MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Cristãos da Turquia à beira da extinção

Por Uzay Bulut,

Ao mesmo tempo que os Cristãos Ortodoxos celebravam a sua semana Santa de Páscoa, uma igreja histórica em Istambul - a outrora magnífica cidade Cristã de Constantinopla - está a testemunhar mais um abuso por parte das autoridades actuais. "No Sábado passado, a histórica catedral e museu de Istanbul, Hagia Sofia, testemunhou a primeira recitação do Alcorão sob o seu telhado em 85 anos," reportou a Anatolian News Agency of Turkey (controlada pelo governo). "O Religious Affairs Directorate deu início à exibição "Love of Prophet,” como parte das comemorações do nascimento do profeta islâmico Maomé .”

Embora os Cristãos sejam uma pequena minoria na Turquia actual, o Cristianismo tem uma longa história na Ásia Menor - local de nascimento de muitos Apóstolos e Santos tais como o Apóstolo Paulo de Tarso, Timóteo, Nicolau de Myra, e Policarpo de Smyrna. Os primeiros sete Concílios Ecuménicos foram levados a cabo na região que hoje é a Turquia.

Dois dos cinco centros (Patriarcados) da antiga Pentarquia - Constantinopla (Istanbul) e Antióquia (Antakya) - também se encontravam localizadas aqui. Antióquia foi o local onde, pela primeira vez, os seguidores de Jesus foram identificados como "Cristãos". A Turquia é também o local onde se encontravam a Sete Igrejas da Ásia, para onde foram enviadas as Revelações de João.

Durante os séculos que se seguiram, inúmeras igrejas foram estabelecidas na região. Uma delas, a Hagia Sofia, chegou a ser a mais grandiosa catedral do mundo Cristão - até à queda de Constantinopla por parte dos Otomanos no dia 29 de Maio de 1453, seguidos de 3 dias de pilhagem desenfreada (Runciman, Steven (1965). The Fall of Constantinople, 1453. Cambridge: Cambridge University Press).

A Hagia Sofia não escapou à pilhagem; os pilhadores caminharam até à Hagia Sofia e destruíram as portas. Encurralados no seu interior, os congregantes e os refugiados tornaram-se em espólios a serem partilhados pelos invasores Otomanos. O historiador Steven Runciman escreve no seu livro "The Fall of Constantinople, 1453":

Eles mataram todas as pessoas que encontraram nas estradas, homem, mulheres e crianças sem discriminação. O sangue escorreu em forma de rio pelas estradas íngremes desde os pontos elevados da Petra rumo ao Golden Horn. Mas pouco depois a vontade de matar acalmou. Os soldados aperceberam-se que os cativos eram muitos mais preciosos como objectos que iriam dar muito mais lucro dessa forma. (Runcimam, 1965)

Depois da queda da cidade, a Igreja Hagia Sofia foi convertida numa mesquita. Uma mesquita com o nome de Hagia Sofia (em Grego Ἁγία Σοφία, “Sabedoria Santa”) só é possível se a igreja estiver sob o controle duma teocracia islâmica. É como ter uma mesquita com o nome de "Mesquita Arménia da Santa Cruz". Por volta dos ano 1930, o governo Turco transformou a igreja num museu, mas transformar uma igreja em museu também não é uma característica dum estado realmente democrático.

Um dos traços comuns do Império Otomano e da Turquia moderna é a sua intolerância para com as igrejas [ed: na verdade, isto é um traço islâmico e não Turco]. Em 2013, o Vice-Primeiro-Ministro Turco Bulent Arinc, expressou a sua esperança do Museu Hagia Sophia vir a ser usado como uma mesquita, chegando até a identificá-lo de "Mesquita Hagia Sophia". Em relação a esta tendência, Constantine Tzanos escreveu:

A Turquia não está a converter as igrejas em mesquitas devido a uma necessidade real de mais mesquitas e nem devido a um falta de recursos para as construir. A mensagem emitida por aqueles que se encontram na Turquia, que conseguiram converter igrejas Cristãs em mesquitas e exigem que a Hagia Sofia seja também convertida, é que a Turquia é um estado islâmico, e nenhuma outra religião será tolerada.

Em Novembro de 2014, o Papa Francisco fez a quarta visita dum Papa para a Turquia. O porta-voz dos Negócios Estrangeiros Turco, Tanju Bilgic, disse aos repórteres que durante a sua visita, "a aliança de civilizações, o diálogo entre as culturas, a xenofobia, a luta contra o racismo e o desenvolvimento na região" estaria na agenda.  Na verdade, a agenda o Papa Francisco deveria ter incluído as igrejas da Turquia, que foram destruídas, danificadas ou convertidas em muitas coisas - incluindo estábulos, tal como a histórica Igreja Gregoriana Arménia na província de Izmir (Smyrna). O jornal Milliyet reporta:

Alguns cidadãos colocaram as suas vacas e os seus cavalos dentro da igreja, enquanto os habitantes da vizinhança se queixam de que a igreja foi transformada num local para drogados e alcoólicos.

Outra vítima da intolerância Turca para com as igrejas, a Agios Theodoros Byzantine Church em Istambul, foi inicialmente convertida numa mesquita durante o reinado Otomano de Sultan Mehmed II; foi nomeada após Mollah Gurani, o quarto Sheikh-ul-Islam (a autoridade que governava os assuntos religiosos dos muçulmanos no Império Otomano). Foi reportado que em Março de 2014 uma área de entrada da antiga igreja-mesquita havia-se tornado numa "casa", e que a parte superior se havia tornado num "apartamento". Foi feito um barraco dentro dos seus jardins. O quarto do clérigo é hoje uma casa de banho.

Passados que estão alguns séculos, os hábitos dos Otomanos não mudaram.

Actualmente, a Turquia tem menos Cristãos em termos de percentagem que os os seus vizinhos - menos que a Síria, que o Iraque e menos que o Irão.

A maior causa disto foram os genocídios de Assírios, Arménios e Gregos que ocorreram entre 1915 e 1923. Pelo menos 2,5 milhões de Cristãos indígenas da Ásia Menor foram mortos - massacrados, vítimas de deportações, de trabalho de escravo, ou de marchas da morte. 

Muitos deles morreram em campos de concentração com doenças ou esfomeados.

Muitos Gregos que sobreviveram à matança foram lançados para fora das suas casas na Ásia Menor, em 1923, depois da troca forçada de população entre a Turquia e a Grécia. Depois da devastação física seguiu-se a devastação cultural. Por toda a história da República Turca, incontáveis igrejas Cristãs e escolas foram destruídas ou transformadas em armazéns e estábulos (entre outras coisas).

Falando para o Armenian Weekly, o colunista Raffi Bedrosyan reportou:

Actualmente, só restam 34 igrejas e 18 escolas na Turquia, a maior parte delas em Istambul, e tendo menos de 3,000 estudantes nessas escolas. (...) Pesquisas recentes coloca em 2,300 o número de igrejas Arménias em 1915, ao mesmo tempo que se estimam que tivessem existido quase 700 escolas contendo 82,000 alunos durante o mesmo período. Estes números são só das igrejas e das escolas sob a jurisdição do Patriarcado Arménio de Istambul e da Igreja Apostólica, e como tal, não inclui as numerosas igrejas e escolas que pertencem às paróquias Protestantes e Católicas Arménias.

Walter Flick, académico que membro do grupo International Society for Human Rights na Alemanha, afirma que a minoria Cristã na Turquia não desfruta dos mesmos  direitos que a maioria muçulmana:

A Turquia tem quase 80 milhões de habitantes. Só há cerca de 120,000 Cristãos, o que é menos de 1% da população. Certamente que os Cristãos são vistos como cidadãos de segunda. O cidadão genuíno é muçulmano, e aqueles que não são muçulmanos são olhados com suspeição.

Segundo uma pesquisa levada a cabo em 2014, 89% da população Turca disse que o que define uma nação é pertencer a uma certa religião. Entre os 38 países que participaram na questão se pertencer a uma religião específica [islão] é importante para se definir o conceito de nação, a Turquia, com os seus 89% da população, ficou no topo da lista no mundial. [1]

A cientista política Drª Eliabeth H. Prodromou e o historiador Dr. Alexandros K. Kyrou escreveram:

De alguma forma, as políticas de Ankara contra os Cristãos que actualmente vivem na Turquia adicionaram um verniz moderno e uma brutalidade sofisticada às normas e prácticas Otomanas. (...) Na palavras dum anónimo hierarquia da Igreja na Turquia, que teme pela sua vida e pela vida do seu rebanho, os Cristãos da Turquia são uma espécie em vias de extinção.

 No dia 4 de Abril de 1949, os signatários do Organização Do Tratado Do Atlântico Norte [North Atlantic Treaty Organization (NATO)] em Washington D.C. anunciaram:

As partes deste Tratado reafirmam a sua fé nos propósitos e nos princípios da Carta das Nações Unidas, e no seu desejo de viver em paz com todos os povos e todos os governos. Eles estão determinados em garantir a liberdade, a herança comum. e a civilização de todos os povos, fundamentados nos princípios da democracia, liberdade individual e estado de direito. Eles buscam promover a estabilidade e o bem-estar nas zonas do Atlântico Norte. Eles estão determinados em unir os seus esforços em favor duma defesa colectiva e em favor da preservação da paz e da segurança.

Fazer parte da União Europeia e da NATO exige que se respeitem os valores Judaicos, Cristãos, Helénicos e humanistas seculares que têm caracterizado a Civilização Ocidental. e têm contribuído para os direitos civis, democracia, filosofia, e ciência - das quais todos podem ser beneficiados. Infelizmente, a Turquia, membro da NATO desde 1952 e supostamente candidato a membro da União Europeia, tem sido bem sucedida na destruição de toda a herança cultural Cristã da Ásia Menor

Tudo isto faz-nos lembrar o que o Estado Islâmico e o que outros grupos jihadistas estão actualmente a levar a cabo no Médio Oriente. Na Turquia, a população Cristã que ainda existe, netos dos sobreviventes de genocídios, ainda se encontram expostos à discriminação. Os antigos hábitos dos Turcos Otomanos não parecem morrer.

- http://bit.ly/1Ics0XN
 
[1] Em 2014, o Professor Ersin Kalaycioglu da Sabanci University e Professor Ali ‎Carkoglu da Koc University levaram a cabo uma pesquisa com o nome de “O Nacionalismo na Turquia e no Mundo,” tendo como base entrevistas levadas a cabo junto de cidadãos Turcos com idades compreendidas entre os 18 e os 64 um pouco por toda a Turquia. “Portanto, segundo o comum cidadão [Turco], um Turco é aquele que é muçulmano,” disse o Prof. Carkoglu.

terça-feira, 28 de abril de 2015

O silêncio de Obama em relação ao genocídio Arménio

Por Raymond Ibrahim

À medida que o mundo continua a observar com desalento as bárbaras atrocidades cometidas contra as minorias Cristãs por parte do Estado Islâmico - o auto-proclamado novo "califado" - hoje [ed: dia 24 de Abril] marca o 100º aniversário do genocídio de Arménios e de outras minorias Cristãs na Império Islâmico Turco - o anterior califado. A maior parte dos historiadores Americanos que examinou esta questão concorda que os Arménios foram alvo dum genocídio deliberado e calculado:

Mais de um milhão de Arménios pereceu como resultado da execução, fome, doença, ambiente duro, e abuso físico. Um povo que havia vivido na zona oriental da Turquia durante mais de 3,000 anos [isto é, 2,500 anos antes dos Turcos islâmicos terem invadido e ocupado a Anatólia, hoje conhecida como "Turquia"], perdeu a sua terra natal e foi profundamente dizimada naquele que foi o primeiro genocídio em larga escala do século 20 [ed: o segundo e o maior genocídio do século 20 foi o genocídio dos Cristãos Ucranianos levado a cabo pelos ateus esquerdistas Soviéticos tais como Gengrich Yagoda]. No princípio de 1915 existiam mais de 2 milhões de Arménios dentro da Turquia, mas hoje há pouco mais de 60,000.

Um milhão e meio de Arménios foram erradicados. (....) As atrocidades sofridas pelos Arménios e por outras minorias Cristãs são demasiado enormes para serem listadas.  Tal como acontece com o califado moderno - o Estado Islâmico - os muçulmanos do califado Otomana raptaram, violaram, mataram ou venderam incontáveis mulheres e crianças Cristãs para os mercados de escravos muçulmanos. Os Cristãos Arménios foram também torturados tal como acontece com os Cristãos que vivem sob o Estado Islâmico. Na FrontPage Magazine, Lloyd Billingsley escreve:

Esquadrões de tortura usavam ferros vermelhos com o calor para rasgar a carne com tenazes quentes, despejando depois manteiga quente para dentro das feridas. As solas dos pés haviam sido espancadas, cortadas, e atadas com sal. O Dr. Mehmed Reshid torturou Arménios pregando ferraduras nos seus pés e fazendo-os marchar pelas estradas. Ele crucificou-os também em cruzes improvisadas.

Os muçulmanos golpearam os Arménios em pedaços e mataram as crianças perante as suas mães lançando-os contra as paredes. Eles queimaram os seus corpos, não por motivos sanitários, mas em busca de moedas de ouro que eles acreditavam que os Arménios haviam engolido. Os muçulmanos rasgaram as faces das vítimas em busca de ouro.

O cônsul Americano Leslie Davis, antigo jornalista e advogado, documentou este zelo islâmico: "Todos nós conseguíamos ouvi-los piedosamente a invocar Alá nos seus esforços de matança de Cristãos," escreveu Davis. "Noite após noite este mesmo canto subiu até ao céu, e dia após dia os Turcos levaram a cabo esta obra sanguinária.” Perto do Lago Goeljik, Davis escreveu, “milhares e milhares de Arménios, na sua maioria mulheres e crianças indefesas e inocentes, foram massacrados nas suas margens e barbaramente mutilados.”

No seu livro de memórias com o nome de Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como foi violada e lançada para dentro dum harém - algo parecido com as experiências sofridas pelos não-muçulmanos sob a autoridade do Estado Islâmico. Ao contrário de outras raparigas Arménias que foram mortas depois de terem sido contaminadas, ela conseguiu fugir. Ela lembra-se de ver 16 raparigas Cristãs que haviam sido crucificadas em Malatia:

Cada uma das raparigas havia sido crucificada viva, com ferro a atravessar os seus pés e as suas mãos, e com nada mais que o seu cabelo, esvoaçando ao vento, a cobrir os seus corpos.

Uma vez que não há falta de evidências em relação à realidade histórica do Genocídio Arménio, 44 Estados Americanos já o reconhecerem. O South Dakota, que recentemente se juntou à lista, aprovou uma resolução em Fevereiro de 2015 apelando  . . .

. . . . . ao Congresso e ao presidente dos Estados Unidos que não só reconhecesse formalmente e consistentemente a verdade histórica de que as atrocidades cometidas contra os Arménios, Gregos e outros Cristãos a viver nas suas terras históricas da Anatólia nada mais são que um genocídio, como também que trabalhasse rumo a relações Arménio-Turcas mais equitativas, estáveis e duráveis.

Claro que a Turquia continua a negar que os seus antepassados tenham cometido tal genocídio. Tal como um grupo de académicos Americanos escreveu em 1965:

Apesar vasta quantidade de evidências que apontam para a realidade histórica do Genocídio Arménio - relatos de testemunhas, arquivos oficiais, evidências fotográficas, relatórios de diplomatas, e até testemunhos de sobreviventes - a negação do Genocídio Arménio por parte dos sucessivos regimes Turcos tem continuado desde 1915 até aos dias de hoje.

E o governo islâmico da Turquia não se encontra sozinho a negar o genocídio. O presidente Obama ainda se recusa a reconhecê-lo - embora durante a altura em que ele fazia campanha para o cargo que hoje ocupa, ele tenha professado a sua....

.... firme convicção de que o Genocídio Arménio não é uma alegação, uma opinião pessoal, ou um ponto de vista, mas sim um facto amplamente documentado, suportado por uma vasta gama de evidências históricas. Os factos são inegáveis. ..... Como presidente, irei reconhecer o Genocídio Arménio.... Os Estados Unidos merecem um líder que fala a verdade de forma honesta em relação ao Genocídio Arménio, e responde de forma convicta em relação a todos os genocídios. Eu tenciono ser tal presidente.

No entanto, desde que assumiu o cargo de presidente, Obama tem-se recusado de cumprir a sua palavra. Na Terça-Feira, dia 21 de Abril, a Casa Branca anunciou que mais uma vez não iria usar a palavra "genocídio", desapontando mais uma vez os activistas dos direitos humanos. O New Yokr Times escreve:

A contínua resistência do presidente em usar a palavra [genocídio] está em contraste com a posição do Papa Francisco, que recentemente chamou aos massacres "o primeiro genocídio do século 20", e equivaleu-os com as matanças em massa da Nacional Socialista e dos Soviéticos. O Parlamento Europeu, que reconheceu pela primeira vez o genocídio em 1987, aprovou uma resolução durante a semana passada apelando à Turquia que "fizesse as pazes com o seu passado"

O Armenian National Commite of America respondeu dizendo "A rendição do presidente representa uma desgraça nacional. É uma traição da história, e é uma traição da confiança". A Armenian Assembly of America disse: "O seu falhanço em usar o termo genocídio representa um golpe duro para os defensores dos direitos humanos."

Mas as acções do presidente são consistentes doutras formas. Dito de outra forma, não é surpresa alguma o facto de Obama negar reconhecer o genocídio Arménio e o genocídio de outras minorias Cristãs às mãos dos muçulmanos há um século atrás, quando levamos em conta que ele nega a galopante perseguição muçulmana aos Cristãos que está decorrer sob - e muitas vezes, devido - a sua liderança.

~ http://bit.ly/1Os3YNx

domingo, 7 de dezembro de 2014

O Ocidente sob o feitiço islâmico

Por Uzay Bulut

As vozes mais sonantes do Ocidente parecem ter a sua origem junto de muitos progressistas [esquerdistas] que alegam que criticar o islão é um acto racista, intolerante, preconceituoso e islamofóbico. As injustiças, dizem eles, ocorrem em todo o mundo, e não só entre os muçulmanos ou só nos países muçulmanos. Eles prosseguem afirmando que a crítica tem as suas origens na interpretação errónea dos ensinamentos do islão. Eles chegam a afirmar que o islão respeita as mulheres, e que existem boas pessoas e más pessoas dentro do islão, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões.

No entanto, em apenas sete anos - entre 2002 e 2009 - a taxa de mulheres assassinadas na Turquia aumentou em 1400 porcento.[1] Para além disso, existem mais de 181,000 noivas-crianças na Turquia. [2] Quando estes números são disponibilizados por parte de autoridades estatais, os mesmos baseiam-se em estatísticas factuais, mas quando os mesmo são declarados duma maneira crítica por parte de Canan Arin - advogada e activista dos direitos das mulheres - eles passam a ser, aparentemente, um "crime".

Canan Arin, de 72 anos, é uma advogada feminista que dedicou a sua vida à luta pelos direitos das mulheres na Turquia. [3] Em Dezembro de 2013, a Antalya Bar Association convidou-a para o recém-formado Women's Rights Enforcement Centre para treinar os advogados no tópico da violência contra as mulheres. Durante o evento, ela fez um discurso em torno dos casamentos forçados de mulheres jovens, e como forma de esclarecer o seu argumento, deu dois exemplos - um do século 7 e outro do século 20. O primeiro exemplo centrava-se em Maomé, o fundador do islão, que se casou com uma menina de 7 anos. O segundo girava em torno do então-Presidente da República turca Abdullah Gul, que noivou a sua esposa quando esta tinha 14 anos, e casou-se quanto ela tinha 15 anos (em 1980).

Embora ambos os exemplos supostamente se encontrem fundamentados na verdade, falar a verdade na Turquia parece ser, actualmente, um crime. Um ano mais tarde, portanto, um mandado judicial foi emitido para a prisão de Arin, e no dia 12 de Dezembro de 2012, ela foi levada para um tribunal por "insultar os valores religiosos adoptados por uma parte da sociedade" (Código Penal Turco Artigo: 216/3) e por "insultar o Presidente" (Código Penal Turco Artigo: 299/1).

No dia 30 de Maio de 2013 o tribunal declarou a sua decisão final, que foi um adiamento do julgamento. Segundo a decisão legal, se Arin voltar a cometer um crime similar nos próximos 3 anos, e receber um castigo como consequência disso, o seu caso será re-aberto. Falando para o jornal turco com o nome de Hurriyet, Arin disse:

Se eu não abrir a minha boca durante os próximos três anos, e se não me envolver em discussões com temas semelhantes, este julgamento será ignorado. Mas esta decisão é como correr com a lebre e caçar com os cães de caça. Mas este julgamento nem deveria ter sido iniciado.

É desconcertante o facto de algum promotor de justiça considerar casar com uma criança um "valor". Segundo o Turkish Statistical Institute, só em 2012, a taxa de consentimento paternal para o casamento legal para pessoas com menos de 18 anos aumentou em 94.2%. Este aumento não está a acontecer num país dominado pela lei islâmica Sharia, mas na Turquia, o único assim-conhecido país muçulmano "secular".

Os direitos das mulheres não existem no islão; na maior parte dos países muçulmanos os direitos das mulheres não existem. Para além disso, não há liberdade de expressão nesses países, e as pessoas tornaram-se virtualmente mudas. No entanto, muitas pessoas, especialmente os assim-conhecidos progressistas, parecem encontrar desculpas sem limites para as atrocidades islâmicas contra as mulheres. Entre estas atrocidades encontram-se decapitações, apedrejamentos, violência doméstica, matanças de honra, mutilação genital feminina, desigualdade legal oficial,  prisão domiciliar, casamentos infantis, e a proibição da Arábia Saudita de permitir que as mulheres conduzam - só para listar algumas.

No entanto, as declarações que se originam nas desculpas "multiculturais" como forma de proteger as prácticas do islão fundamentalista, nunca ajudaram, e nunca irão ajudar, a emancipar as mulheres que se encontram  vergadas à misoginia islâmica, ao apartheid e à jihad sexual. De modo a que seja possível causar uma mudança positiva nos países muçulmanos, temos que ser capazes de falar abertamente e declarar a (frequentemente criminalizada) verdade em torno do que os ensinamentos e as tradições islâmicas realmente têm dentro de si.

Existe uma situação ainda mais aterrorizadora. Parece que actualmente é difícil falar abertamente do islão fundamentalista nos países Ocidentais, em parte graças ao enfeitiçamento perigoso dos progressistas Ocidentais, e das feministas que romantizam o islamismo. As mulheres do mundo islâmico precisam desesperadamente da voz dos progressistas e das feministas Ocidentais. Mas quando se trata de neutralizar questões cruciais em torno da violência islâmica, os progressistas Ocidentais são infinitamente criativos. Conhecidas por um crescente número de mulheres como "Desculpas para o Abuso", estas incluem:

1. Criticar o islão é racista e revela "intolerância", "fanatismo", e "islamofobia."

Para que fique registado, o islão não é uma raça. Mais ainda, se por acaso se discutem os violentos e misóginos ensinamentos do islão, isto não significa ódio ou intolerância para com os muçulmanos mas sim para com a violência e a misoginia. Para além disso, esta discussão significa que existe uma preocupação para com as mulheres muçulmanas, que não se quer que eles sejam forçadas a encontrar quatro "testemunhas" masculinas para provar que foram violadas, e que não se quer que elas sejam punidas como adúlteras por parte dos tribunais islâmicos se por acaso os violadores não confessarem o crime.

Mais ainda, discutir os ensinamentos violentos e misóginos do islão significa que se acredita que o testemunho das mulheres nos tribunais, ou a sua herança, deve ser igual aos dos homens; que não queremos que elas sejam vítimas de matanças de honra ou forçadas pelos membros familiares a casar enquanto são crianças; e que não queremos que os seus maridos tenham permissão para lhes agredir impunemente.

Isto significa também que queremos que os seus filhos cresçam e sejam adultos honestos, informados, cheios de amor pela vida e pelos seres humanos, e que possam lutar em prol dos direitos e das liberdades que nunca podem ser tidas como garantidas - todas elas obtidas como resultado de guerras antigas, batalhas e movimentos sociais. 

Significa que não queremos que os seus filhos sejam homens-bombas que se explodem em autocarros, ou pessoas que vendem e compram mulheres, ou pessoas que matam as irmãs por não usarem o hijab. Finalmente, isto significa também que não queremos que as crianças se casem com a idade de 7 anos, especialmente com homens que nunca conheceram, nem que sejam hipócritas que digam coisas como "O islão significa paz" como forma de se defenderem todas as vezes que um muçulmanos comete um crime justificado através da proclamação de crenças islâmicas.

2. "As injustiças contra as mulheres ocorrem em todas as partes do mundo, e não só contra os muçulmanos ou só nos países muçulmanos."

Se a opressão das mulheres encontra-se enraizada na cultura, não seria benéfico perguntar "O que é que torna esta cultura tão misógina?"

O que é o progressismo se os seus objectivos não incluem ajudar a emancipação das mulheres da opressão islâmica, tais como as matanças de honra, casamentos infantis, apedrejamentos, flagelações e o castigo das vítimas de violação (ao mesmo tempo que se deixam em liberdade os violadores) - tudo coisas que são colocadas em práctica nos países muçulmanos, em conformidade com os ensinamentos islâmicos, alegadamente para "proteger" e "respeitar" as mulheres, e mantê-las "puras", mas mais provavelmente para manter as mulheres no seu lugar?

3. "Isto que estamos a ver não é o verdadeiro islão; o islão foi 'sequestrado'."

O problema com esta afirmação é que o islão realmente ensina que a mulher vale menos que o homem. Muitos ensinamentos islâmicos são misóginos - desde o uso do véu; o facto de serem precisos 4 homens para provar uma violação; as leis da herança; o valor do testemunho nos tribunais; as regras de casamento e re-casamento; o "direito" dos homens poderem ter até quatro mulheres; o facto deles poderem espancar as esposas; e assim por diante.

Se os progressistas e as feministas Ocidentais se preocupam com as suas irmãs muçulmanas, eles têm que protestar contra a raiz destas injustiças: os ensinamentos islâmicos.

No entanto, muitos progressistas nem parecem querer aprender mais sobre esses ensinamentos, muitos menos falar neles. É provável que eles temam que, se passarem a conhecer mais, eles possam ter mesmo que falar contra os mesmo. Ou talvez eles permaneçam calados devido à sua inércia ou indiferença. Mas se no Ocidente tudo o que lhes preocupa é a sua (compreensível [ed: não é "compreensível"]) habilidade de poderem fazer abortos e receberem o mesmo salário pelo mesmo trabalho, então elas falharam ao não se aperceberem das consequências da teocracia [islâmica] sobre todos - não só sobre as mulheres.

Se eles querem ficar mais informados, eles podem tentar ler os versículos do Alcorão que se focam na mulher, e olhar de passagem para a literatura hadith e sunnah - tudo fontes facilmente acessíveis através da internet. Só então - se eles realmente querem educar a próxima geração com valores humanitários, justiça igual à luz da lei, e respeito pelos direitos humanos - eles podem educar os outros em torno desses ensinamentos, fundamentando as suas opiniões no conhecimento e não no wishful thinking.

O escritor Pat Condell afirma:

Se por acaso vocês acomodarem a misóginia islâmica, vocês dão-lhe legitimidade e convidam-na para a vossa vida e para a vida dos vossos filhos....porque ela caminha na vossa direcção. Vocês garantem também  que as mulheres no Paquistão e na Arábia Saudita, que são espancadas diariamente, continuem a ser espancadas e tratadas como propriedade, tal como as suas filhas e netas continuem a ser tratadas desta forma.

4. "Isto não se centra no islão. Os crimes foram cometidos e são cometidos em todos os lugares através da História."

O mundo não é um paraíso, mas se no Ocidente as causas económicas, políticas e sociais das injustiças são livremente discutidas, porque é que as causas religiosas, ou islâmicas, se encontram fora do âmbito de discussão?Em muitos países muçulmanos, onde só o islão - e não as pessoas - têm a permissão para sobreviver, tais discussões são impossíveis sem se correrem riscos extremos. Até mesmo na Turquia, considerada por muitos como um dos países muçulmanos mais "liberais", se por acaso alguém se atreve a criticar os ensinamentos do islão, pode ser morto, preso, atacado, exposto a campanhas de linchamento social e psicológico, levado a tribunais e ser condenado com penas de prisão.

Os progressistas são contra o supremacia e a hegemonia? Então porque é que eles ficam cegos perante à supremacia e opressão islâmica? Por exemplo, em Gaza, por quem muitos progressistas Ocidentais alegam ter tanta empatia, as mulheres são sistematicamente assassinadas em matanças de honra, e o governo do Hamas não as protege. O juiz dum tribunal de apelação chamado Ziad Thabet disse ao Al-Monitor que "durante o seu tempo na judiciária, ele havia reparado que os réus acusados de matanças de honra normalmente recebiam penas leves; o mais grave eram três anos de prisão.... Penas perpétuas ou penas capitais nunca eram levadas em conta."

A Al Jazeera também reportou que o número das assim chamadas "matanças de honra" na Palestina duplicaram em 2013 em comparação com o ano anterior. Durante os últimos 3 anos, o número de mulheres mortas aumentou todos os anos.

Será que as feministas Ocidentais não se podem manifestar contra o grupo terrorista Hamas e em favor das mulheres de Gaza que não se podem defender a elas mesmas devido ao medo duma represália? Ou será que isto não seria tão prazeroso como condenar Israel, o único país do Médio Oriente onde as mulheres muçulmanas têm de facto os mesmos direitos? Ou será que estes progressistas só podem repetir propaganda tais como, "As mulheres Palestinas encontram-se expostas à matança de honra por parte de Palestinos enfurecidos devido à ocupação Israelita"?

5. "Nem todos os muçulmanos são iguais. Existem bons muçulmanos e maus muçulmanos, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões."

Antes de mais nada, muito obrigado por esta descoberta genial. Mas de que forma é que isto pode reduzir a violência islâmica que ocorre em todo o mundo?

É claro que existem muitos bons muçulmanos, cujos valores morais não se conformam literalmente aos ensinamentos islâmicos mas incluem valores humanitários. Eles não levam a cabo guerras contra outras religiões e nem tentam forçar as pessoas a submeterem-se ao islão. No entanto, aos olhos dos jihadistas e dos islamitas, que de facto vivem segundo a mais rigorosa interpretação da doutrina islâmica, esta qualidade dos muçulmanos bons faz deles "maus muçulmanos".

6. "Todas as religiões são essencialmente iguais."

Bem, isto não é verdade. Os valores Bíblicos são muito mais benignos que os islâmicos, e eles são geralmente mais descritivos e que prescritivos. Para além disso, as partes mais violentas há muito que foram deixadas de lado. Por exemplo, para além do islão, nenhum outra religião ensina que aqueles que insultam ou abandonam a fé seja morto (ver suras 6:93, 33:57, 33:61).

Segundo Human Rights Activists News Agency, no dia 24 de Setembro, e depois de ter sido considerado judicialmente culpado por "heresia"  e por ter "insultado o Profeta Jonas", o psicólogo Iraniano Mohsen Amir Aslani, de 37 anos, foi enforcado numa prisão perto da cidade de Karaj, a Ocidente do Teerão. Aslami, segundo se sabe, havia dado aulas religiosas onde ele havia disponibilizado as suas interpretações do Alcorão. Aparentemente, numa dessas aulas ele disse que Jonas nunca poderia ter sobrevivido ao tempo que passou dentro da barriga do peixe gigante; segundo reportado pelo site da Iran Wire, esta foi  a declaração que levou à acusação de ter insultado o profeta Jonas.

Quanto tempo mais terá que passar até que o islão seja reformado ou re-interpretado? Quantas pessoas terão que morrer ou ser escravizadas até que tal aconteça? Quantos muçulmanos têm o livre arbítrio ou a coragem de fazer? Será que os islamitas chegarão a permitir que eles o façam sem ameaçar uma retaliação? Será que os islamitas estão tão inseguros em relação à possibilidade de sobrevivência do que pregam - tal como o Alcorão ensina, "sem compulsão" - que eles nem podem tolerar um único comentário em relação a um dos seus profetas?

O que os progressistas e as feministas do Ocidente estão a fazer em prol do politicamente correcto - ou em prol do bem intencionado, mas equivocado "multiculturalismo" - nada faz para ajudar as mulheres muçulmanas. Pelo contrário, o "politicamente correcto, o silêncio, ou a enumeração de desculpas como formas de ilibar as atrocidades causadas pelo islão, só agravam o sofrimento das mulheres que se encontram no mundo islâmico.

Se os progressistas realmente querem proteger os muçulmanos, eles não podem atingir este objectivo "protegendo" o islão da crítica. Se uma pessoa é chamada de "racista" ou "islamofóbica", a consequência é que estas acusações são acusações que os intimidadores usam como forma de silenciar as pessoas com quem não estão de acordo. Os verdadeiros islamofóbicos são aqueles que rebaixam, abusam e matam os seus companheiros muçulmanos.

A pior coisa que qualquer progressista ou feminista do Ocidente pode fazer perante o sofrimento causado pelos ensinamentos islâmicos é permanecer no seu silêncio.


* * * * * * *
Embora possa parecer paradoxal a aparente contradição na maneira como os esquerdistas Ocidentais lidam com a violência contras mulheres no Ocidente, e a violência contra as mulheres nos países islâmicos, a realidade dos factos é que não há qualquer motivo para se assumir que isto seja um "erro" ou um "esquecimento" genuíno. O que as pessoas têm que levar em conta é que os esquerdistas odeiam a civilização Ocidental mais do que eles se preocupam com as mulheres.

Consequentemente, confrontados com a genuína violência que a mulher muçulmana sofre nos países islâmicos, o tradicional esquerdista Ocidental coloca o seu chapéu multicultural, e lança fora o seu chapéu feminista.

Para o esquerdista comum, o islão é uma arma muito mais forte no ataque à civilização Ocidental do que o feminismo, e como tal, as mulheres esquerdistas foram condicionadas e programadas para dirigirem todas as suas críticas ao homem branco, deixando de lado os actos muitos-mais-bárbaros cometidos pelos homens não-brancos. Por isso é que o facto duma mulher receber um piropo no Ocidente é "muito mais grave" do que o facto dos muçulmanos estarem a cometer imensos actos de abuso sexual contra as mulheres Nórdicas.

Como já afirmado várias vezes por várias pessoas, o esquerdismo é uma ideologia contra o Ocidente, e não em favor das minorias étnicas, das mulheres, dos homossexuais ou em favor de qualquer outro "grupo protegido".

[2] Segundo os dados do Turkish Statistical Institute de 2012.
[3] Arin co-fundou a Purple Roof-Women's Shelter Foundation, a Association for the Support of Women Candidates e a Women's Rights Enforcement Centre da Istanbul Bar Association. Entre 1994 e 1997, ela trabalhou como perita na violência contra a mulher para a Comissão do Conselho Europeuu...

domingo, 19 de maio de 2013

Turco exige que crucifixo seja removido duma sala de tribunal . . . . na Alemanha.


Depois do início do julgamento em torno do grupo NSU [National Socialist Underground], um político turco exigiu que o "Upper Regional Court" em Munique removesse o crucifixo da sala de tribunal. Segundo informação veiculada pela imprensa, Mahmut Tanal alegou que o símbol Cristão era "uma violação dos princípios seculares do Estado".

Para além disso, a cruz era também uma "ameaça" para todos os não-Cristãos, afirmou Tanal, em referência aos familiares muçulmanos das vítimas turcas de NSU. Devido a isto, a cruz "tem que desaparecer imediatamente".

Tanal pertence ao partido da oposição secular CHP, e foi um dos seis membros da delegação parlamentar de Ankara que esteve presente no tribunal no início do julgamento.

O político deu o seu apoio à suspeita - previamente vocalizada na Turquia - de que o assim conhecido grupo "National Socialist Underground" tem o apoio de forças próximas do aparato estatal alemão. 
Quando um gang consegue matar 8 turcos e um grego em diferentes partes da Alemnha com a mesma arma sem ser detectado, isso significa que as forças policiais estão por trás.
Segundo Tanal, sem a protecção das forças de segurança do establishment alemão, o grupo NSU nunca teria conseguido agir desta forma.

Fonte

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O memorial ofensivo

Provavelmente o mais famoso arménio contemporâneo, o cantor Charles Aznavour, encontrava-se presente no momento em que a cidade de Genebra apresentava os seus planos para o memorial. 
 
O mesmo tinha como propósito comemorar o genocídio levado a cabo pelos turcos contra os arménios Cristãos que vitimizou cerca de 1 500 000 de pessoas durante a Primeira Grande Guerra.

A reacção turca não se fez esperar: eles protestaram junto do departamento dos negócios estrangeiros, e o assunto em torno do memorial acalmou. Basicamente, o veto levado a cabo pela comissão cantonal responsável pelo memorial só se aplicava à localização (na parte antiga de Genebra). Mas agora os promotores do memorial encontraram um novo local para as "Lanternas de Lágrimas" que - em vez de lâmpadas - terá lágrimas feitas de aço.

Segundo se sabe, o memorial será construído no parque Ariana, bem junto do edifício das Nações Unidas.

Nas últimas semanas, as entidades turcas não só intercederam junto das autoridades de Genebra, como tentaram mobilizar a gerência do edifício da ONU contra o projecto. Celâl Bayar, presidente da "Union of Turkish Associations of Suisse Romande", confirmou que entidades oficias turcas haviam intervido junto da ONU.  Segundo Bayar, o novo local é uma provocação e o memorial viola os princípios da ONU uma vez que, segundo a Convenção de Genebra, o Genocídio Arménio nunca ocorreu.

A embaixada turca em Berna condenou também o projecto, alegando que o memorial é "uma expressão de ódio", e que um tópico tão controverso deveria ser lidado num "debate académico, aberto e objectivo", e não de uma forma unilateral. Segundo uma formulação oficial, a Turquia não aceita os "Eventos de 1915" como um genocídio.

Fonte


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quarta-feira, 7 de março de 2012

Reconhecer o genocídio arménio como facto histórico é islamofobia


Segundo nos informa o Trend, o secretário-geral da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) Ekmeleddin Ihsanoglu condena a formalização em lei da proposta que visa criminalizar quem quer que negue o genocídio arménio levado a cabo pelos turcos no início do século passado.

Ihsanoglu afirma:

Esta lei contradiz os 3 principais fundamentos da democracia: igualdade, liberdade e irmandade. Esta lei é um sinal da crescente islamofobia.
Para além disto, o secretário-geral da OCI defende que esta lei é inaceitável, não-vinculativa, em desacordo com os factos históricos e contendo dualidade de critérios.

Depois de quase 8 horas de debate, o senado francês adoptou a medida. Cerca de 127 senadores votou em favor da lei enquanto que 86 votaram contra a medida.

. . . . . . . . . .

Obviamente que o genocídio dos arménios é um facto histórico amplamente documento. O motivo que leva os maometanos a negá-lo é o mesmo motivo que leva os esquerdistas a negar ou relativizar (ou mesmo aprovar) os genocídios comunistas.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Turquia converte igreja histórica em mesquita

A igreja onde se realizou o histórico Concílio de Niceia, que tem sido um museu há quase 100 anos, foi recentemente convertida num sítio para a adoração de Alá, o deus árabe.

A Aghia Sofia em Niceia (não confundir com a Hagia Sofia em Constantinopla) foi ocupada pelos maometanos no século 14.

Em 1920 o governo secular turco transformou o edifício num museu. Agora, o ministério pelos assuntos religiosos turco declarou o edifício como uma mesquita.


Sem ser a sua intenção, os maometanos vão mostrando aos ocidentais o caminho que estes devem seguir para preservar a sua superior civilização Judaico-Cristã: impedir a construção de templos pagãos onde o deus islâmico é adorado.

Se eles não respeitam o Judaísmo e o Cristianismo, porque é que os Judeus e os Cristãos haveriam de respeitar a sua fé?

(Gostei da forma como o site de onde esta notícia foi extraída usou o nome "Constantinopla" e não "Istambul".)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Bomba explode na Turquia e faz dois mortos e 15 feridos


Uma explosão na capital da Turquia fez pelo menos dois mortos e 15 feridos. O vice-primeiro-ministro turco afirma que ter-se-á tratado de uma bomba.

Bulent Arinc disse que «há informações de que uma bomba foi armadilhada» num veículo que explodiu esta manhã na baixa de Kizilay, junto a Ancara.

Besir Atalay, outro vice-primeiro-ministro, afirmou que 15 pessoas ficaram feridas na explosão.

Não houve reivindicação imediata da responsabilidade pelo ataque.

Curdos, militantes esquerdistas e islâmicos reivindicaram atentados anteriores em cidades turcas.

SOL/AP

quinta-feira, 31 de março de 2011

Foto do ano na Turquia é a de um Judeu a sangrar

A Turquia é mais um país da sua área geográfica que parece mergulhar cada vez mais no abismo do islão. Embora a sua população tenha sido consistentemente muçulmana (quase 99%), as forças políticas sempre tentaram manter uma liderança secular.

Indo contra o que é normal nos países que se encontram debaixo do jugo do islão, a Turquia chegou a ter uma boa relação com Israel (mais da parte dos militares), mas agora as coisas parecem estar a mudar e a seguir na direcção do ódio e do anti-semitismo.

A Ynet News informa-nos agora que a foto dum soldado Judeu a sangrar (um dos que entrou no barco Marmara) venceu o prémio de "Fotografia do Ano em 2010". Este concurso é levado a cabo pela associação de fotojornalismo da Turquia.

Nove pessoas foram mortas dentro do barco turco quando o exército Israelita encontrou resistência feroz por parte dos "activistas da paz" armados com todo o tipo de armas.

Um dos sites de maior dimensão da Turquia usou essa foto para criar um jogo de puzzle para os seus leitores. Sim, porque nada melhor para a nossa cultura e diversão que vêr um Judeu a sangrar.

A foto mostra um soldado Judeu com a sua cara coberta de sangue enquanto 3 passageiros do Marmara (muçulmanos e activistas "pacíficos", não se esqueçam) o agarram e torcem o seu braço. A foto foi tirada por um fotógrafo turco que escondeu cópias em bolsos ocultos e conseguiu retirá-las de Israel.

Os média turcos não se preocuparam em enevoar as manchas de sangue ou a cara do soldado Judeu.

As fotos vencedoras foram escolhidas de entre 1,632 fotos categorizadas em 6 divisões. Os prémios foram entregues no princípio do mês num evento onde se encontravam presentes o presidente da câmara parlamentar turco, o vice-primeiro ministro e vários parlamentares.

Muçulmanos gostam de vêr judeus a sangrar?

Há poucos dias atrás tivemos a terrível notícia de uma família judaica ser barbaramente chacinada pela calada da noite, por um ou mais muçulmanos. Agora ficamos a saber que os islamitas da Turquia dão prémios a quem tira fotos de Judeus a sangrar.

Donde vem este ódio aos Judeus tão comum entre os muçulmanos? Precisamente nas palavras e acções do fundador da sua religião. Maomé disse:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

O fundador da seita islâmica disse ainda:
A Hora [do Julgamento Final] não chegará antes dos muçulmanos matarem todos os Judeus, e todas as pedras e todas as árvores, atrás das quais estiver escondido um Judeu, alertarem os muçulmanos para virem matar os Judeus que aí se encontrarem.
(Sahih Muslim, Book 041, Number 6985)
Se a forma dos muçulmanos trazerem o "reino de Alá" sobre a Terra depende deles matarem os Judeus, adivinhem o que eles irão fazer? Adivinhem o que eles vão ensinar nas escolas e madrassas? E Israel é suposto fazer acordos de "paz" com pessoas com esta mentalidade?

É por tradições islâmicas como esta que os muçulmanos odeiam os Judeus: o seu profeta assim os ensinou. Os turcos e os assassinos da família Fogel estão apenas a seguir os ensinamentos do seu "profeta".

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