MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 24 de maio de 2014

Vítimas da Boko Haram deixadas para morrer no mato

Com as suas faces arranhadas e ensanguentadas, com o seu outrora inteligente uniforme escolar rasgado e sujo, as duas adolescentes foram acorrentadas às árvores, punhos presos com cordas, e deixadas pelo Boko Haram para morrer numa clareira dum mato da Nigéria. Apesar de terem sido violadas e arrastadas pelos arbustos, elas estavam vivas - mas apenas isso - no sufocante calor e humidade tropical.

Baba Goni
Este cenário cruel foi descoberto por Baba Goni, de 15 anos. "Elas estavam sentadas na base das árvores, com as suas pernas esticadas à sua frente - elas mal estavam conscientes," afirmou Baba, que serviu de guia para uma das muitas equipas de vigilantes que estão em busca das estudantes Nigerianas raptadas das suas escolas no mês passado pelo grupo muçulmano Boko Haram - incidente que actualmente se encontra no centro duma campanha internacional que apela a sua libertação.

A cena horrível que ele e o seus camaradas encontraram , uma semana depois do rapto que ocorreu no dia 15 de Abril, aconteceu num matagal espinhoso perto da aldeia de Ba'ale, a uma hora de distância de Chibok, onde 276 raparigas com idades entre os 16 e os 18 foram retiradas dos seus dormitórios - com 223 ainda desaparecidas. Isto ocorreu duas semanas antes das campanhas nas redes sociais e dos protestos terem atormentado a consciência do Ocidente devido ao rapto.

Nos dias que se seguiram ao desaparecimento, grupos comuns como o grupo de Baba, vasculhando as florestas com carrinhas Toyota, eram a única esperança das raparigas. Mas, segundo Baba, a esperança já se tinha desvanecido para algumas reféns quando o grupo falou com alguns aterrorizados habitantes locais quando o Boko Haram fez uma paragem de 3 dias com as suas cativas logo após o rapto.

A arrepiante descrição que ele obteve dos aldeões, através de fontes oficiais não confirmadas. é a coisa que as famílias das 223 ainda desaparecidas mais temem. Quatro raparigas foram mortas, disse Baba, baleadas pelos seus captores por serem "teimosas e pouco cooperantes". Essas 4 raparigas foram rapidamente enterradas antes dos brutais raptores seguirem o seu caminho. Baba acrescenta:

Todas as pessoas com quem falamos estavam cheias de medo e elas não queriam sair das suas casas. Elas não nos queriam mostrar onde estavam as sepulturas e como tal, apenas apontaram para o trajecto.

Esta pequena povoação rural, a meio caminho entre Chibok e Damboa no assediado estado de Borno no Nordeste da Nigéria, foi incapaz de parar o gangue Boko Haram quando este a atravessou, com as camiões cheios de raparigas em idade escolar que eles haviam raptado à mão armada antes de incendiar a sua escola.

Aventurando-se ainda mais pelo caminho, Baba e os seus amigos vigilantes encontraram as duas raparigas. Baba, o mais novo do grupo, ficou para trás enquanto os seus amigos tomavam conta da situação. "Eles usaram a minha faca para cortar as cordas", disse ele.

Ouvi as raparigas a chorar e a dizer aos outros que elas haviam sido violadas e deixadas ali. Elas tinham estado com as outras raparigas de Chibok, todas levadas da escola a meio da noite por parte de homens armados com uniformes de soldados. Não havia muito que nós pudéssemos fazer. Elas não queriam falar com homem algum. Tudo o que poderíamos fazer era colocá-las dentro do veículo e levá-las para a polícia de segurança em Damboa. Elas não queriam falar; elas apenas se agarraram umas às outras e choraram.

Fonte

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O mundo viu recentemente um vídeo com dezenas de raparigas raptadas a professar a sua "nova fé" no islamismo. Porque é que estas raparigas haveriam de se converter ao islão, a religião que permite que os homens tomem cativas de guerra e as violem (tal como Maomé fez com uma mulher judia depois de invadir Khaybar e matar várias pessoas, para além de torturar Kinana, o tesoureiro local, como forma de saber a localização do ouro da tribo)?


Elas "converteram-se" ao maometanismo esperando com isso que os seus raptores maometanos parassem de as abusar sexualmente e de as torturar. Aquelas que se recusaram, foram violadas, espancadas quase até à morte e deixadas como mortas por baixo do sol da Nigéria.

Esta é a versão do islão que se encontra no Alcorão, na hadeeth, na sunnah e em todas as fontes islâmicas autoritárias. Em caso de dúvida, perguntem aos líderes do Boko Haram quem lhes serve de exemplo.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Muçulmanos raptam estudantes para servirem de escravas

O sequestro de mais de uma centena de alunas da escola Chibok, no nordeste da Nigéria, é o mais recente episódio de um fenómeno cada vez mais evidente e dramático.

«Não foi pedido nenhum resgate e o mais provável é que as jovens tenham sido levadas para serem exploradas como escravas», afirmou o padre Timothy Cosmas, responsável pela Comissão Justiça e Paz da diocese de Maiduguri, a região onde ocorreu o rapto.

Segundo o sacerdote, citado pela agência Misna, no estado de Borno, verificaram-se pelo menos três sequestros de estudantes, no último ano. Militantes do Boko Haram mataram os homens, incendiaram as casas e levaram as raparigas. Agora, além de destruírem dezenas de casas em Chibok, os extremistas entraram na escola e fizeram reféns mais de 100 jovens.

«Eles atacaram a escola porque consideram que o modelo de instrução ocidental é contrário aos princípios do Islão, mas também porque podiam capturar um grande número de pessoas ao mesmo tempo», testemunhou o sacerdote, sublinhando que os sequestradores chegaram ao estabelecimento em camiões, na noite de segunda-feira, 14 de Abril, e apanharam as jovens no dormitório.


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Este é um costume islâmico aprovado pela sua religião visto que o próprio Maomé invadiu os Judeus de Khaybar, matou várias pessoas e tomou uma das mulheres Judias como sua "esposa" (violando-a no próprio dia em que ele matou o marido, o pai e o resto da família).

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos. 

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433
Isto é, os maometanos estavam relutantes em violar as mulheres na presença dos seus maridos, mas Maomé/Alá "revelou" uma ayah que descançou a consciência dos mujahedin.

Sempre bom ter um "deus" que está sempre pronto a legalizar as paixões sexuais dos homens muçulmanos.
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sábado, 11 de janeiro de 2014

A coragem de Aitazaz Hassan Bangash

Um rapaz de 14 anos está a ser qualificado de herói no Paquistão por ter enfrentado um bombista suicida, e ter morrido à porta do portão principal - salvando os colegas da escola que se encontravam reunidos para as actividades matinais.

Segundo o que o primo do rapaz disse à CNN, Aitazaz Hassan Bangash ia a caminho da "Ibrahimzai School" no distrito de Hangu, na província de Khyber Pakhtunkhwa, quando o bombista, vestido com o uniforme escolar, lhe perguntou onde era a escola. Aitazaz e o seu primo Musadiq Ali Bangash suspeitaram do bombista, e este último acrescentou:

Os outros estudantes recuaram mas Aitazaz confrontou o bombista, tentando agarrá-lo. Durante o confronto, o bombista entrou em pânico e detonou a bomba. 

Rajab Ali, que também testemunhou o ataque, disse à CNN que viu Aitazaz a atirar uma pedra de grandes dimensões a um rapaz que tentava entrar na escola. A detonação ocorreu quando Aitazaz agarrou o bombista. Ele e o bombista morreram no local, e testemunhas presentes no local disseram que a explosão lesionou duas outras pessoas.

Iftikhar Ahmed, oficial da polícia do distrito de Hangu, confirmou os detalhes à CNN.

Hangu é um distrito problemático que faz fronteira com as áreas tribais do Paquistão, e que se encontra afligido por imensa guerra sectária (com ataques direccionados aos Xiitas e aos Sunitas).

Musadiq, primo de Aitazaz, disse que, "Foi um grande sacrifício salvar as vidas de centenas de estudantes, tanto Xiitas como Sunitas, que estavam juntos na reunião matinal." Aitazaz deixou para trás o pai, Mujaad Ali Bangash (um funcionário), o seu irmão mais velho, Mustajab Hassan Bangash (estudante no Paquistão), e três irmãs.

Residentes locais, tais como Nawah Khan, estão a desenvolver esforços de modo a que Aitazaz receba um prémio póstumo pela sua coragem:

Ele salvou a vida de centenas de estudantes e merece mais reconhecimento que Malala Yousafzai.

Os Paquistaneses estão a compará-lo com Malala, a rapariga que foi vítima de um ataque levado a cabo pelos Talibãs em Outubro de 2012 por promover a educação para todos os rapazes e todas as raparigas.

Os Paquistaneses estão a usar os média sociais para louvar a sua coragem, com pessoas do Twitter a pedir que se use a hashtag #onemillionaitzazs ou simplesmente #aitzaz, e apelando para que o seu heroísmo seja reconhecido com um prémio.



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A guerra sectária entre os maometanos é um lembrete bem forte de que se eles não se respeitam mutuamente, muito dificilmente eles respeitarão os kuffars.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A jihad contra os universitários

Terroristas maometanos atacaram uma universidade agrícola pela calada da noite, matando dezenas de estudantes enquanto eles se encontravam a dormir nos seus dormitórios. Para além disso, e num gesto que se torna cada vez mais comum na Nigéria devido à revolta em curso no nordeste do país, os terroristas incendiaram salas de aulas.


Molima Idi Mato, reitor da "Yobe State College of Agriculture" afirmou à Associated Press que o número de mortos pode atingir os 50 estudantes, num ataque que teve início por volta da uma da madrugada. Ele afirmou ainda que não podia ainda dar o número certo de mortos porque as forças de segurança se encontravam ainda a recoler os corpos.

Os outros 1,000 alunos inscritos abandonaram as instalações da universidade que se encontra a cerca de 40 quilómetros a norte dum local escolar onde também ocorreram ataques (perto de Damaturu).

Segundo Mato, não havia forças de segurança dentro da universidade, apesar das garantias do governo. Há cerca de duas semanas atrás, Mohammmed Lamin (comissão estatal para a educação) convocou uma conferência de imprensa apelando a todas as escolas que voltassem a abrir e prometendo protecção por parte de soldados e forças policiais.

A maior parte das escolas desta área fecharam depois de terroristas maometanos terem morto 29 alunos e um professor num ataque que ocorreu no dia 6 de Julho em Mamudo, perto de Damaturu. Segundo se sabe, algumas das vítimas foram queimadas vivas no local.

O nordeste da Nigéria encontra-se num estado de emergência militar devido à revolta levada a cabo pelo grupo terrorista maometano com o nome de Boko Haram. Este grupo é responsável pela morte de pelo menos 1,700 pessoas inocentes desde que anunciaram a sua jihad em favor da criação dum estado islâmico.

"Boko Haram" em português significa algo do tipo "a educação não-islâmica é proibida".


Fonte: http://arabnews.com/news/466176

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Os grupos terroristas muçulmanos são os mesmos covardes de sempre: em vez de enfrentarem exércitos armados e bem preparados, os muçulmanos lançam as suas ofensivas de "guerra" cobardes contra mulheres, crianças e pessoas indefesas. Aparentemente, o seu deus Alá não se sente confiante para enfrentar homens armados.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Líder de grupo radical justifica massacre em escola nigeriana

Kano - O líder do grupo radical islâmico nigeriano Boko Haram, Abubakar Shekau, justificou hoje (sábado) o massacre de 06 de Julho numa escola no noroeste do país, mas sem reivindicá-lo, num vídeo obtido pela AFP.
    
"Nós damos todo o nosso apoio ao ataque a este estabelecimento de educação ocidental em Mamudo", no estado de Yobe, declarou num vídeo de dez minutos, referindo-se ao massacre de 41 alunos e um professor (segundo um registo estabelecido por fontes médicas).
              
Contudo, Abubakar Shekau afirmou que o seu grupo não é o responsável pela morte dos estudantes.
              
Num momento raro, o chefe radical chegou a se expressar em inglês - por alguns segundos no fim da sua mensagem-, assegurando mais uma vez que o Ocidente quer destruir o Islão.
              
No vídeo, líder islâmico afirma que todos os "estabelecimentos de educação ocidentais" são parte de "um complô” contra o Islão.
              
O nome do seu movimento, "Boko Haram', significa "a educação ocidental é um pecado".
              
Os ataques efectuados pelo grupo Boko Haram e as medidas de respostas das autoridades nigerianas causaram mais de três e 600 mortes desde 2009 e a crueldade desse novo massacre provocou grande indignação em todo o país.
       
Segundo fontes médicas, o ataque ao colégio de Mamudo causou 42 mortos, mas o exército faz um balanço de 21.
             
Homens armados reuniram alunos, professores e funcionários do estabelecimento num dormitório antes de lançarem explosivos e dispararem contra eles, segundo testemunhas.
             
Esse foi o terceiro ataque contra uma escola da região desde 16 de Junho.


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terça-feira, 18 de junho de 2013

Será que os terroristas sofrem de baixa auto-estima?

Segundo um plano de estudo online feito para os estudantes secundários duma escola da Flórida, o que leva os muçulmanos a entrar em grupos terroristas e a matar em nome da sua religião é a baixa auto-estima e a vontade de se sentir integrado.

O curso de História Mundial com o nome de “Invisible Warfare” — oferecido pela "Florida Virtual School", a primeira escola pública online do país com alcance em todo o estado - começa  perguntando aos alunos "o que lhes vem à mente" quando consideram o conceito do fundamentalismo, e o que os motiva a pensar no termo dentro dum contexto religioso.  Mais tarde o curso define o terrorismo como o acto de usar o medo ou a violência como forma de atingir certos fins políticos ou religiosos.

Segundo o plano escolar, "Traços comuns que os psicólogos encontraram nos terroristas são o facto de gostarem de correr riscos e o facto de muitos sofrerem de baixa auto-estima."

Por vezes, juntar-se a um grupo terrorista fornece a estes indivíduos um sentimento de pertença.

Nesta mesma lição, mas numa secção anterior, é dito aos alunos para considerar como "este tipo de fundamentalismo" afectou o islão, notando como alguns grupos fundamentalistas islâmicos reinterpretaram a palavra "jihad" - que significa "luta" em árabico - de modo a significar "guerra santa" contra os não-muçulmanos.

Alguns críticos tais como a Global Dispatch alegaram que a transição do Cristianismo para o islão dentro do plano de estudo "pode implicar de modo suave que o Cristianismo pode estar a afectar (e desde logo a causar) o extremismo muçulmano."  O plano diz:

Por exemplo, algumas passagens da Bíblia podem justificar a matança de homens , mulheres e crianças de uma forma difícil de entender hoje em dia. Será que alguém apoiaria uma coisa destas hoje? Como é que reagirias a alguém que insistisse que estas crenças eram fundamentais para o Cristianismo?"

Fonte

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Pobres terroristas. Se apenas eles se sentissem melhor com as suas vidas, eles não andariam por aí a matar tanto, a roubar tanto, a decapitar tanto, e a levar a cabo tantos ataques terroristas. 

O facto de pessoas de todas as confissões religiosas também terem os seus momentos de baixa auto-estima mas mesmo assim não levarem a cabo ataques terroristas parece ser algo que não foi levado em conta pelas pessoas que levaram a cabo o plano de estudo aludido em cima.


A verdade dos factos é que há algo dentro do islão que motiva os muçulmanos a levar a cabo estes actos destrutivos.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Terroristas muçulmanos baleiam menina de 14 anos.

Malala Yousafzai, uma menina paquistanesa de 14 anos, rosto da luta pelo direito das mulheres à educação, foi, esta madrugada de quarta-feira, baleada no pescoço e na cabeça por extremistas talibã, numa altura em que ia a caminho da escola.






Residente no vale de Swatt, no Norte do Paquistão, zona do país onde, apesar dos esforços do exército para manter a segurança, têm sido os talibãs a impor a lei da tradição, Malala está agora numa cama de hospital da localidade onde vive, tentando sobreviver ao atentado.




Malala Yousafzai ficou famosa quando, aos onze anos, decidiu erguer a sua voz contra o encerramento das escolas para raparigas imposto pelos talibãs, devido ao sonho de ser, um dia, médica. Filha de um director de uma escola privada, Malala rapidamente se tornou num dos rostos opositores para os talibãs, que esta manhã procuraram impor o silêncio da jovem, pela força.

Quer o presidente, quer o primeiro-ministro do Paquistão, vieram já a público condenar o atentado

( http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=595912 )..

sábado, 31 de dezembro de 2011

Judeu nomeado para director de escola islâmica

Era bom, não era? Nada disso aconteceu. O que aconteceu foi que um maometano foi nomeado para director duma escola Católica. Se isto não é desrespeito, então não sei o que qualifica de desrespeito.

Para os Católicos da Malásia, a escolha dum malaio muçulmano para director do prestigioso "SMK Convent Bukit Nanas CBN" sublinha a tendência preocupante de desrespeitar as contribuições e os direitos da Igreja no país, assegurou o arcebispo de Kuala Lumpur Tan Sri Murphy Pakiam , depois do novo director Datin Seri Zavirah Mohd Shaari chegar de surpresa no centro Católico.

Fonte

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Muçulmanos lançam ataque bombista numa escola para raparigas

Um ataque bombista numa escola para raparigas no noroeste do Paquistão matou um polícia, feriu 8 e destruiu uma parede. A bomba controlada via remota foi plantada na parte externa da parede da escola governamental nas redondezas de Mardan, na conturbada província de Khyber Pakhtunkhwa (perto do Afeganistão).

A bomba explodiu depois da polícia chegar ao local para investigar queixas da presença dum saco suspeito perto da escola, que estava fechada na altura.

Zeshan Haider, Mardan chefe policial em disse o seguinte à AFP:

Um polícia foi morto e 8 outras pessoas, incluindo 5 civis, ficaram feridas.
Três polícias ficaram também feridos mas nenhuma aluna sofreu mazelas.

Haider disse que o alvo era a escola.

Militantes islâmicos não aprovam a educação fornecida às raparigas e devido a isso, já destruíram varias escolas, na sua maioria escolas femininas. Aparentemente Alá não gosta quando as mulheres estão informadas.

Cuidado, jovens! Demasiado conhecimento pode colocar um alvo nas vossas testas.


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