MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 26 de abril de 2015

Malásia: muçulmanos atacam igreja por esta ter uma cruz

Por Raymond Ibrahim

No dia 19 de Abril deste ano (2015), um grupo de muçulmanos composto sensivelmente por 50 pessoas manifestou-se e protestou contra uma pequena igreja Protestante em Kuala Lumpur, capital do país. O motivo da raiva islâmica era a cruz que se encontrava no topo do edifício - que entretanto foi removida durante o protesto islâmico.

Os manifestantes afirmaram que a cruz, símbolo central do Cristianismo, representava "um desafio ao islão", e poderia "influenciar a fé dos mais novos". O irmão dum inspector-general da polícia encontrava-se entre os líderes do protesto.

Um crescente número de Cristãos e de muçulmanos seculares está a manifestar as suas vozes de preocupação contra os crescentes sinais de intolerância religiosa num país que é visto como um exemplar "nação islâmica moderada".

Apesar dos protestos, os líderes Cristãos apelaram para que não fossem tomadas medidas legais contra os manifestantes - e apelaram aos Cristãos que "dessem a outra face".

O Pastor Datuk Jerry Dusing, líder da Igreja Evangélica de Borneo, disse que seria "contraproducente penalizar a ignorância com acções legais contra os manifestantes. A humilhação só gera mais ódio". Ele inocentemente acrescentou:

Estamos confiantes que se os manifestantes entendessem o verdadeiro significado da cruz, eles iriam olhar para ela como símbolo do amor e da misericórdia de Deus. A cruz não é um desafio a qualquer pessoa..... Acreditamos que é importante promover um maior entendimento entre todos os Malaios.

Olhemos para um futuro onde possamos construir um diálogo e uma harmonia religiosa na nação.

- http://goo.gl/3KkQba

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Para se saber qual é o propósito das mesquitas no Ocidente, basta ver o que os maometanos pensa das igrejas nos países islâmicos. Se a cruz é um símbolo que "desafio" o islão, então o que dizer dos minaretes nos países ocidentais? Se a cruz pode "influenciar a fé dos mais novos", pode-se dizer o mesmo de todos os símbolos islâmicos espalhados no Ocidente?

A melhor forma de lidar as minorias muçulmanos no Ocidente é dando-lhes o mesmo tratamento que os muçulmanos dão aos Cristãos nos países islâmicos.

sábado, 13 de setembro de 2014

Jihad sexual para honra de Alá

Oficial do serviços secretos da Malásia disse numa entrevista que três mulheres do seu país, aparentemente simpatéticas com o EIIL, alegadamente viajaram para o Médio Oriente para se oferecerem sexualmente aos militantes. O oficial, que falou sob condição de anonimato, afirmou ainda:

Acredita-se que estas mulheres se ofereceram para um papel de conforto sexual para os combatentes do EIIL.... Este conceito pode parecer controverso, mas o mesmo emergiu por aqui à medida que as mulheres vão mostrando simpatia pelo EIIL

A assim-chamada jihad al-nikah, que permite  relações sexuais extra-maritais com múltiplos, é considerado como forma legítima de guerra santa por parte dos marginais Salafitas Sunitas.

Informação secreta trocada entre os vários países revelou que as mulheres muçulmanas sunitas da Austrália e do Reino Unido também se juntaram ao EIIL. Oficiais dos serviços secretos Australianos revelaram que mais de 100 muçulmanas Australianas se encontram na Síria junto do EIIL.

Embora notícias de mulheres muçulmanas, incluindo algumas provenientes, a dirigirem-se para a Síria para a jihad al-nikah já circulem desde o final de 2013, estas notícias são as mais recentes em torno deste tipo de jihad.

O oficial declarou que uma das mulheres se encontrava no final dos seus anos 30 e outra nos seus 40. A Malásia revelou inicialmente que mais de 30 Malaios podem ter viajado para o Médio Oriente para se juntarem ao EIIL.


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Durante os dias de Maomé, um homem muçulmano podia pagar a uma mulher de modo a "casar-se temporariamente" com ela; este "casamento" poderia durar algumas horas, dias, semanas ou meses (dependendo do acordo). Muitos maometanos actuais alegam que Maomé eventualmente mudou a sua opinião em relação a esta práctica claramente imoral, e que o "casamento" mut'ah encontra-se agora proibido pelo islão. (Algumas fontes islâmicas sugerem isso mesmo).

Mas estes maometanos actuais nunca chegam a mencionar o facto das fontes islâmicas mais fiáveis nunca declararem que Maomé proibiu o Mut'ah. Por exemplo, a passagem presente na colecção de tradições com o nome de Sahih Muslim afirma que os muçulmanos se encontravam a practicar o Mut'ah bem para além do tempo de Maomé:

Sahim Muslim 3248 - Ibn Uraij reportou: 'Ati' reportou que Jabir b. Abdullah veio para levar a cabo a reza 'Umra, e nós viemos até ao sítio onde ele estava, e as pessoas perguntaram-lhe algumas coisas, e ele mencionou o casamento temporário. Ele disse também: 'Sim, nós temos vindo a beneficiar com este casamento temporário desde o tempo do santo profeta, e durante o tempo de Abu Bakr e 'Umar [respectivamente o 2ª e o 3ª califa].

Algumas hadith alegam que foi Umar, e não Maomé, quem proibiu o Mut'ah:

Sahih Muslim 3250 - Abu Nadra reportou: Durante o tempo em que estive com Jabir b. Abdullah, houve uma pessoa que veio ter com ele e disse que Ibn 'Abbas e Ibn Zubair tinham uma divergência de opinião nos tipos de Mut'a (Tamattu' de Hajj 1846 e Tamattu' com as mulheres); foi então que Jabir disse: Era comum nós fazemos isto quando o mensageiro de Alá se encontrava vivo, mas Umar proibiu-nos de fazer isto, e como tal, nós não voltamos a fazer.

Segundo Sahih Bukhari (a colecção de ahadith mais fiável dentro do islão sunita),  Mut'ah justifica-se com o próprio Alcorão. Consideremos o verso seguinte do Alcorão:

Ó fiéis, não malverseis o bem que Alá permitiu e não transgridais, porque Ele não estima os perdulários. ~ Alcorão 5:87

Reparem na forma como este versículo foi usado por Maomé:

Sahih Bukhari 5079 - Era comum nós participarmos em batalhas santas liderados pelo mensageiro de Alá, e nós não tínhamos nada (nenhum esposa) connosco. Foi então que dissemos, "Devemos nos castrar?! Ele [Maomé] proibiu-nos e permitiu que nos casássemos temporariamente com uma mulher, dando até um pedaço de roupa; depois disto ele recitou para nós: Ó fiéis, não malverseis o bem que Deus permitiu" (5:87).

Portanto, os homens muçulmanos que queiram contratar prostitutas podem pura e simplesmente ressalvar que tanto o Alcorão (a palavra de Alá) como Maomé (o último profeta do islão) permitiram a prostituição, e que muçulmanos posteriores (tais como Umar) não podem anular o que Alá e Maomé revelaram. Aparentemente algumas mulheres maometanas acreditam nisto, e acreditam que elas podem agradar a Alá permitindo que os seus corpos sejam usados por vários jihadistas.


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Jihad contra o chocolate

Os muçulmanos da Malásia afirmaram, em conferência de imprensa, que querem uma 'jihad' contra a marca de chocolates Cadbury, pois foram encontrados vestígios de ADN de porco em duas qualidades diferentes de chocolates do fabricante, avança a imprensa internacional.


Vários grupos de muçulmanos residentes na Malásia manifestaram-se a favor de um boicote nacional a todos os produtos da chocolateira britânica Cadbury, noticia a imprensa internacional. As associações reclamam que a multinacional está a tentar “enfraquecer” os muçulmanos.

Numa conferência de imprensa, vários porta-voz dos mesmos grupos (que incluem ‘Muslim Consumers Association of Malaysia’, ‘Perkasa’, ‘Pertubuhan Kebajikan Darul Islah Malaysia’, ‘Ikatan Muslimin Malaysia’ e ‘Halal Muslim Entrepreneurs Association’) queixaram-se que a fabricante inglesa “ultrapassou as marcas” ao vender produtos com vestígios de ADN de porco (foram encontrados vestígios em duas qualidades de chocolate da chocolateira).

Eles traíram os muçulmanos quando puseram elementos ‘proibidos’ na comida que pomos nos nossos corpos, para nos enfraquecer. É por isso que os muçulmanos estão fracos e divididos”, sublinhou um responsável do grupo ‘Perkasa’.

Outros responsáveis afirmaram que as “doenças sociais e da alienação da religião” dos muçulmanos a viver na Malásia são, em grande parte, derivadas do consumo de comida “proibida”.

As pessoas que comem porco são difíceis de guiar pelo caminho certo. Quando chegar o dia do julgamento final, essas pessoas vão ter caras de porco em função do que comeram”, afirmaram.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

A camisola proibida

O pequeno vendedor tinha todas as camisolas das equipas presentes no Europeu à venda no Sábado passado, excepto a camisola da selecção portuguesa.
Não temos permissão para vender a camisola porque tem há uma cruz nela. . . . . . Eu ainda gosto de Portugal e vou torcer por eles, mas nós somos um país islâmico e como tal não queremos enervar as pessoas.
Embora não esteja oficialmente banida do país, vários clérigos muçulmanos vocalizaram já as suas preocupações em torno da camisa por esta ter uma enorme cruz na parte frontal - ressalvando a fé Católica de Portugal.

Mas na Malásia, os símbolos encontram-se frequentemente sob ataque por parte dos líderes religiosos muçulmanos. No entanto, um fã, que voltou recentemente da Tailândia, usa a sua camisola do Ronaldo com orgulho:

Não me interessa o que eles dizem. Isto é apenas futebol e não religião.
A camisola portuguesa não é a única a ser retirada das prateleiras. O Brasil, que tem exibe outra cruz enorme, viu a camisola da sua selecção a ser impedida pelos clérigos. O Manchester United, o clube mais popular do mundo, também gerou a ira dos clérigos neste país do sul da Ásia devido à sua alcunha: os Diabos Vermelhos.

Apesar do clube de Old Trafford ter cerca de 81 milhões de seguidores na Ásia (estimativa), um clérigo disse:

Tu estás a promover o diabo.
Outro clérigo acrescenta:
Isto é muito perigoso. Como muçulmanos, nós não deveríamos adorar símbolos das outras religiões ou os diabos. Isto vai corroer a nossa crença no islão. Não há qualquer motivo para nós, como muçulmanos, usarmos estas camisolas, quer seja por motivos desportivos quer seja por motivos de moda.
De qualquer forma, os malaios preparam-se para o torneio continental Europeu e um grande número já está a escolher as camisolas da sua equipa favorita . Um vendedor afirma:
Estamos a conseguir vender a maioria delas por causa do torneio, e como tal, isto é bom para o negócio.
Excepto para os fãs de Portugal.

Fonte

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Se nós no ocidente fizéssemos o mesmo em relação aos símbolos islâmicos, seríamos classificados de "racistas" (embora ser muçulmano não seja pertencer a um grupo étnico) e "preconceituosos". No entanto, quando os maometanos fazem isso, ninguém diz nada.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Judeu nomeado para director de escola islâmica

Era bom, não era? Nada disso aconteceu. O que aconteceu foi que um maometano foi nomeado para director duma escola Católica. Se isto não é desrespeito, então não sei o que qualifica de desrespeito.

Para os Católicos da Malásia, a escolha dum malaio muçulmano para director do prestigioso "SMK Convent Bukit Nanas CBN" sublinha a tendência preocupante de desrespeitar as contribuições e os direitos da Igreja no país, assegurou o arcebispo de Kuala Lumpur Tan Sri Murphy Pakiam , depois do novo director Datin Seri Zavirah Mohd Shaari chegar de surpresa no centro Católico.

Fonte

terça-feira, 17 de maio de 2011

Malásia: Líder islâmico diz que Cristãos fazem exigências irracionais

Os Cristãos deveriam ser cautelosos quando fazem exigências descabidas tais como querer que Bíblias sejam impressas na língua "Bahasa Malaysia". Quem afirmou isto foi Datuk Ibrahim Ali.

O presidente do grupo dos direitos dos malaios afirma que, não só tem sido paciente "por demasiado tempo" como também permitiu que os não-malaios fizessem exigências excessivas.

  1. "Quantos malaios são Cristãos? Porque é que tem que ter Bíblias na língua bahasa? Porque não usar o bahasa iban ou o kazadan?"
Se os muçulmanos podem construir mesquitas um pouco por todo o mundo, segundo os princípios da liberdade religiosa que o ocidente defende, porque é que os Cristãos não podem traduzir a Palavra de Deus para a língua que eles bem entenderem?

Isto é uma questão segurança nacional . . . . Nós os malaios temos sido demasiados bondosos. Quero lhes fazer lembrar que não devem se exceder nas suas exigências.
Obrigado, sr Ibrahim. Agora vire o disco e diga o mesmo às exigências supremacistas que os seus correlegionários fazem por todo o mundo não muçulmano.

O sr Ibrahim diz ainda:

Eles [os Cristãos] não são a maioria neste país.
Portanto, se os Cristãos fossem a maioria ma Malásia, então já não haveria problemas em fazer traduções da Palavra de Deus nos idiomas que o sr Ibrahim pensa serem proibidas de conter uma Tradução da Bíblia?

Se isso é assim, então como os muçulmanos não são a maioria no ocidente, talvez seja a hora deles pararem com as suas exigências genuinamente descabidas.


É esta hipocrisia que é verdadeiramente irritante. Os muçulmanos no ocidente e em Israel possuem direitos que na esmagadora maioria das vezes não lhes são concedidos nos países islâmicos. No entanto, quando Cristãos querem traduzir a Palavra do Verdadeiro Deus para os nativos malaios, os muçulmanos já não gostam.

Sim, os Cristãos não são a maioria na Malásia. E depois? Os direitos dum ser humano não são adquiridos quando ele tem muitas pessoas que pensam como ele ao seu lado, mas sim no momento da concepção.

Proponho ao sr Ibrahim que entre em contacto com os muçulmanos Europeus e lhes diga para pararem de exigir acomodação até eles serem a maioria por cá. Só aí é que eles vão ter direitos.


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