MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A reacção islâmica à decapitação de James Wright Foley

O grupo islâmico conhecido como EIIL ["Estado Islâmico do Iraque e do Levante" ou ISIS, em inglês] levou a cabo mais um acto de devoção islâmica e obediência a Maomé e a Alá, deus dos maometanos, ao gravar a decapitação do foto-jornalista Americano James Wright Foley e exibir o vídeo do assassinato ao mundo. Alegadamente, esta decapitação é resposta aos ataques aéreos que Barack Hussein Obama, presidente dos Estados Unidos, ordenou que fossem levados a cabo no Iraque.

O video extremamente gráfico, obtido por várias agências noticiosas e que também exibe Obama a falar a partir da Casa Branca no dia em que ele declarou aos Americanos que havia autorizado ataques aéreos no Iraque, mostra James Foley, jornalista freelancer que estava associado à GlobalPost e que havia sido raptado enquanto trabalhava na Síria, a recitar ameaças aos Americanos antes de ser executado por um muçulmano do grupo EIIL (que falava inglês com sotaque britânico, o que só por si é bastante revelador dos problemas futuros que a Europa terá com os mais de 50 milhões de maometanos que já se encontram em terras Europeias).

Foley foi raptado sob ameaça de armas numa perto da povoação Taftanaz no norte da Síria, no dia de Acção de Graças de 2012. Durante todo o tempo que entretanto passou, não se obteve qualquer notícia do seu paradeiro nem da sua condição. O pai de Foley, John Foley, afirmou:

Não soubemos de nada. Nada. A última coisa que soubemos foi que ele havia sido raptado no dia de Acção de Graças de 2012 na província de Idlib, mas não sabemos quem o levou ou o porquê dele ter sido raptado.

Foley, oriundo de Rochester (New Hampshire) viajou extensivamente pelo Médio Oriente e pelo Norte de África, reportando conflictos no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, onde ele chegou a estar cativo durante 44 dias. Em Maio de 2011 Foley gravou uma entrevista-vídeo para o The Boston Globe sobre a sua prisão e cativeiro na Líbia:

Ninguém quer ser definido como aquele homem que foi capturado em 2011. Acredito que o jornalismo das linhas da frente é importante.

No video do assassinato de Foley, os muçulmanos do EIIL declararam ter na sua posse um segundo jornalista, Steven Joel Sotloff. Depois da decapitação de Foley, um muçulmano é visto junto de Sotloff e a declarar, "Obama, a vida deste cidadão Americano está na tuas mãos!" Sotloff, um freelancer que trabalhou para várias organizações noticiosas, desapareceu na Síria em Agosto de 2013.

Numa mensagem colocada na página do Facebook com o nome de “Free James Foley,” a mãe de Foley, Diane, disse que estava orgulhosa do seu filho, e pediu "privacidade para os dias que se seguem."

A porta-voz do "National Security Council" da Casa Branca, Caitlin Hayden, disse que a "comunidade dos serviços secretos está a operar o mais rapidamente possível" para determinar a autenticidade do video:

Se for confirmado como genuíno, então nós estamos estarrecidos com o brutal assassinato dum inocente jornalista Americano, e expressamos as nossas profundas condolências à família e aos seus amigos.

Modificado a partir do original

* * * * * * *

O Alcorão ordena os maometanos a castigar aqueles que "semeiam a corrupção" em terras islâmicas [5:33]:

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.


Infelizmente, o crime de "semear a corrupção" é tão vago que os maometanos podem usar este versículo para matar quem quer que seja, incluindo um repórter inocente como James Wright Foley. Qualquer pessoa pode ser acusada de "semear a corrupção" e ser vítima de assassinato desde que um muçulmano assim considere. O simples facto de Foley pagar impostos ao governo Americano é o suficiente para ele ser acusado de financiar o inimigo, o que também é motivo para os maometanos o considerarem um alvo legítimo.

A reacção islâmica ao bárbaro assassinato de Foley é mais ou menos o que já sabe (embora a elite esquerdista ocidental se recuse a fazer a ligação entre os actos islâmicos e a teologia islâmica): 










Ou seja, a culpa da decapitação de Foley é de Obama, mas ao mesmo tempo, não há nada de mal em decapitar os "inimigos de Alá". Este tipo de racionalização islâmica é bem comum entre os maometanos.

domingo, 24 de agosto de 2014

Porta-Voz do Estado Islâmico que ameaçou "Içar a Bandeira de Alá Sobre a Casa Branca" morto na Síria

Porta-voz do EIIL Abu Mosa prometeu que iriam "humilhar" os Estados Unidos no campo de batalha e "içar a bandeira de Alá na Casa Branca" mas ele nunca chegará ver os seus planos em acção visto que o Exército Sírio tratou de colocar um fim à sua vida. Abu Mosa obteve fama mundial quando apareceu num documentário da Vice News, onde ele ameaçou seriamente os Estados Unidos:

Só digo isto aos Estados Unidos: o Califado Islâmico foi estabelecido e não será parado. Não sejam cobardes e ataquem-nos com drones. Em vez disso, enviem-nos os vossos soldados, os mesmos que humilhamos no Iraque. Nós iremos humilhá-los em todo o lugar, se Alá quiser, e iremos içar a bandeira de Alá na Casa Branca.

Mais tarde, na mesma semana, um apoiante do Estado Islâmico, fez um tweet da bandeira negra do EIIL (com o seu telefone) em frente à Casa Branca.

O grupo EIIL tem estado a escalar o seu conflito com os Estados Unidas, que tem levado a cabo ataques mísseis contra posições do EIIL no Iraque. Durante esta semana, os militantes decapitaram o jornalista James Foley, ao mesmo tempo que avisavam os Estados Unidos a não se envolverem no conflicto. No video da execução de Foley, o seu assassino afirmou:

Este é James Wright Foley, um cidadão Americano do vosso país. Como governo, vocês têm estado na linha da frente da agressão contra o Estado Islâmico.

Vocês fizeram planos contra nós, e saíram do vosso caminho só para arranjarem motivos para interferir nos nossos assuntos. Actualmente, a vossa força aérea militar está a atacar-nos diariamente no Iraque, e os vossos ataques causaram casualidades entre os muçulmanos.....

Qualquer tentativa tua, Obama, de negar aos muçulmanos os seus direitos de viver em segurança sob o califado Islâmico, resultará em mais derramamento de sangue entre o vosso povo.

Embora as notícias em torno da morte de Abu Mosa ainda não tenham sido confirmadas, uma conta do Twitter pró-EIIL mencionou a sua morte, dizendo que "O irmão Abu Mooussa foi martirizado durante confrontos mísseis" por parte do Exército Árabe Sírio em Raqqa.



Fonte: http://bit.ly/1AGHPAR


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Jihadista "alemão" morre na Siria.


Burak Karan, de 26 anos, jogou nos escalões inferiores da selecção Alemã ao lado de estrelas como Sami Khedira e Kevin-Prince Boateng, mas segundo a "Focus Magazine", em 2008, com 20 anos, ele abandonou o desporto e voltou-se para o islão.

Depois da conversão, e bem mais tarde, ele viajou para a Síria para se juntar aos rebeldes maometanos que lutam contra o Presidente Bashar Al-Assad onde, segundo confirmou o seu irmão ao jornal Bild, ele foi morto por uma bomba.

A sua esposa de 23 anos e os seus dois filhos (um com 3 anos e outro com 10 meses) viajaram também para a Síria com ele, onde se crê que eles ainda lá estejam.

Apareceu no YouTube um vídeo caracterizando-o como um soldado rebelde envolvido no conflito e alegando ser ele. Mas o seu irmão disse que ele fazia questão de descartar isto. "O vídeo está em arábico. Burak queria aprender a falar a língua de um modo perfeito, mas não conseguia," disse o irmão ao Bild. "Ele não queria lutar," disse ele. Em relação às fotos de Karan com uma arma na mão, ele disse:

Ele só estava armado para proteger os seus veículos.

Burak disse-me que o dinheiro e a carreira profissional não eram importantes para ele.

Mustafa acrescentou ainda que com relativa frequência o seu irmão faria buscas na internet procurando vídeos de palcos de guerra. "Ele estava confuso e cheio de tristeza pelas vítimas."

As entidades governamentais deram início a uma investigação para saber se Karan, de Wuppertal, estava a dar apoio a uma rede terrorista estrangeira.

Segundo o site transfermarket.de, Karan jogou 5 vezes pela selecção sub-16 e duas vezes pela selecção sub-17.

Fonte

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012.

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012 

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta  estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos  pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do
fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali
”, disse.

Outros países citados foram o Paquistão e o Egipto onde há algumas   áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do  Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como  católicos e coptas.Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com  poder mundial não chegam a noticiar.  

As informações são do Protestante Digital.


"Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me" Mateus 16:24
..

sábado, 22 de dezembro de 2012

Ex-muçulmano Mursal Isse Siad assassinado na Somália

No dia 8 de Dezembro homens armados assassinaram um Cristão que recebia ameaças de morte por ter trocado o islão por Jesus Cristo.

Fontes islâmicas e Cristãs reportaram ao Morning Star News que dois homens mascarados não-identificados atiraram a matar contra Mursal Isse Siad, de 55 anos, quando este se encontrava perto de casa, em Beledweyne, 332 quilómetros a norte de Mogadíscio. Os assassinos fugiram logo depois do crime.

A filha mais velha de Siad, de 15 anos, disse que o pai foi morto porque "ele não ia à mesquita para as rezas, e em vez disso, orava em casa.  Ele costumava falar connosco sobre Jesus.". Ela disse também que ele havia recebido mensagens no seu telemóvel onde se liam coisas como "Sabemos o que andas a fazer, e tens que parar com isso senão a tua vida corre sérios riscos."

A esposa de 42  anos, as três filhas e os dois filhos fugiram da área, temendo pelas suas vidas.

Fonte Cristã em Mogadúscio confirmou o assassinato, e um residente local disse também que Siad foi morto por abandonar o islão:
Siad merecia morrer porque ele não tinha compromisso com a religião islâmica.

* * * * * * *
Não é curioso que nós nunca ouvimos falar de muçulmanos que foram mortos depois de terem abandonado o Cristianismo?  No entanto, a sabedoria popular diz que todas as religiões são igualmente capazes de produzir comportamento violento (algo já refutado).

Maomé disse: "Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto" (Volume 9, Book 84, Number 57), portanto este assassinato não pode de maneira nenhuma ser separado do comportamento e dos ensinamentos de Maomé. Não são os "radicais" que ensinam a morte dos apóstatas, mas sim o fundador dessa confissão religiosa.

O islão é responsável por mais uma morte dum Cristão inocente.

Mas o ódio islâmico contra os filhos de Deus é temporário enquanto que o castigo daqueles que matam os escolhidos de Deus é eterno.

Mateus 10:22

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ahmed Abu Jalal assassinado num ataque aéreo

Fonte


"Dize-lhes: Vivo Eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho" - Ezequiel 33:11

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Iémen: Exército matou «número 2» da Al-Qaeda na Península Arábica



O ministério da Defesa do Iémen anunciou esta segunda-feira no seu site oficial que o exército matou na passada Quarta-Feira Said al-Shehri, considerado o «número 2» da Al-Qaeda na Península Arábica.

O terrorista foi abatido a par com outros seis militantes, resultado de uma operação na província de Hadramout (Leste do Iémen), segundo informou o ministério.

Recorde-se que Shehri, prisioneiro número 372 em Guantánamo, foi libertado em 2007 para Arábia Saudita, no enquadramento de um programa de reabilitação de militantes islamistas.

Fonte

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Exército filipino mata 3 terroristas muçulmanos

Num dos mais significativos sucessos na luta contra os terroristas muçulmanos do sul do país, militares filipinos, representados pelo porta-voz o Coronel Marcelo Burgos, alegam ter morto 3 dos mais procurados líderes dos grupos Abu Sayyaf e Jemaah Islamiyah.

Entre os mortos encontram-se um dos líderes do grupo "Abu Sayyaf ", Umbra Jumdail, um filipino, o malaio Zulkifli bin Hir, também conhecido como Marwan, e Abdullah Ali, originário da Singapura e que usava o nome de guerrilha Muawiyah.

Marwan era considerado um líder de topo da rede terrorista Jemaah Islamiyah, e tinha sobre si o prémio de $5 milhões para quem o matasse ou capturasse. Sobre Muawiyah recaía uma recompensa de $50,000 - ambas colocadas pelo governo dos Estados Unidos.

Burgos afirmou que os militares levaram a cabo o ataque na zona de Parang na ilha Jolo - o centro de comando dos "Abu Sayyaf" e dos seus aliados do Jemaah Islamiyah.

O grupo terrorista muçulmano Abu Sayyaf está por trás dos numerosos raptos, ataques à bomba e decapitações que têm aterrorizado as Filipinas há mais de duas décadas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Khadafi morto? SIM. (Video no final)

Kadhafi

Depois das notícias que avançavam a captura do ex-líder da Líbia, novas informações surgem agora que avançam que Muammar Kadhafi terá morrido dos ferimentos.

A agência noticiosa Reuters, que foi a primeira a avançar a captura, é também a primeira a avançar a morte de Kadhafi.

Muammar Kadhafi terá sido ferido e capturado depois de, na manhã de hoje, as forças revolucionárias terem travado o último combate com as forças pró-regime em Sirte.

À semelhança do que aconteceu com Saddam Hussein, o ex-ditador da líbia foi encontrado num abrigo subterrâneo em Sirte. Ao ter sido descoberto pelos revolucionários terá pedido que não disparassem.

Apesar de não serem conhecidos mais detalhes acerca da detenção, a notícia estar a ser avançada por vários órgãos de comunicação internacionais - Agência Reuters, Al Jazeera, CNN, BBC e Associated Press.

Aboubakr Younès Jaber, ministro da Defesa do regime de Kadhafi, foi dado como morto depois da captura do último bastião. Um médico do hospital de campanha dos revolucionários confirma a identificação do cadáver.

Fonte


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Antigo presidente do Afeganistão morto por bombista suicida

O antigo presidente do Afeganistão, Burhanuddin Rabbani, foi esta terça-feira assassinado por um bombista suicida, após este conseguir entrar na sua residência e detonar explosivos que escondia no interior do seu turbante.

Além do antigo presidente, também quatro dos seus guarda-costas morreram na sequência do ataque suicida. Com vida escapou um dos conselheiros presidenciais que acompanhava Rabbani.

A morte do ex-presidente representa um trágico e inesperado revés na política de paz que o governo afegão dirigia às negociações com os Talibã. Rabbani era líder, há quase um ano, de um Conselho de Paz criado pelo governo afegão especificamente para mediar as conversações de paz com os principais grupos talibã do país.

O Conselho tinha sido formado para trabalhar rumo ao fim de um conflito, agora interno, que estendia a guerra no país já há quase uma década. A instituição liderada por Rabbani procurava estreitar as relações com os Talibã na esperança de prevenir o eventual estalar de uma guerra civil após a saída do território das tropas norte-americanas, agendada para 2014.

Rabbani terminou o seu tempo como presidente do Afeganistão em 1996, tendo depois sido apontado como líder da Aliança do Norte, uma organização anti-Talibã que era constituída por elementos das minorias uzbeques e tajiks.

A notícia da morte do antigo presidente obrigou o actual líder do Afeganistão, Hamid Karzai, a interromper a visita oficial aos EUA.

AP/SOL


domingo, 28 de agosto de 2011

Número dois da Al-Qaeda morto no Paquistão


Uma fonte anónima da Administração norte-americana anunciou que o número dois da Al-Qaeda, Atiyah abd al-Rahman, foi morto no passado dia 22 de Agosto no Paquistão.

O mesmo responsável considerou que com a morte de Al-Rahman, que assumira a liderança operacional após o desaparecimento de Osama bin Laden, a organização terrorista fica ainda mais enfraquecida.

A informação foi confirmada à AFP, mas as circunstâncias da morte de al-Rahman não foram especificadas. A agência francesa tinha falado com líderes tribais na região do Waziristão, que deram conta de um ataque cirúrgico de um avião não tripulado americano sobre um veículo, no qual morreram quatro pessoas, na semana passada.

Rahman, natural da Líbia, era considerado o número dois da Al-Qaeda após a morte de Bin Laden, quando a organização passou a ser liderada por Ayman al-Zawahri.

-Fonte-


Mais uma vitória para o mundo livre. mais uma alma que desce à prisão eterna.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Líder da Al-Qaeda em África desceu à prisão eterna


Segundo um chefe de polícia do Quénia, o presumível líder da Al-Qaeda no Este africano, Fazul Abdullah Muhammad, foi morto em Mogadishu.

Fazul Abdullah, de 38 anos, é tido como o engenheiro do enorme ataque terrorista contra as embaixadas dos EUA em Nairobi e em Dar es Salaam , em 1998. A recompensa pela sua captura era cerca de $5 milhões de dólares.

O Comissário policial queniano Mathew Iteere disse à AFP

Recebemos a comunicação por parte das autoridades na Somália. Disseram-nos que que dois terroristas fotam mortos na Somália, na semana passada.
Iteere disse que a identidade dum deles "foi dada como Fazul Muhammad … Isto é o que nos foi dito pelos nossos equivalentes na Somália". Um comandante sénior do grupo Al Shebab declarou à AFP (anonimamente) que:
Um dos homens que foi morto foi Fazul Abdullah, que Alá abençoe a sua alma. Ele não está morto uma vez que milhares como ele estão ainda na guerra contra os inimigos de Alá.
("Inimigos de Alá" significa "todos aqueles que não são maometanos".)

Oficiais pertencentes ao Governo de Transição da Somália (GTS) disse que ambos foram mortos numa barreira policial rodoviária, Terça-Feira à noite. Um militar da GTS, Abdikarim Yusuf, declarou a forma como foram mortos:

As nossas forças abriram fogo quando os dois homens se recusaram a parar na barreira. Eles tentaram-se defender quando se viram rodeados pelos nossos homens.

Agarramos nos seus documentos de identificação e vimos que um deles era um passaporte estrangeiro.

Segundo uma fonte de segurança regional, o incidente ocorreu no noroeste da capital da Somália.

○Fonte○

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