MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 5 de janeiro de 2013

Arma de destruição demográfica voltada para Espanha

Fonte

Normalmente, um território conquistado por muçulmanos fica permanentemente perdido para a civilização, devido à feroz intolerância islâmica por vozes dissidentes. Uma feliz excepção para esta regra é a Espanha, que, a par com Portugal, conseguiu expulsar os invasores maometanos depois destes terem exercido um domínio impiedoso sobre a Ibéria.

Agora que superior civilização Ocidental está em planeado declínio, os maometanos querem a Espanha de volta.

O islão tem duas formas eficazes de levar a cabo uma guerra: terrorismo e demografia. A última é de longe muito mais perigosa, se levarmos em conta as altíssimas taxas de natalidade que os maometanos normalmente têm. É precisamente por isso que eles querem o "direito de regressar" para os descendentes dos Mouriscos, mouros que foram expulsos de Espanha no início do século 17.
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos Mouriscos a viver só em  Marrocos; existem milhões a viver na Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
Numa carta enviada ao Rei Juan Carlos, o professor universitário Jamal Bin Ammar al-Ahmar não só exige que os maometanos sabiamente expulsos da Espanha recebam permissão para "regressar" para as suas já-desaparecidas-casas, mas que recebem também todos os direitos de cidadania e a  "restauração de todas as suas propriedades." Sem dúvida que esta compensação terá que levar em conta séculos de juros.

Em tempos mais sãos, estas exigências arrogantes receberiam o tratamento que merecem:

Como lidar com exigências irrealistas.
Mas há já algum tempo que nós deixamos de viver em tempos sãos, e passamos a viver em tempos dominados pela psicose esquerdista anti-Cristã (confirmado pelo total estado de bancarrota que se encontra a Espanha).  

Os espanhóis encontram-se assim entre a espada e a parede. O efeito da chegada de milhões de colonistas com ódio à sua cultura seria sem dúvida fatal para a sua cambaleante economia. No entanto, se eles não se submetem aos desejos expansionistas dos maometanos, serão rapidamente acusados de "discriminação".

Seria interessante saber se a mesma linha de pensamento se aplica aos sítios que eram, em tempos idos, locais Cristãos, Budistas, Hindus e afins, ou se só os maometanos é que têm o "direito" a regressar a sitios que, infelizmente, estiveram sob a sharia.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Muçulmanos continuam a expulsar Cristãos do Médio Oriente

Zahle é uma cidade cristã do Líbano, que fica no alto do vale do Bekaa, numa antiga estrada ligando Damasco a Beirute.  Ela tem um testemunhado, ao longo dos séculos, batalhas entre muçulmanos e cristãos, como a guerra civil que tomou o Líbano nos anos 1980. Ou os conflitos semelhante na década de 1860, quando a cidade foi incendiada por combatentes drusos e turcos que massacraram os cristãos.

Hoje em dia, a cidade é uma espécie de refúgio para as famílias cristãs que tentam fugir da morte trazida pela guerra civil na Síria. Este é um dos lugares escolhidos pelas agências cristãs que ajudam os refugiados. A maioria dos cristãos que saíram da Síria eram partidários do regime de Assad, mas muitos foram perseguidos mesmo tendo trabalhado activamente no movimento de oposição que tentou derrubá-lo.

Como um todo, a população cristã do Oriente Médio continua diminuindo.  Estima-se que cerca de cem anos atrás eles eram um quinto da população. Em 2012, o índice é de pouco mais de 5 por cento. Mesmo em países como o Líbano, que já teve uma maioria cristã, o número tem diminuído.  Alguns especialistas acreditam que esse é o percentual mais baixo da história e pode significar que eles podem estar perto da extinção.

Além da violência anticristã, um dos principais motivos é que os cristãos está têm uma taxa de natalidade muito menor do que os muçulmanos e uma alta propensão a emigrar.

Fadi Halisso, um ex-engenheiro católico, da cidade de Aleppo, ao norte da Síria, agora se prepara para o sacerdócio jesuíta na capital do Líbano. Ele acredita que os cristãos desejam  viver em paz nessa região turbulenta e por isso vão embora assim que a paz é ameaçada. “No Iraque os cristãos estão no meio de uma guerra. Não acho que foram alvo mais do que os outros grupos minoritários. Em geral, os cristãos nunca são maioria na região, não andam armados e por isso preferem recuar.”

Quando perguntado sobre os ataques recentes a igrejas em Alexandria ou Bagdad, ele é enfático: “Quando você tem algumas pessoas que causam problemas, acabam afectando toda uma região. Após esses ataques às igrejas, os cristãos da região se sentiram ameaçados. A impressão geral é que não somos mais bem-vindos, embora tenhamos boas relações com nossos vizinhos.”

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jihad contra cães marcam o início da dhimmitude espanhola

The Jihad against dogsA recente matança de mais de uma dúzia de cães em Lérida, Espanha foi perturbadora. À medida que a população muçulmana aumenta - e não apenas em Espanha mas em toda a Europa e nos EUA - podemos ver com mais frequência este tipo de barbarismo.

Não acredito que este incidente represente todos os muçulmanos, mas o mesmo faz-me perguntar se isto pode ser o início do estatuto de "dhimmi" para os não-muçulmanos de Lérida. Actualmente, a população imigrante muçulmana constitui cerca de 20% da população total.

Dois grupos islâmicos em Lérida já estão a requisitar aos oficiais que "regulem" a presença de cães em espaços públicos uma vez que eles são vistos como impuros e a sua presença pública pode ofender os maometanos. Todos eles exigem que os cães sejam banidos de todas as formas de transportes públicos - o que inclui todos os autocarros públicos - e de todas as áreas frequentadas por maometanos.

Ou seja, em vez de serem os maometanos a adaptarem-se aos costumes europeus, têm que ser os europeus a adaptarem-se ao islão. O pior é que há muitas coisas que "ofendem" os seguidores de Maomé. Onde é que estabelecemos limites? Ao mesmo tempo que a população maometana cresce, a sua confiança para fazer exigências vai aumentado. Como é que isso pode ser controlado?

Outra coisa que convém perguntar é: o que é que eles farão quando forem 30% ou 40% da população de Lérida. Será que exigirão que sejam removidos os crucifixos dos edifícios Cristãos? Irão eles abolir todas as outras expressões públicas de religião com a excepção da sua? Afinal, todas essas coisas também "ofendem" os maometanos segundo as leis tradicionais em torno dos dhimmis.

Será que os Católicos serão forçados a levar a cabo os seus rituais religiosos fora do alcance auditivo dos maometanos como forma de evitar que estes últimos fiquem "ofendidos"? Irá a perseguição aos Judeus e aos Cristãos aumentar à medida que os maometanos vão crescendo em número?

Há alguma área do planeta onde os maometanos estejam em maioria e não haja perseguição e descriminação contra os não-maometanos?

Com a baixa taxa de natalidade dos espanhóis e a elevada taxa de natalidade dos maometanos, não demorará muito até que os nativos espanhóis se tornem numa minoria no seu próprio país. Quando os maometanos atingirem 60-70% da população de Lérida, serão os Cristãos forçados a viver segundo o estatuto de dhimmi? Serão eles impedidos de construir novas igrejas ou mesmo reparar as existentes?

Quão tolerantes serão os maometanos? Apoderar-se-ão das igrejas e transformá-las em locais de oração ao deus Alá? Belém foi uma cidade com maioria Cristã durante muito tempo mas mal ela caiu sob o controle dos maometanos (Autoridade Palestina) os Cristãos tornaram-se numa minoria em apenas 10 anos. Será este o destino dos Cristãos de Lérida?

Haverá algum tempo onde os maometanos aprendam a ser tolerantes em relação a outras ideologias? A história diz-nos uma história totalmente diferente.

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Embora haja muitos muçulmanos tolerantes no mundo, não se vê algum em Lérida. É importante que os europeus e os americanos aprendam com isso e preparem-se para o futuro. A islamização é uma ameaça real para as sociedades livres e democráticas. Estes passos levados a cabo pelos islamitas de Lérida é o primeiro numa longa série de passas que visa transformar a sociedade de Lérida numa sociedade mais ao estilo do islão.

Nem todos os muçulmanos são imperialistas e possuidores dum espírito de colonização, mas isso não invalida que haja maometanos que vejam a sua presença no ocidente como "uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos], de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões."


sábado, 23 de abril de 2011

Imigração: Político francês pode ser processado por dizer que 2 + 2 = 4

Queimar vários carros por noite - não há problemas. Criar zonas exclusivas a muçulmanos onde nem as autoridades governamentais se atrevem a entrar sem protecção - sem problema. Tomar conta de estradas e usá-las como locais de oração, em claro desafio às normais e às leis locais - tudo bem. Afirmar que tal comportamento pode gerar dificuldades ao normal funcionamento do país? Isso já é um problema grave!

Ficamos a saber através do Telegraph, que Claude Gueant, o ministro do interior francês, pode ser alvo de acção legal depois de declarar que o "crescente" número de muçulmanos em França é um um "problema".

É verdade que com o aumento dos fiéis islâmicos, um certo número de comportamentos tornam-se um problema.
Identificando o problema que é o muçulmanos rezarem no meio das ruas, ele disse que as leis seculares francesas datam de 1905, quando havia muito poucos muçulmanos, enquanto que hoje eles são entre 5 a 6 milhões.

O grupo esquerdista SOS Racisme disse que irá iniciar uma acção legal contra o sr Gueant por incitar "ódio racial".

►Fonte◄


Perguntas inocentes: Qual é a raça dos muçulmanos? Para alguém ser acusado de "incitar ódio racial", não deveria ele.....incitar ódio racial? Falar contra uma ideologia política como o islão é "incitar ódio racial"? E falar contra o Cristianismo também conta como "incitamento a ódio racial" ou são só os maometanos que são dignos de tal privilégio?

Se não fosse a necessidade esquerdista de recolher votos entre a comunidade muçulmana, este tipo de intimidação (por parte dos esquerdistas) contra quem fala sobre o comportamento de alguns muçulmanos não seria tolerado.

Alguém tem que notificar o SOS Racisme que falar contra uma ideologia não é racismo.

terça-feira, 29 de março de 2011

O bordel ou o burkah?

As previsíveis consequências da sociedade pós-Cristã já se estão a fazer notar na Grã-Bretanha:
O que Alibhai-Brown expõe aqui não é o duplo standard sexual, mas o duplo standard étnico ou religioso onde os homens muçulmanos tem um padrão para as "suas raparigas" e outro padrão para as raparigas brancas - que são categoricamente presumidas como imorais.

Se Alibhai-Brown está disposto a analisar a cruel atitude existente entre (alguns) muçulmanos britânicos que ajudou a contribuir para o ambiente onde a violação em grupo floresceu, não seria justo examinar os problemas entre os britânicos brancos que contribuíram para tal horror?

Os "chulos" de Bradford que falaram com Alibhai-Brown àcerca das "fáceis" mulheres brancas não estavam a inventar um estereótipo do nada. Durante o ano de 2008 45% dos nascimentos na Inglaterra provinham de mulheres solteiras. Em algumas áreas a taxa de filhos ilegítimos* chega aos 68%.

Tais números certamente indicam que a atitude casual perante o sexo fora do casamento é comum no Reino Unido.

Todas aquelas noções seculares efémeras de sociedades multiculturais, igualdade sexual, sufrágio universal e sexo pré-marital estão finalmente a movimentarem-se contra a dureza da realidade histórica. Os vários hipotéticos "podes" e "deves" estão-se a transformar rapidamente em "não podes" e "não faças".

Agora que a moral Cristã foi abandonada em favor da relevância do vazio moral, não há forma racional de se criticar os "chulos" não-britânicos que alegremente se voltam para as promiscuas mulheres britânicas ao mesmo tempo que protegem as suas mulheres com o mesmo fervor que um dragão protege um tesouro.

Pondo de parte as nossas reacções morais instintivas, pensemos por um momento qual das duas culturas a) valoriza as suas filhas e b) é mais susceptível de sobrepujar a outra demograficamente. Será aquela que protege as suas mulheres do seu próprio comportamento, ou aquela que aborta-as, impede-as de ter um pai e que geralmente as abandona aos seus impulsos do momento? Há algum tipo de evidência que suporte a tese de que, do ponto de vista histórico, os aspectos positivos da libertinagem da mulher ocidental superam os aspectos negativos do mesmo estilo de vida?

Quanto ao argumento usado por aqueles que se apercebem do problema demográfico, a ideia de que o avanço científico do Ocidente vai de alguma forma permitir vencer a guerra inter-cultural, o mesmo não parece ser válido: as agências de serviços secretos não estariam a assassinar cientistas iranianos se ciência militar suficiente não estivesse a ser transladada através das culturas, e se as mesmas forças culturais que impedem que os pais de controlar as suas filhas não impedissem as Universidades ocidentais de controlar o acesso às suas tecnologias científicas.

Original

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