MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 29 de setembro de 2013

O ataque em Nairobi confirma o que já se sabia sobre o islão

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No passado Sábado, no Quénia, atiradores maometanos lançaram granadas e abriram fogo num centro comercial, matando pelo menos 10 pessoas. Segundo algumas testemunhas, durante o momento em que ocorreu o ataque, decorriam no centro comercial celebrações em torno dum dia para as crianças.

Um hospital local, sobrepujado com o número de feridos que foram trazidos para as sus instalações durante as horas que se seguiram ao ataque, viu-se forçado a desviar alguns dos pacientes para outras instalações.

Elijah Kamau, que se encontrava no centro comercial quando o atentado aconteceu, disse que os terroristas declararam que os não-maometanos seriam atacados.

Os atiradores disseram aos muçulmanos para se levantarem e saírem. Eles estavam a salvo uma vez que só os não-muçulmanos seriam o seu alvo.

Manish Turohit, de 18 anos, disse que viu homens armados com AK-47 e com cintos contendo granadas manuais dentro do centro comercial antes de ter escapado e se ter escondido no parque de estacionamento durante duas horas. Depois de ter sido marchado para fora do centro comercial em fila - com outras 15 pessoas - com as mãos no ar, Turohit afirmou:

Eles entraram e atiraram granadas. Nós começamos a correr e eles abriram fogo. Eles gritavam e disparavam.

Rob Vandijk, que trabalha na embaixada Holandesa, disse que se encontrava a comer dentro do centro comercial quando os atacantes lançaram granadas para dentro do edifício. Ele disse ainda que os tiros tiveram então início e as pessoas começaram a gritar à medida que caíam no chão.

Segundo algumas testemunhas, aparentemente o ataque teve início na área de estar ao ar livre com o nome de Artcaffe (em frente ao centro comercial). Patrick Kuria, empregado no Artcaffe, disse:

Começamos por ouvir tiros no andar inferior e lá fora. Mais tarde, ouvimo-los a entrar cá dentro. Refugiamo-nos. Foi então que vimos dois atiradores usando um turbante preto. Eu vi-os a disparar.

Algumas pessoas foram atingidas quando se encontravam à entrada do centro comercial depois de alguns atiradores se terem dirigido para fora quando tiveram início os confrontos com a polícia. As ambulâncias continuaram a chegar e a abandonar o local, transportando os feridos que gradualmente começaram a emergir de dentro do centro comercial.

Muitos daqueles que iam saindo, traziam consigo pequenas crianças pela mão. Outros choravam. Os guardas do centro usaram carrinhos de compra para transportar as crianças que os terroristas maometanos feriram.




sábado, 19 de janeiro de 2013

Liberdade religiosa, segundo o califa Umar ibn Al Khattab

Eis o que o califa Umar diz da forma como os Cristãos e Judeus devem ser tratados:
Convoquem o povo de Deus; aqueles que responderem ao apelo, aceita-os, mas aqueles que se recusarem serão obrigados a pagar a jiziyah [imposto forçado aos Cristãos e Judeus que vivem dentro de território islâmico] de forma humilhante e submissa (Alcorão 9:29). Se eles se recusarem a fazer isto, então é a espada sem misericórdia. Temam a Alá em relação ao que vos foi confiado. - Al Tabari XII:147

* * * * * * *
Seá que Umar "não entendia o islão" e, como consequência, tirou os ensinamentos de Maomé "fora do seu contexto"? Ou será que o islão realmente ensina a conversão forçada dos não-muçulmanos, e o pagamento dum imposto adicional pelo simples facto de se recusarem a adorar o ídolo que é adorado em Meca?

Imaginem o furor mundial que seria gerado se alguém forçasse os muçulmanos a pagar um imposto adicional por não aceitarem o Senhor Jesus como o Deus de todo o universo. No entanto, o islão ensina que é perfeitamente aceitável obrigar os Cristãos a pagar mais pelo facto de não serem muçulmanos.

Isto vem de encontro ao que muitos já falaram: sempre que um maometano age de forma preconceituosa contra um não-muçulmano, é escusado acusá-lo a ele pessoalmente, ou agir de forma preconceituosa contra todos os muçulmanos, uma vez que é bem provável que ele apenas esteja a agir de acordo com a sua fé.

O problema não são os muçulmanos, como seres humanos criados à Imagem de Deus, mas sim a religião islâmica. O problema é o islão. Enquanto os ocidentais não-esquerdistas não se apercebrem disso, eles continuarão a pensar que os actos de violência levados a cabo por muçulmanos são "desvios" duma ortodoxia supostamente pafícica.

sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

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Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



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sexta-feira, 8 de junho de 2012

A camisola proibida

O pequeno vendedor tinha todas as camisolas das equipas presentes no Europeu à venda no Sábado passado, excepto a camisola da selecção portuguesa.
Não temos permissão para vender a camisola porque tem há uma cruz nela. . . . . . Eu ainda gosto de Portugal e vou torcer por eles, mas nós somos um país islâmico e como tal não queremos enervar as pessoas.
Embora não esteja oficialmente banida do país, vários clérigos muçulmanos vocalizaram já as suas preocupações em torno da camisa por esta ter uma enorme cruz na parte frontal - ressalvando a fé Católica de Portugal.

Mas na Malásia, os símbolos encontram-se frequentemente sob ataque por parte dos líderes religiosos muçulmanos. No entanto, um fã, que voltou recentemente da Tailândia, usa a sua camisola do Ronaldo com orgulho:

Não me interessa o que eles dizem. Isto é apenas futebol e não religião.
A camisola portuguesa não é a única a ser retirada das prateleiras. O Brasil, que tem exibe outra cruz enorme, viu a camisola da sua selecção a ser impedida pelos clérigos. O Manchester United, o clube mais popular do mundo, também gerou a ira dos clérigos neste país do sul da Ásia devido à sua alcunha: os Diabos Vermelhos.

Apesar do clube de Old Trafford ter cerca de 81 milhões de seguidores na Ásia (estimativa), um clérigo disse:

Tu estás a promover o diabo.
Outro clérigo acrescenta:
Isto é muito perigoso. Como muçulmanos, nós não deveríamos adorar símbolos das outras religiões ou os diabos. Isto vai corroer a nossa crença no islão. Não há qualquer motivo para nós, como muçulmanos, usarmos estas camisolas, quer seja por motivos desportivos quer seja por motivos de moda.
De qualquer forma, os malaios preparam-se para o torneio continental Europeu e um grande número já está a escolher as camisolas da sua equipa favorita . Um vendedor afirma:
Estamos a conseguir vender a maioria delas por causa do torneio, e como tal, isto é bom para o negócio.
Excepto para os fãs de Portugal.

Fonte

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Se nós no ocidente fizéssemos o mesmo em relação aos símbolos islâmicos, seríamos classificados de "racistas" (embora ser muçulmano não seja pertencer a um grupo étnico) e "preconceituosos". No entanto, quando os maometanos fazem isso, ninguém diz nada.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Tribunais do século 7 em funcionamento na Grã-Bretanha

Segundo a BBC, o recurso a tribunais sharia está em aumento constante em Inglaterra com milhares de pessoas a usarem a lei islâmica para resolver disputas. Esta notícia chega numa altura em que representantes legais alegam que a lei sharia é compatível com os direitos humanos (???) e a mesma é benéfica para as comunidades.
No entanto, os críticos afirmam que os tribunais islâmicos descriminam contra as mulheres e desde logo, não deveriam operar lado a lado com o sistema legal britânico.
Uma proposta de lei foi introduzida na Câmara dos Lordes pela humanitária Cristã, a Baronesa Cox, como forma de refrear o crescimento dos tribunais sharia.

O maometano Sheikh Haitham al-Haddad, representante da "Islamic Sharia Council" em Leyton, afirmou à BBC Asian Network que o seu número de casos legais triplicaram durante os últimos 3/5 anos. Ele agora lida com mais de 300 disputas por mês.

Recentemente, outro maometano, Sadakat Kadri, que esteve em Harvard ao mesmo tempo que Barack Obama, apelou à Grã-Bretanha que se torne mais versada na lei sharia. Ou seja, em vez de serem os invasores colonizadores imigrantes a adaptarem-se ao país que os recebeu, é o país que tem que se vergar à lei dos imigrantes.

Ainda em relação aos concílios em torno da lei sharia, o maometano Kadri disse:
É muito importante que eles sejam reconhecidos e que tenham permissão para existirem.
Ele disse ainda ao Guardian que os tribunais sharia eram "no seu todo, bons para a comunidade."
Seria importante saber se as mulheres maometanos concordam com isto.

Os opositores da lei sharia acreditam que a mesma descrimina contra as mulher bem como falsamente legisla sobre assuntos familiares e criminais para os quais não tem jurisdição legal. Terry Sanderson, presidente da "National Secular Societ", alegou que o sistema legal da Grã-Bretanha "não pode ser comprometido com a introdução de um sistema legal Teocrático operando em paralelo."

Sem dúvida que os muçulmanos ficaram alarmados com estas palavras duras e incisivas duma das figuras da militância ateísta. Durante o ano passado a Baronesa Cox introduziu a lei "Arbitration and Mediation Services (Equality) Bill" na Casa dos Lordes. A mesma visa impedir a descriminação que é feita contra as mulheres maometanas dentro da lei sharia. 

Se esta lei for aprovada, a mesma vai tornar ilegal a práctica islâmica de conferir ao testemunho da mulher metade do peso do testemunho dum homem bem como a presunção desta lei de agir com jurisdição legal.

Falando sobre as mulheres muçulmanas, a Baronesa disse:
Temos que fazer todos os possíveis para garantirmos que elas sejam livres de qualquer tipo de coação, intimidação e injustiça.
Segundo a "Arbitration Act" de 1996 em torno das decisões dos tribunais religiosos, incluindo o "Muslim Arbitration Tribunal", as mesmas podem ser levadas a cabo em questões comerciais e civis.
A BBC reporta que os concílios sharia já operam na Grã-Bretanha desde 1982, mas estes concílios indigitados localmente não possuem poderes legais e nem podem impôr penas.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Televisão Cristã é "ofensiva" para os maometanos egípcios


Um dos grupos afiliados à mais importante instituição islâmica do país, Al Azhar, apelou ao governo que removesse as estações Cristãs do ar, alegando que as mesmas são "ofensivas" para os maometanos.
O "Islamic Research Centre", que fez a exigência, é liderado por Ahmed al-Tayeb, o sheik da "Universidade" Al Azhar - o maior centro de "aprendizagem" sunita do mundo. O centro acusou a emissora Cristã Al Karama (Vineyard) de "insultar" o islão ao incitar divisão sectária no Egipto.

A emissora Al Karama transmite a sua programação através do satélite governamental NileSat. Os Cristãos, que são cerca de 10% da população total do Egipto, regularmente se queixam de serem tratados como cidadãos de segunda classe, e de serem marginalizados pela população predominantemente muçulmana.

Paralelamente, os Cristãos criticam a televisão estatal de ter um viés na sua reportagem dos confrontos entre os Cristãos e as forças armadas, em Outubro último, Nesses confrontos, 26 pessoas foram mortas.
. . . . . .
Tal como os esquerdistas ocidentais, os maometanos tentam usar o poder estatal para suprimir os direitos dos Cristãos.

domingo, 9 de outubro de 2011

Militares egípcios atacam Cristãos Coptas

Vários Coptas foram mortos hoje quando militares egípcios, aliados a militantes maometanos, atacaram a sua manifestação pacífica. Os Cristãos protestavam contra a descriminação e intolerância levada a cabo pelos muçulmanos contra a minoria Cristã.

Um dos Cristãos reportou à AP:
A manifestação era pacífica. Como era normal, nós queríamos organizar uma "sit-in". Vândalos atacaram-nos e um veículo militar saltou a calçada e atropelou pelo menos 10 pessoas. Eu vi-os.

Sem dúvida que este deve ser um caso esporádico e não representativo das verdadeiras intenções muçulmanas em relação aos Cristãos. Todos nós sabemos que os islamitas são perfeitamente capazes (e desejosos) de viver em paz com outras confissões religiosas.
Alguma dúvida, perguntem aos budistas na Malásia, os Cristãos no Médio Oriente e os hindus no Paquistão.
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