MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Polícia inglesa ataca mulher que enfrentou assassinos maometanos

A mulher que recebeu o nome de "O Anjo de Woolwich” devido às suas acções durante o horrível evento público que terminou com a morte do soldado inglês Drummer Lee Rigby, assassinado pelos jihadistas maometanos na Primavera passado, alega que a polícia agiu de forma bruta com ela, chegando a agarrá-la pelo braço e ameaçá-la com a prisão depois dela se ter queixado de ataques provenientes dum gangue de jovens locais. 

A notícia foi reportada pela "The Western Morning News" (de Cornwall, Great Britain) no dia 26 de Outubro de 2013, e pelo  London Evening Standard no princípio desta semana (23 de Outubro de 2013).

Estando a apenas alguns metros do seu Quartel do Exército britânico, Drummer Lee Rigby foi mutilado até à morte, e eventualmente decapitado nas ruas de Londres em plena luz do dia em Maio último, quando Ingrid Loyau-Kennett confrontou os assassinos, Michael Adebolajo e Michael Adebowale.


Apesar de sido notificada pelos jihadistas que "queremos começar uma guerra em Londres, esta noite", a mãe de duas crianças, bem como uma antiga líder das Escuteiras, atrasou os assassinos o tempo suficiente para que a polícia chegasse e prende-se a dupla.

Desde o seu muito-publicado evento onde ela enfrentou os assassinos cobertos de sangue, Loyau-Kennett declara que gangues de jovens têm repetidamente atacado a sua casa com pedras e ovos. Como o Anjo de Woolwich foi citada:

Eu já tenho problemas com estes jovens desde a altura em que me mudei para aqui, há cinco anos atrás. Aparecer na televisão só piorou as coisas; eu tornei-me ainda mais um alvo a abater. Eu nunca os confrontei [ed: erro clássico] mas estou farta e como tal, decidi ser mais corajosa.

Depois de ouvir objectos a baterem na sua casa, ela confronto-os:
Chamei a polícia mal o incidente ocorreu. Eles chegaram ao local 20 minutos depois, o que foi uma perda de tempo. Para além disso, a polícia disse que eu deveria parar de os ligar se eu não tinha qualquer tipo de evidência. Um dos polícias agarrou-me no braço com muita força e torceu-o. Ele disse ainda que se eu não me acalmasse, seria levada para a prisão.
Desde o seu encontro com os "Mais Bravos de Londres" (capturados em vídeo a fugir de manifestantes maometanos), Ingrid contactou o Ministro pelo Policiemento, Damian Green, para se queixar das tácticas intimidatórias dos seus oficiais. Como reportado, a polícia de Devon e Cornwall "confirmaram que eles foram chamadas e a mulher recebeu conselhos sobre o seu comportamento - mas negaram que qualquer ameaça de prisão foi feita".

Um porta-voz da polícia fez um declaração pública mais concisa:
Em nenhuma altura ela foi ameaçada com uma prisão. Os polícias deram um conselho à mulher e deixaram as coisas nesse ponto. Não é apropriado eu fazer mais qualquer tipo de comentário. 
Fonte

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Aparentemente, os nativos ingleses ainda não se aperceberam que as forças policias trabalham para o governo, e o governo não quer perturbar os imigrantes maometanos. Quando o povo inglês (e todo o mundo ocidental) se aperceber que a sua liderança é maioritariamente composta por pessoas que não têm planos de preservar a identidade cultural, religiosa e social do Ocidente, pode ser que as coisas mudem. Por enquanto, os nativos europeus vão continuar a ser pessoas de segunda classe nas suas próprias casas.

sábado, 8 de junho de 2013

Novo convertido ameaça matar o Príncipe Harry

Um muçulmano branco entrou numa estação de policia e disse oficiais presentes que ele iria matar o Príncipe Carlos. 

Ashraf Islam fez a sua ameaça um dia depois do soldado Lee Rigby ter sido assassinado em Woolwich, a sul de Londres. Islam, de 30 anos, corre agora o risco de passar 10 anos na prisão depois de ter admitido ter ameaçado matar o soldado Harry, de 28 anos, que é o terceiro na linha de sucessão do trono. 

No dia 23 de Maio forças de segurança anti-terrorismo foram chamadas para investigar o caso, e a segurança à volta do membro da família real foi reforçada. 

Dois dias mais tarde, Ashraf Islam apareceu perante o "Uxbridge Magistrates’ Court" e declarou-se culpado, sendo mais tarde mantido em custódia policial. 

Alegadamente, mais tarde a Scotland Yard encontrou um portátil pertence a Ashraf, onde havia buscas online por raptos, armas e carrinhas. 

O seu histórico da internet supostamente revelou que ele havia visitado sites terroristas e sites de armas. 


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Porque é que tantos convertidos ao islão, de todas as partes do mundo, de alguma forma acreditam que a sua nova fé (ao contrário da sua antiga fé) os ordena a matar em nome do seu deus Alá, o deus árabe?

Porque é que os maometanos "moderados" não desenvolvem esforços para impedir que estes novos convertidos se radicalizem depois de aprender os ensinamentos de Maomé? Será porque estes "moderados" sabem que os "radicais" mais não são muçulmanos que seguem piedosamente os ensinamentos de seu "profeta" ?

sábado, 1 de junho de 2013

Líder islamista identifica suspeito do ataque de Woolwich como discípulo

O líder da organização islamista Al-Muhajiroun, desmantelada pelo Governo do Reino Unido, confirmou em entrevista ao jornal inglês The Independent que um dos suspeitos do ataque de Woolwich, Michael Adebolajo, foi um dos seus discípulos britânicos.

Omar Bakri Muhammed, o fundador do grupo Al-Muhajiroun, está refugiado no Líbano desde 2005. Ao ver o vídeo do ataque brutal ao fuzileiro Lee Rigby, numa rua do sul de Londres, reconheceu de imediato Michael Adebolajo, que terá ouvido os apelos à decapitação dos inimigos do islão que eram frequentes nos seus sermões. 

Quando se cruzarem com os ocidentais, cortem-lhes o pescoço”, sugeria Omar Bakri Mohammed aos seus seguidores, dizendo-lhes que essa era a obrigação dos jihadistas que lutam em nome da Alá.

Numa entrevista exclusiva por telefone com o diário inglês The Independent, Omar Bakri Muhammed confirmou que foi no seio do grupo Al-Muhajiroun que começou a educação islâmica de Michael Adebolajo, o homem de 28 anos que foi filmado por dezenas de testemunhas a justificar a morte do soldado Lee Rigby, brutalmente assassinado numa rua do sul de Londres.

“Vi a gravação e percebi logo que se tratava de um acto de grande coragem. O que ele fez respeita totalmente o que nos ensina o islão. Não foi uma violência contra civis, foi uma operação contra um militar. No Médio Oriente, [Michael Adebolajo] é um herói pelo que fez”, declarou o islamista. O jornal avisou os seus leitores que as palavras do entrevistado eram "ultrajantes".

“Conheci-o como Michael quando ele começou a aparecer nas nossas reuniões, depois converteu-se e passou a dar pelo nome de Abdullah. Agora vejo que se chamava Mujahid”, apontou Omar Bakri Muhammed.

“Ele era um rapaz curioso e que fazia muitas perguntas sobre a religião. Quando começou a frequentar as nossas reuniões, havia muita raiva por causa da invasão do Iraque e da guerra contra o terror. Não sei se o influenciei ou não, mas alguma coisa aconteceu porque ele era um rapaz pacato”, observou.

Gravações antigas das “palestras” londrinas de Omar Bakri Mohammed, que é natural da Síria, parecem uma descrição passo a passo dos movimentos de Michael Adebolajo na quarta-feira. “No massacre do inimigo, lembrem-se de atingir o pescoço. Usem a espada para decapitar a cabeça do inimigo”, instruiu, aconselhando a “deixar o sangue correr por todo o lado”.

O Governo britânico classificou as actividades do grupo Al-Muhajiroun como extremistas e desmantelou a organização ao abrigo da legislação antiterrorista. Omar Bakri Muhammed abandonou Londres em 2005 e está impedido de voltar a entrar em território britânico. Na entrevista ao The Independent, o líder islamista não faz qualquer referência ao segundo suspeito do ataque de Woolwich, Michael Adebowale, de 22 anos.

Os dois atacantes, que foram alvejados a tiro pela polícia no local do crime, permanecem hospitalizados sob detenção, em estado considerado estável. Um terceiro indivíduo está  sob custódia policial por suspeita de envolvimento na conspiração para a morte do militar. Duas mulheres, detidas na quinta-feira no âmbito da investigação, foram interrogadas e libertadas sem acusação.

Tanto Adebolajo como Adebowale estavam referenciados pelos serviços de informação interna pela sua ligação a grupos radicais islamistas, nomeadamente ao Al-Muhajiroun. Muito provavelmente os seus nomes constavam da lista de indivíduos que “potencialmente” podem representar um risco para a segurança nacional – e que terá cerca de 3000 entradas

“Os serviços não podem vigiar individualmente todos os nomes desta lista, isso seria não só impossível como indesejável”, notou uma fonte do Governo citada pelo The Guardian sob anonimato. Uma vez que os recursos são limitados, agências como o MI5 ou as unidades especiais de contraterrorismo da polícia metropolitana estabelecem prioridades – “Isso não é equivalente a desvalorizar uma potencial ameaça”, observou a mesma fonte.

A avaliação envolve especialistas em ciências do comportamento, que estudam a informação disponível e os perfis dos sujeitos para estabelecer uma separação entre os “simpatizantes da causa” e aqueles que já cruzaram a linha da jihad e estão preparados para atacar.

Poderá ter sido no âmbito desse trabalho que um dos dois suspeitos foi impedido de viajar para a 
Somália, onde alegadamente pretendia juntar-se ao grupo militante al-Shabaab.

Fonte
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