MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 6 de setembro de 2014

A trágica morte de Palmira Silva

Palmira Silva foi decapitada na sua casa em Edmonton num ataque indiscriminado antes da polícia ter subjugado o atacante muçulmano. A idosa de 82 anos foi decapitada num jardim dos subúrbios por um homem armado com uma faca de mato. Silva, viúva e avó, descrita por um dos vizinhos como "uma mulher muito amável", foi morta fora da sua casa num ataque desenfreado por parte dum muçulmano de 25 anos.

As testemunhos afirmam que o homem, armado com uma lâmina com cerca de 30 centímetros, atacou um veículo em movimento e um gato antes de deambular pelos jardins traseiros em busca duma vítima. A polícia acredita que ele tentou também atacar duas pessoas doutra casa na mesma rua, mas elas foram capazes de fugir sem danos físicos.

O homem foi preso depois dos polícias armados, que o haviam distraído para impedir mais ataques, o terem encurralado numa casa e o terem neutralizado com um arma  Taser. Alguns oficiais ficaram feridos. A senhora Silva, que tinha raízes italianas, foi declarada morta no local.

Crê-se que uma linha de investigação para os detectives é a que defende que o homem foi inspirado pelas imagens de terroristas a decapitarem dois jornalistas na Síria. Alguns residentes alegam que o suspeito era um homem local que se havia convertido ao islão no ano passado, mas essas alegações não foram ainda confirmadas. As forças polícias colocaram de parte o hipótese deste acto se enquadrar na definição dum acto terrorista.

Alguns residentes afirmaram terem visto a polícia a partir janelas das propriedades dos vizinhos, levando crianças chorosas e deixando os aterrorizados residentes em locais seguros. Uma das vizinhas, Freda Odame (30 anos), disse que ouviu comoção no exterior e levantou as persianas e viu um homem na casa dos 20 anos com uma faca. Ela falou da forma como ela escapou por pouco.

Alguém estava a gritar e a bater na porta. Eu conseguia ouvir gritos mas não conseguia entender  o que ele estava dizer. Conseguia ver que ele tinha uma longa faca curva na mão, do tamanho do ante-braço dum homem, e inclinado, em busca de algo. Ele tinha um olhar enlouquecido e como tal, fechei as cortinas porque estava com medo. A minha vizinha encontrava-se no jardim e não parecia entender o que se estava a passar.Eu já o tinha visto por aqui várias vezes. Acho que ele vive na mesma rua com a sua família. Cinco minutos depois de o ter ouvido a gritar, a polícia bateu na minha porta e disse-me que eu tinha que sair.

Outro vizinho disse que viu um homem a agitar uma faca de mato e a gritar algo relacionado a gatos, para além de ter visto um gato sem cabeça enquanto olhava pela janela. O homem, que quis permanecer no anonimato, disse:

Houve um grito e como tal, dirigi-me á janela e vi um homem com uma faca de mato coberta de sangue. Ele estava no jardim, andando para cima e para baixo e gritando algo sobre gatos.

O homem apareceu posteriormente no jardim da vítima e começou a cortar as plantas. Sue Mahadooa, de 50 anos, afirmou que, "ele começou a cortar as rosas. Por essa altura nós tentávamos ligar para a polícia." Depois disso, Sue viu a polícia a travar à porta da sua casa antes deles correram pela rua, avisando as pessoas para se afastarem. Munidos com arietes, a polícia começou a forçar as portas frontais e a partir as janelas como forma de ajudar os residentes a dirigirem-se para um lugar seguro, não sabendo ainda em que lugar se encontrava o assassino.

A senhora Mahadooa disse que a propriedade onde se acredita que a mulher foi morta está dividida em três maisonettes e a polícia estava desesperada para retirar os residentes sem causar que eles fugissem pelo corredor partilhado:

Estes oficiais da polícia começaram a tentar ajudar as duas crianças e a mulher a sair pela pequena janela do topo a partir do piso térreo. A mulher não conseguia sair pela janela e como tal eles começaram a partir a janela de maiores dimensões. Mas depois eu vi-os a sair pela porta da frente. Ela estava muito assustada e as crianças choravam. Claramente alguma coisa terrível estava a acontecer no interior..

George Stylianou, outro vizinho, disse:

As mulheres-polícia estavam a correr para cima e para baixo e a gritar para nós, "Saiam daqui! Vocês não sabem o quão perigoso este homem é!"

Antes disso, houve uma pessoa que tuitou: "Homem maluco à solta com uma faca de mato em Edmonton.” Andy Love, o MP de Edmonton disse:

Estou absolutamente horrorizado e surpreendido com o que aconteceu no meu círculo eleitoral. Esta comunidade é relativamente sólida e entre todas as pessoas existe uma boa relação.

Ricardo Kwiek, de 23 anos e taxista, viu um homem jovem a lutar com a políca depois deles terem invadido uma propriedade. Ele disse que o homem foi empurrado para uma carrinha:

Havia polícias a tentar entrar pela porta da frente e pela porta de trás. O homem que se encontrava dentro da casa não queria deixá-los entrar. Eles entraram pela porta de trás, e saíram com o homem na sua posse, que ainda se encontrava a lutar e a resistir. Ele não queria desistir. Consegui ver vários polícias a lutar com ele.

Um dos vizinhos que conhecia a vítima disse que ela ainda foi trabalhar nesse dia:

O seu marido morreu há cerca de 5 anos. Acho que ela era originalmente da Itália e ainda ontem falei com ela. Ela estava a capinar o jardim da frente; ela adorava fazer jardinagem. Acho que hoje ela estava no jardim da rectaguarda. Ela era uma mulher tão doce. Ela era lenta a caminhar mas ainda ia trabalhar. Acho que depois da morte do marido, era ela que mantinha as coisas a funcionar.

A família da senhora Silva gere um café em Edmonton Green chamado "Silva’s Café", e ela ia para lá todos os dias.

O comandante Simon Letchford, da "Metropolitan Police", elogiou a coragem dos oficiais, dizendo que eles "colocaram-se em perigo extremo para proteger o público". O Detective-Chefe John Sandlin, que lidera a investigação, afirmou:

Por enquanto não estamos em busca de mais ninguém. Embora seja muito cedo para especular sobre os motivos por trás deste ataque, com base na informação actual, este não é um ataque com ligações terroristas.

Fonte: http://bit.ly/1uopGox


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A reacção islâmica à decapitação de James Wright Foley

O grupo islâmico conhecido como EIIL ["Estado Islâmico do Iraque e do Levante" ou ISIS, em inglês] levou a cabo mais um acto de devoção islâmica e obediência a Maomé e a Alá, deus dos maometanos, ao gravar a decapitação do foto-jornalista Americano James Wright Foley e exibir o vídeo do assassinato ao mundo. Alegadamente, esta decapitação é resposta aos ataques aéreos que Barack Hussein Obama, presidente dos Estados Unidos, ordenou que fossem levados a cabo no Iraque.

O video extremamente gráfico, obtido por várias agências noticiosas e que também exibe Obama a falar a partir da Casa Branca no dia em que ele declarou aos Americanos que havia autorizado ataques aéreos no Iraque, mostra James Foley, jornalista freelancer que estava associado à GlobalPost e que havia sido raptado enquanto trabalhava na Síria, a recitar ameaças aos Americanos antes de ser executado por um muçulmano do grupo EIIL (que falava inglês com sotaque britânico, o que só por si é bastante revelador dos problemas futuros que a Europa terá com os mais de 50 milhões de maometanos que já se encontram em terras Europeias).

Foley foi raptado sob ameaça de armas numa perto da povoação Taftanaz no norte da Síria, no dia de Acção de Graças de 2012. Durante todo o tempo que entretanto passou, não se obteve qualquer notícia do seu paradeiro nem da sua condição. O pai de Foley, John Foley, afirmou:

Não soubemos de nada. Nada. A última coisa que soubemos foi que ele havia sido raptado no dia de Acção de Graças de 2012 na província de Idlib, mas não sabemos quem o levou ou o porquê dele ter sido raptado.

Foley, oriundo de Rochester (New Hampshire) viajou extensivamente pelo Médio Oriente e pelo Norte de África, reportando conflictos no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, onde ele chegou a estar cativo durante 44 dias. Em Maio de 2011 Foley gravou uma entrevista-vídeo para o The Boston Globe sobre a sua prisão e cativeiro na Líbia:

Ninguém quer ser definido como aquele homem que foi capturado em 2011. Acredito que o jornalismo das linhas da frente é importante.

No video do assassinato de Foley, os muçulmanos do EIIL declararam ter na sua posse um segundo jornalista, Steven Joel Sotloff. Depois da decapitação de Foley, um muçulmano é visto junto de Sotloff e a declarar, "Obama, a vida deste cidadão Americano está na tuas mãos!" Sotloff, um freelancer que trabalhou para várias organizações noticiosas, desapareceu na Síria em Agosto de 2013.

Numa mensagem colocada na página do Facebook com o nome de “Free James Foley,” a mãe de Foley, Diane, disse que estava orgulhosa do seu filho, e pediu "privacidade para os dias que se seguem."

A porta-voz do "National Security Council" da Casa Branca, Caitlin Hayden, disse que a "comunidade dos serviços secretos está a operar o mais rapidamente possível" para determinar a autenticidade do video:

Se for confirmado como genuíno, então nós estamos estarrecidos com o brutal assassinato dum inocente jornalista Americano, e expressamos as nossas profundas condolências à família e aos seus amigos.

Modificado a partir do original

* * * * * * *

O Alcorão ordena os maometanos a castigar aqueles que "semeiam a corrupção" em terras islâmicas [5:33]:

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.


Infelizmente, o crime de "semear a corrupção" é tão vago que os maometanos podem usar este versículo para matar quem quer que seja, incluindo um repórter inocente como James Wright Foley. Qualquer pessoa pode ser acusada de "semear a corrupção" e ser vítima de assassinato desde que um muçulmano assim considere. O simples facto de Foley pagar impostos ao governo Americano é o suficiente para ele ser acusado de financiar o inimigo, o que também é motivo para os maometanos o considerarem um alvo legítimo.

A reacção islâmica ao bárbaro assassinato de Foley é mais ou menos o que já sabe (embora a elite esquerdista ocidental se recuse a fazer a ligação entre os actos islâmicos e a teologia islâmica): 










Ou seja, a culpa da decapitação de Foley é de Obama, mas ao mesmo tempo, não há nada de mal em decapitar os "inimigos de Alá". Este tipo de racionalização islâmica é bem comum entre os maometanos.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Seguidores de Maomé decapitam mulher em frente às filhas

Maometanos da Somália capturaram dois Cristãos - uma mãe de duas filhas e o seu primo - e depois de terem reunido toda a povoação, decapitaram-nos a sangue frio. Os maometanos que os mataram estavam tão vazios de vergonha que forçaram as duas filhas da mulher, com 8 e 15 anos, a abservar a decapitação. A mãe chamava-se Sadia Ali Omar, e o primo que foi também decapitado chamava-se Osman Mohamoud Moge.

A criança de 8 anos chorou e implorou para que alguém salvasse a sua mãe, mas ninguém veio, e as duas crianças inocentes não tiveram escolha senão suportar a visão da sua querida mãe a ser barbaramente decapitada pelos pagãos. Antes de os decapitarem, os maometanos proclamaram:

Sabemos que estes dois [a mulher e o primo] são Cristãos que chegaram recentemente do Quénia - queremos erradicar todos Cristãos clandestinos que vivem dentro da área dos mujahidin [área dos jihadistas].

Um dos residentes disse que eles foram capturados depois de se terem levantado suspeições devido ao facto dos dois Cristãos não frequentarem as rezas de 6ª-Feira tal como se espera nas terras islâmicas:

    As duas pessoas que foram mortas faltavam por muitas vezes às rezas de 6ª-Feira, especialmente Omar, que alegou estar a rezar em casa.

As duas filhas foram levadas para uma área não-revelada para a sua protecção, e ainda se teme que os maometanos tentem localizá-las e matá-las tal como fizeram com a sua mãe.
..

Esta é mais uma daquelas histórias que os média ocidentais ignoraram por completo, pactuando assim com o sofrimento dos Cristãos. Para além desta, existem muitas outras histórias que também não foram reportadas pelos média. Não há forma de saber quantos mártires já existem. 

A apatia perante o mal é outra forma de idolatria. Já não podemos andar descuidados visto que não há desculpas. Ou nós somos aqueles que estão a sofrer a perseguição ou fazemos parte daqueles que directa ou indirectamente fazem a perseguição.

Os maometanos que mataram a mãe e o seu primo eram membros do grupo islâmico conhecido como Al-Shabaab, jihadistas com sede na Somália, e "eles têm espiões um pouco por toda a Somália". A maior parte das pessoa não têm ideia do quão cruéis estes pagãos heréticos são com os Cristãos. Eis aqui um vídeo deste grupo islâmico a decapitar um Cristão (GRÁFICO).


(...)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A decapitação acidental


Combatentes anti-governamentais da Síria decapitaram por engano um outro combatente anti-governamental depois de assumirem que ele era um apoiante do Presidente Bashar al-Assad, segundo uma declaração online do grupo dos combatentes maometanos radicais.

Um outro vídeo exibia de forma chocante os insurgentes com o que parece ser a cabeça da vítima.

Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, depois da decapitação determinou-se que a vítima era Mohammed Fares, um combatente anti-governamental ferido durante os confrontos contra o exército Sírio.

Poucos dias depois, uma declaração online dum porta-voz do grupo afiliado à al-Qaeda com o nome de "Islamic State of Iraq and the Levant" (ISIS), cujos combatentes aparentemente levaram a cabo a decapitação, apelaram ao perdão pelos assassínos e pediriam "contenção e piedade" por parte dos apoiantes anti-governamentais.

Numa declaração por parte da ISIS, Omar Al-Qahatani disse:
Apelamos a Alá que aceite Mohammed Fares no seu reino e perdoe os seus irmãos que buscavam formas de nos livrar dos inimigos de Alá e dos nossos inimigos.
Fonte.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Menina de 14 anos decapitada no Afeganistão

Polícia do Afeganistão prendeu no último 29 de Novembro dois homens acusados de decapitar uma menina de 14 anos de idade na província do Kunduz.

"Nossas investigações mostram que os que a mataram eram pessoas que se queriam casar-se com ela. Estavam assediando a família e pedindo a sua mão. Quando a família se negou, eles a mataram", acrescentaram fontes da polícia em declarações concedidas à cadeia britânica BBC.

O pai da menina assassinada disse que se negou a dá-la em matrimônio por "ser muito jovem para ficar noiva", informa a agência afegã de notícias Pajhwok.

Fontes oficiais afegãs indicaram que os dois suspeitos são familiares próximos da garota assassinada.

Após o facto, o fiscal anexo do Afeganistão, Rahmatulá Nazari, assinalou que toda pessoa que for declarada culpada de assassinar mulheres ou meninas será executada. Nazari afirmou que, já que o número de casos de violência contra mulheres aumenta, as medidas contra os culpados também serão mais duras.

"Só um Kabul há 1.320 casos de violência contra mulheres sendo investigados. Alguns deles foram enviados ao Tribunal Supremo", adicionou.

"Os assassinatos e as decapitações são casos nos quais a lei contempla a execução dos responsáveis", disse ainda o fiscal.

O presidente do país, Hamid Karzai, também se referiu a estes casos durante a jornada da quinta-feira e recalcou que "tanto o Islão como a cultura afegã são muito respeitosos com a mulher".

"As mulheres são mães e desfrutam de total respeito no Islão", assinalou, por isso pediu aos Imãs e aos líderes comunitários que peçam por este respeito em seus discursos.

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