MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 17 de março de 2014

Seguidores de Maomé decapitam mulher em frente às filhas

Maometanos da Somália capturaram dois Cristãos - uma mãe de duas filhas e o seu primo - e depois de terem reunido toda a povoação, decapitaram-nos a sangue frio. Os maometanos que os mataram estavam tão vazios de vergonha que forçaram as duas filhas da mulher, com 8 e 15 anos, a abservar a decapitação. A mãe chamava-se Sadia Ali Omar, e o primo que foi também decapitado chamava-se Osman Mohamoud Moge.

A criança de 8 anos chorou e implorou para que alguém salvasse a sua mãe, mas ninguém veio, e as duas crianças inocentes não tiveram escolha senão suportar a visão da sua querida mãe a ser barbaramente decapitada pelos pagãos. Antes de os decapitarem, os maometanos proclamaram:

Sabemos que estes dois [a mulher e o primo] são Cristãos que chegaram recentemente do Quénia - queremos erradicar todos Cristãos clandestinos que vivem dentro da área dos mujahidin [área dos jihadistas].

Um dos residentes disse que eles foram capturados depois de se terem levantado suspeições devido ao facto dos dois Cristãos não frequentarem as rezas de 6ª-Feira tal como se espera nas terras islâmicas:

    As duas pessoas que foram mortas faltavam por muitas vezes às rezas de 6ª-Feira, especialmente Omar, que alegou estar a rezar em casa.

As duas filhas foram levadas para uma área não-revelada para a sua protecção, e ainda se teme que os maometanos tentem localizá-las e matá-las tal como fizeram com a sua mãe.
..

Esta é mais uma daquelas histórias que os média ocidentais ignoraram por completo, pactuando assim com o sofrimento dos Cristãos. Para além desta, existem muitas outras histórias que também não foram reportadas pelos média. Não há forma de saber quantos mártires já existem. 

A apatia perante o mal é outra forma de idolatria. Já não podemos andar descuidados visto que não há desculpas. Ou nós somos aqueles que estão a sofrer a perseguição ou fazemos parte daqueles que directa ou indirectamente fazem a perseguição.

Os maometanos que mataram a mãe e o seu primo eram membros do grupo islâmico conhecido como Al-Shabaab, jihadistas com sede na Somália, e "eles têm espiões um pouco por toda a Somália". A maior parte das pessoa não têm ideia do quão cruéis estes pagãos heréticos são com os Cristãos. Eis aqui um vídeo deste grupo islâmico a decapitar um Cristão (GRÁFICO).


(...)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Homem irlandês converte-se ao islão e o previsível acontece

O irlandês James Dunleavy, de 40 anos e um convertido ao islamismo, foi declarado culpado de ter assassinado a sua mãe Philomena, de 66 anos, cortando o seu corpo e enterrando-a numa cova rasa. Ele foi ordenado a ficar preso no "State Hospital" em Carstairs antes de regressar ao tribunal em Abril para a sua sentença.

Ficou-se a saber agora que Dunleavy pode ter feito uma interpretação errado do Alcorão, e ter morto a sua mãe numa matança de honra depois dela se ter divorciado do seu pai.

Ah, sim, claro; ele fez uma "interpretação errada. É incrível a quantidade de maometanos que fez "interpretações erradas" do seu próprio livro sagrado e das Tradições do "profeta". Nós sabemos que são "interpretações erradas" porque os ocidentais nos dizem que o são. Os muçulmanos que levam a cabo matanças de "honra" podem justificar os seus actos citando verso atrás de verso do Alcorão, mas a elite ocidental já determinou que "não há nada no Alcorão que promova essas prácticas".

Mohammed Razaq, que era o dono da loja imediatamente por baixo do apartamento de James Dunleavy em Edimburgo, tornou-se seu amigo depois dele se mudar para a Escócia, e ajudou Dunleavy a converter-se ao islão. Razaq acredita que o assassino sentia que a sua mãe havia traído a família ao abandonar o seu pai para ir viver com outro homem.

Acho que foi uma matança de honra: ele estava a tentar proteger a honra da sua família.

Outra fonte acrescentou:

O James estava bem obcecado em relação ao islão. Ele foi educado como Católico mas um dia decidiu que se haveria de converter ao islão. 

Não posso dizer que ele a matou porque se converteu, mas sei que ele acreditava de forma vincada na moral do Alcorão e estava furioso com o facto da sua mãe deixar o seu pai por outra pessoa. Ele via isso como adultério e como consequência tiveram uma discussão acalorada em torno disso.

Ele encontrava-se muito mas muito sério em torno disso. A sua fé era muito importante para ele e ele rezava cinco vezes por dia.,.

Fonte

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Impressionante como os maometanos nâo têm problemas nenhuns em mostrar como as matanças de honra são consequência da "moral" islâmica, mas os ocidentais acham que não.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Mãe confessa ter morto o filho por este não memorizar o Alcorão

Uma mulher acusada de espancar o próprio filho até a morte por não conseguir decorar trechos do Corão gravou um vídeo de confissão apresentado perante o júri durante seu julgamento na Grã-Bretanha.
Sara Ege, de 33 anos, teria cometido o crime em Julho de 2010, e enfrenta a Justiça de Cardiff, capital do País de Gales.

Embora tenha feito confissões em julho de 2010, poucos dias após a tragédia, registradas no vídeo e em outros documentos, ela mudou sua versão e vem negando o crime.

Na gravação de mais de uma hora de duração, ela diz que seu filho, Yaseen Ali Ege, caiu enquanto murmurava trechos do livro sagrado islâmico e afirma ter pensado que ele tivesse adormecido.

Sara diz que deixou o filho onde ele estava, sobre um tapete ao lado da cama. "Ele estava respirando como se estivesse dormindo quando o deixei. Ele continuava sussurrando a mesma coisa. Achei que ele só estivesse cansado".

No depoimento, ela diz ter voltado ao quarto do filho dez minutos depois, e que o encontrou tremendo, com calafrios, ainda no chão. E que, logo depois, ele morreu.

Surpreendentemente, ela explica no vídeo que sua decisão imediata foi de queimar o corpo e que, para isso, foi até a cozinha para pegar um frasco de álcool em gel usado para churrascos. O fogo fez com que a polícia acreditasse, inicialmente, na versão de que o menino havia morrido vítima do incêndio. A autópsia, no entanto, revelou que Yaseen já estava morto quando o incêndio começou.

Em outro momento do julgamento, depoimentos da ré prestados em Julho de 2010, poucos dias após a tragédia, foram lidos aos jurados, que se mostraram estupefatos diante de algumas declarações.

Em alguns trechos, ela confessa que estava fora do controle e que espancou seu filho sem motivos. O depoimento de uma professora da escola que Yasseen frequentava reforçou a tese de violência recorrente. A professora disse que, certa vez, Yaseen relatou sentir dores na mão e, ao ser questionado sobre o motivo, disse ter apanhado da mãe com uma régua.

A queixa foi repassada à directora da escola, que teria chamado a mãe do garoto para uma conversa, mas o teor do encontro não foi divulgado. Também não se sabe se a escola informou as autoridades sobre o incidente.

A própria mãe admitiu que as surras eram recorrentes. Ela disse, em um dos depoimentos registrados em 2010, ter prometido a si mesma que não bateria mais na criança –algo que não conseguiu cumprir, voltando a espancar o filho de forma sistemática.

O presentes no tribunal ficaram chocados quando um policial leu os trechos em que Sara descreve como queimou o corpo do filho.

"Na hora eu não estava pensando em nada, eu só estava muito assustada. Era sempre assim, de novo e de novo, quando eu batia no Yaseen com um bastão. Não era minha intenção fazer nada. Eu não posso explicar, eu amava muito o meu filho. Ele era tão comportado, ele nunca, nunca reclamava de nada".
Ela indicou que seus acessos de raiva foram os responsáveis pela tragédia.

"Eu culpo a minha raiva. Eu perdi o controle. Não consigo entender o que aconteceu. Não houve intenção de ferir meu filho".

Yusef Ali Ege, de 38 anos, pai do menino, também está sendo julgado por ter causado ou permitido a morte do filho ao não ter protegido a criança.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Irmãos egípcios matam mãe, tia e irmã por motivos de "honra"

Segundo a edição de 5 de Junho da Youm7, dois irmãos provenientes da vila Assuit (Egipto) chacinaram a sua mãe, irmã e tia "depois de descobrirem que as actividades da irmã eram contrárias à moralidade."

Depois do caos se ter instalada em casa, o que incluiu tiros, a polícia local rodeou-a e invadiu-a, apenas para encontrar a tia, Saida Muhammad Mukhtar, de 55 anos, "com a cabeça cortada", a mãe, Amina Ahmed Muhammad, também com 55 anos, "afogada em sangue à porta de casa", e a irmã, Sana Mukhtar, 39 anos, massacrada no quarto.

Os dois irmãos - Ahmed Mukhtar, 35 anos, e Abd al-Basit, 24 anos - foram subsequentemente presos, vindo mais tarde a confessar detalhadamente os assassinatos.

Tais matanças não são ocorrências raras no mundo islâmico, e nem no mundo ocidental - onde quer que haja muçulmanos. Um dia antes desta história ter emergido, um muçulmano a viver na Alemanha decapitou a sua esposa em frente aos seus 6 filhos ao mesmo tempo que gritava "Allahu Akbar!" ou "Allah é o maior!", atirando posteriormente a cabeça da esposa do telhado do apartamento.

Fonte

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Como o artigo ressalva, este tipo de matanças de "honra" ocorrem onde quer que haja uma substancial presença maometana. Devido a isto, porque é que os eruditos ocidentais tentam a todo o custo separar a práctica da ideologia que motiva a mesma?

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