lança-se também numa litania contra a educação ocidental, que, nas suas palavras, “deve cessar”. E as raparigas, defende, “devem desistir” da escola para “casarem”.

Meus irmãos, vocês devem cortar as cabeças dos infiéis. Meus irmãos, vocês devem capturar escravos. Meus irmãos, há escravos no Islão, não se deixem enganar”, prossegue o líder do Boko Haram, para então acrescentar: “Eu vou casar com uma rapariga de 12 anos e vou casar com uma rapariga de nove anos”.


Outras informações, por confirmar, referem que o Boko Haram estaria disposto a negociar o pagamento de resgates pela libertação das raparigas, duas das quais teriam sucumbido a ferimentos sofridos em cativeiro. A coberto do anonimato, um teórico muçulmano, descrito como “intermediário”, adiantou que as estudantes cristãs teriam mesmo sido obrigadas a converterem-se ao Islão.

De acordo com a polícia nigeriana, os guerrilheiros islamitas raptaram, ao todo, mais de 300 alunas. Escaparam 53. Permanecem em cativeiro 276.

Bring back our girls

O destino das jovens raptadas pelo Boko Haram gerou uma vaga de indignação não apenas na Nigéria, mas também entre a comunidade internacional. Um movimento intitulado Bring back our girls (devolvam as nossas raparigas) promoveu várias manifestações por todo o território nigeriano, exigindo esforços redobrados por parte do Governo e do Exército com vista à libertação das alunas.

Naomi Mutah, uma das responsáveis pela criação do movimento de protesto, foi detida na noite de domingo, depois de se ter encontrado com a primeira-dama da Nigéria, Patience Jonathan. Mutah, que foi acusada de se ter feito passar por mãe de uma das estudantes raptadas, saiu entretanto em liberdade.

Debaixo de crescente contestação popular, o Presidente nigeriano pronunciou-se pela primeira vez sobre este rapto no domingo, prometendo “fazer tudo” para obter a libertação das adolescentes. Goodluck Jonathan diria ainda contar com a cooperação dos Estados Unidos na resposta à aguda crise de insegurança que assola o seu país. Na véspera o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, garantira, num compromisso vago, que Washington faria “tudo que fosse possível” para ajudar as autoridades de Abuja.

Com uma população de aproximadamente 170 milhões, a Nigéria vive dias de violência no norte, bastião dos islamitas, no centro, com confrontos quotidianos entre diferentes comunidades, e no Delta do Níger, a sul, onde as populações locais exigem uma repartição mais equilibrada das receitas dos recursos petrolíferos.

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Ninguém tenta salvar 220 meninas raptadas?

 
Foram levadas da escola há três semanas. Em desespero, alguns pais, armados com arco e flechas, entraram pela floresta em busca dos raptores. Das que conseguiram fugir, ouvem-se relatos de venda como escravas sexuais e de trabalhos forçados. Serão 220 as adolescentes ainda desaparecidas desde que uma milícia islamita atacou a sua escola no Norte da Nigéria.

Esta é uma daquelas tragédias que ameaçam passar despercebidas. Mas mesmo que a Nigéria seja longe e o seu norte empobrecido um lugar remoto, ninguém pode ficar indiferente ao sequestro de duas centenas de meninas. Até porque os suspeitos têm nome e um historial de raptos, assassínios e bombas.

O Boko Haram, que numa tradução livre da língua haúça significa "a educação ocidental é pecado", é um grupo islamita activo desde 2002 e que só nos primeiros meses deste ano terá matado 1500 pessoas. Mostra uma visão obscurantista do islão e um extremismo que faz os talibãs darem ar de moderados. Parece não temer ninguém, apesar de o fundador ter sido morto pelo exército.

Há quem acuse o Presidente Goodluck Jonathan de impotência. Oriundo do Sul cristão, a sua prioridade, como a dos antecessores, é manter os equilíbrios na ex-colónia britânica, independente desde 1960.

Mas se a Guerra do Biafra de triste fama foi um conflito étnico, o que se está a passar no Norte da Nigéria ameaça a coexistência entre muçulmanos e cristãos na mais populosa nação africana. Tolerá-lo expõe as fraquezas de um país que até acaba de celebrar a ascensão a primeira economia do continente e que esta semana vai acolher em Abuja, a capital, um fórum económico mundial.

A boa-nova é que a sociedade nigeriana mostra uma admirável vitalidade. Multiplicam-se os protestos junto ao Parlamento a exigir ações para libertar as meninas raptadas a 14 de abril na escola de Chibok. E vários sites exibem um contador dos dias, horas, minutos e segundos passados após o ataque do Boko Haram. Uma forma de pressionar as autoridades a fazer mais do que lamentar-se de que devem ter sido levadas para os Camarões. 

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Paulo Ferreira está errado ao dizer que o grupo Boko Haram mostra "uma visão obscurantista do islão" visto que o próprio fundador da fé islâmica levou a cabo actos iguais aos do Boko Haram.

É sempre cómico ver opinadores ocidentais assumirem que sabem mais do islão do que as pessoas que practicam essa fé há mais de 100 anos.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O desaparecimento de Samra Kesinovic e de Sabina Selimovic

Duas raparigas Austríacas que se pensa terem sido enganadas para viajar para o meio do conflito na Síria estão actualmente a ser buscadas pela Interpol.

Samra Kesinovic, de 16 anos, e Sabina Selimovic, de 15, desapareceram das suas casas na capital Austríaca de Viena no dia 10 de Abril deste ano, reporta o Daily Mail. No entanto, os pais encontraram imensos posts nas redes sociais que sugerem que elas foram combater uma "guerra santa" na Síria.


Os pais das raparigas, que são refugiados Bósnios que se estabeleceram na Áustria depois dos conflitos étnicos dos anos 90, alegam que as tais mensagens presentes na internet nâo estão a ser escritas por elas. Eles alegam também que as duas meninas haviam começado há pouco tempo a frequentar uma mesquita liderada pelo clérigo radical Ebu Tejma.

Acredita-se que os pais das raparigas se encontrem no estrangeiro em busca das filhas - filhas essas que não têm estado em contacto com os pais. 

As fotos que se encontram no Facebook mostra as raparigas segurando em espingardas AK47. Numa das postagens as raparigas anunciam planos de casar como forma de se tornarem "guerreiras santas" enquanto que noutra postagem afirma que "a morte é o nosso objectivo".

Os oficiais Austríacos afirmam que não só o par muito provavelmente já se encontra num campo de treino jihadista, como é bem provável que elas já estejam casadas com maridos que fazem parte dos rebeldes.
Samra Kesinovic e Sabina Selimovic convertidas ao islão

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Mais duas meninas engolidas pela ideologia islâmica. E mesmo que elas voltem para os seus lares, o problema vai-se manter visto que o problema não são elas, e nem é o pregador "radical" Ebu Temja, mas sim a própria ideologia islâmica que ensina a jihad e o martírio como coisas nobres e merecedoras da vida eterna.

Curiosamente, se alguém dissesse a estas meninas como é o "céu" islâmico, é bem provável que elas tomassem outra decisão.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Enriquecimento cultural em Bristol

Dois maometanos foram apresentados no tribunal acusados de terem abusado sexualmente de raparigas menores que se encontravam ao "cuidado" de assistentes sociais. O "Magistrates' Court" de Bristol ficou a saber que a casa onde as meninas viviam, que não pode ser nomeada por motivos legais, havia-se tornado efectivamente num bordel.

Segundo o tribunal, as vítimas foram instaladas pelas assistentes sociais numa casa que era subsidiada. Os homens, um deles requerente de asilo a quem tinha sido dado o direito de permanecer no país, foram acusados de exploração sexual de crianças, o que inclui actividade sexual na casa.

Um dos homens foi também acusado de pagar para ter sexo com uma criança.

Said Zakaria, de 21 anos, também conhecido como "Target", foi acusado de actividade sexual com uma menina de 13 anos e a violação duma rapariga de 14 anos num local com o nome de "Premier Inn", e também na casa de abrigo.

Gama Mohammed, de 32 anos, também conhecido como "G", e proveniente de Gordon Road, Whitehall (e o em cima mencionado requerente de asilo), falou através dum intérprete para confirmar o seu nome, a sua idade e a sua morada.

Ele foi acusado de violação levada a cabo na casa de abrigo, para além de ser acusado de pagar para obter os serviços sexuais duma menor na Premier Inn. Ambos negaram todas as acusações quando se apresentaram perante o "Magistrates' Court" de Bristol.

Aparecendo separadamente, os dois homens provenientes da Somália permaneceram em custódia. O tribunal ouviu como os dois acusados haviam sido presos durante a Operação Brooke - uma investigação de trabalho com as equipas de exploração infantil.

Antes de audiência, DCI Carolyn Belafonte, da polícia de Avon e Somerset, afirmou:
A Operação Brooke é uma investigação dinâmica; trabalhamos de maneira próxima com a equipa de exploração infantil de Barnardo, bem como com outras agências, como forma de acompanhar cada linha de investigação e, mais importante ainda, garantir que as vítimas são bem amparadas.
Fonte: http://ow.ly/pfEJZ

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Mais um homem com o nome "Mohammed" envolvido em mais um caso de abuso sexual de menores.

Uma coisa é certa: uma sociedade que não consegue proteger meninas de 13 anos da predação sexual de bárbaros incivilizados, muito dificilmente conseguirá sobreviver no tempo. Ou os ingleses se apercebem que estão a ser invadidos (e violados) por uma cultura bárbara, ou o seu estilo de vida desaparecerá para sempre.

A julgar pelas notícias que diariamente nos chegam das Ilhas Britânicas, não parece que os ingleses se tenham apercebido que estão a ser gradualmente invadidos e colonizados pelos maometanos.

domingo, 15 de setembro de 2013

Menina de oito anos morre no Iêmen em lua de mel com marido de 40

Uma criança de oito anos morreu no último sábado (07/09) no Iêmen após a lua de mel com o marido de 40 anos, informaram nesta Segunda-Feira (09/09) as agências dpa e AFP. Segundo os médicos, a menina morreu com ferimentos internos no útero.

A jovem, chamada Rawan, foi vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão Der Tagesspiegel. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita.

Activistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte. “Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos”, afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos para a dpa.

Em 2010, outra garota de 13 anos já havia morrido com sangramentos internos cinco dias após o casamento (forçado), de acordo com outra organização de direitos humanos que atua na região.

Há quatro anos, uma lei tentou colocar a idade mínima de 17 anos para o casamento. No entanto, ela foi rejeitada por parlamentares conservadores, que a classificaram de “não islâmica”.

Fonte

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Para sabermos o porquê dos parlamentares maometanos qualificarem de "não-islâmica" a iniciativa de se aumentar a idade de casamento, temos que ler as fontes islâmicas. O fundador da fé islâmica casou-se com Aisha quando ela tinha menos que 10 anos, e como tal, todos os maometanos podem fazer isso:

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:
'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, e que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.
Sahih Bukhari, Volume 7, Livro 62, Número 88:
Narrado por 'Ursa:
O profeta escreveu (o contrato matrimonial) com a 'Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o casamento com ela quando ela tinha nove anos, e ela permaneceu com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele).
Sahih Bukhari, Volume 8, Livro 73, Número 151:
Narrado por 'Aisha:
Eu costumava brincar com bonecas na presença do profeta, e as minhas amigas também brincavam comigo. Quando o apóstolo de Allah entrava (na minha casa), elas escondiam-se, mas o profeta chamava-as para virem brincar comigo. (Brincar com bonecas ou imagens semelhantes é proibido, mas tal foi permitido a 'Aisha, naquela altura, porque ela era ainda uma rapariga pequena e ainda não tinha atingido a puberdade.) (Fateh-al-Bari page 143, Vol.13)
Sahih Muslim, Livro 031, Numero 5981:
'A'isha reportou que ela costuma brincar com bonecas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) e quando as suas amigas vinham a ela, elas saíam da casa porque ficavam tímidas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), embora o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) as enviasse a ela.

Todas aquelas acusações de "descontextualização" que nos são oferecidas quando se alude para a a pedofilia do "profeta" do islão são falsas. As fontes islâmicas confirmam que Muhammad casou-se e consumou o casamento com uma rapariga de 7/9 anos. É precisamente por isso que os políticos muçulmanos não querem criminalizar a pedofilia.
 
 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Porque é que o parlamento afegão não quer criminalizar a pedofilia?

O parlamento afegão rejeitou uma medida que proibiria os homens de casar com raparigas com idades inferiores a 16 anos, afirmando que tal proposta é contra a ideologia islâmica.

A medida proibiria também o costume com o nome de “baad, a práctica tradicional de vender as mulheres como forma de resolver disputas", e tornaria ilegal acusações  legais que possam ser feitas contas as vítimas de violação. No Afeganistão é comum as vítimas de violação serem acusadas de fornicação e adultério.

O presidente Hamid Karzai alegadamente deu o seu apoio às medidas, mas os opositores afirmaram que as mesmas "violam os princípios islâmicos".

O facto do parlamento ter falhado nas suas tentativas de agir em sintonia com Karzai ressalvam as divisões profundas que existem entre os políticos locais. E isto chega numa altura em que as eleições presidenciais encontram-se marcadas para Abril de 2014.

A Sky News reportou que "existem divisões entre os conservadores e os membros mais seculares da comunidade"

 Fonte

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O governo afegão recusa-se a tornar ilegal a práctica de casar com crianças porque tal regulamentação violaria a Sharia.  Isto prende-se com o facto do fundador da fé islâmica ter casado com Aisha quando ela tinha menos que 10 anos:

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:
'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, e que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.
Sahih Bukhari, Volume 7, Livro 62, Número 88:
Narrado por 'Ursa:
O profeta escreveu (o contrato matrimonial) com a 'Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o casamento com ela quando ela tinha nove anos, e ela permaneceu com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele).
Sahih Bukhari, Volume 8, Livro 73, Número 151:
Narrado por 'Aisha:
Eu costumava brincar com bonecas na presença do profeta, e as minhas amigas também brincavam comigo. Quando o apóstolo de Allah entrava (na minha casa), elas escondiam-se, mas o profeta chamava-as para virem brincar comigo. (Brincar com bonecas ou imagens semelhantes é proibido, mas tal foi permitido a 'Aisha, naquela altura, porque ela era ainda uma rapariga pequena e ainda não tinha atingido a puberdade.) (Fateh-al-Bari page 143, Vol.13)
Sahih Muslim, Livro 031, Numero 5981:
'A'isha reportou que ela costuma brincar com bonecas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) e quando as suas amigas vinham a ela, elas saíam da casa porque ficavam tímidas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), embora o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) as enviasse a ela.

Todas aquelas acusações de "descontextualização" que nos são oferecidas quando se alude para a a pedofilia do "profeta" do islão são falsas. As fontes islâmicas confirmam que Muhammad casou-se e consumou o casamento com uma rapariga de 7/9 anos. É precisamente por isso que os políticos muçulmanos que lideram o Afeganistão não querem criminalizar a pedofilia.


sábado, 24 de novembro de 2012

Importando o assédio

Acho profundamente inaceitável que a minha filha de 16 anos não possa correr dentro do seu equipamento desportivo só porque a mesquita está perto do campo de jogos.

Mas voltemos a essa 6ª-Feira de Outubro, dia de rezas islâmicas. As meninas insistiram em ir correr no exterior, como os rapazes, mas a professora negou. Como justificação para a recusa, a professora lembrou que em 2009, numa classe só de raparigas que também foi correr fora, as raparigas foram insultadas. 

Os muçulmanos atiraram bebidas leves às meninas, num incidente que gerou uma reacção forte tanto do Departamento da Educação Pública como da mesquita. Os oficiais da mesquita pediram desculpas e comprometeram-se a desenvolver todo o tipo de esforços para garantir que incidentes da mesma natureza não se repetissem. O Departamento não avançou com a queixa legal.

Para Hafid Ouardiri, ex-porta-voz da mesquita, a reacção da professora foi sensata:
Vivemos numa sociedade pluralista onde é importante respeitar o que cada pessoa quer expressar. Ao decidir não trazer as jovens raparigas para perto da mesquita, considero que ela tomou uma decisão acertada. Acho que é melhor que um potencial problema, que poderia ser visto como uma provocação, seja antecipado.
No entanto, o mediador insiste em lembrar aos frequentadores da mesquita que eles não podem de maneira nenhuma definir a forma como os ocidentais devem viver as suas vidas:
É importante respeitar a mundivisão dos outros, mas é também importante que os adoradores saibam que existe aqui uma escola e um campo desportivo junto da mesquita. Eles têm que respeitar o espaço dos estudantes, quer elas estejam ou não a usar equipamento desportivo. Eles não podem de maneira nenhuma ficarem ofendidos com isso.

Hafid Ouardiri conclui:
Não seria melhor plantar árvores ou uma cerca verde grossa para gerar uma sombra entre a mesquita e o campo desportivo?

Fonte

* * * * * * *
De facto, não era má ideia colocar uma divisória entre a mesquita e o campo de jogos das meninas porque, aparentemente, os adoradores desta mesquita específica não se conseguem controlar quando vêem uma rapariga em equipamento desportivo. Eu iria mais longe e colocaria uma divisória em redor desta mesquita como forma de proteger o resto da Suíça da predação visual destes adoradores.

Pior ainda, uma vez que os adoradores desta mesquita específica mais cedo ou mais tarde sairão da mesma e andarão pelas ruas suíças, não era má ideia a polícia local mantê-los sob vigilância visto que, segundo Hafid, é melhor impedir interacção visual entre estes homens e as mulheres do resto do país.

O mediador inocentemente afirma que os maometanos não podem definir a forma como os nativos devem viver a sua vida, mas é um bocado tarde para isso. É claro que os maometanos irão exigir que o resto do mundo se adapte à sua forma de vida porque é assim que o islão é. Segundo a visão por eles mantida, não são os maometanos que têm que se adaptar aos costumes dos países para onde imigraram, mas sim esses países que têm que se acomodar às exigências muçulmanas.

Isto pode parecer demasiado ridículo e totalmente separado dos verdadeiros propósitos dos muçulmanos, mas façam um teste nas vossas vidas. Perguntem a 10  muçulmanos vossos conhecidos se as leis do vosso país devem ser modificadas para ajustar o estilo de vida islâmico, ou se são os muçulmanos que têm a obrigação moral de se adaptar ao país para onde eles voluntariamente imigraram. A maioria dirá que é o país que tem que acomodar o islão.

Verdade seja dita, se qualquer um de nós fosse muçulmano, nós agiríamos precisamente da mesma forma ; se nós acreditamos que o nosso estilo de vida foi-nos divinamente ordenado mediante o exemplo do "profeta" (sunnah), então é perfeitamente lógico que o muçulmano coerente coloque a sua religião acima das leis que ele considera estarem abaixo das leias islâmicas. O problema não é o muçulmano que age de acordo com a sua fé, mas sim o facto das pessoas (leia-se "elite esquerdista europeia") permitir a imigração de pessoas - independentemente da etnia - com uma filosofia de vida totalmente distinto do Europeia.

É extraordinariamente impressionante como os mais desinformados multiculturalistas realmente pensam que é possível separar a pessoa dos seus costumes culturais mediante uma transladação física.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Partido Salafi egípcio opõe-se à proibição do tráfico de escravas sexuais

Levando em conta que o rapto, escravatura, violação e tráfico de raparigas Cristãs, especialmente menores, está em níveis altíssimos - segundo advogados americanos, 550 casos foram já documentados nos últimos 5 anos - a Assembleia Constituinte do Egipto reuniu-se para considerar a inclusão de um novo artigo, #33, na secção que lida com os Direitos e as Liberdades, que haveria de criminalizar expressamente "trabalho forçado, escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, órgãos humanos, e o comércio sexual."

No entanto, alguns membros da asembleia não se sentem à vontade com este acréscimo. Segundo a Masrawy, Muhammad Saad Gawish, membro da Assembleia Constituinte, levantou a questão:

Como é que o artigo [#33] pode mencionar o tráfico humano quando isso não está a acontecer no Egipto?

Semelhantemente, Yunis Makhiyun, outro membro da Assembleia Constituinte queixou-se que "este artigo dará a impressão aos cidadãos [egípcios] de que coisas como a escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, estão a ocorrer no sociedade egípcia, quando tais coisas não existem."

Bastante revelador é o facto de ambos os homens serem também membros do "Salafi Nour Party", que molda o seu comportamento segundo o exemplo do "profeta" Maomé e os seus companheiros - que possuíram escravos e venderam escravos infiéis, para além de terem promovido o uso de mentiras perante os inimigos.

Para além disso, são estes "salafis" que estão mais de perto associados ao rapto, escravização e venda de mulheres e crianças no Egipto. Isto não deveria ser surpresa, considerando que o clérigo salafi Huwaini apela aos maometanos que raptem, escravizem e vendam os infiéis como forma aprovada pela sharia de ter uma boa vida.

No entanto, aqui temos os salafis - retirados das prisões e colocados no parlamento egípcio - a levantar queixas contra a ilegalização da escravatura e do tráfico, insistindo (com cara séria) que "tais coisas não existem."

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os mutiladores muçulmanos

Por todo o Reino Unido (RU) as forças policias estão a levar a cabo uma investigação exaustiva em torno do extraordinário número de mutilações genitais femininas (MGF) que têm ocorrido durante a última década.

Não se deixem enganar: o culpado por este fenómeno é o partido Labour visto que, à custa das tradições e dos valores do nosso país, esse governo teve uma obsessão pelo multiculturalismo e pela imigração descontrolada.

Um dos valores particularmente em causa é o da igualdade de género, valor esse pelo qual muitos imigrantes mostram ter um desprezo absoluto - quer seja na violência doméstica, nos casamentos forçados ou na agora crescente vulgaridade da MGF (baseada na ideia de que as mulheres não deveriam ter prazer sexual).

Mais de 100,000 mulheres no RU foram forçadas a suportar o procedimento, mostrando que, no que toca ao multiculturalismo, vivemos actualmente em duas sociedades separadas - não só com valores distintos mas agora com valores em competição num pais com divisão crescente e falta de coerência no que toca a identidade nacional.

Isto é trágico para uma nação que tinha uma ideia clara do que defendia e forneceu os seus melhores ideias ao mundo.

Várias gravações foram já publicadas mostrando um médico e um dentista disponibilizando-se para levar a cabo ou facilitar uma MGF em raparigas de comunidades imigrantes.

Segundo a organização 'Forward', a maioria das vítimas britânicas provém de áreas predominantemente islâmicas de África: Egipto, Etiópia, Somália e famílias sudanesas. Como existem perversões da cultura islâmica similares na Nigéria, Quénia, Togo e Senegal, as raparigas destes países estão também em risco no RU. Só em Londres, e nos últimos 3 anos, mais de 150 meninas foram forçadas a uma MGF por parte dos seus próprios pais.

Contrário ao espírito da igualdade e emancipação feminina da nossa cultura, segmentos minoritários da cultura islâmica defendem que a MGF é importante como forma de refrear o apetite sexual feminino, que é visto como moralmente errado.

Durante os últimos 10, e para lidar com o multiculturalismo nesta frente e com a contínua mudança do nosso país, tivemos que investir enormes quantidades de verbas e tempo erigindo leis criminais para lidar com estas culturas retrógradas que buscam formas de levar a cabo estas prácticas repugnantes.

Qual são os supostos benefícios económicos provenientes destes imigrantes se eles chegam aqui para fazer coisas destas? O aumento de imigrantes da Somália, Etiópia, Sudão durante a última década, levada a cabo pelo partido Labour, conduziu-nos a um aumento significativo da MGF.

Este incidente pode ser apenas uma das muitas minhocas que, com o multiculturalismo sem a integração, se tornou oculta devido à imigração em massa para o nosso país, motivada pela crença socialista do partido Labour (e também pela sua busca vulgar pelo poder e votos) de que todas as culturas são iguais.

Fonte

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Muçulmanos lançam ataque bombista numa escola para raparigas

Um ataque bombista numa escola para raparigas no noroeste do Paquistão matou um polícia, feriu 8 e destruiu uma parede. A bomba controlada via remota foi plantada na parte externa da parede da escola governamental nas redondezas de Mardan, na conturbada província de Khyber Pakhtunkhwa (perto do Afeganistão).

A bomba explodiu depois da polícia chegar ao local para investigar queixas da presença dum saco suspeito perto da escola, que estava fechada na altura.

Zeshan Haider, Mardan chefe policial em disse o seguinte à AFP:

Um polícia foi morto e 8 outras pessoas, incluindo 5 civis, ficaram feridas.
Três polícias ficaram também feridos mas nenhuma aluna sofreu mazelas.

Haider disse que o alvo era a escola.

Militantes islâmicos não aprovam a educação fornecida às raparigas e devido a isso, já destruíram varias escolas, na sua maioria escolas femininas. Aparentemente Alá não gosta quando as mulheres estão informadas.

Cuidado, jovens! Demasiado conhecimento pode colocar um alvo nas vossas testas.


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