MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

O mito da preservação do Alcorão


Terminei há pouco tempo um novo folheto que os Cristãos podem oferecer aos seus amigos maometanos sobre a preservação do Alcorão e enquanto o escrevia, levei em consideração a hadith familiar que se segue:
Abu Harb b. Abu al-Aswad reportou, segundo a autoridade do seu pai, que Abu Musa al-Ash'ari enviou recitadores do Alcorão para Basra. Eles vieram até ele e  eram 300 em número. Eles recitaram o Alcorão e então ele disse: 
Vocês são os melhores entre os habitantes de Basra visto que entre eles, vocês são os recitadores. Portanto, continuem a recitar. (Mas tomem atenção para) que a vossa recitação não endureça os vossos corações tal como foram endurecidos os corações daqueles que vieram antes de vocês. Nós tinhamos o hábito de recitar o que parecia, em duração e severidade, a (Surah) Bara'at (surah 9). No entanto, eu já me esqueci disso com a excepção desta parte que me lembro: "Se existissem dois vales cheios de riquezas para o filho de Adão, ele ansiaria por um terceiro vale, e nada encheria o estômago do filho de Adão senão o pó." 
E eu tinha o hábito de recitar uma surah que tinha a aparência de uma das surahs de Musabbihat, mas já me esqueci, embora me lembre desta parte: "Ó povo que acredita, porque é que vocês afirmam aquilo que vocês não practicam?" (LXI 2) e "que está gravado nos vossos pescoços como testemunho (contra vocês) e vocês serão questionados sobre isso no Dia da Ressurreição" (XVII 13) (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2286)
Esta hadith menciona suras que haviam sido recitadas mas que já não faziam parte do Alcorão. No entanto, o que eu não tinha reparado eram as hadiths que se encontravam perto da hadith citada em cima:
Anas b. Malik reportou: Ouvi o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar isto, mas não sei se isto foi revelado a ele ou não, mas ele afirmou-o. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2283) 
Ibn Abbas reportou o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar: Se para o filho de Adão existisse um vale cheio de riquezas, ele ansiaria por possuir um outro tal como esse, e o filho de Adão não se sente satisfeito senão com o pó. 1413 E Alá retorna para ele quem retorna (para ele). 1414 Ibn Abbas disse: Não sei se isto é do Alcorão ou não; e na narração transmitida por Zuhair foi dito: Não sei se é do Alcorão ou não, e não mencionou Ibn Abbas. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2285)
Uma coisa que me saltou logo à vista foi a forma aberta como grandes companheiros de Maomé - tais como Anas b. Malik e Ibn Abbas - afirmaram não saber se o que eles afirmavam fazia ou não parte do Alcorão.

Estas hadiths confirmam outras hadiths que afirmam que o Alcorão foi recolhido de várias fontes, refutando o mito islâmico contemporâneo de que os companheiros de Maomé tinham o Alcorão "totalmente memorizado" e que tudo o que foi preciso fazer foi escreve-lo. Na realidade dos factos, o Alcorão é uma péssima junção de mitos pagãos, fábulas Cristãs, e mitologia talmudica.

Que pena que milhões de seres humanos criados à Imagem de Deus tenham dado a sua alma a seguir um livro claramente fraudulento.
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domingo, 29 de abril de 2012

MITO: Maomé nunca matou crianças

É justo dizer que Maomé não aprovou a matança intencional de crianças. Um verso do Alcorão lamenta a práctica árabe pré-islâmica de infanticídio contra as meninas.

Outro tipo de evidências provenientes das hadith sugerem que ele instruiu os seus homens para - se fosse possível - não matarem crianças durante uma batalha mas que as capturassem para serem vendidas como escravas,

Normalmente, as crianças estavam excluídas da ordem de Maomé onde ele diz "Matem todos aqueles que não acreditam em Alá":

[Maomé disse:] Lutem contra todos segundo os caminhos de Alá e matem todos aqueles que não acreditam em Alá. Não sejam falsos com os despojos; não sejam traiçoeiros , não mutilem e nem matem as crianças.

(Ibn Ishaq/Hisham 992)

Mas a definição de criança usada por Maomé não é a mesma usada hoje em dia. Logo depois da rendição da tribo Quraiza, ele ordenou a execução de todas as crianças do sexo masculino que haviam já atingido a puberdade. Os seus homens forçaram as crianças a baixar as calças de modo a que pudessem decapitar quem quer que exibisse pêlos púbicos (Sahih Muslim 4390).

Convém notar que muitos maometanos contemporâneos afirmam que Aisha havia já atingido a puberdade quando esta tinha 9 anos uma vez que foi nesta idade que Maomé começou a ter relações sexuais com ela. Se isto é assim, então a idade "adulta" masculina provavelmente era 12 anos.

Maomé brincou também com as vidas das mulheres e crianças em momentos de guerra, tal como registado em Bukhari e nas tradições Sahih Muslim:

É relatado segundo a autoridade de Sa'b b. Jaththama que o profeta de Alá (que a paz esteja com ele), quando inquirido acerca das mulheres e crianças dos politeístas mortas durante o ataque nocturno, disse "Elas pertencem a eles."

(Sahih Muslim 4322, ver também Bukhari 52:256)

Por si só, isto não justifica o ataque às mulheres e crianças, mas mostra que os danos colaterais eram perfeitamente aceitáveis se o resultado final era a propagação do domínio islâmico.

Maomé fez distinção entre crianças muçulmanas e crianças não-muçulmanas e disse que seria permissível matar uma criança que não tinha planos para aceitar o islão.

O mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) dizia frequentemente para não matar crianças e como tal, tu não as deves matar a menos que tenhas forma de saber o que Khadir sabia acerca da criança que ele matou, ou se pudesses distinguir entre uma criança que seria mais tarde um crente (e uma criança que cresceria para ser um descrente), de forma que tu matasses um (futuro) descrente e deixasses o (futuro) crente de lado.

(Sahih Muslim 4457)

Depois de capturar Meca, o profeta do islão ordenou a execução de duas "raparigas cantantes" que haviam gozado com ele com versos:
(...) duas miúdas cantoras, Fartana e a sua amiga, costumavam cantar músicas sátiras acerca do apóstolo e como tal, ele ordenou a sua execução.

(Ibn Ishaq/Hisham 819)

Fonte

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