MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Washington emite alerta terrorista

Os Estados Unidos alertaram os turistas e diplomatas norte-americanos no Mundo para o risco de atentados terroristas, na sequência da descoberta de uma alegada conspiração iraniana para assassinar o embaixador saudita em Washington.

No novo alerta, emitido na terça-feira à noite, o Departamento de Estado afirma que a suposta conspiração "pode ser um sinal de uma focalização mais agressiva das autoridades iranianas em actividades terroristas contra diplomatas de determinados países, incluindo os Estados Unidos".

"Os cidadãos norte-americanos a residir ou em viagem no estrangeiro devem ter em conta os conselhos de precaução do Departamento de Estado e outras informações aos viajantes antes de tomarem decisões sobre deslocações e actividades", lê-se no alerta, válido até 11 de Janeiro de 2012.

O secretário da Justiça norte-americano, Eric Holder, anunciou na terça-feira que dois cidadãos iranianos foram formalmente acusados de tentativa de assassínio do embaixador da Arábia Saudita em Washington, Abdel Al-Jubeir, um conselheiro próximo do rei Abdullah.

A suposta conspiração envolve, segundo Holder, as Brigadas de Al-Qods, um comando ligado aos Guardas da Revolução, o corpo de elite da República Islâmica do Irão.

A acusação afirma que os dois iranianos contrataram um homem no México para cometer o assassínio, homem que era um informador pago da agência norte-americana de luta contra o tráfico de droga (U.S. Drug Enforcement Agency).

Numa carta enviada ainda na terça-feira à ONU, o representante do Irão junto da organização, Mohammad Khazaee, qualificou as acusações norte-americanas de "conspiração diabólica".

"O Irão condena nos termos mais fortes e categoricamente esta acusação vergonhosa das autoridades norte-americanas e considera-a uma conspiração diabólica orquestrada em linha com a sua política anti-iraniana", escreveu o embaixador iraniano.

Fonte


Que "bom" que a guerra entre os xiitas e os sunitas agora chegou ao mundo civilizado.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Polícia de Malmo vai ser sujeita a aulas de arábico

As forças policiais que patrulham o distrito de Rosengård - Malmö - vão ser submetidas a aulas especiais de ensino do arábico como forma de os ajudar a melhor entender e comunicar com os residentes locais.

Ou seja, em vez dos imigrantes aprenderem o idioma local como forma de se integrarem, os suecos é que vão ser forçados a aprender a língua dos colonizadores imigrantes.

Até agora 45 oficiais inscreveram-se para as aulas. O programa inclui doze semanas de aulas voluntárias que providenciarão treino em torno de uma vasta gama de saudações e amabilidades em arábico.

O chefe policial local Bengt Hersler disse o seguinte ao jornal Skånska Dagbladet

Isto é uma forma de lidar com os imigrantes de uma forma mais digna e mais civil.
Não, não é. Isto é a total capitulação multicultural à ideologia invasora. Quem dita as regras são os muçulmanos e não os suecos.

De acordo com Hersler, o curso foi organizado a pedido dos oficiais policiais uma vez que eles forçaram o departamento a providenciar as ferramentas que melhor lhes permitisse comunicar com os residentes de Rosengård - a maioria dos quais tem o sueco como a segunda língua.

Aparentemente nenhum dos policias parou para pensar sobre o porquê de pessoas a viver na Suécia terem a língua local como a segunda língua. É certo que dentro da família é normal os imigrantes falarem nos dialectos dos seus países, mas se as pessoas se mudam para um novo país, espera-se que eles aprendam a língua local como forma de melhor se integrarem. Mas, como todos sabemos, os maometanos não estão no mundo ocidental para se integrarem.

Hersler disse ainda:

Com estas medidas visamos alargar o nosso conhecimento. Todas as vezes que falamos, nós expressa-mo-nos a partir da nossa cultura. Mesmo quando falamos a mesma língua não há garantias de que as pessoas se entendam.
Ou seja, tem que se aprender a língua do invasor imigrante porque, mesmo quando falamos a mesma língua, problemas de comunicação podem ocorrer. Então eles que aprendam a sua língua, sr Hersler. Eles vieram para o seu país, então são eles que têm que se adaptar ao seu país. Não é você que tem que aprender a língua que eles falam nos seus países de origem.

O curso feito à medida, organizado pela studieförbundet Vuxenskolan, vai ser levado a cabo durante o tempo livre dos participantes e vai-se focar em expressões que eles serão capazes de usar no seu dia à dia de trabalho.

Ou seja, para além de se submeterem à língua do ocupante, os suecos vão ter que tirar horas do seu tempo livre (e não das horas de trabalho).

Lena Gustafsson da Studieförbundet Vuxenskolan disse o seguinte ao jornal:

Obviamente que eles não vão aprender toda a língua.
A sério?

Embora nenhum curso subsequente esteja a ser planeado, Hersler disse ao jornal que se o curso em torno da língua e cultura arábica se revelar um sucesso, outro pode ser organizado. Hersler declarou também que, como forma de acomodar a comunidade muçulmana, Malmö realizará apedrejamentos e decapitações ao fim de semana como forma de entretenimento familiar.

(Este último parágrafo pode ter sofrido de alguma adulteração da minha parte.)

-Fonte-


Mais um exemplo da natureza destrutiva do multiculturalismo - aliado a uma ideologia política totalitária como o islão. Em vez dos imigrantes serem motivados a assimilarem os valores e costumes locais, o multiculturalismo faz com que os locais se tenham que adaptar à cultura invasora.

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