segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
A jihad como um permanente estado de guerra
A Jihad Islâmica é, ao mesmo tempo, ofensiva e defensiva.
É ofensiva porque o Partido Muçulmano ataca o domínio das ideologias opostas e é defensiva porque o Partido Muçulmano está constragido a capturar o poder estatal de modo congelar os princípios do islão perante as forças do tempo e do espaço [proteger o islão da inovação].
Como um partido, não tem casa a defender; ele propaga alguns princípios que têm que ser protegidos.
Semelhantemente, este partido não ataca a habitação do partido oposto, mas lança uma ofensiva contra os princípios do adversário.
O objectivo deste ataque, no entanto, não é coagir o arversário a abdicar dos seus princípios, mas sim abolir o governo que sustém estes princípios.
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| Beslan: Muçulmanos atacaram escola e mataram inocentes |
domingo, 2 de dezembro de 2012
A meia-vida da utopia secular
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.
A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.
Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:
"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."
Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:
"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."
Behnke acrescentou ainda:
"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?
sábado, 8 de setembro de 2012
Paquistão: Muçulmano tenta incriminar rapariga Cristã

O clérigo, Khalid Chishti, foi preso depois de outro clérigo da mesma mesquita ter-se dirigido à policia com alegações de ter visto Chishti a acrescentar páginas queimadas do Alcorão às evidências que foram entregues à polícia.
Segundo a polícia, Hafiz Mohammad Zubair, o outro clérigo, afirmou ter tentado impedir que Chishti adulterasse as evidências, mas este insistiu que esta era a melhor forma de se verem livres dos Cristãos daquela área.
Este novo desenvolvimento no caso que havia já atraído a condenação internacional vai acrescentar ainda mais pressão sobre as autoridades paquistanesas de modo a que estas absolvam a rapariga Cristã - que ainda se encontra na prisão e que pode ser condenada a prisão perpétua.
Esta revelação é também um argumento que os grupos que tentam repelir ou modificar as leis contra a blasfémia - afirmando que as mesmas são usadas para perseguir as minorias ou resolver conflitos pessoais - podem usar no seu combate. Peter Jacob, líder dum grupo activista Cristão que disponibiliza apoio legal às minorias paquistanesas, afirmou:
Numa entrevista dada alguns dias antes, Khalid Chishti confessou ter falado - num dos seus sermões - em expulsar os Cristãos daquela localidade.
Chaudry Asghar, um vendedor local, disse ao "The Monitor" que, há alguns meses atrás, os anciões e os clérigos religiosos haviam formado um comité determinado em encontrar formas de expulsar os Cristãos da área supostamente porque estes se haviam tornado num "distúrbio" durante as rezas islâmicas. Asghar disse:
Hina Jilani, advogada pelos direitos humanos, disse que teme que os grupos religiosos [isto é, os maometanos] se unam em apoio ao clérigo; como tal, diz Hina, o governo tem que impedir que isso aconteça focando-se nos méritos legais e técnicos do caso.
Hina Jilani disse ainda que as notícias de tensões já existentes entre os muçulmanos e os Cristãos são genuínas, e que o governo se deveria limitar a libertar a menina.
Ressalvando que o caso da menina não deve ser politizado, Hina Jilani disse no entanto que o padrão da perseguição das minorias em todo o país historicamente tem sido ligado a disputas locais em torno de coisas como propriedades e inimizades pessoais. No entanto, acrescenta Jilani, o uso destas leis da blasfémia tornou-se numa forma de "purificar a sociedade."
Segundo Jilani, existem leis que lidam com pessoas ou grupos que incitam a violência comunitária, mas a aplicação de tais leis são fracas.
O clérigo que foi apresentado ao tribunal há alguns dias atrás, foi entregue à policia durante 14 dias, e se se confirmar que ele adulterou as evidências, a mesma lei da blasfémia que ele visava usar contra a rapariga Cristã pode ser usada contra ele.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Taxista maometano despedido depois de recusar transportar passageiros com álcool
O antigo presidente da companhia, Fazal Rahim, que conduziu táxis para a mesma companhia por quase 25 anos, disse que a atitude do maometano foi pouco profissional.
Sou um muçulmano practicante, tal como muitos outros taxistas. Esta decisão não é um caso baseado na raça ou na religião mas sim baseado em ser um bom profissional ou não.Como taxistas, não podemos ser polícias morais. Se eu tivesse um cliente que tivesse saído dum pub, deveria eu perguntar-lhe se ele havia estado a beber? Claro que não.
* * * * * * *
Note-se que Fazal não disse que o que o taxista fez contradiz o maometanismo.
sábado, 23 de julho de 2011
"O mundo inteiro pertence-nos"
Mais um evidência (desta vez por parte do egípcio Shaykh Safwat Hegazy, que pode ser visto mais embaixo) a ameaçarr Judeus, Cristãos e a humanidade inteira. De acordo com o site Translating Jihad (TJ), ele diz:
"Jerusalém pertence-nos e o mundo todo pertence-nos". Ele declara que o califado islâmico vai regressar e que "todas as terras onde o islão pôs o pé vão regressar para nós". Ele faz referências pungentes a [matança de Judeus em] Qurayza e Khaybar, que são ameaças contra os Judeus, e declara também que "mataremos que quer que tenha poluído a mesquita al-Aqsa."
Mais importante ainda, o blogue TJ explica que Hegazy não é uma figura desconhecida a proferir ódio de forma aleatória: ele é influencial:
É importante notar que Hegazy não é um shaykh e à margem da ortodoxia. Ele é membro da Irmandade Muçulmana no Egipto, e tem estado envolvido em vários programas de satélite incluindo o seu programa “Age of Glory” na rede televisiva al-Nastelevision.
Embora o vídeo seja de Outubro de 2009, a tradução oferece-nos pistas sobre a forma de pensar dum homem que pode desempenhar um papel-chave no futuro do Egipto.
Vejam os vídeos - com legendas em inglês - aqui.
O islão não é uma religião mas um ideologia geo-teo-política que visa estabelecer o seu domínio no mundo inteiro. Não é por acaso que um dos maiores ditadores e líderes imperialistas que o mundo já conheceu, o nacional-socialista Adolfo Hitler, tenha sido um grande admirador do islão.
domingo, 17 de julho de 2011
Ideologia Política Mascarada de Religião Quer Controle Administrativo Sobre Áreas Britânicas
O infame grupo com o nome de "Muslims Against the Crusades" (Muçulmanos Contra as Cruzadas, MAC ou MCC) nomeou as zonas de Yorkshire com o nome de Bradford, Dewsbury e Tower Hamlets (no Este de Londres) como zonas de ensaio para a governação islâmica. Segundo um documento presente no site do grupo MAC, o "emirado" operaria totalmente fora da vigência da lei inglesa.
Este grupo, liderado Abu Assadullah, foi criado no ano passado e desde então tornou-se notório pelos seus protestos violentos. Estes protestos incluem a queima de papoulas durante o silêncio do "Remembrance Day".
Sob o título "Os muçulmanos deveriam instalar um emirado no Reino Unido", o MAC diz:
Sugerimos que é chegada a hora de áreas com larga população muçulmana declararem um emirado delineando que os muçulmanos residentes tentam viver segundo a sharia o mais possível, com os seus tribunais próprios, organizações de vigilância comunitária, escolas e mesmo comércio próprios.As áreas mais prováveis para este projecto seriam Dewsbury ou Bradford ou Tower Hamlets para começar. Com o tempo, podemos encarar o tempo em que a sharia seja instalada começando nestes enclaves.
Eles que andem por um enclave maometano e vejam a "diversidade" e "secularização" que por lá há.
Esta notícia demonstra de forma bem clara que o islão é uma ideologia geo-política que usa a cobertura da religião para avançar com as suas ambições. Alguma vez tivemos notícias de Budistas, Hindus, Judeus ou Cristãos a exigir sistemas legais distintos e paralelos em zonas onde eles fossem a maioria?
Futuro membro do bloco islâmico nas Nações Unidas.



