MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Jack Straw é racista?

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Cristãos da Turquia à beira da extinção

Por Uzay Bulut,

Ao mesmo tempo que os Cristãos Ortodoxos celebravam a sua semana Santa de Páscoa, uma igreja histórica em Istambul - a outrora magnífica cidade Cristã de Constantinopla - está a testemunhar mais um abuso por parte das autoridades actuais. "No Sábado passado, a histórica catedral e museu de Istanbul, Hagia Sofia, testemunhou a primeira recitação do Alcorão sob o seu telhado em 85 anos," reportou a Anatolian News Agency of Turkey (controlada pelo governo). "O Religious Affairs Directorate deu início à exibição "Love of Prophet,” como parte das comemorações do nascimento do profeta islâmico Maomé .”

Embora os Cristãos sejam uma pequena minoria na Turquia actual, o Cristianismo tem uma longa história na Ásia Menor - local de nascimento de muitos Apóstolos e Santos tais como o Apóstolo Paulo de Tarso, Timóteo, Nicolau de Myra, e Policarpo de Smyrna. Os primeiros sete Concílios Ecuménicos foram levados a cabo na região que hoje é a Turquia.

Dois dos cinco centros (Patriarcados) da antiga Pentarquia - Constantinopla (Istanbul) e Antióquia (Antakya) - também se encontravam localizadas aqui. Antióquia foi o local onde, pela primeira vez, os seguidores de Jesus foram identificados como "Cristãos". A Turquia é também o local onde se encontravam a Sete Igrejas da Ásia, para onde foram enviadas as Revelações de João.

Durante os séculos que se seguiram, inúmeras igrejas foram estabelecidas na região. Uma delas, a Hagia Sofia, chegou a ser a mais grandiosa catedral do mundo Cristão - até à queda de Constantinopla por parte dos Otomanos no dia 29 de Maio de 1453, seguidos de 3 dias de pilhagem desenfreada (Runciman, Steven (1965). The Fall of Constantinople, 1453. Cambridge: Cambridge University Press).

A Hagia Sofia não escapou à pilhagem; os pilhadores caminharam até à Hagia Sofia e destruíram as portas. Encurralados no seu interior, os congregantes e os refugiados tornaram-se em espólios a serem partilhados pelos invasores Otomanos. O historiador Steven Runciman escreve no seu livro "The Fall of Constantinople, 1453":

Eles mataram todas as pessoas que encontraram nas estradas, homem, mulheres e crianças sem discriminação. O sangue escorreu em forma de rio pelas estradas íngremes desde os pontos elevados da Petra rumo ao Golden Horn. Mas pouco depois a vontade de matar acalmou. Os soldados aperceberam-se que os cativos eram muitos mais preciosos como objectos que iriam dar muito mais lucro dessa forma. (Runcimam, 1965)

Depois da queda da cidade, a Igreja Hagia Sofia foi convertida numa mesquita. Uma mesquita com o nome de Hagia Sofia (em Grego Ἁγία Σοφία, “Sabedoria Santa”) só é possível se a igreja estiver sob o controle duma teocracia islâmica. É como ter uma mesquita com o nome de "Mesquita Arménia da Santa Cruz". Por volta dos ano 1930, o governo Turco transformou a igreja num museu, mas transformar uma igreja em museu também não é uma característica dum estado realmente democrático.

Um dos traços comuns do Império Otomano e da Turquia moderna é a sua intolerância para com as igrejas [ed: na verdade, isto é um traço islâmico e não Turco]. Em 2013, o Vice-Primeiro-Ministro Turco Bulent Arinc, expressou a sua esperança do Museu Hagia Sophia vir a ser usado como uma mesquita, chegando até a identificá-lo de "Mesquita Hagia Sophia". Em relação a esta tendência, Constantine Tzanos escreveu:

A Turquia não está a converter as igrejas em mesquitas devido a uma necessidade real de mais mesquitas e nem devido a um falta de recursos para as construir. A mensagem emitida por aqueles que se encontram na Turquia, que conseguiram converter igrejas Cristãs em mesquitas e exigem que a Hagia Sofia seja também convertida, é que a Turquia é um estado islâmico, e nenhuma outra religião será tolerada.

Em Novembro de 2014, o Papa Francisco fez a quarta visita dum Papa para a Turquia. O porta-voz dos Negócios Estrangeiros Turco, Tanju Bilgic, disse aos repórteres que durante a sua visita, "a aliança de civilizações, o diálogo entre as culturas, a xenofobia, a luta contra o racismo e o desenvolvimento na região" estaria na agenda.  Na verdade, a agenda o Papa Francisco deveria ter incluído as igrejas da Turquia, que foram destruídas, danificadas ou convertidas em muitas coisas - incluindo estábulos, tal como a histórica Igreja Gregoriana Arménia na província de Izmir (Smyrna). O jornal Milliyet reporta:

Alguns cidadãos colocaram as suas vacas e os seus cavalos dentro da igreja, enquanto os habitantes da vizinhança se queixam de que a igreja foi transformada num local para drogados e alcoólicos.

Outra vítima da intolerância Turca para com as igrejas, a Agios Theodoros Byzantine Church em Istambul, foi inicialmente convertida numa mesquita durante o reinado Otomano de Sultan Mehmed II; foi nomeada após Mollah Gurani, o quarto Sheikh-ul-Islam (a autoridade que governava os assuntos religiosos dos muçulmanos no Império Otomano). Foi reportado que em Março de 2014 uma área de entrada da antiga igreja-mesquita havia-se tornado numa "casa", e que a parte superior se havia tornado num "apartamento". Foi feito um barraco dentro dos seus jardins. O quarto do clérigo é hoje uma casa de banho.

Passados que estão alguns séculos, os hábitos dos Otomanos não mudaram.

Actualmente, a Turquia tem menos Cristãos em termos de percentagem que os os seus vizinhos - menos que a Síria, que o Iraque e menos que o Irão.

A maior causa disto foram os genocídios de Assírios, Arménios e Gregos que ocorreram entre 1915 e 1923. Pelo menos 2,5 milhões de Cristãos indígenas da Ásia Menor foram mortos - massacrados, vítimas de deportações, de trabalho de escravo, ou de marchas da morte. 

Muitos deles morreram em campos de concentração com doenças ou esfomeados.

Muitos Gregos que sobreviveram à matança foram lançados para fora das suas casas na Ásia Menor, em 1923, depois da troca forçada de população entre a Turquia e a Grécia. Depois da devastação física seguiu-se a devastação cultural. Por toda a história da República Turca, incontáveis igrejas Cristãs e escolas foram destruídas ou transformadas em armazéns e estábulos (entre outras coisas).

Falando para o Armenian Weekly, o colunista Raffi Bedrosyan reportou:

Actualmente, só restam 34 igrejas e 18 escolas na Turquia, a maior parte delas em Istambul, e tendo menos de 3,000 estudantes nessas escolas. (...) Pesquisas recentes coloca em 2,300 o número de igrejas Arménias em 1915, ao mesmo tempo que se estimam que tivessem existido quase 700 escolas contendo 82,000 alunos durante o mesmo período. Estes números são só das igrejas e das escolas sob a jurisdição do Patriarcado Arménio de Istambul e da Igreja Apostólica, e como tal, não inclui as numerosas igrejas e escolas que pertencem às paróquias Protestantes e Católicas Arménias.

Walter Flick, académico que membro do grupo International Society for Human Rights na Alemanha, afirma que a minoria Cristã na Turquia não desfruta dos mesmos  direitos que a maioria muçulmana:

A Turquia tem quase 80 milhões de habitantes. Só há cerca de 120,000 Cristãos, o que é menos de 1% da população. Certamente que os Cristãos são vistos como cidadãos de segunda. O cidadão genuíno é muçulmano, e aqueles que não são muçulmanos são olhados com suspeição.

Segundo uma pesquisa levada a cabo em 2014, 89% da população Turca disse que o que define uma nação é pertencer a uma certa religião. Entre os 38 países que participaram na questão se pertencer a uma religião específica [islão] é importante para se definir o conceito de nação, a Turquia, com os seus 89% da população, ficou no topo da lista no mundial. [1]

A cientista política Drª Eliabeth H. Prodromou e o historiador Dr. Alexandros K. Kyrou escreveram:

De alguma forma, as políticas de Ankara contra os Cristãos que actualmente vivem na Turquia adicionaram um verniz moderno e uma brutalidade sofisticada às normas e prácticas Otomanas. (...) Na palavras dum anónimo hierarquia da Igreja na Turquia, que teme pela sua vida e pela vida do seu rebanho, os Cristãos da Turquia são uma espécie em vias de extinção.

 No dia 4 de Abril de 1949, os signatários do Organização Do Tratado Do Atlântico Norte [North Atlantic Treaty Organization (NATO)] em Washington D.C. anunciaram:

As partes deste Tratado reafirmam a sua fé nos propósitos e nos princípios da Carta das Nações Unidas, e no seu desejo de viver em paz com todos os povos e todos os governos. Eles estão determinados em garantir a liberdade, a herança comum. e a civilização de todos os povos, fundamentados nos princípios da democracia, liberdade individual e estado de direito. Eles buscam promover a estabilidade e o bem-estar nas zonas do Atlântico Norte. Eles estão determinados em unir os seus esforços em favor duma defesa colectiva e em favor da preservação da paz e da segurança.

Fazer parte da União Europeia e da NATO exige que se respeitem os valores Judaicos, Cristãos, Helénicos e humanistas seculares que têm caracterizado a Civilização Ocidental. e têm contribuído para os direitos civis, democracia, filosofia, e ciência - das quais todos podem ser beneficiados. Infelizmente, a Turquia, membro da NATO desde 1952 e supostamente candidato a membro da União Europeia, tem sido bem sucedida na destruição de toda a herança cultural Cristã da Ásia Menor

Tudo isto faz-nos lembrar o que o Estado Islâmico e o que outros grupos jihadistas estão actualmente a levar a cabo no Médio Oriente. Na Turquia, a população Cristã que ainda existe, netos dos sobreviventes de genocídios, ainda se encontram expostos à discriminação. Os antigos hábitos dos Turcos Otomanos não parecem morrer.

- http://bit.ly/1Ics0XN
 
[1] Em 2014, o Professor Ersin Kalaycioglu da Sabanci University e Professor Ali ‎Carkoglu da Koc University levaram a cabo uma pesquisa com o nome de “O Nacionalismo na Turquia e no Mundo,” tendo como base entrevistas levadas a cabo junto de cidadãos Turcos com idades compreendidas entre os 18 e os 64 um pouco por toda a Turquia. “Portanto, segundo o comum cidadão [Turco], um Turco é aquele que é muçulmano,” disse o Prof. Carkoglu.

terça-feira, 28 de abril de 2015

O silêncio de Obama em relação ao genocídio Arménio

Por Raymond Ibrahim

À medida que o mundo continua a observar com desalento as bárbaras atrocidades cometidas contra as minorias Cristãs por parte do Estado Islâmico - o auto-proclamado novo "califado" - hoje [ed: dia 24 de Abril] marca o 100º aniversário do genocídio de Arménios e de outras minorias Cristãs na Império Islâmico Turco - o anterior califado. A maior parte dos historiadores Americanos que examinou esta questão concorda que os Arménios foram alvo dum genocídio deliberado e calculado:

Mais de um milhão de Arménios pereceu como resultado da execução, fome, doença, ambiente duro, e abuso físico. Um povo que havia vivido na zona oriental da Turquia durante mais de 3,000 anos [isto é, 2,500 anos antes dos Turcos islâmicos terem invadido e ocupado a Anatólia, hoje conhecida como "Turquia"], perdeu a sua terra natal e foi profundamente dizimada naquele que foi o primeiro genocídio em larga escala do século 20 [ed: o segundo e o maior genocídio do século 20 foi o genocídio dos Cristãos Ucranianos levado a cabo pelos ateus esquerdistas Soviéticos tais como Gengrich Yagoda]. No princípio de 1915 existiam mais de 2 milhões de Arménios dentro da Turquia, mas hoje há pouco mais de 60,000.

Um milhão e meio de Arménios foram erradicados. (....) As atrocidades sofridas pelos Arménios e por outras minorias Cristãs são demasiado enormes para serem listadas.  Tal como acontece com o califado moderno - o Estado Islâmico - os muçulmanos do califado Otomana raptaram, violaram, mataram ou venderam incontáveis mulheres e crianças Cristãs para os mercados de escravos muçulmanos. Os Cristãos Arménios foram também torturados tal como acontece com os Cristãos que vivem sob o Estado Islâmico. Na FrontPage Magazine, Lloyd Billingsley escreve:

Esquadrões de tortura usavam ferros vermelhos com o calor para rasgar a carne com tenazes quentes, despejando depois manteiga quente para dentro das feridas. As solas dos pés haviam sido espancadas, cortadas, e atadas com sal. O Dr. Mehmed Reshid torturou Arménios pregando ferraduras nos seus pés e fazendo-os marchar pelas estradas. Ele crucificou-os também em cruzes improvisadas.

Os muçulmanos golpearam os Arménios em pedaços e mataram as crianças perante as suas mães lançando-os contra as paredes. Eles queimaram os seus corpos, não por motivos sanitários, mas em busca de moedas de ouro que eles acreditavam que os Arménios haviam engolido. Os muçulmanos rasgaram as faces das vítimas em busca de ouro.

O cônsul Americano Leslie Davis, antigo jornalista e advogado, documentou este zelo islâmico: "Todos nós conseguíamos ouvi-los piedosamente a invocar Alá nos seus esforços de matança de Cristãos," escreveu Davis. "Noite após noite este mesmo canto subiu até ao céu, e dia após dia os Turcos levaram a cabo esta obra sanguinária.” Perto do Lago Goeljik, Davis escreveu, “milhares e milhares de Arménios, na sua maioria mulheres e crianças indefesas e inocentes, foram massacrados nas suas margens e barbaramente mutilados.”

No seu livro de memórias com o nome de Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como foi violada e lançada para dentro dum harém - algo parecido com as experiências sofridas pelos não-muçulmanos sob a autoridade do Estado Islâmico. Ao contrário de outras raparigas Arménias que foram mortas depois de terem sido contaminadas, ela conseguiu fugir. Ela lembra-se de ver 16 raparigas Cristãs que haviam sido crucificadas em Malatia:

Cada uma das raparigas havia sido crucificada viva, com ferro a atravessar os seus pés e as suas mãos, e com nada mais que o seu cabelo, esvoaçando ao vento, a cobrir os seus corpos.

Uma vez que não há falta de evidências em relação à realidade histórica do Genocídio Arménio, 44 Estados Americanos já o reconhecerem. O South Dakota, que recentemente se juntou à lista, aprovou uma resolução em Fevereiro de 2015 apelando  . . .

. . . . . ao Congresso e ao presidente dos Estados Unidos que não só reconhecesse formalmente e consistentemente a verdade histórica de que as atrocidades cometidas contra os Arménios, Gregos e outros Cristãos a viver nas suas terras históricas da Anatólia nada mais são que um genocídio, como também que trabalhasse rumo a relações Arménio-Turcas mais equitativas, estáveis e duráveis.

Claro que a Turquia continua a negar que os seus antepassados tenham cometido tal genocídio. Tal como um grupo de académicos Americanos escreveu em 1965:

Apesar vasta quantidade de evidências que apontam para a realidade histórica do Genocídio Arménio - relatos de testemunhas, arquivos oficiais, evidências fotográficas, relatórios de diplomatas, e até testemunhos de sobreviventes - a negação do Genocídio Arménio por parte dos sucessivos regimes Turcos tem continuado desde 1915 até aos dias de hoje.

E o governo islâmico da Turquia não se encontra sozinho a negar o genocídio. O presidente Obama ainda se recusa a reconhecê-lo - embora durante a altura em que ele fazia campanha para o cargo que hoje ocupa, ele tenha professado a sua....

.... firme convicção de que o Genocídio Arménio não é uma alegação, uma opinião pessoal, ou um ponto de vista, mas sim um facto amplamente documentado, suportado por uma vasta gama de evidências históricas. Os factos são inegáveis. ..... Como presidente, irei reconhecer o Genocídio Arménio.... Os Estados Unidos merecem um líder que fala a verdade de forma honesta em relação ao Genocídio Arménio, e responde de forma convicta em relação a todos os genocídios. Eu tenciono ser tal presidente.

No entanto, desde que assumiu o cargo de presidente, Obama tem-se recusado de cumprir a sua palavra. Na Terça-Feira, dia 21 de Abril, a Casa Branca anunciou que mais uma vez não iria usar a palavra "genocídio", desapontando mais uma vez os activistas dos direitos humanos. O New Yokr Times escreve:

A contínua resistência do presidente em usar a palavra [genocídio] está em contraste com a posição do Papa Francisco, que recentemente chamou aos massacres "o primeiro genocídio do século 20", e equivaleu-os com as matanças em massa da Nacional Socialista e dos Soviéticos. O Parlamento Europeu, que reconheceu pela primeira vez o genocídio em 1987, aprovou uma resolução durante a semana passada apelando à Turquia que "fizesse as pazes com o seu passado"

O Armenian National Commite of America respondeu dizendo "A rendição do presidente representa uma desgraça nacional. É uma traição da história, e é uma traição da confiança". A Armenian Assembly of America disse: "O seu falhanço em usar o termo genocídio representa um golpe duro para os defensores dos direitos humanos."

Mas as acções do presidente são consistentes doutras formas. Dito de outra forma, não é surpresa alguma o facto de Obama negar reconhecer o genocídio Arménio e o genocídio de outras minorias Cristãs às mãos dos muçulmanos há um século atrás, quando levamos em conta que ele nega a galopante perseguição muçulmana aos Cristãos que está decorrer sob - e muitas vezes, devido - a sua liderança.

~ http://bit.ly/1Os3YNx

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Último Cristão de Mosul é expulso pelos membros da religião pacífica

Muçulmanos fazem história no Iraque, mas não duma forma que orgulhe o mundo civilizado. Os Cristãos, que segundo registos históricos já vivem em Mosul há quase 2000 anos, viram-se forçados a acreditar nas ameaças do ISIS, que prometeu seguir as ordens de Maomé e matar todos os Cristãos que ficassem na cidade.

O grupo islâmico ISIS forçou oficialmente o último Cristão a viver em Mosul a abandonar a cidade, colocando um fim à presença contínua de Cristãos nessa cidade que já dura há quase dois milénios, e que começou com a referência Bíblica duma das Cartas de São Pedro para a igreja na Babilónia.

A Assyrian International News Agency reportou:

O último Cristão a viver na segunda maior cidade Iraquiana de Mosul alegadamente abandonou a cidade às 12:00 PM de Sábado, colocando um fim a mais de 6,000 anos de história Assíria na mesma. Os Assírios viveram em Mosul por mais de 6,000 anos, convertendo-se ao Cristianismo há mais de 2,000 anos atrás. Tudo isto chegou ao fim no Sábado, quando o último Cristão Assírio deixou a cidade.

No dia 17 de Julho, Quinta-Feira, o "Estado Islâmico" - previamente conhecidos como "Estado Islâmico do Iraque e da Síria" ["Islamic State of Iraq and al-Sham" = ISIS] - emitiu uma declaração exigindo aos Cristãos de Mosul que se convertem-se ao islão, pagassem o jizya (imposto infligido aos não-maometanos), abandonassem a cidade ou fossem mortos. A ameaça seria colocada em práctica no Sábado. É reportado localmente que por volta do meio-dia de ontem, todos os Cristãos haviam escolhido partir.

Aqui em Erbil, há cerca de meia-hora de distância de Mosul (de carro), falei com famílias que foram forçadas a fugir. Eles descrevem a forma como membros do grupo ISIS invadiram as suas casas, levando o que queriam, e tendo ameaçado matá-los. Eles estimam que mais de 500,000 refugiados fugiram de Mosul depois dos islamitas terem tomado conta da cidade, no dia 10 de Junho, e os poucos Cristãos que ainda restavam, foram forçados a abandonar a cidade ontem.

Inicialmente, o ISIS fez os cidadãos acreditar que estavam ali para os proteger, mas imediatamente começaram a impor as opressoras medidas a lei Sharia, que forçou até muitos cidadãos maometanos a obedecer.

A notícia da expulsão de Mosul veio depois dos maometanos marcarem as casas Cristãs como forma de identificar onde era que eles viviam. Por fim, os Cristãos decidiram que não tinham formas de se proteger das autoridades islâmicas, e consequentemente fizeram as malas (levando o que podiam) e abandonaram as suas casas poucas horas depois do aviso do ISIS.

Todas as pessoas com quem falei expressaram a sua frustração com a falta de resposta da comunidade internacional em relação à crise que aflige o povo do Iraque. Eles culpam os Estados Unidos [isto é, Obama] por criarem a situação actual e por deixarem o país tão rapidamente, gerando o vácuo que o ISIS explorou. Muitos pensam também que foi um erro gigantesco os EUA "darem o Iraque ao Irão", permitindo que Teerão tivesse uma influência considerável no Parlamento Iraquiano.

Outro local disse-me que era estranho e sem-sentido os EUA e os países Europeus serem contra o ISIS no Iraque ao mesmo tempo que dão o seu apoio aos grupos ISIS na Síria, bem como a outros grupos violentos contra os governos locais. Eles avisaram o perigo que esses grupos são para o Ocidente. "Estes jihadistas eventualmente voltarão para os seus países, para o Canadá, Inglaterra e os Estados Unidos" disse um dos locais.

Os Cristãos temem também que o Iraque se possa fragmentar em países pequenos, criando um efeito dominó no Médio Oriente, incluindo o Líbano, a Síria, a Jordânia, a Turquia, Israel e o Egipto.

Desde 2003 que mais de 1 milhão de Cristãos foram exilados para fora doo Iraque. Actualmente, só 300,000 ainda permanecem no país.

Fonte: http://bit.ly/1nWCa5l

* * * * * * *

A comunidade internacional que é tão rápida a condenar as ofensivas israelitas em Gaza, permanece em silêncio sepulcral ao bem maior genocídio e à limpeza étnica grotesca  que os maometanos estão a levar a cabo um pouco por todo o Médio Oriente. Parece que qualquer que seja a situação, os Cristãos nunca podem ser vistos como vítimas e os muçulmanos como violentos (apesar das evidências nesse sentido).

Convém lembrar que expulsar minorias religiosas para fora dos "seus" domínios é algo que o grupo ISIS aprendeu directamente com o profeta do islão; foi ele que declarou que os não-maometanos deveriam ser expulsos das zonas sob controle islâmico, ou então forçados a viver uma vida de qualidade inferior, comparativamente aos invasores maometanos.

Portanto, os militantes do ISIS não são "extremistas" mas sim muçulmanos devotos que estão a seguir os ensinamentos ortodoxos da fé islâmica. O problema não são os militantes do ISIS mas sim aquilo que Maomé ensinou..

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Jihadistas mascarados matam Cristãos

No dia 4 de Junho a BBC News reportou que os terroristas maometanos do Boko Haram mascararam-se de líderes Cristãos e mataram cerca de 45 pessoas numa povoação perto de Maiduguri, capital do estado Borno, no nordeste da Nigéria. Os sobreviventes disseram que os muçulmanos convidaram os residentes para os ouvir a pregar, mas quando as pessoas chegaram perto, os jihadistas dispararam contra eles antes de fugirem através do rio e incendiarem habitações duma vila próxima.

O ataque assassino seguiu-se a outro ataque prévio ainda mais mortífero que ocorreu no dia 2 de Junho quando os muçulmanos do Boko Haram, disfarçados de soldados, atacaram três vilas próximas na remota área de Gwoza - também do estado de Borno - matando cerca de 200 civis. Segundo reportado pela Fox News, os assassinos muçulmanos "chegaram em picapes Toyota Hilux - normalmente usadas pelos militares - e disseram aos civis que eram soldados e que 'estamos aqui para os proteger a todos' - a mesma táctica usada pelo grupo quando, em Abril, raptaram [centenas de raparigas] da escola localizada em Chibok.” Depois dos terroristas muçulmanos terem reunidos os residentes, "eles começaram a gritar 'Alá é o maior, Alá é o maior' com todas as suas forças," afirmou um sobrevivente do ataque.

Depois disto, começaram a disparar de modo contínuo sobre as pessoas durante um longo período de tempo até que todos os presentes se encontravam mortos.

Entretanto, a "Morning Star News", que monitoriza a perseguição e os ataques feitos aos Cristãos por todo o mundo, reportou que dois ataques semelhantes no dia 1 de Junho, onde os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram atacaram e mataram 9 Cristãos que guardavam um culto numa igreja no estado do Borno, e mais 48 Cristãos noutro ataque que ocorreu no vizinho estado de Adamawa.

Segundo os líderes Cristãos dum dos locais, pelo menos 10 homens armados estiveram envolvidos no ataque na congregação "Church of the Brethren"  (EYN) na Nigéria, perto duma povoação junto da fronteira com os Camarões. Notícias do local do crime confirmaram que 9 indivíduos que se voluntariaram para fazer a segurança da igreja foram mortos no ataque. Depois do acto terrorista, os líderes Cristãos reportaram ao "Morning Star News" que alguns dos homens locais mobilizaram-se e mataram 4 dos terroristas muçulmanos, e prenderam outros 3.

A Dra. Rebecca Dali, uma das líderes da congregação e esposa do supervisor-geral das congregações EYN, disse que os atacantes fazem parte duma grupo maior de terroristas, cujo número pode chegar aos 200; eles têm levado a cabo ataques contínuos contra os Cristãos da área, causando danos e destruindo igrejas e casas dos congregantes. Dali disse ainda que o seu marido tentou sem sucesso contactar os oficiais militares da capital do Borno, Maiduguri, e que os terroristas muçulmanos encontraram pouca resistência aos seus assaltos contínuos nas áreas Cristãs:

Têm ocorrido ataques 24 horas por dia contra as comunidades Cristãs .... Os muçulmanos do Boko Haram destruíram 36 igrejas na área de Gwoza, incluindo a igreja de Attagara que atacaram no Domingo .... Actualmente só duas igrejas é que ainda não foram afectadas.

O ataque de Junho na povoação de Mubi na área de Adamawa - área predominantemente Cristã - matou 48 pessoas, a maior parte delas pessoas do bar que assistiam um jogo de futebol, bem como espectadores dum jogo de futebol que ocorria por perto. Um dos residentes da povoação disse o seguinte ao "Morning Star News":

Havia alguns membros da nossa igreja na vizinhança do ataque bombista, e eles disseram que pelo menos 48 pessoas foram mortas no ataque... Entre aqueles que morreram, a maioria eram Cristãos. Alguns jovens Cristãos encontravam-se também a jogar futebol perto do ataque bombista, e também eles foram afectados com o ataque.

Paul Gadzama do grupo missionário Nigeriano "Relief, Empowerment And Development" (READ), disse ao "Morning Star News" que o propósito do Boko Haram é acabar com o Cristianismo na Nigéria:

O atiradores do Boko Haram continuaram  a atacar estas áreas habitadas por Cristãos com o propósito único de os expulsar e permitir o estabelecimento dum país islâmico. Até agora, eles já se apoderaram de muitas aldeias, forçando as pessoas [Cristãos] a fugir para os Camarões.

Segundo a maior parte das estatísticas, a população de 158 milhões da Nigéria é composta por 50% de Cristãos, sendo 45% composta por maometanos. As religiões indígenas bem como outras religiões são o restante.

O jornal Nigeriano "Leadership" reportou que mais de uma dúzia de oficias militares séniores foram alvo de uma tribunal marcial devido a acusações de fornecimento de informação e de armas aos terroristas maometanos do Boko Haram. O jornal citou um oficial de "segurança de alto nível" que afirmou que entre aqueles que foram presos "incluíam-se dez generais e pessoas com outras patentes, sem falar de soldados que foram considerados culpados de sabotar as operações. Estes enfrentam agora um tribunal marcial feito com o propósito de julgar pessoas da sua patente. Alguns foram considerados culpados e alguns ainda estão a ser julgados."

* * * * * * *
O propósito de acabar com o Cristianismo na Nigéria não é invenção do Boko Haram, mas algo que faz parte fundamental da doutrina maometana. O próprio Maomé afirmou:

Irei expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e só deixar muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)

O Boko Haram não é um "grupo extremista" e nem está a agira "contra os ensinamentos do islão" visto que tudo o que eles fazem está em perfeito acordo com a sunnah, a Tradição (hadith) e o Alcorão. Esse é um dos motivos pelo qual os chamados "moderados" dificilmente conseguem oferecer algum tipo de suporte islâmico contra a tortura, o genocídio e a limpeza étnica levada a cabo por maometanos.

Tal como é dito por várias pessoas, o problema não são os árabes, os paquistaneses, os nigerianos ou os egípcios; o problema é, sempre foi, e sempre vai ser o que Maomé fez e ensinou. Enquanto as pessoas não estiverem dispostas a analisar os actos levados a cabo pelos maometanos à luz do que Maomé ensinou, coisas como as reportadas por este texto serão sempre "aberrações" feitas contra a "religião pacífica".

Entretanto, enquanto os maometanos ocidentais vão exigindo mais e mais "direitos", a perseguição global aos Cristãos continua. Que pena que as Nações Unidas esteja mais preocupada com a "homofobia" do que com o genocídio de Cristão. Mas nem isso deve ser acidental.



Fonte: http://bit.ly/1joPmtT

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O memorial ofensivo

Provavelmente o mais famoso arménio contemporâneo, o cantor Charles Aznavour, encontrava-se presente no momento em que a cidade de Genebra apresentava os seus planos para o memorial. 
 
O mesmo tinha como propósito comemorar o genocídio levado a cabo pelos turcos contra os arménios Cristãos que vitimizou cerca de 1 500 000 de pessoas durante a Primeira Grande Guerra.

A reacção turca não se fez esperar: eles protestaram junto do departamento dos negócios estrangeiros, e o assunto em torno do memorial acalmou. Basicamente, o veto levado a cabo pela comissão cantonal responsável pelo memorial só se aplicava à localização (na parte antiga de Genebra). Mas agora os promotores do memorial encontraram um novo local para as "Lanternas de Lágrimas" que - em vez de lâmpadas - terá lágrimas feitas de aço.

Segundo se sabe, o memorial será construído no parque Ariana, bem junto do edifício das Nações Unidas.

Nas últimas semanas, as entidades turcas não só intercederam junto das autoridades de Genebra, como tentaram mobilizar a gerência do edifício da ONU contra o projecto. Celâl Bayar, presidente da "Union of Turkish Associations of Suisse Romande", confirmou que entidades oficias turcas haviam intervido junto da ONU.  Segundo Bayar, o novo local é uma provocação e o memorial viola os princípios da ONU uma vez que, segundo a Convenção de Genebra, o Genocídio Arménio nunca ocorreu.

A embaixada turca em Berna condenou também o projecto, alegando que o memorial é "uma expressão de ódio", e que um tópico tão controverso deveria ser lidado num "debate académico, aberto e objectivo", e não de uma forma unilateral. Segundo uma formulação oficial, a Turquia não aceita os "Eventos de 1915" como um genocídio.

Fonte


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sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

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Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



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quarta-feira, 7 de março de 2012

Reconhecer o genocídio arménio como facto histórico é islamofobia


Segundo nos informa o Trend, o secretário-geral da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) Ekmeleddin Ihsanoglu condena a formalização em lei da proposta que visa criminalizar quem quer que negue o genocídio arménio levado a cabo pelos turcos no início do século passado.

Ihsanoglu afirma:

Esta lei contradiz os 3 principais fundamentos da democracia: igualdade, liberdade e irmandade. Esta lei é um sinal da crescente islamofobia.
Para além disto, o secretário-geral da OCI defende que esta lei é inaceitável, não-vinculativa, em desacordo com os factos históricos e contendo dualidade de critérios.

Depois de quase 8 horas de debate, o senado francês adoptou a medida. Cerca de 127 senadores votou em favor da lei enquanto que 86 votaram contra a medida.

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Obviamente que o genocídio dos arménios é um facto histórico amplamente documento. O motivo que leva os maometanos a negá-lo é o mesmo motivo que leva os esquerdistas a negar ou relativizar (ou mesmo aprovar) os genocídios comunistas.


terça-feira, 12 de julho de 2011

Líder do Sudão do Sul agradece a George Bush e aos fundamentalistas Cristãos

Quando o líder da nova nação, Sudão do Sul, assinou a nova constituição do seu país, ele fê-lo usando o chapéu de bowboy que lhe foi oferecido por George W. Bush.

Segundo um blogue do "Middle East Institute" (MEI) , Bush deu o chapéu a Salva Kir em 2006. O chapéu não só se tornou instantaneamente na sua imagem de marca, como, segundo o MEI, ele nunca mais foi fotografado sem ele.

O New York Times reportou que durante este fim de semana, na capital Juba, o papel de George W. Bush no acordo de 2005 foi agradecido de forma bem visível. Segundo uma fonte, um homem exibia um sinal que dizia "Obrigado George Bush".

O Los Angeles Times citou um escritor e professor sudanês - Tabon li Liyong - que deu crédito a Bush pela independência do país:

Os apelos do Sudão do Sul foram ouvidos por George Bush e pelos fundamentalistas Cristãos. Hoje é o dia de Obama, mas nós não sabemos o que ele irá fazer.

(Fonte)


Se o poeta não sabe o que o Obama vai fazer, então ele não tem prestado atenção ao que o mesmo tem feito durante os últimos 2 anos.

É por demais evidente que se Obama fosse presidente em 2005, o Sudão do Sul não seria independente hoje em dia. Infelizmente para todos os que sofrem os ataques provenientes dos maometanos, o Obama não tem a mínima vontade de ser uma voz em favor da liberdade se isso for ofensivo para os islamitas.

Não sei o que o futuro reserva ao Sudão do Sul, mas Deus esteja com eles. Pelos menos espírito de gratidão para com George W. Bush eles têm.

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