MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Consequências do Multiculturalismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Consequências do Multiculturalismo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Maometano esfaqueia dois polícias no metro de Bruxelas

Islamita esfaqueou dois polícias na 6-Feira passada numa estação de metro de Bruxelas numa vizinhança que havia assistido há alguns dias confrontos.

As duas vítimas, um homem e uma mulher que foram atacados durante uma vistoria de rotina, não sofreram ferimentos graves. O atacante foi rapidamente subjugado e, após uma busca, verificou-se que tinha consigo documentos relacionados com a Shariah4Belgium, um grupo muçulmanos activo na Bélgica.

Para além de estar relacionado com grupos supremacistas islâmicos, o atacante confessou ter atacado a polícia "devido à atitude da Bélgica para com os muçulmanos".

Na semana anterior confrontos haviam sido gerados entre as forças policias e grupos muçulmanos depois duma muçulmana com véu ter sido presa.

Fonte

* * * * * * *

Se as religiões são essencialmente iguais, porque é que nunca ouvimos falar de ataques Cristãos motivados pelo tratamento que eles sofrem no Egipto, ou de ataques Bahais motivados pela forma como eles são tratados no Irão? Porque é que nunca ouvimos falar de ataques bombistas hindus em países islâmicos devido à forma como eles são tratados no Paquistão?

Enquanto as pessoas (ocidentais) não se aperceberem que o islão é uma ideologia política totalitária - ao nível do nacional-socialismo e do comunismo - que usa a aparência religiosa para o seu avanço, incidentes como o de cima nunca vão ser entendidos.

O próprio nome de grupo a que ele alegadamente faz parte demonstra a natureza totalitária da ideologia: Shariah4Belgium. Ou seja, não são os muçulmanos que têm que se adaptar à Bélgica, mas sim a Bélgica que tem que se submeter politicamente à shariah - a mesma lei que tanto "sucesso" tem causado no médio oriente.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Multiculturalismo inglês: violência de honra duplica em apenas 3 anos

Estudos revelam que o número de mulheres britânicas pertencentes a minorias étnicas que reportaram terem sido vítimas de violência relacionada à "honra" cresceu mais do dobro em apenas 3 anos.

Dados recolhidos junto da Metropolitan Police revelam que nos 12 meses que terminaram em Abril de 2011, foram reportados 443 incidentes de violência de honra ou casamentos forçados só em Londres - mais do dobro que no período compreendido entre 2007–08.

Uma sondagem distinta entre todas as forças policiais, usando a Freedom of Information Act, revelou que se reportaram quase 3600 casos em todo o país, só no ano de 2010. Isto dá quase 10 casos de violência de honra por dia.

Abençoado multiculturalismo.

Os activistas avisaram que os casos registados podem ser apenas "a ponta do iceberg" duma vasta gama de incidentes anuais que não são notificados às autoridades devido à pressões familiares ou inconsistências policiais.

Jasvinder Sanghera, fundadora do grupo de apoio a vítimas "Karma Nirvana" disse:

Os dados estão a ser minimizados; estamos a lidar apenas com a ponta do iceberg.

Não sabemos quantos milhares estão em risco visto este ser um crime oculto e não existir qualquer tipo de dever estatutário de o registar.

Isto é um assunto que toca todos os que nasceram aqui (Inglaterra); nós temos mesmo que aceitar isso e deixarmos de ser "culturalmente sensíveis", colocando de lado o medo de sermos chamados de "racistas".

Isto é um assunto que envolve a segurança infantil.

Infelizmente para Jasvinder, a Inglaterra é um dos países mais marxistas culturais que há na Europa. Logo, a crença de que eles vão pôr de lado o seu "politicamente correcto" em favor de acções que sejam boas para as mulheres e crianças envolvidas em "violência de honra" é um pensamento que revela a ingenuidade de quem o expressa.

Para a esquerdalha militante, as mulheres e as crianças que anualmente sofrem de "violência de honra" são pequenos contratempos na "longa marcha através das instituições".

É óbvio que se a polícia inglesa quisesse parar (ou pelo menos reduzir) este tipo de coisas, eles já o teriam há muito tempo. Há uma forma muito simples de se reduzir a ocorrência este tipo de crime: criminalizar a ideologia que serve de justificação a ele (islão). Mas quem realmente acredita que os esquerdistas querem fazer tal coisa?

Um pouco por toda a Europa, os maometanos votam nos partidos da esquerda política. Como tal, e como os esquerdistas estão interessados no poder e não na segurança popular, eles escolhem o politicamente correcto em vez de ofender potenciais votantes.

O islão é um aliado do marxismo cultural (por enquanto) e como tal, os crimes de honra vão continuar a aumentar.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Video da English Defence League

Inglaterra: Todas as minorias religiosas co-existem excepto os islamitas. Quando a EDL ressalva este facto, os média esquerdistas culpam ....a EDL!

Os traidores marxistas culturais (dignos do tratamento de todos os traidores) alinham-se com os islamitas porque tencionam destruir a influência do Cristianismo na sociedade e na cultura.

O que estes ignorantes não sabem é que o islão não é uma ideologia com a qual se possa fazer acordos.





sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Polícia de Malmo vai ser sujeita a aulas de arábico

As forças policiais que patrulham o distrito de Rosengård - Malmö - vão ser submetidas a aulas especiais de ensino do arábico como forma de os ajudar a melhor entender e comunicar com os residentes locais.

Ou seja, em vez dos imigrantes aprenderem o idioma local como forma de se integrarem, os suecos é que vão ser forçados a aprender a língua dos colonizadores imigrantes.

Até agora 45 oficiais inscreveram-se para as aulas. O programa inclui doze semanas de aulas voluntárias que providenciarão treino em torno de uma vasta gama de saudações e amabilidades em arábico.

O chefe policial local Bengt Hersler disse o seguinte ao jornal Skånska Dagbladet

Isto é uma forma de lidar com os imigrantes de uma forma mais digna e mais civil.
Não, não é. Isto é a total capitulação multicultural à ideologia invasora. Quem dita as regras são os muçulmanos e não os suecos.

De acordo com Hersler, o curso foi organizado a pedido dos oficiais policiais uma vez que eles forçaram o departamento a providenciar as ferramentas que melhor lhes permitisse comunicar com os residentes de Rosengård - a maioria dos quais tem o sueco como a segunda língua.

Aparentemente nenhum dos policias parou para pensar sobre o porquê de pessoas a viver na Suécia terem a língua local como a segunda língua. É certo que dentro da família é normal os imigrantes falarem nos dialectos dos seus países, mas se as pessoas se mudam para um novo país, espera-se que eles aprendam a língua local como forma de melhor se integrarem. Mas, como todos sabemos, os maometanos não estão no mundo ocidental para se integrarem.

Hersler disse ainda:

Com estas medidas visamos alargar o nosso conhecimento. Todas as vezes que falamos, nós expressa-mo-nos a partir da nossa cultura. Mesmo quando falamos a mesma língua não há garantias de que as pessoas se entendam.
Ou seja, tem que se aprender a língua do invasor imigrante porque, mesmo quando falamos a mesma língua, problemas de comunicação podem ocorrer. Então eles que aprendam a sua língua, sr Hersler. Eles vieram para o seu país, então são eles que têm que se adaptar ao seu país. Não é você que tem que aprender a língua que eles falam nos seus países de origem.

O curso feito à medida, organizado pela studieförbundet Vuxenskolan, vai ser levado a cabo durante o tempo livre dos participantes e vai-se focar em expressões que eles serão capazes de usar no seu dia à dia de trabalho.

Ou seja, para além de se submeterem à língua do ocupante, os suecos vão ter que tirar horas do seu tempo livre (e não das horas de trabalho).

Lena Gustafsson da Studieförbundet Vuxenskolan disse o seguinte ao jornal:

Obviamente que eles não vão aprender toda a língua.
A sério?

Embora nenhum curso subsequente esteja a ser planeado, Hersler disse ao jornal que se o curso em torno da língua e cultura arábica se revelar um sucesso, outro pode ser organizado. Hersler declarou também que, como forma de acomodar a comunidade muçulmana, Malmö realizará apedrejamentos e decapitações ao fim de semana como forma de entretenimento familiar.

(Este último parágrafo pode ter sofrido de alguma adulteração da minha parte.)

-Fonte-


Mais um exemplo da natureza destrutiva do multiculturalismo - aliado a uma ideologia política totalitária como o islão. Em vez dos imigrantes serem motivados a assimilarem os valores e costumes locais, o multiculturalismo faz com que os locais se tenham que adaptar à cultura invasora.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ingleses começam a rejeitar o multiculturalismo

Parece que os britânicos estão a seguir a onda anti-multiculturalista que tem varrido a Europa ocidental nos últimos anos.

De acordo com uma sondagem razoavelmente abrangente levada a cabo pelo grupo com apoio governamental "Searchlight Education Trust", 48% dos 5,054 inquiridos disse que suportariam um partido que "defendesse os ingleses, criasse um parlamento inglês, controlasse a imigração e desafiasse o extremismo islâmico".

Eles haveriam também de restringir a construção de mesquitas e ordenar que a bandeira de São Jorge ou a Union Jack fossem colocadas em todos os edifícios públicos.

A mesma sondagem mostrou que 60% acredita que a imigração foi uma "coisa má" para a Inglaterra, contra os 40% que defende que foi uma coisa "boa". 34% disse que a imigração deveria ser parada de modo permanente ou até que a economia melhorasse, e 52% concordou com a frase "os muçulmanos geram problemas no Reino Unido".

Durante os 12 meses que terminaram em Setembro de 2010, 238,950 imigrantes entraram no país, o número mais elevado de sempre, desde que se começaram a registar as entradas.

A pesquisa foi levada cabo pela "Leftist Ruling Class" britânica, que é a favor da imigração maciça e multiculturalismo, e os resultados causaram preocupação.

O antigo Secretário dos Negócios Estrangeiros pelo partido esquerdista "Labour" David Miliband e o MP esquerdista Jon Cruddas revelaram oficialmente a reportagem. Os mesmos declararam que pretendem levar a cabo um projecto que visa acabar com o extremismo entre as comunidades brancas e entre as comunidades islâmicas. O projecto tem o nome de "Uma praga nas suas duas casas".

Vai ser engraçado saber como esta história acaba. Se os esquerdistas do Partido Trabalhista inglês forem inteligentes, eles vão parar de tentar vender a ideia do multiculturalismo ao povo inglês.

(Fonte)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Suécia começa a resistir à islamização



Para além da Suécia, por toda a Europa se sente um renascer de partidos centrados na identidade e culturas nacionais. Este sentimento popular está a dar força a líderes populares que se manifestam abertamente contra as destrutivas políticas de imigração existentes.

O partido dos Democratas Suecos conquistou 6% dos votos e entrou no parlamento (pela primeira vez) com 20 representantes. Este partido junta-se a outros partidos nacionalistas da Noruega e da Dinamarca na sua luta contra o marxismo multiculturalista.


O grande problema destes supostos partidos de direita é a falta duma espinha dorsal conservadora Cristã. Sem esta moral dentro de si, estes partidos rapidamente se degeneram em partidos racistas e, desde logo, passam a pensar de forma análoga ao socialista Hitler e outros supremacistas raciais afiliados .

O problema com o islão nada tem a ver com a etnia (os muçulmanos não são uma etnia ou uma "raça") mas sim com ideologia. O islão é uma ideologia política que visa destruir os estados democráticos e implantar a lei sharia - a mesma lei que tem mantido os países islâmicos na cauda do desenvolvimento tecnológico, científico e social.

Se os supostos "partidos de direita" focarem-se na etnia/raça, eles desvirtuam-se por completo. Se, por outro lado, eles se restringirem a denunciar os perigos que o multiculturalismo é para a superior civilização ocidental, então podem ser mais bem sucedidos.

Claro que isto são medidas que visam tratar dos sintomas e não da verdadeira causa da doença. A causa da doença que aflige a Suécia, é a mesma para a Inglaterra, a Dinamarca, a Noruega e todos os países que hoje tentam sobreviver: a destruição do Cristianismo.

A ideologia que mantinha os países europeus fortes e saudáveis era o Cristianismo. Uma vez que esses países perderam a fé no Deus da Bíblia (chegando até a lutar para a destruição do Cristianismo), então outras ideologias irão preencher o vazio. Uma dessas ideologias é o islão que tanto mal tem causado ao mundo.

O multiculturalismo é uma ideologia humanista secular e esquerdista que visa remover a influência do Cristianismo como forma de preparar o caminho para o socialismo. Muitas pessoas, desconhecedoras dos verdadeiros e ocultos propósitos, aliaram-se ao multiculturalismo devido a slogans como "tolerância" e "fim ao racismo" e todas essas coisas.

Só que a remoção do Cristianismo na Europa é análogo a fazer buracos num barco em alto mar. Os ideólogos do multiculturalismo sabiam disso; os soldados-rasos (aqueles que de facto têm que viver lado a lado com pessoas que as visam destruir) não sabiam disso, e agora sofrem as consequências.

O fim do multiculturalismo é bom sinal, mas é preciso cuidado com o que vai tomar o seu lugar.

domingo, 17 de julho de 2011

O "sucesso" do multiculturalismo


Ideologia Política Mascarada de Religião Quer Controle Administrativo Sobre Áreas Britânicas

O Mail Online reporta que extremistas islâmicos apelaram à criação de 3 estados independentes dentro do Reino Unido (RU).

O infame grupo com o nome de "Muslims Against the Crusades" (Muçulmanos Contra as Cruzadas, MAC ou MCC) nomeou as zonas de Yorkshire com o nome de Bradford, Dewsbury e Tower Hamlets (no Este de Londres) como zonas de ensaio para a governação islâmica. Segundo um documento presente no site do grupo MAC, o "emirado" operaria totalmente fora da vigência da lei inglesa.

Este grupo, liderado Abu Assadullah, foi criado no ano passado e desde então tornou-se notório pelos seus protestos violentos. Estes protestos incluem a queima de papoulas durante o silêncio do "Remembrance Day".

Sob o título "Os muçulmanos deveriam instalar um emirado no Reino Unido", o MAC diz:

Sugerimos que é chegada a hora de áreas com larga população muçulmana declararem um emirado delineando que os muçulmanos residentes tentam viver segundo a sharia o mais possível, com os seus tribunais próprios, organizações de vigilância comunitária, escolas e mesmo comércio próprios.

As áreas mais prováveis para este projecto seriam Dewsbury ou Bradford ou Tower Hamlets para começar. Com o tempo, podemos encarar o tempo em que a sharia seja instalada começando nestes enclaves.


Onde estão os agressivos secularistas anti-Cristãos quando mais precisamos deles? Estes mesmos secularistas (aliados ao forte lobby homossexual) não tem problemas em atacar velhinhos ingleses ou mulheres psicólogas como forma de defender a"secularização" ou "diversidade".

Eles que andem por um enclave maometano e vejam a "diversidade" e "secularização" que por lá há.

Esta notícia demonstra de forma bem clara que o islão é uma ideologia geo-política que usa a cobertura da religião para avançar com as suas ambições. Alguma vez tivemos notícias de Budistas, Hindus, Judeus ou Cristãos a exigir sistemas legais distintos e paralelos em zonas onde eles fossem a maioria?

Futuro membro do bloco islâmico nas Nações Unidas.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Amamentar "pode" ofender os muçulmanos

O Daily Mail informa que uma mãe que se preparava para amamentar o seu filho foi ordenada a sair das instalações do concílio depois de lhe ter sido que o que ela estava em vias de fazer poderia "causar comoção" entre os visitantes muçulmanos.

Emma Mitchell, de 32 anos, estava prestes a amamentar o seu filho de 5 meses quando a recepcionista do "Oldham Civic Centre" lhe disse que o lugar onde ela estava era um "edifício multicultural".

Quando lhe foi dito para usar a casa de banho do centro comercial mais próximo, ela discutiu com o gerente antes de lhe oferecerem uma sala vazia supervisionada.

A senhora Mitchell, que se encontra em licença de parto, disse:

Foi horrível. Senti-me humilhada, intimidada e culpada durante todo o processo.

Nós todos vivemos em Oldham e todos nós usamos o edifício. O que eu estava em vias de fazer é a coisa mais natural que uma mãe pode fazer.

Se alguém de outra cultura começasse a rezar na sala de espera, eu nunca diria "Desculpe-me, mas você está a ofender-me". Eu haveria de respeitar esse acto porque faz parte da sua cultura. Do mesmo modo, não me podem fazer sentir mal só porque o que eu estava em vias de fazer não faz parte da sua cultura.

Fonte


Mais uma mulher que descobre a dura realidade do multiculturalismo. Pode ser que ela agora leve a "boa nova" para os seus familiares, e lhes diga que o multiculturalismo lhe proibiu de amamentar o seu filho num edifício público segundo receios de "ofender" os perpétuamente-ofendidos maometanos.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Menina de 14 anos suicida-se depois de ter sido violada por imigrantes

Uma rapariga de 14 anos de Trondheim suicidou-se depois de ter sido atacada e violada por três rapazes adolescentes. Quatro semanas depois de ter reportado a violação na fortaleza de Kristiansten, a estudante do nono ano não aguentou viver com as emoções.

A mãe da rapariga, Sigrun Dybvad, acredita que a violação em grupo é a causa directa do suicídio da sua filha:

Isto mostra o quão brutais as consequências deste crime tão sério podem ser.

Ela não só permitiu que a Adresseavisen’ mencionasse o trágico incidente como disponibilizou informação relevante para o caso.

O caso deixou muitos membros da comunidade de Trondheim abalados.

A polícia de Trondheim está preocupada com o facto de haver cinco casos de violação por resolver. Em três dos cinco casos, houve vários violadores, todos eles descritos como africanos ou de descendência do médio oriente. A polícia acredita que as violações foram planeadas antecipadamente.

Na noite de 1 de Maio a estudante do nono ano dirigia-se para a casa duma amiga quando foi interpelada por um jovem de origem estrangeira. De acordo com a explicação da rapariga de 14 anos, ele tentou ficar perto dela e beijá-la. Quando ela disse que caminhava para a casa duma amiga, o rapaz de descendência estrangeira disse que conhecia a tal amiga. Devido a isto, a rapariga foi com o rapaz. Foi então que a violação começou

Durante a violação dois outros adolescentes aproximaram-se e pensou-se que eles vinham para ajudar. No entanto, eles vieram apenas para segurá-la enquanto a violação prosseguia. A rapariga disse que tentou gritar por ajuda mas devido ao barulho ninguém a ouviu.

Depois de haver sido violada por dois rapazes, ela conseguiu livrar-se do terceiro antes dele a violar. Foi então que ela fugiu da cena em direcção de Nonnegata. Aí, ele encontrou um casal que imediatamente entendeu o que havia ocorrido.

A rapariga descreveu os violadores como adolescentes de origem estrangeira com idades entre os 16/17.

Fonte


Mais uma vítima da ideologia destrutiva do multiculturalismo. As feministas e os esquerdistas em geral, cheios de ódio contra a superior civilização Judaico-Cristã, nada fazem para proteger as mulheres europeias porque isso seria uma admissão de que algo está mal.

Para os esquerdistas, nada disto está mal: isto é EXACTAMENTE o que eles querem - uma população totalmente desorientada e desesperada, sem forças para resistir e lutar pela sua liberdade.

Quantas mulheres terão que ser violadas até que os europeus se unam e defendam a sua civilização Judaico-Cristã, não se sabe, mas prevê-se que os grupos da direita radical ganhem forças à medida que os políticos esquerdistas que controlam os destinos da Europa fazem "ouvidos de mercador" ao choro de crianças de 14 anos, violadas por imigrantes trazidos para a Europa com o expresso propósito de destruir a influência do Cristianismo na Europa.

É impossível assimilar os maometanos dentro da Europa porque a sua ideologia política está em conflito directo com os valores civilizacionais que moldaram a Europa e os EUA. Mas nada disto importa aos esquerdistas. O que importa é aumentar o número de potenciais votantes como forma de se manterem no poder mesmo que isso signifique a violação e a morte de meninas.

sábado, 11 de junho de 2011

Violações islâmicas em Oslo

Todas as violações dos últimos 5 anos em Oslo (onde o violador foi identificado) foi levado a cabo por um homem de ascendência não-europeia.

Levando em conta o que outros escritores dizem sobre a epidemia de abusos sexuais por parte de um certo segmento da sociedade da nórdica, podemos concluir que essas violações foram feitas maioritariamente por maometanos.

Pode se vêr o vídeo aqui.


Parece que o multiculturalismo não está a funcionar bem. Mas, como já sabemos, ele não era suposto funcionar mas sim destruir a cultura Cristã. Depois de destruída, os esquerdistas terão o caos social que tanto desejavam - o que vai levar a que as pessoas "implorem" por uma ditadura que "restaure a ordem".

E quem é que vai estar lá para ser a ditadura? Ora, os mesmos esquerdistas que destruíram a sociedade.

O multiculturalismo não foi feito com o propósito de colocar as diferentes culturas a co-existirem pacificamente, mas sim com o propósito de remover a influência Cristã nas sociedades ocidentais.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Muçulmano esfaqueia amante branca depois de enviar sms a dizer "vou mandar esta p--a kaffir para o inferno"

Uma adolescente branca foi esfaqueada repetidamente e o seu corpo largado num canal depois dela ter entrado em confronto com a família do seu filho. Laura Wilson, de 17 anos, teve um relacionamento breve com Ishaq Hussain (22 anos), que vivia perto dela antes dela ter dado à luz a filha de ambos em Junho do ano passado.

Foi dito ao tribunal de Sheffield que Hussain recusou-se a reconhecer a filha como sua o que gerou tensão entre Laura a sua família e Hussain. As coisas atingiram um nível máximo em Outubro último quando Laura dirigiu-se à casa de Hussain e disse à sua família que ele era o pai da criança.

Alegadamente, Hussain e o seu amigo , que também teve um caso com ela e de quem foi dito ter sido o primeiro amor dela, planearam matá-la.

Também alegadamente, Asghar enviou um sms a Hussein que dizia

Vou enviar esta p--a kaffir directamente para o inferno.
Mais tarde ele disse a um amigo que a Laura e os seus amigos haviam trazido problemas até a sua casa, e que por isso ele estava "muito zangado". Segundo foi dito, Asghar enviou sms ao amigo usando palavras como "Vou matar a Laura"....

Hussain, de Ferham Road, Rotherham, e Ashtiaq Asghar, também de Rotherham, negam ter assassinado a Laura Wilson entre 8 de Outubro a 11 de Outubro do ano passado.

Ficou claro que as referências a "bastardos descrentes kaffir" referia-se à "missão" de matar a Laura Wilson.


O Daily Mail refere-se constantemente à etnia caucasiana da rapariga (branca) enquanto ignora por completo as referências de Ashtiaq Asghar a ela como uma "kaffir." Ela não foi morta por causa da sua etnia; ela foi morta porque ela era uma não muçulmana, e como tal a sua vida era barata.

Esta trágica história engloba em si a receita para a auto-destruição: sexo antes do casamento, infidelidade, sexualidade precoce, famílias disfuncionais (onde estavam os pais da Laura?), multiculturalismo, promiscuidade e assassinato.

Como é possível que uma menina de 17 anos já tenha tido relacionamentos com dois homens relativamente mais velhos que ela? Onde estava o pai da Laura? Ou muito me engano ou a Laura era filha de mãe solteira - mais um factor que torna as meninas mais promiscuas e mais susceptíveis de buscar validação masculina através do sexo.

O marxismo cultural avança calmamente tal como Gramsci e os demónios pretendiam. A sociedade ocidental está a ser destruída a partir do interior mas muitos poucos se apercebem que isto é propositado e premeditado.

sábado, 2 de abril de 2011

Violência de "honra" aumenta na Suécia

Cerca de 60% dos serviços sociais da Suécia já ajudaram vítimas de violência de "honra" - ou aqueles ameaçados com violência de "honra" - a encontrarem formas de se esconderem dos prováveis agressores.

75% dos serviços sociais do país responderam ao inquérito levado a cabo pela Sveriges Radio, e dessas, 7 em cada 10 afirmou já ter lidado com casos que envolviam violência de "honra". Este tipo de violência afecta na sua esmagadora maioria as mulheres e as meninas.

Nas famílias onde este tipo de violência ocorre, ela é usada para manter as raparigas sob controle e restringir a sua vida social consideravelmente.

Para além disso, a violência de "honra" está muito relacionada com casos de casamentos forçados.

*Fonte*

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis