MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 31 de agosto de 2014

Muçulmanas tentam explodir sinagoga de Lyon

Duas adolescentes foram presas sob suspeita de conspirar para explodir uma sinagoga em Lyon. Segundo a JSS News e a Europe 1, uma fonte da agência de segurança Francesa "Central Directorate of Homeland Intelligence" revelou que as raparigas islâmicas, com 15 e 17 anos, foram presas nos bairrros de Tarbes e Venissieux há uma semana, depois das autoridades terem revelado um plano de levar a cabo um ataque suicida dentro da Grande Sinagoga de Lyon. Elas foram indiciadas no dia 22 de Agosto por conspiração pra cometer terrorismo.

Uma fonte de segurança não-identificada revelou que as duas adolescentes nunca tinham encontrado mas que se haviam mantido em contacto apenas através das redes sociais:

Estas raparigas fziam parte duma rede mais alargada de jovens islamistas que estavam a ser monitorizadas pelos serviços de segurança.

A preocupação no seio dos serviços de segurança têm estado em crescimento devido ao aumento da radicalizaçãoonline, particularmente depois da proliferação de videos criados pelos grupos jihadistas tais como o Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL).

Uma recente notícia detalhou o aumento da violência anti-semita por toda a Europa, incluindo ataques na sinagoga de Paris em Julho último, e um incidente em Maio de 2012, em Toulouse, onde um atirador muçulmano matou sete pessoas numa escola judaica, incluindo um professor e três crianças.

Roger Cukierman, presidente do "Representative Council of French Jewish Institutions" (CRIF), disse o seguinte ao Newsweek.

O jihadismo tornou-se no novo nazismo. Isto está a fazer com que as pessoas considerem abandonar a França.

Numa declaração emitida num fórum online, a "National Bureau of Vigilance Against Antisemitism" (BNVCA), um dos grupos mais importantes no combate ao anti-semitismo, ressalvou que as sinagogas têm-se tornado de modo crescente alvo populares para os islamitas e para os terroristas. As medidas excessivas levadas a cabo para garantir a segurança dos locais de adoração judaicos transformou-ous em "semi-fortalezas", disseram eles. 

O BNVCA atribui as recentes vagas de crimes anti-semitas à influência de partidos políticos não identificados e secções dos média, que "colocam o estado Judaico contra o estado Islâmico em Gaza".  Eles apelaram também ao Ministro do Interior Francês para tomar todas as medidas de segurança possíveis de modo a impedir mais ataques, particularmente durante eventos religiosos Judaicos tais como o Yom Kippur, que tem início no princípio de Outubro.

Os cidadãos Judeus estão de modo crescente a ficar pessimistas em relação ao seu futura na França.

Fonte

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Os jovens muçulmanos estão a recorrer ao terrorismo de modo crescente, mas a única resposta que as nossas autoridades e os nossos líderes dão é que "esta violência de maneira alguma está relacionada com o islão". Mas se o terrorismo transcende as religiões, e não está umbilicalmente ligada aos ensinamentos de Maomé, porque é que não vêmos Cristãos, Budistas, Judeus e Hindus a fazerem o mesmo tipo de actos terroristas?


sábado, 28 de setembro de 2013

O que é que se pode aprender do ataque terrorista levado a cabo no Paquistão?

Um ataque suicida bombista levada a cabo no Domigo passado, numa igreja histórica do noroeste do Paquistão, matou pelo menos 53 pessoas e feriu mais de 100. Este foi dos ataques mais bárbaros levados a cabo pelos maometanos contra a minoria Cristão do país.

O ataque bombista ressalva a ameaça que os extremistas islâmicos são numa altura em que o governo busca formas de estabelecer um acordo de paz com os militantes domésticos pertencentes aos Talibãs.

Segundo Sahibzada Anees, administrador governamental de relevo, o ataque terrorista aconteceu no preciso momento em que os congregantes saiam da igreja (em Peshwar) logo depois do culto, e antes de se dirigirem ao relvado frontal onde se estava a oferecer uma refeição gratuita. Um oficial da policia, Zahir Shah, é de opinião de que ambas as explosões foram causadas pelos bombistas suicidas.

Segundo Sher Ali Khan, médico num dos hospitais onde as vítimas estão a ser tratadas, entre os mortos contam-se muitas mulheres e crianças.

Até agora, nenhum grupo terrorista maometano assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas as suspeitas certamente que cairão sobre um dos muitos grupos militantes maometanos que existem no país. Militantes muçulmanos foram já acusados de levar a cabo ataques contra Cristãos, bem como contra grupos islâmicos que eles qualificam como "heréticos".


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O que se pode aprender com mais este ataque terrorista é que nenhum Cristão viverá em paz e em segurança em qualquer lugar onde os maometanos se encontrem em número razoável.

O Alcorão ordena os maometanos a subjugar violentamente os infiéis  (9:29; 9:73; 9:123). Maomé comandou os seus seguidores a subjugar violentamente os descrentes (Sahih al-Bukhari 6924; Sahih Muslim 33). No entanto, quando os maometanos atacam os Cristãos, em obediência a Maomé, os pseudo-intelectuais do mundo ocidental apressam-se a proclamar que esses actos violentos em nada estão relacionados com o islão.



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Muçulmanos lançam ataque bombista numa escola para raparigas

Um ataque bombista numa escola para raparigas no noroeste do Paquistão matou um polícia, feriu 8 e destruiu uma parede. A bomba controlada via remota foi plantada na parte externa da parede da escola governamental nas redondezas de Mardan, na conturbada província de Khyber Pakhtunkhwa (perto do Afeganistão).

A bomba explodiu depois da polícia chegar ao local para investigar queixas da presença dum saco suspeito perto da escola, que estava fechada na altura.

Zeshan Haider, Mardan chefe policial em disse o seguinte à AFP:

Um polícia foi morto e 8 outras pessoas, incluindo 5 civis, ficaram feridas.
Três polícias ficaram também feridos mas nenhuma aluna sofreu mazelas.

Haider disse que o alvo era a escola.

Militantes islâmicos não aprovam a educação fornecida às raparigas e devido a isso, já destruíram varias escolas, na sua maioria escolas femininas. Aparentemente Alá não gosta quando as mulheres estão informadas.

Cuidado, jovens! Demasiado conhecimento pode colocar um alvo nas vossas testas.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Bomba explode na Turquia e faz dois mortos e 15 feridos


Uma explosão na capital da Turquia fez pelo menos dois mortos e 15 feridos. O vice-primeiro-ministro turco afirma que ter-se-á tratado de uma bomba.

Bulent Arinc disse que «há informações de que uma bomba foi armadilhada» num veículo que explodiu esta manhã na baixa de Kizilay, junto a Ancara.

Besir Atalay, outro vice-primeiro-ministro, afirmou que 15 pessoas ficaram feridas na explosão.

Não houve reivindicação imediata da responsabilidade pelo ataque.

Curdos, militantes esquerdistas e islâmicos reivindicaram atentados anteriores em cidades turcas.

SOL/AP

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tailândia: rebeldes muçulmanos matam 5 polícias


Ficamos a saber através da AFP que cinco soldados tailandeses foram mortos depois de insurgentes terem aberto fogo sobre aqueles que haviam ficado com lesões depois duma explosão na rua por onde passavam.

A explosão atingiu um camião que trazia 6 tropas para a província de Pattani (uma das 3 províncias do sul com maioria muçulmana e que há já 7 anos é palco de uma rebelião que já causou milhares de mortos).

A polícia defende que não só os cinco haviam sofrido lesões com a explosão como também haviam sido baleados na cabeça depois de terem sido arrastados para fora do local. Um dos soldados permanece em estado crítico.

Cerca de 4,800 já foram mortas em ataques quase diários desde que rebeldes lançaram uma revolta no ano de 2004. A organização "Deep South Watch", grupo independente que monitoriza o conflito e que disponibiliza as estatísticas do mesmo, disse que tem observado ultimamente uma maior frequência de ataques onde tanto os civis budistas como os muçulmanos tem sido atingidos.


Estes ataques são quase diários mas a imprensa ocidental não parece muito preocupada.

Este tipo de violência mostra que a jihad não é algo que seja da responsabilidade dos não-muçulmanos; a jihad (guerra santa islâmica) é uma obrigação sempre que o muçulmano decida que vive sob "opressão".

Claro que para os muçulmanos, o termo opressão é tão vago que pode abranger coisas como não andar com o hijab ou não vêr os seus feriados reconhecidos no ocidente.

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