MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A reacção islâmica à decapitação de James Wright Foley

O grupo islâmico conhecido como EIIL ["Estado Islâmico do Iraque e do Levante" ou ISIS, em inglês] levou a cabo mais um acto de devoção islâmica e obediência a Maomé e a Alá, deus dos maometanos, ao gravar a decapitação do foto-jornalista Americano James Wright Foley e exibir o vídeo do assassinato ao mundo. Alegadamente, esta decapitação é resposta aos ataques aéreos que Barack Hussein Obama, presidente dos Estados Unidos, ordenou que fossem levados a cabo no Iraque.

O video extremamente gráfico, obtido por várias agências noticiosas e que também exibe Obama a falar a partir da Casa Branca no dia em que ele declarou aos Americanos que havia autorizado ataques aéreos no Iraque, mostra James Foley, jornalista freelancer que estava associado à GlobalPost e que havia sido raptado enquanto trabalhava na Síria, a recitar ameaças aos Americanos antes de ser executado por um muçulmano do grupo EIIL (que falava inglês com sotaque britânico, o que só por si é bastante revelador dos problemas futuros que a Europa terá com os mais de 50 milhões de maometanos que já se encontram em terras Europeias).

Foley foi raptado sob ameaça de armas numa perto da povoação Taftanaz no norte da Síria, no dia de Acção de Graças de 2012. Durante todo o tempo que entretanto passou, não se obteve qualquer notícia do seu paradeiro nem da sua condição. O pai de Foley, John Foley, afirmou:

Não soubemos de nada. Nada. A última coisa que soubemos foi que ele havia sido raptado no dia de Acção de Graças de 2012 na província de Idlib, mas não sabemos quem o levou ou o porquê dele ter sido raptado.

Foley, oriundo de Rochester (New Hampshire) viajou extensivamente pelo Médio Oriente e pelo Norte de África, reportando conflictos no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, onde ele chegou a estar cativo durante 44 dias. Em Maio de 2011 Foley gravou uma entrevista-vídeo para o The Boston Globe sobre a sua prisão e cativeiro na Líbia:

Ninguém quer ser definido como aquele homem que foi capturado em 2011. Acredito que o jornalismo das linhas da frente é importante.

No video do assassinato de Foley, os muçulmanos do EIIL declararam ter na sua posse um segundo jornalista, Steven Joel Sotloff. Depois da decapitação de Foley, um muçulmano é visto junto de Sotloff e a declarar, "Obama, a vida deste cidadão Americano está na tuas mãos!" Sotloff, um freelancer que trabalhou para várias organizações noticiosas, desapareceu na Síria em Agosto de 2013.

Numa mensagem colocada na página do Facebook com o nome de “Free James Foley,” a mãe de Foley, Diane, disse que estava orgulhosa do seu filho, e pediu "privacidade para os dias que se seguem."

A porta-voz do "National Security Council" da Casa Branca, Caitlin Hayden, disse que a "comunidade dos serviços secretos está a operar o mais rapidamente possível" para determinar a autenticidade do video:

Se for confirmado como genuíno, então nós estamos estarrecidos com o brutal assassinato dum inocente jornalista Americano, e expressamos as nossas profundas condolências à família e aos seus amigos.

Modificado a partir do original

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O Alcorão ordena os maometanos a castigar aqueles que "semeiam a corrupção" em terras islâmicas [5:33]:

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.


Infelizmente, o crime de "semear a corrupção" é tão vago que os maometanos podem usar este versículo para matar quem quer que seja, incluindo um repórter inocente como James Wright Foley. Qualquer pessoa pode ser acusada de "semear a corrupção" e ser vítima de assassinato desde que um muçulmano assim considere. O simples facto de Foley pagar impostos ao governo Americano é o suficiente para ele ser acusado de financiar o inimigo, o que também é motivo para os maometanos o considerarem um alvo legítimo.

A reacção islâmica ao bárbaro assassinato de Foley é mais ou menos o que já sabe (embora a elite esquerdista ocidental se recuse a fazer a ligação entre os actos islâmicos e a teologia islâmica): 










Ou seja, a culpa da decapitação de Foley é de Obama, mas ao mesmo tempo, não há nada de mal em decapitar os "inimigos de Alá". Este tipo de racionalização islâmica é bem comum entre os maometanos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Autores da morte do soldado Rigby condenados por homicídio qualificado

Michael Adebolajo e Michael Adebowale, dois britânicos que se apresentaram em tribunal como “soldados de Alá”, foram considerados, esta Quinta-Feira, culpados da morte do soldado Lee Rigby, assassinado e quase decapitado em plena luz do dia numa rua de Londres, no passado 22 de Maio.

Depois de menos de duas horas de deliberação, os doze jurados consideraram os réus culpados de homicídio qualificado. A sentença, que pode ser de prisão perpétua, deverá ser anunciada numa data posterior pelo juiz. Quanto a uma segunda acusação, de tentativa de assassínio de um polícia, o júri considerou os réus “não culpados”.

Na sala do tribunal, familiares do soldado Rigby, choraram ao ouvir o veredicto. Michael Adebolajo estava abraçado a um exemplar do Corão.

Adebolajo, 29 anos, e Adebowale, de 22 anos, tinham-se declarado inocentes de um homicídio qualificado considerado “bárbaro” pela acusação. Um crime que foi filmado por telemóveis de transeuntes e que chocou o Reino Unido.

O mais velho dos réus declarou em tribunal que estava em “missão” enquanto “soldado de Alá” e “em guerra contra o Reino Unido”, "país que matou muçulmanos no Afeganistão e no Iraque". Adebowale nunca abriu a boca nas sessões do tribunal Old Bailey, em Londres.

Os dois londrinos de origem nigeriana atropelaram com um carro Rigby, que regressava a pé e vestido à civil à caserna no bairro de Woolwich, para depois o esfaquearem e quase a decapitarem com uma catana, sobre o olhar de numerosas testemunhas. Muitas delas filmaram a cena com os telemóveis e chegaram mesmo a filmar Adebolajo a justificar o seu crime – “uma vingança pelos muçulmanos mortos por soldados britânicos” – enquanto segurava uma faca de talho ensaguentada.

Durante o processo, Adebolajo explicou que ele e o seu cúmplice tinham rezado a Alá para que o alvo do seu ataque fosse um soldado e não um civil. Disse “adorar a Al-Qaeda” e considerar como “irmãos” os membros desta organização nebulosa.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Muçulmanos decapitam outro muçulmano

A cabeça decapitada de um empregado civil aposentado da Marinha Paquistanesa, que se havia convertido ao islão xiita, cujo corpo decapitado foi encontrado noutro local na Quinta-Feira, foi encontrada pela policia na Sexta-Feira viaduto Sohrab Goth.

Saleem Raza Qaimkhani foi morto por terroristas Deobandi dentro da sua casa no Sector 16-4 na Zona de Segurança. “Isto é a vingaça motivada pelo incidente que ocorreu em Rawalpindi" disse SHO Ejaz Lodhi.

Taimuria SHO Aijaz Lodhi disse que a vítima, Saleem Raza (40 anos), era um curandeiro que havia no passado trabalhado como empregado do departamento civil da Marinha Paquistanesa. O seu corpo decapitado foi encontrado na sua casa, em sua casa.

O oficial policial disse que os assassinos mataram Raza dentro da sua casa e levaram a sua cabeça, que mais tarde colocaram em exibição na ponte. Quando a polícia chegou ao local do crime, ficaram perplexos e horrorizados ao verem o corpo mutilado sem a sua cabeça.

“A maneira brutal como a vítima foi assassinada e mais tarde decapitada de modo a que a sua cabeça pudesse ser exibida numa ponte leva-nos a inferir que a motivação do crime foi a vingança ou um ranfor qualquer," afirmou o oficial da polícia.

Quando a cabeça foi encontrada, a polícia emitiu uma mensagem no seu sistema de controle àcerca da descoberta. Rapidamente a polícia de Taimuria confirmou que a cabeça pertencia a Raza.

A decapitação dum corpo normalmente tem um significado simbólico - vingança, castigo ou o envio duma mensagem aos outros. Os Talibãs e as suas facções dentro das cidades têm decapitado centenas de cidadãos, incluindo oficiais de segurança um pouco por todo o país.

Fonte

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Como acontece com todas as ideologias malignas, quando não há por perto inimigos a quem atacar, eles atacam-se mutuamente..

domingo, 17 de novembro de 2013

Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”


-> http://bit.ly/16RaTsh

As forças rebeldes jihadistas da Síria continuam sua perseguição implacável que deseja eliminar o cristianismo do país. Enquanto líderes políticos mundiais discutem qual o melhor caminho para a busca da paz, cristãos são mortos diariamente.

Os horríveis ataques contra ortodoxos, maronitas e católicos são justificados pelo apelido de “cruzados” que receberam dos soldados rebeldes. Moradores que fugiram da pequena cidade de Maalula contaram a jornalistas da agência France Press que desde que os jihadistas invadiram a cidade, na semana passada, estão forçando as pessoas a se converter ao islamismo.

Eles chegaram à nossa cidade ao amanhecer… gritavam: ‘Nós somos da Frente Al-Nusra e viemos tornar a vida miserável para os cruzados”, disse uma mulher identificada como Marie que agora está refugiada na capital Damasco.

O termo “cruzados” remete aos soldados cristãos que participaram das Cruzadas que tentaram retomar Jerusalém das mãos dos árabes na Idade Média.

Uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo, Maalula se tornou um símbolo internacional por seu valor estratégico na ameaça de tomada da capital, que marcaria a derrota do regime de Bashar Al-Asaad.

A pequena cidade vivia em harmonia religiosa há séculos. No verão, a população é de 4.500 pessoas, dentre elas cerca de 3.000, na maioria cristãos, vêm de Damasco e de outros países. Já no inverno a população fica reduzida a duas mil pessoas, e então os muçulmanos são a maioria.

Marie estava entre as centenas de outros cristãos que participaram do enterro de cristãos que acabou se tornando uma marcha de protesto contra os invasores patrocinados pela Al Qaeda. O movimento enfureceu ainda mais alguns líderes dos rebeldes que ocupam a cidade.

Adnan Nasrallah, 62, conta que uma explosão destruiu parte de uma igreja perto de sua casa. “Eu vi pessoas usando faixas da Al-Nusra na cabeça que começaram a atirar nas cruzes. Um dos atiradores, colocou uma pistola na cabeça do meu vizinho e obrigou-o a se converter ao Islã, obrigando-o a repetir que só Alá é Deus e Maomé o único profeta… Depois, ele disse aos outros soldados: Este é um dos nossos agora”.

Nasrallah disse que quando os rebeldes chegaram à cidade, muitos de seus vizinhos muçulmanos se alegraram, mas nem todos.

Outra moradora de Maalula, a jovem Rasha conta que os jihadistas assassinaram brutalmente seu noivo Atef e outros cristãos da cidade.

Liguei para o celular e um deles respondeu: Bom dia. Somos do Exército Livre da Síria. Você sabia que seu noivo era um membro que apoiava o regime [do presidente] e por isso tivemos de cortar a garganta dele?

Enquanto Rasha ainda tentava entender o que estava acontecendo, o homem contou sarcasticamente que Atef foi “convidado” a renunciar sua fé e se converter ao islamismo, mas se recusou. “Jesus não veio para salvá-lo”, finalizou o rebelde.

[Com informações de Christian Post, via Gospel Prime)

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Como sempre acontece, os jihadistas são muito "corajosos" para atacar mulheres e homens indefesos, mas totalmente cobardes para enfrentar um exército bem treinado e bem armado como o israelita.

Cobardes muçulmanos serão cobarfes muçulmanos.

sábado, 1 de junho de 2013

Líder islamista identifica suspeito do ataque de Woolwich como discípulo

O líder da organização islamista Al-Muhajiroun, desmantelada pelo Governo do Reino Unido, confirmou em entrevista ao jornal inglês The Independent que um dos suspeitos do ataque de Woolwich, Michael Adebolajo, foi um dos seus discípulos britânicos.

Omar Bakri Muhammed, o fundador do grupo Al-Muhajiroun, está refugiado no Líbano desde 2005. Ao ver o vídeo do ataque brutal ao fuzileiro Lee Rigby, numa rua do sul de Londres, reconheceu de imediato Michael Adebolajo, que terá ouvido os apelos à decapitação dos inimigos do islão que eram frequentes nos seus sermões. 

Quando se cruzarem com os ocidentais, cortem-lhes o pescoço”, sugeria Omar Bakri Mohammed aos seus seguidores, dizendo-lhes que essa era a obrigação dos jihadistas que lutam em nome da Alá.

Numa entrevista exclusiva por telefone com o diário inglês The Independent, Omar Bakri Muhammed confirmou que foi no seio do grupo Al-Muhajiroun que começou a educação islâmica de Michael Adebolajo, o homem de 28 anos que foi filmado por dezenas de testemunhas a justificar a morte do soldado Lee Rigby, brutalmente assassinado numa rua do sul de Londres.

“Vi a gravação e percebi logo que se tratava de um acto de grande coragem. O que ele fez respeita totalmente o que nos ensina o islão. Não foi uma violência contra civis, foi uma operação contra um militar. No Médio Oriente, [Michael Adebolajo] é um herói pelo que fez”, declarou o islamista. O jornal avisou os seus leitores que as palavras do entrevistado eram "ultrajantes".

“Conheci-o como Michael quando ele começou a aparecer nas nossas reuniões, depois converteu-se e passou a dar pelo nome de Abdullah. Agora vejo que se chamava Mujahid”, apontou Omar Bakri Muhammed.

“Ele era um rapaz curioso e que fazia muitas perguntas sobre a religião. Quando começou a frequentar as nossas reuniões, havia muita raiva por causa da invasão do Iraque e da guerra contra o terror. Não sei se o influenciei ou não, mas alguma coisa aconteceu porque ele era um rapaz pacato”, observou.

Gravações antigas das “palestras” londrinas de Omar Bakri Mohammed, que é natural da Síria, parecem uma descrição passo a passo dos movimentos de Michael Adebolajo na quarta-feira. “No massacre do inimigo, lembrem-se de atingir o pescoço. Usem a espada para decapitar a cabeça do inimigo”, instruiu, aconselhando a “deixar o sangue correr por todo o lado”.

O Governo britânico classificou as actividades do grupo Al-Muhajiroun como extremistas e desmantelou a organização ao abrigo da legislação antiterrorista. Omar Bakri Muhammed abandonou Londres em 2005 e está impedido de voltar a entrar em território britânico. Na entrevista ao The Independent, o líder islamista não faz qualquer referência ao segundo suspeito do ataque de Woolwich, Michael Adebowale, de 22 anos.

Os dois atacantes, que foram alvejados a tiro pela polícia no local do crime, permanecem hospitalizados sob detenção, em estado considerado estável. Um terceiro indivíduo está  sob custódia policial por suspeita de envolvimento na conspiração para a morte do militar. Duas mulheres, detidas na quinta-feira no âmbito da investigação, foram interrogadas e libertadas sem acusação.

Tanto Adebolajo como Adebowale estavam referenciados pelos serviços de informação interna pela sua ligação a grupos radicais islamistas, nomeadamente ao Al-Muhajiroun. Muito provavelmente os seus nomes constavam da lista de indivíduos que “potencialmente” podem representar um risco para a segurança nacional – e que terá cerca de 3000 entradas

“Os serviços não podem vigiar individualmente todos os nomes desta lista, isso seria não só impossível como indesejável”, notou uma fonte do Governo citada pelo The Guardian sob anonimato. Uma vez que os recursos são limitados, agências como o MI5 ou as unidades especiais de contraterrorismo da polícia metropolitana estabelecem prioridades – “Isso não é equivalente a desvalorizar uma potencial ameaça”, observou a mesma fonte.

A avaliação envolve especialistas em ciências do comportamento, que estudam a informação disponível e os perfis dos sujeitos para estabelecer uma separação entre os “simpatizantes da causa” e aqueles que já cruzaram a linha da jihad e estão preparados para atacar.

Poderá ter sido no âmbito desse trabalho que um dos dois suspeitos foi impedido de viajar para a 
Somália, onde alegadamente pretendia juntar-se ao grupo militante al-Shabaab.

Fonte
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Militar decapitado por muçulmanos em ataque terrorista

Um militar terá sido morto à facada por dois homens esta quarta-feira à tarde em Woolwich, na zona sul de Londres. Testemunhas dizem que o homem foi decapitado.

O Governo britânico admite a possibilidade de se tratar de um ataque terrorista, pelo que pediu uma reunião de emergência do gabinete responsável pela gestão de crises, conhecido como Cobra (Cabinet Office Briefing Rooms).

Armas e poças de sangue podem ser vistas ao longo da rua John Wilson, em Woolwich.

Segundo o Ministério da Defesa, o militar morreu após ter sido esfaqueado.

Algumas testemunhas dizem que o homem foi decapitado. De acordo com a BBC, os responsáveis pelo ataque gritavam 'Allahu Akbar' (Deus é Grande, em árabe) enquanto esfaqueavam a vítima.

Um vídeo divulgado pela 'ITV News', mostra um homem a segurar duas facas, com as mãos ensanguentadas, que profere: "Juro pelo Alá-todo-poderoso que nunca iremos parar de lutar contra vocês".

"A única razão que nos levou a matar este homem, é porque muçulmanos morrem diariamente. Este militar britânico é um olho por olho, dente por dente", continuou o suspeito.

"Aqueles tipos estavam doidos. Eram autênticos animais. Arrastaram-no [ao homem morto] do passeio e deixaram o corpo dele no meio da estrada", disse uma testemunha, identificada apenas como James, à rádio LBC.

A mesma testemunha disse que os atacantes – que aparentavam ter ambos cerca de 20 anos, tal como a vítima mortal – balançavam as armas (entre as quais várias armas brancas e uma pistola) e pediam que lhes tirassem fotografias, "como se quisessem aparecer na televisão".

Segundo o canal de televisão Sky News, as testemunhas asseguraram que o terror só terminou quando agentes armados chegaram ao local e, respondendo à resistência dos suspeitos do ataque, dispararam contra os dois homens. Neste momento, os indivíduos encontram-se no hospital com ferimentos de bala.
O comandante policial, Simon Letchford, disse os "dois homens foram alvejados pela polícia. Foram levados para hospitais diferentes em Londres, onde estão a receber tratamento".

Acrescentou ainda que iria haver uma presença policial reforçada na área e apelou aos residentes para que mantivessem a calma.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, que devia pernoitar em Paris após um encontro com o presidente francês François Hollande, antecipou o regresso a Londres.



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As palavras "islão" ou "muçulmano" fazem-se notar pela ausência.

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terça-feira, 20 de março de 2012

O mistério

A mente dum esquerdista nunca pára de nos surpreender e divertir:
Decapitações Lançam Dúvidas Se os Talibãs Mudaram

Segundo oficiais governamentais regionais, os talibãs levaram os quatro homens para o bazar principal dum distrito da zona sul do Afeganistão, denunciaram-nos como espiões do governo por levarem consigo telefones por satélite, e posteriormente decapitaram-nos em frente aos residentes locais que haviam sido chamados para observar.

Três dias depois, numa Quarta Feira de manhã, o director duma estação de rádio relativamente progressiva na zona este do Afeganistão foi encontrado no seu carro, esfaqueado até à morte.

Segundo o irmão do homem assassinado, as suas costas, estômago e peito haviam sido retalhados, o seu pescoço cortado e a sua cabeça havia sido practicamente cortada do seu corpo.

Apenas "dúvidas", como se pode ver. Sim, eles andam a decapitar pessoas por andarem com telemóveis, mas não sabemos ainda se eles são totalitários fanáticos plantados num regime político e militar do século 7 Anno Domini.

O artigo do NYT (New York Times) levanta uma questão óbvia: se decapitações públicas não são suficientes para que os esquerdistas vejam que os talibãs não mudaram nada após 11 anos de ocupação americana, então o que será suficiente?

É claro que os esquerdistas, não sendo totalmente ignorantes, estão bem cientes da verdadeira natureza dos talibãs. O problema é que os muçulmanos são seus aliados na luta conjunta contra a as instituições ocidentais. e como tal, os esquerdistas propositadamente se fazem de burros como forma de manter a união entre esquerdistas e maometanos intacta.

Pode ser que um dia eles mudem.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Terroristas muçulmanos decapitam rapaz acusado de "espionagem"


Ficamos a saber através da UPI que o corpo dum rapaz alegadamente decapitado pelo grupo maometano terrorista por motivos de espionagem foi encontrado na passada 5ª Feira no norte de Mogadishu.

Os residentes de Gal-galato (área fortemente controlada pelo grupo al-Shabaab) afirmaram (em anonimato) que o rapaz foi morto por se suspeitar que ele fazia espionagem contra os militantes islâmicos.

O grupo ainda não emitiu qualquer tipo de comunicado oficial.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus (3) - Banu Qurayza

Os versos 5:45-48 do Alcorão afirmam a regra da Bíblia Hebraica onde se lê "olho por olho, dente por dente" (DEUTERONÓMIO 19:21) ao mesmo que acrescenta o princípio Cristão do perdão ser mais nobre que a retaliação. No entanto, se precisássemos de evidências que estas palavras não se aplicam à forma como os maometanos tratam os não-muçulmanos, bastava analisar a conduta de Maomé em relação aos judeus em geral - a tribo de Qurayza em particular.

Maomé e o seu bando de imigrantes chegaram a Medina no ano de 622. Durante algum tempo os maometanos encontraram-se numa posição de dependência completa da hospitalidade dos judeus locais, principalmente das 3 tribos que já lá viviam lado a lado com os árabes.

Em menos de 2 anos, e mal Maomé e os maometanos ficaram suficientemente poderosos, duas das tribos judaicas que haviam recebido Maomé, Banu Qaynuqa e Banu Nadir, foram expulsas das suas terras e os seus bens confiscados e acrescentados à riqueza dos muçulmanos.

Maomé levou isto a cabo explorando as divisões que havia entre as tribos, e escolhendo a ordem de ataque às tribos de forma cuidadosa. Ele sabia que as outras duas tribos não viriam em assistência da primeira visto que haviam estado recentemente envolvidas num conflito. Paralelamente a isto, ele sabia que a terceira tribo não viria em socorro da segundo devido a uma disputa existente entre ambas em torno de "dinheiro de sangue".

A última tribo a sobreviver foi a tribo Banu Qurayza. Tal como as outras duas tribos judaicas a quem Maomé atacou e roubou as possessões, os Qurayza eram uma comunidade de agricultores e mercadores que mais tarde, e sem resistência, se renderam aos exército de Maomé.

Embora Maomé tivesse sido suficientemente sábio ao não ordenar a matança geral das duas primeiras tribos - o que, sem dúvida, tornaria a resistência dos Qurayza maior - não havia qualquer tipo de motivo práctico para Maomé reprimir os seus impulsos genocidas mal a última tribo tivesse rendido as suas posses e poder.

Demonstrando mais uma vez o quão nobre e exemplar era, Maomé mandou que mais de 800 homens e rapazes judeus (e pelo menos uma mulher) fossem decapitados de forma sistemática, num evento que até hoje é um embaraço para os apologistas islâmicos.

Não só este episódio está em clara oposição à noção do islão ser uma religião pacífica, como também se encontra em oposição directa à noção do islão ser uma continuação lógica do Cristianismo. Mesmo os críticos mais acérrimos do Cristianismo teriam dificuldades em harmonizar um evento desta brutalidade com a Mensagem de paz que o Senhor Jesus e os Seus Discípulos anunciaram na Terra de Israel e no mundo greco-romano.

O embaraço islâmico em torno deste evento tem sido trazido a luz nos dias actuais à medida que o islão se encontra em posição de competição com outras religiões. Devido ao debate aberto que o ocidente defende, esta história de massacre e intolerância tornou-se controversa entre os maometanos. Por motivos de conveniência, alguns negam de todo que este episódio alguma vez tenha ocorrido. Outros encontram-se totalmente ignorantes do evento.

Mas os maometanos não têm muita margem de manobra no que toca a historicidade do evento, visto que não só o mesmo está bem suportado nas biografias do "profeta", como há até uma referência ao mesmo no Alcorão (33:26).

Uma vez que o islão não esconde este evento de forma alguma, especialmente as coisas que Maomé fez pessoalmente, os muçulmanos contemporâneos tentam-se convencer de que as vítimas "mereciam" o destino que lhes calhou.

Infelizmente para os muçulmanos, a descrição do que ocorreu aos judeus desta tribo, tal como reportado pelos historiadores maometanos a partir de alegadas testemunhas oculares, não suporta os actuais revisionismos históricos. De facto, foram os judeus de Qurayza que se depararam com uma situação impossível: dum lado tinha os muçulmanos e do outro tinham os adversários de Meca.

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Pouco depois de ter chegado a Medina no ano AD de 622, e aparentemente seguindo ordens do espírito que ele erradamente identificou como o anjo Gabriel, Maomé deu início a ataques organizados às caravanas comerciais dos habitantes de Meca. Ele roubava as mercadorias e matava quem quer que as defendia (Ibn Ishaq/Hisham 424-425).

Os judeus de Qurayza não tinham nada a ver com estes eventos. Eles, tal como os habitantes de Meca, eram também comerciantes e, como tal, valorizavam a segurança aquando das transacções comerciais. De maneira nenhuma eles encorajaram ou tomaram parte dos saques que Maomé levou a cabo contra as caravanas de Meca.

Após alguns anos, os habitantes de Meca aperceberam-se que eles teriam que tentar capturar Medina visto a mesma estar a ser usada como base de operação por parte de Maomé e dos seus piratas do deserto. No ano de 627 os habitantes de Meca enviaram um exército para as zonas circundantes da cidade num gesto que demonstrava intenção de conquistar a mesma.

A batalha que se seguiu ficou conhecida como a Batalha da Trincheira devido ao facto dos maometanos, e devido à exposição destas áreas, terem cavado uma vala na zona norte e na zona oeste da cidade.

A tribo Qurayza, que vivia na parte Este da cidade de Medina, foi portanto encurralada numa péssima situação. Sem serem responsáveis pelos furtos levados a cabo por Maomé, os judeus viram-se envolvidos no conflito, especialmente quando contactados por um dos líderes de Meca. Este enviado pediu-lhes que não assistissem Maomé durante o cerco à cidade.

Até essa altura, os judeus haviam ajudado os maometanos fornecendo-lhes utensílios de escavação mas não lhes tinham fornecido qualquer tipo de ajuda militar activa.

O líder do agrupamento de Qurayza nem sequer queria receber os enviados de Meca, mas ele foi enganado e forçado a aceitar os enviados na sua casa (Ishaq/Hisham 674).

Mal se encontrou dentro das suas instalações, o enviado de Meca começou a alegar que a batalha contra Maomé seria vitoriosa e que havia já sinais da sua eminente queda. A angustia sentida pelo líder dos Qurayza foi tanta que até os historiadores muçulmanos a registaram:

Quando Ka'b ouviu que Huyayy [enviado de Meca] estava a chegar, fechou a porta do forte na sua cara. Quando este pediu permissão para entrar, Ka'b recusou-se a vê-lo, acusando-o de ser um homem com mau presságio.

Foi então que Huyayy acusou-o de não ser hospitaleiro. Ka'b ficou tão enervado com isto que abriu a porta. Huyayy disse então:

"Céus, Ka'b, trago-te fama imortal e um grande exército. Eles fizeram um acordo firme comigo e comprometeram-se a não partir enquanto não tivermos destruído Maomé e os seus homens."

Ka'b respondeu:

"Por Alá, trouxeste-me vergonha imortal, uma nuvem vazia enquanto troveja, e trovões sem nada neles. Ai de ti, Huyayy, deixa-me em paz."

(Ishaq/Hisham 674)

No entanto, e depois de muita adulação por parte dos enviados de Meca, o líder dos Qurayza finalmente cedeu e concordou em permanecer-se neutral durante o conflito. Ele não iria contribuir com tropas para a defesa da cidade e nem para a sua eminente captura por parte dum exército em maior número.

Os maometanos teriam, portanto, que lidar sozinhos com o conflito que eles mesmos haviam dado início contra os habitantes de Meca.

A "batalha"

Para além de algumas trocas de flechas através das valas cavadas previamente, os primeiros 20 dias passaram-se "sem qualquer tipo de conflito" (Ibn Ishaq/Hisham 676).

Um esforço tímido durante o 20º dia provou-se fatal para o exército de Meca, demonstrando que eles não poderiam vencer a batalha sem o apoio dos Qurayza do outro lado da cidade. No entanto, os Qurayza recusaram-se a entrar na guerra, o que causou a que o exército de Meca abandonasse o cerco.

Cerca de seis maometanos foram mortos durante esta "batalha" e os seus nomes foram cuidadosamente registados (Ibn Ishaq/Hisham 699). Nenhuma destas mortes entre os muçulmanos foi causada directa ou indirectamente por algo que a tribo Qurayza havia feito. Isto é muito importante visto que demonstra o carácter (ou a falta dele) do "profeta" Maomé.

Com a batalha terminada, o líder dos muçulmanos surpreendeu-os voltando o exército contra a fortaleza dos Qurayza, alegando que a sua neutralidade havia sido uma "violação" da constituição que o próprio Maomé havia estabelecido 5 anos antes.

O conteúdo original deste "tratado" é, no entanto, desconhecido. Aquilo que apologistas posteriores afirmam ter estado presente nesta "constituição" parece ser algo artificialmente criado tendo em vista um propósito apologético.

É muito pouco provável, por exemplo, que as tribos de Medina conferissem aos muçulmanos o "direito" de os matar só por estes falarem mal de Maomé. Alguns líderes judeus haviam sido já assassinados por Maomé antes do incidente de Qurayza. Pelo menos um mercador inocente foi assassinado pelo seu sócio de negócios depois de Maomé dar a ordem matem qualquer judeu que esteja sob o vosso poder (al-Tabari 7:97).

Para além disso, Maomé havia já atacado duas outras tribos judaicas (1 , 2) - assinantes do mesmo "tratado" - e ficado com as suas posses depois destas terem sido expulsas das suas terras.

Não há muitas dúvidas que os problemas que Maomé trouxe a Medina, através da sua atitude genocida contra os judeus e através do seu apego pelas mercadorias dos habitantes de Meca, fizeram parte das negociações entre Ka'b e os enviados de Meca - para além da ameaça de destruição se o exército de Meca vencesse a guerra.

Segundo o ponto de vista dos judeus de Qurayza, era só uma questão de tempo até Maomé arranjar uma desculpa para atacar a tribo e ficar com as suas posses - tal como havia feito com sucesso com as outras duas tribos judaicas.

Ao contrário do que erradamente se pensa hoje em dia, os Qurayza não atacaram os maometanos. Se os judeus tivessem de facto atacado Maomé e o seu bando de piratas do deserto, isto significaria o fim do exército muçulmano visto o sul da cidade estar totalmente exposto.

Numa ironia terrível, foi a decisão de não dar início a actos de violência que selou o destino dos judeus de Medina.

Estes judeus foram os primeiros numa longa linha de vítimas que sobrestimou o valor que os adoradores de Alá, o deus árabe, dão à vida dos não-maometanos.

O fim dos Qurayza.

Segundo Maomé, o "anjo Gabriel" (visto apenas por Maomé, claro) ordenou-o que sitiasse os Qurayza. Passados que estavam 20 dias, os judeus renderam-se ao "profeta" do islão. Como reportado por Ibn Ishaq/Hisham eles "submeteram-se ao julgamento do apóstolo" (Ishaq/Hisham 688).

Outra má concepção ocorre quando se julga que Maomé não emitiu a sentença de morte contra os Qurayza e como tal, não foi responsável por ela. Há um cerne de verdade nesta declaração uma vez Maomé claramente tentou descarregar sobre outro esta responsabilidade. No entanto, e após análise à narrativa, podemos constatar que Maomé claramente apoiou o massacre subsequente - facto verificado pela escolha do "arbitrador" e pela sua (Maomé) reacção.

Primeiro, o "profeta" enganou os Qurayza ao fazê-los concordar que a sentença fosse dada por "um deles". Na verdade, o homem que "era um deles", era um judeu que havia convertido ao islamismo e havia combatido na batalha Batalha da Trincheira.

O que os Qurayza não sabiam é que Sa’d bin Muadh havia sido também um dos poucos muçulmanos fatalmente feridos na batalha (Ishaq/Hisham 689). Isto, obviamente, influenciou o seu julgamento. Segundo as Hadith, ele estava desejoso de continuar a matar os "descrentes" mesmo enquanto se encontrava a morrer na sua tenda (Bukhari 59:448).

Segundo, quando Sa’d decretou que os homens da tribo Qurayza fossem mortos e as suas mulheres e crianças tomados como escravos, Maomé não expressou qualquer tipo de desaprovação. Pior, Maomé confirmou esta sentença bárbara afirmando que a mesma era um "julgamento de Alá" (Bukhari 58:148).

Lembrem-se que esta matança foi levada a cabo contra uma tribo que nada havia feito contra Maomé.

Contraponham o que os registos islâmicos nos dizem sobre Maomé com o que os maometanos contemporâneos nos dizem sobre o mesmo. É-nos dito que Maomé era um "homem de paz". Tendo em conta que os Qurayza não haviam morto nenhum muçulmano, não seria de esperar que um genuíno homem pacífico buscasse formas de dialogar com eles de modo a chegarem a um consenso?

Em vez disso, Maomé, o último e mais exaltado profeta de Deus e o exemplo para toda a humanidade, ordenou que os homens fossem todos amarrados. Depois disto, cavou calas e deu início à decapitação sistemática dos judeus.

Numa cena que certamente possui semelhanças com os esquadrões da morte da nacional-socialista alemã, pequenos grupos de judeus que não haviam feito qualquer tipo de mal a Maomé foram trazidos a ele e forçados a ajoelhar. Olhando para os corpos de judeus já decapitados, estes pobres judeus submeteram-se eles mesmos à decapitação antes de serem empurrados para a vala onde já se encontravam muitos dos seus familiares.

Tudo isto com a aprovação de Maomé.

Não há forma de negar que Maomé sentiu algum tipo de satisfação com a matança de judeus, particularmente depois de ter tomado posse duma bonita rapariga judia "recentemente enviuvada" e, portanto, disponível para ser a sua serva sexual (Ishaq/Hisham 693).

Outras mulheres não se submeteram de forma tão complacente. "Historiadores" muçulmanos registam a reacção duma mulher que perdeu a sua sanidade mental quando a sua família foi morta. Os executores aparentemente encontraram-na a rir-se de um modo descontrolado e enervante e como tal, decapitaram-na também. Como regista Aisha:

Nunca mais me esqueço que ela se ria de uma forma extrema embora soubesse que seria morta.
(Abu Dawud 2665)
(Pode-se perdoar a obtusidade de Aisha visto que, na altura em que o seu marido Maomé levava a cabo a matança dos judeus, ela tinha só 12 anos).

Rapazes com idades iguais ou superiores a 13/14 anos foram também executados se se confirmasse terem atingido a puberdade. Os muçulmanos ordenaram que os rapazes baixassem as calças; aqueles que possuíssem pêlos púbicos tiveram os seus pescoços cortados (Abu Dawud 4390).

Não havia necessidade de se determinar quem é que tinha ou não combatido visto que NINGUÉM tinha combatido. Maomé matou-os a todos, mesmo verificando-se o caso de nenhum deles ter sido uma ameaça para si.

Depois de ter saciado o seu desejo de morte, Maomé dividiu as viúvas e as crianças e entregou-os aos seus homens como servas sexuais e escravos. A riqueza acumulada pelos Qurayza foi também dividida.

Uma vez que os Qurayza eram uma tribo pacífica que se dedicava à agricultura e ao comércio, não havia armas e cavalos suficientes para o gosto de Maomé. Como tal, ele obteve armas e cavalos vendendo as mulheres Qurayza num distante mercado (Ishaq 693).

Contradições morais internas.

Embora o Alcorão diga que ninguém pode carregar os fardos de outro (53:38), todos os homens da tribo foram mortos devido à decisão que foi forçada a um dos membros.

E que dizer das partes que ordenam o término da violência se o adversário parar de lutar? Os Qurayza nunca haviam iniciado qualquer tipo de luta contra Maomé.

. . . . . . . . . .

Embora os apologistas islâmicos se encontrem literalmente num nó cego quando se trata de justificar este massacre, este incidente foi apenas o primeiro de muitos massacres levados a cabo pelos escravos de Alá.

Quer sejam os 4,000 Judeus de Granada em 1066, os 100,000 Hindus num único dia de 1399, ou o milhão de Arménios Cristãos no início do século 20, a verdade dos factos é que muitos milhões foram mortos nas execuções em massa levadas a cabo pelos discípulos de Maomé.

No entanto, apesar deste registo histórico horrível, nenhum membro da religião islâmica alguma vez emitiu ou emitirá um pedido de desculpas pelos massacres levados pelos muçulmanos visto que os mesmos apenas seguiam o padrão e o exemplo deixado por Maomé aquando da matança dos Qurayza.

Fonte

domingo, 18 de dezembro de 2011

Filipinas: Cristão decapitado por muçulmanos


MacArthur Arbado, um ancião da Igreja Baptista em Carmen, Cotabato, foi assassinado a 10 de Novembro quando regressava para a sua fazenda. Os assassinos muçulmanos dispararam contra a sua perna, contra as suas costas e contra o seu abdómen antes de o decapitarem com a sua própria catana.

MacArthur deixa para trás a sua mulher, Lolita, e 13 crianças.

Embora a sua fazenda estivesse rodeada por terra pertencente a muçulmanos, ele mantinha boas relações com os vizinhos. ele aprendeu a sua língua e era chamado de "tio" por muitos. Com relativa frequência os muçulmanos tentaram converte-lo à fé islâmica, mas ele manteve firme em relação ao seu Cristianismo.

Suspeitasse que os assassinos de MacArthurt façam parte dum grupo separatista da área.

Fonte

Mais um Cristão que deu a sua vida para Cristo. Que Deus dê paz à sua família enquanto eles não se encontram com ele no céu.

+ Maranatha +

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