MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Obama. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obama. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 28 de abril de 2015

O silêncio de Obama em relação ao genocídio Arménio

Por Raymond Ibrahim

À medida que o mundo continua a observar com desalento as bárbaras atrocidades cometidas contra as minorias Cristãs por parte do Estado Islâmico - o auto-proclamado novo "califado" - hoje [ed: dia 24 de Abril] marca o 100º aniversário do genocídio de Arménios e de outras minorias Cristãs na Império Islâmico Turco - o anterior califado. A maior parte dos historiadores Americanos que examinou esta questão concorda que os Arménios foram alvo dum genocídio deliberado e calculado:

Mais de um milhão de Arménios pereceu como resultado da execução, fome, doença, ambiente duro, e abuso físico. Um povo que havia vivido na zona oriental da Turquia durante mais de 3,000 anos [isto é, 2,500 anos antes dos Turcos islâmicos terem invadido e ocupado a Anatólia, hoje conhecida como "Turquia"], perdeu a sua terra natal e foi profundamente dizimada naquele que foi o primeiro genocídio em larga escala do século 20 [ed: o segundo e o maior genocídio do século 20 foi o genocídio dos Cristãos Ucranianos levado a cabo pelos ateus esquerdistas Soviéticos tais como Gengrich Yagoda]. No princípio de 1915 existiam mais de 2 milhões de Arménios dentro da Turquia, mas hoje há pouco mais de 60,000.

Um milhão e meio de Arménios foram erradicados. (....) As atrocidades sofridas pelos Arménios e por outras minorias Cristãs são demasiado enormes para serem listadas.  Tal como acontece com o califado moderno - o Estado Islâmico - os muçulmanos do califado Otomana raptaram, violaram, mataram ou venderam incontáveis mulheres e crianças Cristãs para os mercados de escravos muçulmanos. Os Cristãos Arménios foram também torturados tal como acontece com os Cristãos que vivem sob o Estado Islâmico. Na FrontPage Magazine, Lloyd Billingsley escreve:

Esquadrões de tortura usavam ferros vermelhos com o calor para rasgar a carne com tenazes quentes, despejando depois manteiga quente para dentro das feridas. As solas dos pés haviam sido espancadas, cortadas, e atadas com sal. O Dr. Mehmed Reshid torturou Arménios pregando ferraduras nos seus pés e fazendo-os marchar pelas estradas. Ele crucificou-os também em cruzes improvisadas.

Os muçulmanos golpearam os Arménios em pedaços e mataram as crianças perante as suas mães lançando-os contra as paredes. Eles queimaram os seus corpos, não por motivos sanitários, mas em busca de moedas de ouro que eles acreditavam que os Arménios haviam engolido. Os muçulmanos rasgaram as faces das vítimas em busca de ouro.

O cônsul Americano Leslie Davis, antigo jornalista e advogado, documentou este zelo islâmico: "Todos nós conseguíamos ouvi-los piedosamente a invocar Alá nos seus esforços de matança de Cristãos," escreveu Davis. "Noite após noite este mesmo canto subiu até ao céu, e dia após dia os Turcos levaram a cabo esta obra sanguinária.” Perto do Lago Goeljik, Davis escreveu, “milhares e milhares de Arménios, na sua maioria mulheres e crianças indefesas e inocentes, foram massacrados nas suas margens e barbaramente mutilados.”

No seu livro de memórias com o nome de Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como foi violada e lançada para dentro dum harém - algo parecido com as experiências sofridas pelos não-muçulmanos sob a autoridade do Estado Islâmico. Ao contrário de outras raparigas Arménias que foram mortas depois de terem sido contaminadas, ela conseguiu fugir. Ela lembra-se de ver 16 raparigas Cristãs que haviam sido crucificadas em Malatia:

Cada uma das raparigas havia sido crucificada viva, com ferro a atravessar os seus pés e as suas mãos, e com nada mais que o seu cabelo, esvoaçando ao vento, a cobrir os seus corpos.

Uma vez que não há falta de evidências em relação à realidade histórica do Genocídio Arménio, 44 Estados Americanos já o reconhecerem. O South Dakota, que recentemente se juntou à lista, aprovou uma resolução em Fevereiro de 2015 apelando  . . .

. . . . . ao Congresso e ao presidente dos Estados Unidos que não só reconhecesse formalmente e consistentemente a verdade histórica de que as atrocidades cometidas contra os Arménios, Gregos e outros Cristãos a viver nas suas terras históricas da Anatólia nada mais são que um genocídio, como também que trabalhasse rumo a relações Arménio-Turcas mais equitativas, estáveis e duráveis.

Claro que a Turquia continua a negar que os seus antepassados tenham cometido tal genocídio. Tal como um grupo de académicos Americanos escreveu em 1965:

Apesar vasta quantidade de evidências que apontam para a realidade histórica do Genocídio Arménio - relatos de testemunhas, arquivos oficiais, evidências fotográficas, relatórios de diplomatas, e até testemunhos de sobreviventes - a negação do Genocídio Arménio por parte dos sucessivos regimes Turcos tem continuado desde 1915 até aos dias de hoje.

E o governo islâmico da Turquia não se encontra sozinho a negar o genocídio. O presidente Obama ainda se recusa a reconhecê-lo - embora durante a altura em que ele fazia campanha para o cargo que hoje ocupa, ele tenha professado a sua....

.... firme convicção de que o Genocídio Arménio não é uma alegação, uma opinião pessoal, ou um ponto de vista, mas sim um facto amplamente documentado, suportado por uma vasta gama de evidências históricas. Os factos são inegáveis. ..... Como presidente, irei reconhecer o Genocídio Arménio.... Os Estados Unidos merecem um líder que fala a verdade de forma honesta em relação ao Genocídio Arménio, e responde de forma convicta em relação a todos os genocídios. Eu tenciono ser tal presidente.

No entanto, desde que assumiu o cargo de presidente, Obama tem-se recusado de cumprir a sua palavra. Na Terça-Feira, dia 21 de Abril, a Casa Branca anunciou que mais uma vez não iria usar a palavra "genocídio", desapontando mais uma vez os activistas dos direitos humanos. O New Yokr Times escreve:

A contínua resistência do presidente em usar a palavra [genocídio] está em contraste com a posição do Papa Francisco, que recentemente chamou aos massacres "o primeiro genocídio do século 20", e equivaleu-os com as matanças em massa da Nacional Socialista e dos Soviéticos. O Parlamento Europeu, que reconheceu pela primeira vez o genocídio em 1987, aprovou uma resolução durante a semana passada apelando à Turquia que "fizesse as pazes com o seu passado"

O Armenian National Commite of America respondeu dizendo "A rendição do presidente representa uma desgraça nacional. É uma traição da história, e é uma traição da confiança". A Armenian Assembly of America disse: "O seu falhanço em usar o termo genocídio representa um golpe duro para os defensores dos direitos humanos."

Mas as acções do presidente são consistentes doutras formas. Dito de outra forma, não é surpresa alguma o facto de Obama negar reconhecer o genocídio Arménio e o genocídio de outras minorias Cristãs às mãos dos muçulmanos há um século atrás, quando levamos em conta que ele nega a galopante perseguição muçulmana aos Cristãos que está decorrer sob - e muitas vezes, devido - a sua liderança.

~ http://bit.ly/1Os3YNx

domingo, 15 de junho de 2014

sábado, 14 de setembro de 2013

Sheik Sunita Omar Bakri diz que o Islão está a ganhar a guerra

Numa entrevista exclusiva à RTP, o Sheik Sunita Omar Bakri considera que o Islão está a ganhar no terreno e terá sido isso que levou Barack Obama a ameaçar com uma intervenção militar na Síria. 

Expulso de Londres em 2006, acusado de ter ligações à Al Qaeda, o Sheik vive agora em Tripoli, no Líbano, de onde olha para a guerra na Síria como um conflito que opõe o mundo islâmico ao não-islâmico. 


Uma coisa que se torna manifesta durante a entrevista é o foco que o islão tem na aquisição do poder. Para o islão, o mais importante não é tanto que as pessoas adorem o deus Alá, mas sim que o islão tenha o poder e o controle da sociedade. Esta sede de poder é que torna o islão uma ideologia política análoga ao Comunismo ou ao Nacional Socialismo. 

O discurso religioso que existe no islão, tal como o discurso da "guerra de classes" dentro do comunismo e o discurso racial pró-Ariano dentro do Nacional Socialismo, são formas através das quais estes grupos políticos lutam para adquirir o poder total.



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Grupo ligado à al-Qaeda ganha forças na Síria

O único grupo rebelde sírio com o selo de aprovação da Al Qaeda tornou-se numa das mais eficazes forças de combate na luta contra o regime de Assad, colocando Obama e a sua administração numa posição difícil, numa altura em que eles querem apoiar rebeldes desligados de grupos extremistas islâmicos.

O dinheiro corre em direcção ao grupo ("Nursa Front") proveniente de doadores com visão política igual à sua. 

Os seus militantes, uma pequena minoria entre os rebeldes, têm a coragem e o engenho de penetrar as posições fortificadas e liderar outros batalhões à captura de bases militares e campos de petrõleo. À medida que eles vão sendo bem sucedidos, eles vêem outras pessoas a juntarem-se a eles no combate a Assad.

O grupo é uma ramificação directa da Al Qaeda no Iraque. Oficiais iraquianos e antigos insurgentes iraquianos confirmam isto. Um veterano da Al Qaeda no Iraque, que afirma ter ajudado os esforços da Nursa Front na Síria, diz:
Este é só uma forma de devolver o favor aos nossos irmãos Sírios que lutaram connosco no Iraque.
Obama e a sua administração, sentido que o tempo de Assad está a chegar ao fim, espera isolar o grupo como forma de prevenir que eles tomem o poder, ou continuem com a guerra depois da queda de Assad (como forma de implantar um estado islâmico.

Atentado levado a cabo por membros do grupo "Nursa Front"

* * * * * * *

Os árabes têm escolhas difíceis a fazer: dum lado têm ditaduras ao estilo de Assad e seu pai, e do outro, ditaduras islâmicas. Esta "escolha" é tão apelativa como a "escolha" polaca entre invasão nacional socialista ou invasão comunista.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Obama e o Alcorão de Thomas Jefferson

Todos os anos, por esta altura, Obama faz menção do Alcorão que Thomas Jefferson tinha na sua posse como se fosse um livro valioso para ele, e não como um manual de guerra que Jefferson poderia estudar para entender a forma de pensar dos piratas do norte de África que tinham o hábito de atacar os barcos comerciais dos americanos.

Jefferson provavelmente odiava os muçulmanos mais do que os americanos actuais odeiam.

Obama declara que, a par com outras gerações de maometanos patrióticos, o Alcorão de Jefferson é um lembrete de que o islão, tal como muitas outras confissões religiosas, faz parte da história nacional americana.  Pior que isso, Obama menciona honrosamente uma das pessoas que acompanha Hillary Clinton - Huma Abedin - como um tipo de herói americano quando ela mais não é que uma infiltrada da Irmandade Muçulmana - como o são a sua mãe, o irmão, a irmã, e o falecido pai.

Obama teve a coragem de dizer:

O povo americano tem um dívida de gratidão para com ela uma vez que Huma é uma americana patriótica, e um exemplo do que nós precisamos neste país - mais funcionários públicos com o seu sentido de decência, a sua graciosidade e o seu espírito generoso.


Fonte

* * * * * * *

Inquestionavelmente, Obama é um infiltrado anti-americano a viver na Casa Branca. Nunca na história dos EUA um presidente americano se vergou tanto para acomodar adeptos duma ideologia que declarou guerra aos EUA. Sinceramente, o que é que os muçulmanos têm que fazer para que Obama se aperceba que eles só têm desprezo por ele e por tudo o que os EUA representam?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nigéria: Obama não quer ofender maometanos.

Ao mesmo tempo que a administração Obama continua a afirmar que a jihad que o grupo maometano Boko Haram está a levar a cabo contra os Cristãos - que já causou a morte de milhares de Cristãos e a destruição de muitas igrejas - não está relacionada com o islão, o grupo mais uma vez deixou bem claro que a fé maometana é a principal causa da cristofobia. Uma reportagem recente afirma:

Num vídeo online disponibilizado na semana passada, o grupo militante muçulmano Boko Haram exigiu que o presidente Cristão da Nigéria se converte-se ao islão ou abandonasse o cargo. O líder do grupo [Boko] Haram, Abubakar Shekau, disse ao Presidente Goodluck Jonathan para se "arrepender e abandonar o Cristianismo", ou então os seus seguidores continuariam com a sua campanha violenta.

Apesar da administração Obama ter concordado em gastar $600 milhões numa iniciativa USAID lançada como forma de se averiguarem "as verdadeiras causas" por trás da violenta e sanguinária actividade do Boko Haram, desde o principio que o grupo - e outros maometanos - estavam enraivecidos pelo facto da Nigéria estar a ser liderada por um Cristão. Isto, note-se, apesar de Goodluck Jonathan, ter vencido as eleições de modo categórico ("landslide").

Em Abril de 2011, o analista Peter Run disse:

A onda actual de tumultos foi catalisada pelo anuncio da Independent National Election Commission's (INEC), na Segunda Feira [18 de Abril de 2011], de que o presidente incumbido, o Dr. Goodluck Jonathan, venceu a ronda inicial da contagem de votos. Os tumultos nas zonas do norte largamente habitadas por muçulmanos, e onde a derrota do candidato muçulmano - Muhammadu Buhari - foi [considerada] intolerável não foram surpreendentes. Eles estão agora zangados apesar dos peritos e dos observadores terem reportado que estas foram as eleições mais justas e mais independentes da recente história da Nigéria.

Mais uma vez, portanto, a realidade é facilmente discernível - no fundo, no fundo, a campanha assassina do grupo Boko Haram é inteiramente motivada pela sua religião - mas a administração Obama não só se recusa a designar este grupo como uma organização terrorista, como esbanja elevadas somas de dinheiro em iniciativas (ou diversões) supérfluas ao mesmo tempo que pressiona o presidente nigeriano para fazer mais concessões, incluindo a construção de mais mesquitas, o local exacto onde os muçulmanos são radicalizados e recrutados para a jihad do Boko Haram.

domingo, 10 de junho de 2012

Jihadistas oferecem 10 camelos a quem fornecer informação que leve a captura de Barack Hussein Obama

Os americanos oferecem milhões a quem disponibilizar informação que leve à captura dos terroristas mais procurados do planeta. Um grupo terrorista somali segue o exemplo, mas em vez de oferecer milhões, oferece . . . . camelos.

O grupo somali Al-Shabaab oferece 10 camelos como recompensa pela captura do presidente americanos Barack Obama 2 dois camelos por informação que leve à captura de Hillary Clinton.

Uma declaração áudio colocada num site jihadista, alegadamente proveniente da Al-Shabaab, desaprovou a notícia de que os americanos oferecem milhões pela captura de 7 membros-chave dos al-Shabaab. O homem que se pode ouvir na gravação áudio alegou ser Fuad Mohamed Khalaf, considerado pelo Departamento de Estado americano como o principal angariador de donativos. Os americanos oferecem $5 milhões por informação em torno da sua localização.

O homem da gravação diz:

Quem disponibilizar aos mujahidin informação em torno do paradeiro do infiel Obama e da senhora do Bill Clinton, a mulher chamada Hillary Clinton, receberá uma recompensa da minha parte.
Um estudo levado a cabo pela Universidade University, que analisou os efeitos da seca no gado, disse que o custo médio dum camelo na Somália é $700 (cerca de €600).

Fonte

Dum lado temos um camelo e do outro, um mamífero herbívoro normalmente encontrado nos desertos africanos e árabes.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Paciência inglesa (afinal) tem limites

Num gesto de solidariedade com o grupo terrorista maometano, Lashkar-e-Taiba (LeT) e com Hafiz Muhammad Saeed - um dos líderes do grupo - parlamentarista muçulmano com origens paquistanesas Nazir Ahmed anunciou um "prémio" para o captor do presidente Barack Obama e para o seu predecessor George W. Bush.

O maometano fez o anúncio numa recepção arranjada em sua honra pela comunidade empresarial em Haripur.

Nazir afirmou que a recompensa oferecida a quem capturasse Saeed era um "insulto" para todos os maometanos e que ao levar a cabo esse gesto, o presidente Obama havia desafiado a "dignidade da Ummah" (=comunidade muçulmana).

Portanto, Nazir defende que recompensar quem apreende um terrorista muçulmano é o mesmo que insultar todos os muçulmanos. Muito revelador.

Ele diz ainda:

Se os EUA podem anunciar uma recompensa de $10 milhões para quem capturar Hafiz Saeed, eu posso anunciar uma recompensa de 10 milhões de libras para a captura de Obama e do seu predecessor George Bush.

Nazir disse ainda que ele mesmo suportaria os custos da recompensa mesmo que para isso tivesse que vender os seus bens pessoais.

Mas Nazir apanhou o choque da sua vida ao aperceber-se que palavras têm consequências. Sem demora, o seu próprio partido inglês tratou de lhe suspender o mandato mal as suas declarações foram conhecidas. Um porta-voz dos Trabalhistas disse:

Suspendemos Lord (sic) Ahmed até que as investigações terminem. Se estes comentários são verídicos, condenamos completamente estas declarações visto serem totalmente inaceitáveis.
Elas são inaceitáveis para o mundo civilizado mas são perfeitamente normais para os maometanos. Aparentemente, tentar capturar um criminoso muçulmano é um "ataque a todos os muçulmanos".
"Perseguir terroristas assassinos é o mesmo que perseguir todos os muçulmanos".


domingo, 20 de novembro de 2011

Finalmente uma ocupação com a qual podemos concordar!

Ontem os activistas em favor do fim da ditadura na Síria reportaram que 24 pessoas foram mortas pelo regime de Assad. A "Voice of America" reportou que 15 pessoas foram mortas durante a operação que visava neutralizar os dissidentes.. Mais de 3,500 protestantes foram já mortos pelo regime durante este ano.

Mas, e ao contrário dos movimentos islamitas da Tunísia, Líbia, Egipto, e Iemen, o regime iraniano não apoia a população que luta pela liberdade na Síria. Em vez disso, o regime iraniano qualifica os revoltosos de "espiões americanos ou israelitas". Apenas os bravos activistas iranianos dão o seu apoio aos protestantes sírios.

No que toca ao envolvimento americano, a administração do socialista Obama apoiou vocalmente as muitas sublevações da região. Obama enviou jactos para bombardear a Líbia.

No entanto, a resposta à crise síria tem sido, na melhor das hipóteses, confusa. Em Março passado Hillary Clinton anunciou que não haveria intervenção porque Assad era um reformador. No dia seguinte Assad, o Reformador, disparou contra aqueles que protestavam nas ruas.

Há alguns dias atrás, a Hillary Clinton expressou a sua preocupação em torno da possibilidade da Síria entrar numa guerra civil. Ontem o regime de Assad, o Reformador, matou mais duas dúzias de protestantes que se encontravam nas ruas.

Há alguns dias atrás os "ocupantes" em Kafr Nabil, Síria, enviaram um pedido de ajuda ao mundo:

Não deixem que o regime de Assad nos extermine.


domingo, 21 de agosto de 2011

Portugueses constroem casas em Alcântara. Obama furioso com isso.

O título do post não faz sentido nenhum, pois não? Isso foi propositado. Afinal, que direito têm o Obama e a Hillary de determinarem o que nós construímos no nosso próprio país?

Agora troquem "Portugal" por "Israel", e "Alcântara" por "Jerusalém" e observem o mesmo ridículo. A administração de Obama está "furiosa" com o facto dos Judeus construírem "unilateralmente" casas na sua própria cidade porque isso será detrimental para o "processo de paz". Aparentemente os Judeus precisam da autorização da ONU para construíram casas no seu próprio país.

Já agora, QUAL "processo de paz"? Aquele que os muçulmanos deliberadamente se recusam a cumprir uma vez que isso implica reconhecer Israel como um Estado Judaico? Hillary e o seu patrão muçulmano bem podem começar a fazer as malas porque 2012 de facto é o fim. O fim da sua breve e desastrosa estadia na Casa Branca.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Kosovo: População sérvia em decréscimo

Em 1998, antes dos americanos e a NATO atacarem o Kosovo (para agradar aos maometanos), 66% da população total eram maometanos albaneses. Hoje, graças à limpeza étnica levada a cabo por muçulmanos, os maometanos albaneses são cerca de 92% da população.

Em 13 aos a população islâmica aumentou 16% e os Cristãos sérvios tiveram que fugir da sua própria casa devido à intolerância.

Mas como os sérvios são maioritariamente Cristãos, os esquerdistas que controlam as grandes agências mundiais não se preocupam muito com isso. Não vai haver discussão sobre os "territórios sérvios ocupados", nem se vai falar sobre as condições horríveis que eles suportam vivendo entre muçulmanos e nem vamos vêr grandes figuras do showbiz mundial a organizar eventos para lembrar a "questão sérvia".

Não. Nada disso. Deixem que os sérvios que ainda lá vivem temam constantemente pela vida. Afinal, eles são Cristãos.

Oh, a história parece que se vai repetir visto que a Hillary Clinton e o Hussein Obama tentam criar condições para que os Judeus sejam expulsos de Israel - e as suas terras milenares sejam entregues aos seus amiguinhos maometanos.


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esquerdaria internacional tenta instalar muçulmano na presidência da Costa do Marfim

O massacre de não muçulmanos na Costa do Marfim tem uma explicação muito simples.

Segundo as leis da Costa do Marfim, quem quiser ser eleito presidente do país não só tem que ter nascido no país, mas os seus pais também tem que ter nascido na Costa do Marfim. Alassane Ouattarra , o muçulmano, nasceu no país mas os seus pais não. Devido a isso, Ouattarra legalmente nunca poderia ser presidente.

Para evitar este "pequeno" detalhe, Ouattarra apresentou documentos falsos, o que resultou num mandado de busca. Mas ele tentou outra vez ser presidente, mas desta vez trouxe um largo número de imigrantes muçulmanos que não estavam legalmente capacitados para votar.

Numericamente, ele "venceu" as eleições" mas os votos inválidos foram rejeitados pelo Concílio Constitucional. Laurent Gbagb é, portanto, o presidente legítimo do país.

A "comunidade internacional" - que tem um fraco por muçulmanos - resolveu ignorar as leis e normas internas da Costa do Marfim, e resolveu apoiar Ouattarra (que não tem direito legal nenhum para estar no lugar de presidente) na sua jihad contra os Cristãos e os animistas.

Muito graças a este "apoio", os muçulmanos tem cometido actos bárbaros que normalmente acompanham os muçulmanos para onde quer que eles se movam.

O candidato não-muçulmano, Gbago, não é nenhum santo (poucos líderes africanos o são) mas a Constituição do país é absurdamente clara nesse ponto: Alassane Ouattarra não é elegível para ser presidente.

Ele e os assassinos muçulmanos estão a levar a cabo mais um genocídio que pode acabar em algo parecido com o que ocorreu no Sudão. A "comunidade internacional", que é sempre tão rápida a criticar Israel quando os Judeus se defendem dos assassinos muçulmanos, colocaram-se do lado do homem que roubou as eleições.

O mais irritante neste ponto (deixando de lado as mortes de Cristãos e animistas) é que os franceses e Obama estejam a ver o que acontece sempre que os muçulmanos atingem um certo número e nada façam para controlar as suas fronteiras. Será que eles pensam mesmo que isto não vai acontecer nos seus países?

Há algumas décadas atrás a população muçulmana na Costa do Marfim não passava dos 20%, mas hoje está a volta dos 50%. Como acontece com frequência, o aumento da população muçulmana coincidiu com o aumento da tensão social.

O Obama, marxista de todo o tamanho e com um fraco pelo islão, quer usar os muçulmanos como forma de atacar a cultura Cristã americana (na expectativa de transformar os EUA algo que se pareça com a Europa Ocidental). Sarkozy deve ter grandes interesses financeiros enormes para ignorar as leis dum país livre e democrático.


Parece que nem todo o imperialismo é mau. Segundo as Nações Unidas, o Obama e a França tem todo o direito de perturbar o normal funcionamento do sistema legal dum país africano desde que seja em favor do "candidato" que agrade à elite mundial. O imperialismo de esquerda é aceitável.

Esta guerra civil foca-se na tentativa dos imigrantes muçulmanos de se apoderarem dum país. As Nações Unidas dizem que sim, a França diz que sim, e o marxista Obama diz que sim, O que estes burros não entendem é que isto é uma amostra do que vai acontecer na Europa e nos EUA.

Mas acho que por esta altura já sabemos que é isso mesmo que os marxistas culturais querem: destruir a civilização ocidental.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis