MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Futebol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Futebol. Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de outubro de 2014

Fábio - o jihadista que queria ser estrela da bola

Por Hugo Franco e Raquel Moleiro

FR7. A sigla que usava nas redes sociais quando era adolescente diz tudo sobre o seu sonho: Fábio queria jogar futebol, ser profissional, um Cristiano Ronaldo saído dos subúrbios da Grande Lisboa, um avançado de talento apurado nos vários clubes de bairro que frequentou ao longo da Linha de Sintra. Não ficava muito tempo em cada um, era brigão, inconformado, impaciente. Queria mais.

Queria ser como o craque, seguir-lhe os passos de chuteiras. Tinha o estilo 'jogador da bola' - cabelo encaracolado à David Luiz, físico de modelo - mas o talento não entusiasmou nenhum olheiro. Em 2011, aos 19 anos, deu o salto, emigrou para Londres, sozinho, com a ambição de jogar na Premier League. Era o tudo ou nada. Tornou-se um dreamchaser, caçador de um sonho, mas no fim foi ele o apanhado na rede de captação de jihadistas para a Síria.

Em dois anos converteu-se ao islamismo, radicalizou-se e casou-se com uma portuguesa: Ângela, cuja história o Expresso revelou na última edição. A cronologia desses dias constrói-se com os relatos de amigos e familiares, que conversaram com o Expresso. Nenhum quis ser identificado. E começa no apartamento, onde alugou um quarto, no bairro de Leyton, na zona oriental de Londres, morada de uma das maiores comunidades muçulmanas do Reino Unido. E adensa-se num ringue de Muay Tai, no ginásio de uma organização de solidariedade social destinada a integrar jovens através das artes marciais. Fábio não tinha emprego e apenas jogava futebol em clubes amadores, à experiência. Passava ali muito tempo.

Entre o bairro e o ginásio construiu um novo grupo de amigos. E tornou-se mais próximo de três deles, portugueses, irmãos, entre os 25 e os 29 anos. Como ele, tinham crescido na Linha de Sintra, a poucos quilómetros uns dos outros. Como ele, tinham raízes em Angola. Mais velhos, conhecedores de Londres, tornaram-se uma referência. Ao contrário dele, eram muçulmanos, convertidos há uma década. Mas essa diferença acabou por se esbater.

Fábio chamava-lhes irmãos. E recebia deles companhia, apoio, alimentação, até dinheiro. As conversas passavam muito pelo Islão e o futebolista começou a interessar-se. Nunca fora religioso, mas convenceram-no a ler o Corão, a perceber o Islão. A geografia ajudou à mudança. Moravam todos perto de uma mesquita há muito referenciada pelas autoridades britânicas por incitar ao extremismo e apoiar financeiramente o conflito na Síria. Foi aí que os três irmãos se tornaram muçulmanos. E rapidamente, também Fábio começou a falar em conversão. O fim de um namoro e a desilusão do futebol deixaram-no sem rumo. Fez treinos de captação em vários clubes e até integrou um clube britânico amador, de caça-talentos, mas sem sucesso. Voltar para Portugal não era opção. Recrutá-lo para a Jihad (guerra santa) foi só mais um passo.

Os amigos e familiares não-muçulmanos começaram a estranhar as conversas. Denegria a religião católica, citava versículos do Corão, rezava e até elogiava quem ia lutar como mujahid para a Síria. "O miúdo rebelde tornou-se um miúdo radical", lamenta uma pessoa próxima de Fábio.

De Fábio para Abdu

Março de 2013 foi o mês da mudança. No início o ego estava em alta. Dia 3, no Twitter, escrevia: "Talento? Eu tenho... Herdei-o das minhas raízes. Plantei a semente, agora colho os frutos". A cada jogo um novo tweet: "A maratona para me tornar uma lenda continua". Mas a meio do mês começou o desânimo: "Preciso de uma mudança". Dia 31, escreve pela última vez nesta rede social: "Tomei a decisão da minha vida". Em Outubro surge no Facebook já na Síria, e com um novo nome árabe: Abdu. "Cheguei há duas semanas a Shaam [Grande Síria], Alhamdulillah, este país é maravilhoso. A Jihad é a única solução para a Humanidade."

Dois dos três irmãos da linha de Sintra viajaram com ele. Continuam todos lá. Ao grupo juntou-se outro português, algarvio, 28 anos, actualmente afastado da frente de combate: foi ferido com gravidade nas pernas. Todos eles fazem parte do contingente de 10 a 15 jihadistas com passaporte português que têm combatido nas fileiras do Estado Islâmico (EI), na Síria e no Iraque (ver texto ao lado).

Até ao início deste ano, a família não sabia do paradeiro de Fábio. Descobriram, por acaso, a sua página de mujahid nas redes sociais. O rapaz da linha de Sintra que queria ser estrela de futebol integrava agora a brigada Kataub al Muhajireen do EI, constituída por combatentes de países ocidentais, como a Grã-Bretanha, França, Espanha e Alemanha. Abdu aparece de cara descoberta, sorridente, armado, a bandeira preta e branca do EI a surgir em quase todas as fotografias.

Foi um choque para quem o viu crescer. "Estamos muito preocupados com a vida dele. Queremos que ele volte para casa", desabafou ao Expresso um familiar. Contactá-lo não tem sido fácil. O Facebook tem sido a única janela de acesso. Entre comentários de extremistas islâmicos a exaltar os feitos de Abdu na frente de guerra, surgem lamentos em português da mãe e da tia: "Responde à minha mensagem Fábio" ou "Estou muito preocupada meu sobrinho. Bj saudades".

Em Abril deste ano, o Expresso conseguiu conversar com ele através do chat do Facebook. Nunca confirmou ser português. "Não se trata de nacionalidades. A partir do momento em que se aceita o Islão seguimos os desígnios de Alá. Nessa altura percebemos que não há razão para não vir [para a Síria]". Sempre em inglês fluente, quis apenas falar do Islão, da guerra santa e da decadência do Ocidente, sempre em tom de censura, de acusação. "Alá sabe o que vai no coração de todas as criaturas. Ele criou-nos a todos. Portanto, se pretendem mentir sobre os homens que abandonam as suas casas e famílias para dar as suas vidas em nome das pessoas oprimidas, por favor mudem as vossas intenções."

Durante a conversa, o jovem combatente respondeu várias vezes com excertos do Corão. Sobre ele e sobre o local onde se encontrava nada disse: "Isso é confidencial". Mas o acompanhamento da sua actividade nas redes sociais desde Outubro de 2013 permite traçar o percurso do português no Médio Oriente: ficou primeiro em Damasco, depois foi para Alepo, agora está em Raqqa, no norte da Síria, entre a Turquia e o Iraque, a primeira cidade que os radicais islâmicos tomaram a Bashar al-Assad.

A cada post - e são muitos e frequentes - revela o seu radicalismo: exalta o atentado do 11 de Setembro ("Lembramos à América o que aconteceu às suas preciosas torres"), exibe as suas armas de guerra ("Fui ao toys'r'us e arranjei um novo brinquedo") e deixa-se fotografar ao lado dos companheiros de combate, como o rapper alemão Deso Dog, que se transformou na estrela da Jihad Abu Talha al-Almani: ou Abu, um dos irmãos portugueses que o converteram ao Islão.

Há menos de um mês, Abdu subiu mais um degrau na sua vida consagrada ao Islão: aos 22 anos casou-se com uma mulher muçulmana. Umm, 19 anos, chegou à Síria no início de Agosto, o rosto coberto por um niqab preto, que só deixa a descoberto os olhos escuros. Nunca se tinham visto antes. O namoro e o noivado fizeram-se online, ela em frente a um computador na Holanda, nos arredores de Utrech; ele em Raqqa. Em comum descobriram o radicalismo islâmico, a oposição ao Ocidente e a nacionalidade portuguesa. Umm nasceu Ângela, filha de um casal de emigrantes alentejanos, também ela a única muçulmana da família, também ela convertida em tempo recorde influenciada pelos amigos.

A 10 de Agosto, a lusodescendente aproveitou a ausência da mãe e fugiu. Agora vive com Abdu numa zona residencial juntamente com vários casais ocidentais, da Holanda, Inglaterra e Alemanha. Só sai de casa com autorização do marido e vai às compras, ao mercado, armada com uma pistola de 9mm. A sua página do Facebook é uma janela para o dia a dia do casal de jihadistas portugueses: desmente o cenário da guerra, descreve ruas cheias de gente e crianças que brincam, exalta a felicidade de viver de acordo com a lei islâmica. Não há medo, as bombas são oportunidades para serem mártires por Alá. E confessa o desejo de ser mãe quanto antes.

Esse passo poderá ter de esperar. Na foto que Abdu pôs esta semana na sua página pessoal, o muhajid surge de corpo inteiro, ar sério, a segurar uma bebida energética. Em jeito de legenda, alguém o localiza em Mossul. Fábio foi para o Iraque lutar pelo califado.

Fonte

.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Jihadista "alemão" morre na Siria.


Burak Karan, de 26 anos, jogou nos escalões inferiores da selecção Alemã ao lado de estrelas como Sami Khedira e Kevin-Prince Boateng, mas segundo a "Focus Magazine", em 2008, com 20 anos, ele abandonou o desporto e voltou-se para o islão.

Depois da conversão, e bem mais tarde, ele viajou para a Síria para se juntar aos rebeldes maometanos que lutam contra o Presidente Bashar Al-Assad onde, segundo confirmou o seu irmão ao jornal Bild, ele foi morto por uma bomba.

A sua esposa de 23 anos e os seus dois filhos (um com 3 anos e outro com 10 meses) viajaram também para a Síria com ele, onde se crê que eles ainda lá estejam.

Apareceu no YouTube um vídeo caracterizando-o como um soldado rebelde envolvido no conflito e alegando ser ele. Mas o seu irmão disse que ele fazia questão de descartar isto. "O vídeo está em arábico. Burak queria aprender a falar a língua de um modo perfeito, mas não conseguia," disse o irmão ao Bild. "Ele não queria lutar," disse ele. Em relação às fotos de Karan com uma arma na mão, ele disse:

Ele só estava armado para proteger os seus veículos.

Burak disse-me que o dinheiro e a carreira profissional não eram importantes para ele.

Mustafa acrescentou ainda que com relativa frequência o seu irmão faria buscas na internet procurando vídeos de palcos de guerra. "Ele estava confuso e cheio de tristeza pelas vítimas."

As entidades governamentais deram início a uma investigação para saber se Karan, de Wuppertal, estava a dar apoio a uma rede terrorista estrangeira.

Segundo o site transfermarket.de, Karan jogou 5 vezes pela selecção sub-16 e duas vezes pela selecção sub-17.

Fonte

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Jogador de futebol morre depois de ter sido queimado por muçulmanos

Fonte

Um jovem jogador de futebol Malayali - Jithu Mohan - que havia sido molhado com petróleo e queimado por se ter apaixonado por uma rapariga muçulmana, sucumbiu hoje às queimadura.

O rapaz foi convidado para a casa dos familiares da menina sob pretexto de ele tomar parte numa discussão pacífica. No entanto, alegadamente o Inspector com o nome de Wahab, oficial policial de do "AR Camp",  molhou-o com petróleo, queimando-o logo de seguida..

Jithu morreu no "Amrita Hospital, Ernakulam. Ele é a terceira vítima de terrorismo jihadista em Kerala num curto espaço de tempo. A sua morte segue as mortes de Vishal, Chengannur e Sachin, Kannur.

O vice-capitão da equipa júnior de Kerala, e alguém com um futuro brilhante, Jithu encontrava-se apaixonado por Shabana, uma rapariga muçulmana proveniente de Chunakkara. Mal se aperceberam do relacionamento, os familiares opuseram-se ao mesmo e transferiram a menina para a casa de outro parente.

Depois disto, Jithu deu entrada a um habeas corpus no Tribunal Supremo de Kerala. Depois disto, a rapariga foi apresentada perante o tribuna. No entanto, ela recebeu permissão para sair das instalações com os seus familiares.

O ataque a Jithu ocorreu pouco depois da audiência legal.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

A camisola proibida

O pequeno vendedor tinha todas as camisolas das equipas presentes no Europeu à venda no Sábado passado, excepto a camisola da selecção portuguesa.
Não temos permissão para vender a camisola porque tem há uma cruz nela. . . . . . Eu ainda gosto de Portugal e vou torcer por eles, mas nós somos um país islâmico e como tal não queremos enervar as pessoas.
Embora não esteja oficialmente banida do país, vários clérigos muçulmanos vocalizaram já as suas preocupações em torno da camisa por esta ter uma enorme cruz na parte frontal - ressalvando a fé Católica de Portugal.

Mas na Malásia, os símbolos encontram-se frequentemente sob ataque por parte dos líderes religiosos muçulmanos. No entanto, um fã, que voltou recentemente da Tailândia, usa a sua camisola do Ronaldo com orgulho:

Não me interessa o que eles dizem. Isto é apenas futebol e não religião.
A camisola portuguesa não é a única a ser retirada das prateleiras. O Brasil, que tem exibe outra cruz enorme, viu a camisola da sua selecção a ser impedida pelos clérigos. O Manchester United, o clube mais popular do mundo, também gerou a ira dos clérigos neste país do sul da Ásia devido à sua alcunha: os Diabos Vermelhos.

Apesar do clube de Old Trafford ter cerca de 81 milhões de seguidores na Ásia (estimativa), um clérigo disse:

Tu estás a promover o diabo.
Outro clérigo acrescenta:
Isto é muito perigoso. Como muçulmanos, nós não deveríamos adorar símbolos das outras religiões ou os diabos. Isto vai corroer a nossa crença no islão. Não há qualquer motivo para nós, como muçulmanos, usarmos estas camisolas, quer seja por motivos desportivos quer seja por motivos de moda.
De qualquer forma, os malaios preparam-se para o torneio continental Europeu e um grande número já está a escolher as camisolas da sua equipa favorita . Um vendedor afirma:
Estamos a conseguir vender a maioria delas por causa do torneio, e como tal, isto é bom para o negócio.
Excepto para os fãs de Portugal.

Fonte

* * * * * * *

Se nós no ocidente fizéssemos o mesmo em relação aos símbolos islâmicos, seríamos classificados de "racistas" (embora ser muçulmano não seja pertencer a um grupo étnico) e "preconceituosos". No entanto, quando os maometanos fazem isso, ninguém diz nada.

domingo, 1 de abril de 2012

Real Madrid retira cruz do seu emblema para não ofender os extraordinariamente sensíveis maometanos

O jornal desportivo Marca confirmou que o Real Madrid aceitou eliminar a pequena cruz que desde 1920 o clube de futebol exibe em seu escudo para evitar conflitos na multimilionária construção de um complexo turístico-esportivo na ilha de Ras Al Khaimah, uma das sete que formam os Emiratos Árabes Unidos, onde o islão é a religião oficial.

A alteração – que afectará sua imagem exclusivamente nos países muçulmanos – foi confirmada ontem quinta-feira 29 de Março no acto de apresentação do resort de luxo que custará cerca de um bilhão de dólares e abrirá suas portas em Janeiro de 2015.

Conforme informa o diário Marca, as autoridades do clube cuidaram que "todos os detalhes" e decidiram "prescindir da cruz que há na coroa do escudo para evitar desta forma qualquer tipo de confusão ou más interpretações em uma zona onde a grande maioria de população professa a religião muçulmana".

A isto, o jornal El Economista acrescenta em sua edição de hoje que "todas e cada uma das imagens do escudo “merengue” apareciam modificadas: a cruz pertencente à coroa real espanhola havia sido apagada. Não é uma casualidade, é uma estratégia comercial".

"Alegam, além disso, que a cruz não pertence a seu escudo institucional, mas à coroa da Casa Real que outorga ao clube o título do mesmo nome e que foi outorgado por Alfonso XIII a princípios do século XX", acrescenta El Economista.

A decisão do Real Madrid despertou polémica entre seguidores e rivais. Nas redes sociais abundam os comentários contra a medida. Os usuários lamentam que o clube tenha cedido à pressão do mercado árabe e recordam que na Espanha os muçulmanos têm plena liberdade para usar e exibir seus símbolos religiosos.

Alguns inclusive ironizam perguntando se o clube ia mudar de nome suas estrelas Cristiano (que em português significa Cristão) Ronaldo e Angel (Anjo em português) Di María.

Fonte

* * * * * * *

As sensibilidades maometanas nunca param de surpreender o mundo civilizado. Mas o mais terrível é que instituições ocidentais cedam espaço a birras infantis.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis