MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Partido Salafi egípcio opõe-se à proibição do tráfico de escravas sexuais

Levando em conta que o rapto, escravatura, violação e tráfico de raparigas Cristãs, especialmente menores, está em níveis altíssimos - segundo advogados americanos, 550 casos foram já documentados nos últimos 5 anos - a Assembleia Constituinte do Egipto reuniu-se para considerar a inclusão de um novo artigo, #33, na secção que lida com os Direitos e as Liberdades, que haveria de criminalizar expressamente "trabalho forçado, escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, órgãos humanos, e o comércio sexual."

No entanto, alguns membros da asembleia não se sentem à vontade com este acréscimo. Segundo a Masrawy, Muhammad Saad Gawish, membro da Assembleia Constituinte, levantou a questão:

Como é que o artigo [#33] pode mencionar o tráfico humano quando isso não está a acontecer no Egipto?

Semelhantemente, Yunis Makhiyun, outro membro da Assembleia Constituinte queixou-se que "este artigo dará a impressão aos cidadãos [egípcios] de que coisas como a escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, estão a ocorrer no sociedade egípcia, quando tais coisas não existem."

Bastante revelador é o facto de ambos os homens serem também membros do "Salafi Nour Party", que molda o seu comportamento segundo o exemplo do "profeta" Maomé e os seus companheiros - que possuíram escravos e venderam escravos infiéis, para além de terem promovido o uso de mentiras perante os inimigos.

Para além disso, são estes "salafis" que estão mais de perto associados ao rapto, escravização e venda de mulheres e crianças no Egipto. Isto não deveria ser surpresa, considerando que o clérigo salafi Huwaini apela aos maometanos que raptem, escravizem e vendam os infiéis como forma aprovada pela sharia de ter uma boa vida.

No entanto, aqui temos os salafis - retirados das prisões e colocados no parlamento egípcio - a levantar queixas contra a ilegalização da escravatura e do tráfico, insistindo (com cara séria) que "tais coisas não existem."

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fatwa: é proibido usar saltos altos - excepto para seduzir o marido

A recente emergência dos Salafitas depois da revolução de 25 de Janeiro deu lugar a uma série de fatwas controversas focadas principalmente nas mulheres, nos Coptas, na cultura e na democracia.

O clérigo Mustafa al-Adawi emitiu uma fatwa proibindo as mulheres muçulmanas de usar saltos altos visto estes serem uma "fonte de sedução para o homem".

A mulher só pode usar os saltos altos para o seu esposo mas ela não o pode fazer fora de casa.
Outro clérigo Sheikh Mahmoud Amer, emitiu uma fatwa proibindo os muçulmano de votar em candidatos Coptas ou em muçulmanos que não rezam com regularidade.
O islão proíbe que se vote neles; quem o fizer incorre num pecado grave.

. . . . .

Sempre bom ver que, mal os muçulmanos se encontram no poder, as suas prioridades são controlar as muçulmanas e oprimir os Cristãos. Sem dúvida que as coisas vão ser diferente no Ocidente, certo?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Salafi apela a que os 80 milhões de egípcios deixem crescer a barba

Salafi egípcio apela para que um milhão de homens deixe crescer a barba antes do mês santo do ramadão, que começa em Agosto. O salafi Sheikh Safwat Hegzai diz:

Esta liberdade [no Egipto] é o fruto da revolução de 25 de Janeiro. Na presença da polícia da segurança estatal, pedir aos egípcios para deixarem crescer a barba era quase como pedir para tocar na lua.
Ele alega que esta campanha é algo normal, resultante da liberdade adquirida após se derrubar o regime autoritário.
Gostaria de vêr uma campanha semelhante onde as mulheres usassem o niqab.
O Sheik Mohamed Hassan, um clérigo veterano com fortes inclinações salafistas, apaudiu a campanha na esperança de ver os 80 milhões de egípcios a deixar crescer a barba, tal como o "profeta" Maomé

Fonte


Para quem não se apercebeu, a população total do Egipto anda à volta dos 80 milhões e esta população inclui homens, mulheres e crianças.

Se o clérigo salafi apela a que todos os egípcios deixem crescer a barba, ele está a apelar a que mulheres e crianças deixem crescer as suas barbas também!

Assustador

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Jornalista italiano anti-Israel e pró-Palestina assassinado por palestinos

Grupo salafista de radicais islamistas matou um activista italiano depois de o ter raptado em Gaza, declarou um oficial do Hamas. Um porta-voz do Hamas reportou:
O italiano foi morto por sufocação e o seu corpo foi encontrado numa estrada da cidade de Gaza.
Dois suspeitos de terem participado no rapto foram presos e os oficiais de segurança procuram cúmplices.

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano denunciou o ataca como um "assassínio bárbaro". Pode-se ler numa declaração:

O ministro dos Negócios Estrangeiros denuncia de forma vigorosa o acto de violência vil e estúpido cometido por extremistas indiferentes ao valor da vida humana.
O ministro italiano aparentemente não sabe que para o islão a vida dos infiéis não vale nada. As evidências que confirmam esta alegação multiplicam-se, mas ainda há ocidentais que não fazem ideia nenhuma da ideologia que os está a atacar.

Além disso, a noção dos Direitos Humanos é algo que emana da visão Judaico-Cristã do mundo, e não da islâmica. É precisamente por isso que, em jeito de resposta aos Direitos Humanos aceites por quase todo o mundo, os maometanos viram-se obrigados a criar a "Declaração Islâmica dos Direitos Humanos".

Trabalhadores estrangeiros do enclave identificaram o morto como sendo Vittorio Arrigoni e disseram que ele era um activista pertencente a um grupo pró-palestina chamado de "International Solidarity Movement" (ISM). Paralelamente, Arrigoni trabalhava como jornalista e escritor.

Num video colocado no YouTube, o grupo salafista afirma que havia raptado o jornalista como forma de assegurar a libertação de um número não especificado dos seus membros que haviam sido presos pelas forças de segurança na Faixa de Gaza. O grupo disse ainda que o executaria se as suas exigências não fossem respeitadas até à meia noite do dia 15 de Abril.

Ou seja, um ocidental foi morto porque um grupo maometano exigia que outro grupo maometano libertasse prisioneiros pertencentes ao primeiro grupo.

O grupo terrorista diz:

Temos em nossa posse o prisioneiro italiano e apelamos a ao governo de Haniya para libertar os nossos prisioneiros.
Haniya refere-se ao primeiro-ministro Ismael Haniya e o um dos prisioneiros nomeados é Sheikh Hisham al-Suedani.
Se não responderem às nossas exigências rapidamente, no espaço de 30 horas nós iremos executar o prisioneiro.
A liderança palestina sediada no West Bank apelou para "a libertação imediata e incondicional do activista estrangeiro que está a trabalhar em suporte da causa palestina e do povo palestino. . . . . Esta acção não ajuda a causa justa do povo palestino. Pelo contrário, prejudica-a. "

Os raptores identificaram-se como pertencendo a um grupo previamente desconhecido com o nome de "The Brigade of the Gallant Companion of the Prophet Mohammed bin Muslima".

O grupo descreveu Arrigoni como um "jornalista que veio ao nosso país apenas para corromper as pessoas - proveniente da Itália, o estado da infidelidade, cujos exércitos ainda estão em países muçulmanos."

Vê-se logo que estes motivos são fachada. Se o que o italiano supostamente fazia era mau para a palestina, e ele era dum país que supostamente tinha exércitos em países islâmicos, porque é que o Hamas haveria de querer a sua libertação?

Infelizmente, o italiano pró-palestino encontrou a morte precisamente nas mãos dos muçulmanos que ele tentava ajudar.

ISRAEL-PALESTINIANS-GAZA-ITALY-KIDNAP,

Fonte

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