Fonte
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos Mouriscos a viver só em Marrocos; existem milhões a viver na Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
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| Como lidar com exigências irrealistas. |
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos Mouriscos a viver só em Marrocos; existem milhões a viver na Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
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| Como lidar com exigências irrealistas. |
A recente matança de mais de uma dúzia de cães em Lérida, Espanha foi perturbadora. À medida que a população muçulmana aumenta - e não apenas em Espanha mas em toda a Europa e nos EUA - podemos ver com mais frequência este tipo de barbarismo.Não acredito que este incidente represente todos os muçulmanos, mas o mesmo faz-me perguntar se isto pode ser o início do estatuto de "dhimmi" para os não-muçulmanos de Lérida. Actualmente, a população imigrante muçulmana constitui cerca de 20% da população total.
Dois grupos islâmicos em Lérida já estão a requisitar aos oficiais que "regulem" a presença de cães em espaços públicos uma vez que eles são vistos como impuros e a sua presença pública pode ofender os maometanos. Todos eles exigem que os cães sejam banidos de todas as formas de transportes públicos - o que inclui todos os autocarros públicos - e de todas as áreas frequentadas por maometanos.
Ou seja, em vez de serem os maometanos a adaptarem-se aos costumes europeus, têm que ser os europeus a adaptarem-se ao islão. O pior é que há muitas coisas que "ofendem" os seguidores de Maomé. Onde é que estabelecemos limites? Ao mesmo tempo que a população maometana cresce, a sua confiança para fazer exigências vai aumentado. Como é que isso pode ser controlado?
Outra coisa que convém perguntar é: o que é que eles farão quando forem 30% ou 40% da população de Lérida. Será que exigirão que sejam removidos os crucifixos dos edifícios Cristãos? Irão eles abolir todas as outras expressões públicas de religião com a excepção da sua? Afinal, todas essas coisas também "ofendem" os maometanos segundo as leis tradicionais em torno dos dhimmis.
Será que os Católicos serão forçados a levar a cabo os seus rituais religiosos fora do alcance auditivo dos maometanos como forma de evitar que estes últimos fiquem "ofendidos"? Irá a perseguição aos Judeus e aos Cristãos aumentar à medida que os maometanos vão crescendo em número?
Há alguma área do planeta onde os maometanos estejam em maioria e não haja perseguição e descriminação contra os não-maometanos?
Com a baixa taxa de natalidade dos espanhóis e a elevada taxa de natalidade dos maometanos, não demorará muito até que os nativos espanhóis se tornem numa minoria no seu próprio país. Quando os maometanos atingirem 60-70% da população de Lérida, serão os Cristãos forçados a viver segundo o estatuto de dhimmi? Serão eles impedidos de construir novas igrejas ou mesmo reparar as existentes?
Quão tolerantes serão os maometanos? Apoderar-se-ão das igrejas e transformá-las em locais de oração ao deus Alá? Belém foi uma cidade com maioria Cristã durante muito tempo mas mal ela caiu sob o controle dos maometanos (Autoridade Palestina) os Cristãos tornaram-se numa minoria em apenas 10 anos. Será este o destino dos Cristãos de Lérida?
Haverá algum tempo onde os maometanos aprendam a ser tolerantes em relação a outras ideologias? A história diz-nos uma história totalmente diferente.
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Embora haja muitos muçulmanos tolerantes no mundo, não se vê algum em Lérida. É importante que os europeus e os americanos aprendam com isso e preparem-se para o futuro. A islamização é uma ameaça real para as sociedades livres e democráticas. Estes passos levados a cabo pelos islamitas de Lérida é o primeiro numa longa série de passas que visa transformar a sociedade de Lérida numa sociedade mais ao estilo do islão.
Nem todos os muçulmanos são imperialistas e possuidores dum espírito de colonização, mas isso não invalida que haja maometanos que vejam a sua presença no ocidente como "uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos], de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões."
Ficamos a saber através do Telegraph, que Claude Gueant, o ministro do interior francês, pode ser alvo de acção legal depois de declarar que o "crescente" número de muçulmanos em França é um um "problema".
É verdade que com o aumento dos fiéis islâmicos, um certo número de comportamentos tornam-se um problema.Identificando o problema que é o muçulmanos rezarem no meio das ruas, ele disse que as leis seculares francesas datam de 1905, quando havia muito poucos muçulmanos, enquanto que hoje eles são entre 5 a 6 milhões.
O grupo esquerdista SOS Racisme disse que irá iniciar uma acção legal contra o sr Gueant por incitar "ódio racial".
►Fonte◄
Perguntas inocentes: Qual é a raça dos muçulmanos? Para alguém ser acusado de "incitar ódio racial", não deveria ele.....incitar ódio racial? Falar contra uma ideologia política como o islão é "incitar ódio racial"? E falar contra o Cristianismo também conta como "incitamento a ódio racial" ou são só os maometanos que são dignos de tal privilégio?
Se não fosse a necessidade esquerdista de recolher votos entre a comunidade muçulmana, este tipo de intimidação (por parte dos esquerdistas) contra quem fala sobre o comportamento de alguns muçulmanos não seria tolerado.
Alguém tem que notificar o SOS Racisme que falar contra uma ideologia não é racismo.
O que Alibhai-Brown expõe aqui não é o duplo standard sexual, mas o duplo standard étnico ou religioso onde os homens muçulmanos tem um padrão para as "suas raparigas" e outro padrão para as raparigas brancas - que são categoricamente presumidas como imorais.Todas aquelas noções seculares efémeras de sociedades multiculturais, igualdade sexual, sufrágio universal e sexo pré-marital estão finalmente a movimentarem-se contra a dureza da realidade histórica. Os vários hipotéticos "podes" e "deves" estão-se a transformar rapidamente em "não podes" e "não faças".Se Alibhai-Brown está disposto a analisar a cruel atitude existente entre (alguns) muçulmanos britânicos que ajudou a contribuir para o ambiente onde a violação em grupo floresceu, não seria justo examinar os problemas entre os britânicos brancos que contribuíram para tal horror?
Os "chulos" de Bradford que falaram com Alibhai-Brown àcerca das "fáceis" mulheres brancas não estavam a inventar um estereótipo do nada. Durante o ano de 2008 45% dos nascimentos na Inglaterra provinham de mulheres solteiras. Em algumas áreas a taxa de filhos ilegítimos* chega aos 68%.
Tais números certamente indicam que a atitude casual perante o sexo fora do casamento é comum no Reino Unido.
Agora que a moral Cristã foi abandonada em favor da relevância do vazio moral, não há forma racional de se criticar os "chulos" não-britânicos que alegremente se voltam para as promiscuas mulheres britânicas ao mesmo tempo que protegem as suas mulheres com o mesmo fervor que um dragão protege um tesouro.
Pondo de parte as nossas reacções morais instintivas, pensemos por um momento qual das duas culturas a) valoriza as suas filhas e b) é mais susceptível de sobrepujar a outra demograficamente. Será aquela que protege as suas mulheres do seu próprio comportamento, ou aquela que aborta-as, impede-as de ter um pai e que geralmente as abandona aos seus impulsos do momento? Há algum tipo de evidência que suporte a tese de que, do ponto de vista histórico, os aspectos positivos da libertinagem da mulher ocidental superam os aspectos negativos do mesmo estilo de vida?
Quanto ao argumento usado por aqueles que se apercebem do problema demográfico, a ideia de que o avanço científico do Ocidente vai de alguma forma permitir vencer a guerra inter-cultural, o mesmo não parece ser válido: as agências de serviços secretos não estariam a assassinar cientistas iranianos se ciência militar suficiente não estivesse a ser transladada através das culturas, e se as mesmas forças culturais que impedem que os pais de controlar as suas filhas não impedissem as Universidades ocidentais de controlar o acesso às suas tecnologias científicas.