MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A dhimmitude desprezível

Por Bill Muehlenberg

Numa era de decepção generalizada, a urgência de se dizer e repetir a verdade torna-se no nosso maior dever. Uma das mais importantes verdades que tem que ser dita repetidamente é esta: sob o islão, os infiéis só têm uma das seguintes três opções: converter, morrer, ou viver como dhimmis. Temos 1400 anos de história islâmica para ver a forma como isto se desenrolou, para além de termos entre nós bastantes dhimmis, ou cidadãos de segunda classe a viver um pouco melhor que escravos sob o imperialismo islâmico. Estes dhimmis são forçados a viver em condições deploráveis de servidão e auto-depreciação.

Mas infinitamente pior é quando Ocidentais não-muçulmanos assumem voluntariamente o papel de dhimmis. Quando eles voluntariamente assumem o papel de escravos, ou apologistas, do islão, então podemos ter a certeza que estamos em maus lençóis. E tal como já documentei por vária vezes aqui, isso é coisa que acontece com bastante frequência. Vou citar três exemplos recentes disto, coisa que vai fazer com que as vossas cabeças girem (e é se elas não saltarem para fora do vosso pescoço, se nós continuarmos a caminhar nesta direcção).

O primeiro exemplo chega-nos da Igreja de Inglaterra e do Príncipe Carlos. Claro que Carlos já tem uma longa história de tolamente fazer campanha em favor do islão ao mesmo tempo que denigre a Fé (Cristianismo) que é suposto ele defender. Tal como escrevi noutro post:

Esta aversão pela religião local [Cristianismo] é exemplificada da melhor forma pelo Príncipe Carlos, que se esforça para louvar o islão como uma religião pacífica, ao mesmo tempo que minimiza e denigre o Cristianismo, a Fé que é suposto ele proteger. De facto, ele disse que o rei não deveria ser o Defensor da Fé (Cristianismo) mas sim um "defensor da fé". Curiosamente, ele já viajou extensivamente pelo mundo islâmico mas nunca visitou Israel.

Mas são os totalmente apóstatas bobos da Igreja de Inglaterra que merecem a maior censura. Levemos em conta a forma como esta notícia começa:

Os serviços religiosos da coroação do Príncipe Carlos têm que ser iniciados com uma leitura do Alcorão, afirmou o Bispo-sénior da Igreja de Inglaterra. Este gesto seria um "criativo acto de acomodação" que faria com que os muçulmanos se sentissem mais "abraçados" pela nação, disse Lord Harries de Pentregart.

Como assim? Por favor, repete lá isso. O artigo continua:

O antigo Bispo de Oxford, que continua a servir de bispo-assistente na diocese de Southwark, fez a sugestão em torno da leitura do Alcorão durante um debate que ocorreu na Câmara dos Lordes. Ele disse aos seus pares que a Igreja de Inglaterra deveria tomar posição de liderança no "exercício da sua posição histórica duma forma hospitaleira". Ele disse que, durante um evento cívico que decorreu na Catedral de Bristol no ano passado, as autoridades concordaram com a leitura da passagem inicial do Alcorão antes de continuarem com o ritual Cristão. Ele dissse:

"Foi um brilhante acto de acomodação que fez com que a xerife-principal muçulmana se sentisse, nas suas próprias palavras, calorosamente abraçada sem no entanto alienar o cerne da congregação. Este princípio de hospitalidade pode e deve ser reflectido nas cerimónias públicas, incluindo o próximo serviço religioso que ocorrerá durante a coroação".

Felizmente que existem alguns poucos líderes da igreja que ainda não foram mentalmente e espiritualmente lobotomizados. Simon Calvert, do grupo de reflexão com o nome de Christian Institute, afirmou:

A maior parte das pessoas ficará surpresa com a ideia dum líder Cristão a sugerir o uso do Alcorão durante uma cerimónia religiosa Cristã, numa abadia Cristã. As pessoas ficam desapontadas quando figuras principais da Igreja de Inglaterra perdem a confiança nas alegações da fé Cristã. Andrea Minichiello Williams, membro do parlamento da Igreja de Inglaterra, do Sínodo Geral, e líder do grupo de pressão Cristão Christian Concern, disse:

"Numa altura em que tentamos saber o que significam os valores Britânicos, não podemos ter valores no vazio. Os valores Britânicos emanam da nossa herança Cristã. Não podemos fingir que todas as confissões religiosas são idênticas, ou que têm os mesmos benefícios e resultados para a nação."

Douglas Murray, editor-associado do "The Spectator", disse que se os muçulmanos forem incluídos nos serviços religiosos da coroação, então tem que haver espaço para os Hindus, para os Sikhs e para os ateus. Ele disse ainda:

"Se é para lermos o Alcorão durante a cerimónia de coroação, então como gesto de reciprocidade, todas as mesquitas do Reino Unido têm que oferecer orações para o Rei e para as Forças Armadas todas as semanas durante as orações de Sexta-Feira."

Exactamente. A dhimmitude é sempre unidireccional: é suposto os Cristãos fazerem concessões gigantescas aos muçulmanos mas o favor nunca é retribuído. Isto nada mais é que apaziguamento e uma traição à fé Cristã. Isto é apostasia pura e simples e os líderes renegados tais como Harries já deveriam ter sido expulsos há muito tempo atrás, e não terem permissão para propagar este veneno anti-Cristão.

Mas há já muito tempo que a Inglaterra se encontra no mau caminho. Os assim-chamados líderes conservadores são também dhimmis ludibriados da mais elevada patente. Levemos em conta esta insanidade proveniente dos Tories de Cameron:

Qualquer pessoa que critique a lei Sharia ou o casamento homossexual [sic] pode ser classificada de "extremista" segundo os novos e amplos poderes planeados pelos Conservadores como forma de combater o terrorismo, algo que uma aliança de ateus e Cristãos teme. Durante o mês passado, Theresa May, Ministra da Administração Interna, revelou planos para o assim-chamado "Extremism Disruption Orders", que iria permitir aos juízes que banir as pessoas consideradas extremistas de transmitir publicamente, protestar em alguns lugares, ou até de postar mensagens no Facebook e no Twitter sem autorização. Theresa May delineou a proposta durante um discurso feito aquando duma conferência partidária do Partido Conservador.

Mais uma vez, algumas poucas vozes de sanidade fizeram-se ouvir, e mais uma vez o infatigável Christian Institute tomou o seu lugar na brecha:

Simon Calvert, Vice-Director do Christian Institute, disse que os evangélicos tradicionalistas que lançam críticas ao casamento homossexual [sic] ou que alegam que nem todas as religiões são iguais, podem dar por si a serem acusados de extremismo:

"Qualquer pessoa que expresse uma opinião que não está de acordo com o Equality Act pode ser colocada ao mesmo nível que pessoas tais como Anjem Choudary, o Estado Islâmico ou o Boko Haram. Quantas vezes por dia os activistas políticos intelectualmente preguiçosos acusam os seus adversários de 'propagar o ódio'?"

Um exemplo final da sharia rastejante e da dhimmitude do mais elevado calibre chega-nos daqui, da Austrália. Levemos em conta esta manchete chocante:

Apoiantes da mesquita de Bendigo pedem aos não-muçulmanos que ajudem a financiar o projecto.

Sim, leram bem. A história continua:

Os apoiantes do plano controverso para a construção duma mesquita em Bendigo querem que os não-muçulmanos financiem o projecto. O porta-voz do Australian Islamic Mission, o Dr Seyed Sheriffdeen, disse que este grupo irá pedir às autoridades governamentais, aos empresários locais, e a outras organizações por assistência:

"Se olharmos para as instalações, veremos que elas são uma mais-valia para a comunidade. Iremos pedir à comunidade local que apoie este projecto, visto que ela é parte interessada."

O Condado de Greater Bendigo já aprovou o plano mas os opositores apelaram junto do Victorian Civil and Administrative Tribunal e têm uma audiência planeada para esta semana.

Pois. Muito boa ideia. Deixem-me retribuir: quero ir à Arábia Saudita e abrir uma igreja por lá. Ah, sim, e espero que os Sauditas me ajudem a subsidiar a igreja. Claro que isto soa perfeitamente razoável visto que todas as religiões são iguais e todos nós vivêmos num mundo multi-confessional.

A verdadeira loucura disto tudo é que existem muitas pessoas Australianas importantes, políticos e até líderes de igrejas, que pura e simplesmente concordarão com este plano, e estão totalmente dispostos em pegar no dinheiro dos contribuintes e financiar este projecto.

Existe um bom motivo para não permitir que todo este esquerdismo receba permissão para avançar. Tal como já escrevi no passado, a mesquita não é de todo como uma igreja Cristã, e nem como uma sinagoga judaica. Para se ter mais informação em relação a isto, leiam aqui mais sobre Gavin Boby e dos seus bem-sucedidos esforços em impedir a proliferação de mesquitas no Reino Unido.

* 

Portanto, temos aqui três exemplos da descontrolada sharia rastejante que existe nos locais de maior destaque social e político. O mundo Ocidental pode muito bem içar a bandeira branca da rendição e permitir que as nossas terras comecem a fazer parte do califado mundial. Não precisamos de esperar que os islamitas tomem conta de tudo visto que nós já estamos a fazer isso a nós próprios.

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sábado, 28 de junho de 2014

Medina era uma cidade judaica antes da ocupação islâmica

Embora seja um facto pouco publicitado, mais do que um historiador já afirmou que a segunda cidade mais santa do islão, Medina, era uma das cidades "puramente árabes" que na verdade era povoada por tribos Judaicas. (1) E tal como os Protestantes Ingleses do século 16 que financiaram os seus empreendimentos assaltando os mosteiros Católicos Ingleses, as raízes do anti-semitismo islâmico podem ser encontradas na pilhagem de colónias Judaicas, e na imposição de "impostos" [jiziyah] como forma de financiar as campanhas Árabes. Bernard Lewis escreve:

A cidade de Medina, que se encontra a cerca de 280 milhas à norte de Meca, havia sido originalmente colonizada por tribos Judaicas provenientes do norte, especialmente Banu Nadir e Banu Quraiza. A riqueza comparativa da cidade atraiu a infiltração dos Árabes pagãos que, inicialmente, vieram como clientes dos Judeus mas por fim foram bem sucedidos em dominá-los. Medina, ou, como era conhecida antes do islão, Yathrib, não tinha qualquer tipo de governo estável.

A cidade encontrava-se dividida por feudos das tribos Árabes rivais Aus e Khazraj, com os Judeus a manterem um desconfortável equilíbrio de poder. Estes últimos, envolvidos maioritariamente na agricultura e no artesanato, eram economicamente e culturalmente superiores aos Árabes, e eram consequentemente olhados com desdém.... Mas os Árabes conseguiram conquistar uma unidade através das actividades de Maomé, eles atacaram e eliminaram os Judeus. (2)

Na última metade do 5º século, muitos Judeus Persas fugiram da perseguição para a Arábia, aumentando ainda mais o número de Judeus que lá vivia. (3) Mas por volta do 6º século, os escritores Cristãos reportaram a importância contínua da comunidade Judaica que permaneceu na Terra Santa. Para os colonos Judeus dispersos, Tiberíades e Judeia era central. No Reino de Himyar, na costa Este do Mar Vermelho da Arábia, "as conversões para o Judaísmo em círculos influentes" era algo popular, e o domínio do Reino estendeu-se através de "porções consideráveis da parte sul da Arábia".

Os cidadãos comuns bem como a família real adoptaram o Judaísmo, e um dos escritores revela que "sacerdotes Judeus (presumivelmente rabinos) provenientes de Tebaríades ... faziam parte da corte do Rei Du Noas, e serviam como enviados seus nas negociações com as cidades Cristãs." (4) Segundo Guillaume,

No alvorecer do islão, os Judeus dominavam a vida económica de Hijaz [Arábia]. Eles controlavam as melhores terras ... ; em Medina eles eram provavelmente pelo menos metade da população. Existiam também colónias Judaicas à norte do Golfo de Aqaba....  O que é importante ressalvar é que os Judeus de Hijaz haviam feito muitos prosélitos [ou convertidos] junto das tribos Árabes. (5)

Os primeiros refugiados "Palestinos" ou provenientes da Judeia - os Judeus - haviam-se restabelecido e haviam-se tornado em colonos Arábicos prósperos e influentes.

A prosperidade dos Judeus devia-se  ao seu superior conhecimento da agricultura e da irrigação, bem como a sua energia e a sua indústria. Com o passar de algumas gerações, refugiados [Judeus] sem casa haviam-se tornado em grandes proprietários de terra no país,....controlando a sua finança e o seu comércio.... Devido a isto, pode-se ver claramente que a prosperidade Judaica era uma desafio para os Árabes, especialmente para os Quraish em Meca e .... [para outras tribos] Medina.

O "profeta" Maomé era ele mesmo membro da tribo Quraish, que cobiçava as posses Judaica, e

quando os muçulmanos pegaram e armas, eles foram muito mais severos com os Judeus do que com os Cristãos, que, até ao final do primeiro Califado puramente Árabe, não foram mal tratados. (6)

Um dos motivos para "esta discriminação" contra os Judeus é o que Guillaume chamou de "as palavras de desprezo do Alcorão" relativas aos Judeus. (7) A actividade dos Judeus em relação ao desenvolvimento das terras, bem como a sua cultura, era uma fonte primária de saque na deserto peninsular da Arábia. Começando com o "profeta" Maomé e o islão (8) - desde as expulsões, a depredações, extorsões, conversões forçadas e assassinatos de Judeus Árabes estabelecidos em Media, até à matança em massa dos Judeus de Khaibar - o precedente foi estabelecido entre os muçulmanos Árabes para que estes expropriassem aquilo que pertencia aos Judeus. As relações entre o "profeta" Maomé e os Judeus "nunca foram . . . fáceis":

Eles [os Judeus] haviam-no irritado por não o terem reconhecido como profeta, por o terem ridicularizado, por terem disputado a suas alegações; e, claro, a sua supremacia económica . . .  era algo que causava permanente irritação. (9)

Parece que a primeira "instigação" feita por Maomé contra os Judeus foi um incidente onde ele causou a que "um dois dois Judeus fossem assassinados e nenhum dinheiro de sangue foi pago aos seus parentes mais próximos."

... Os seus líderes colocaram em causa as suas alegações de que ele era um apóstolo enviado por Deus, e embora eles tenha ficado satisfeitos com a sua aceitação da missão divina de Abraão, Moisés e os profetas, eles dificilmente se poderia esperar que eles recebessem de bom grado a inclusão de Jesus e de Ismael como mensageiros de Deus. (10)

... a existência de grupos de Judeus insatisfeitos dentro e em redor da sua base era algo que deixava-o pouco à vontade, e eles tinham que ser eliminados se ele [Maomé] quisesse levar a cabo campanhas militares sem ansiedade. (11)

Visto que os Judeus preferiram manter as suas crenças,

uma tribo na vizinhança de Medina caiu sob suspeitas de traição e foram forçados a deixar as suas armas e abandonar a colónia. Terras valiosas e muito espólio caiu nas mãos dos muçulmanos. A tribo vizinha de Qurayza, que pouco depois iriam sofrer aniquilação, nada fizeram para ajudar os seus correlegionários, e os seus aliados - a tribo de Aus - tinham receio de lhes dar apoio activo. (12)

Maomé proclamou, "Não podem existir duas religiões juntas na Península Árabe." (13) Este édito foi levado a cabo por Abu Bakr e por Omar 1 - os sucessores de Maomé; toda a comunidade de colónias Judaicas por todo o norte da Arábia foi sistematicamente aniquilada.

Segundo Bernard Lewis, o extermínio da tribo Judaica de Quraiza foi seguido por "um ataque ao oásis Judaico de Khaibar"(14). Mensageiros enviados por Maomé foram enviados aos Judeus que haviam escapado para a segurança e conforto de Khaibar, "convidando" Usayr - o "chefe de guerra" Judeu - para visitar Medina com fins de mediação.

Usayr colocou-se a caminho com 30 companheiros e uma escolta muçulmana. Não suspeitando qualquer tipo de jogada suja, os Judeus não levaram consigo armas. Durante o caminho, os maometanos voltaram-se contra a delegação indefesa, matando todos menos um que conseguiu escapar. "A guerra baseia-se na decepção," (15) segundo um ditado frequentemente citado de Maomé (16).

O falecido historiador e antigo presidente Itzhak Ben-Zvi qualificou as "atrocidades desumanas" das comunidades Árabes como sem paralelo desde então:

.... a total aniquilação de duas tribos Judaico-Árabes, os Nadhir e os Kainuka' - através do massacre em massa dos seus homens, mulheres e crianças, foi uma tragédia para a qual não pode ser encontrada outra paralela na história Judaica até aos nossos dias ..... (17)

Segundo o Alcorão, a matança dos Judeus Árabes e a sua expropriação da suas possas foi vontade de Alá:
... alguns vocês mataram, e outros vocês levaram cativos. Ele [Alá] tornou-vos senhores das suas vidas [dos Judeus], das suas terras, das suas casas e dos seus bens, para além de outra terra [Khaibar] sobre a qual sua vocês nunca tinham firmado a planta dos vossos pés. Certamente, Alá tem o domínio sobre todas as coisas. (18)

Guillaume relata que o ataque anti-Judaico de Khaibar foi bravamente resistido, mas "embora os habitantes tenham lutado de uma forma mais valente aqui que em qualquer outro lugar, em inferioridade numérica e apanhados de surpresa, eles foram derrotados." (19).

Aqueles que de alguma forma  sobreviveram, passaram a ser a fórmula para os futuros sucessos islâmicos. Alguns dos Judeus, "não-muçulmanos" ou infiéis, "mantiveram as suas terras," pelo menos até a altura em que os muçulmanos pudessem ser recrutados em número suficiente para substituir os Judeus.

Enquanto isso, os Judeus Arábicos passaram a pagar 50% do seu rendimento em "imposto" ou taxa, como forma de terem "protecção" contra os novos pilhadores. Como o professor Lewis escreve:

A vitória muçulmana em Khaibar marcou o primeiro contracto entre o estado muçulmano e os conquistados povos não-muçulmanos, e formou a base para a forma como esses povos seriam no futuro lidados em situações semelhantes. (20)

Portanto, os dhimmis [os "protegidos] Judeus evoluíram - o roubo da liberdade e da independência política, associado à extorsão e à eventual expropriação da sua propriedade. "Tolerados" entre ataques violentos, expulsões, e pilhagens por parte dos conquistadores Árabes muçulmanos,  os dhimmis predominantemente Judeus mas também Cristãos providenciaram uma fonte de receita religiosa através da taxa imposta aos "infiéis".

Para além disso, o dhimmi rapidamente passou a ser um conveniente bode de expiação e saco de pancada para os maometanos.


* * * * * * *
Resumindo, se não fosse a limpeza étnica, ocupação, massacre, atrocidade, destruição  e violação dos Judeus por parte dos maometanos, é bem provável que Medina ainda fosse uma cidade Judaica até aos dias de hoje Mas em vez disso, e ao mesmo tempo que os maometanos exigem ser tratados com "respeito" em Israel e em todo o mundo ocidental, os não-muçulmanos estão proibidos por lei de entrar em Medina.

A hipocrisia  islâmica não tem limites.


Referências:

1.Salo W. Baron, A Social and Religious History of the Jews, 3 vols. (New York: Columbia University Press, 1937), 1, pp. 308T
2. Lewis, Arabs in History, p. 40.
3. S. Safrai, "The Lands of the Diaspora," in A History ofthe Jewish People, Ben-Sasson, ed., p. 380.
4. S. Safrai, "From the Abolition of the Patriarchate to the Arab Conquest (425-W)," in History of the Jewish People, Ben-Sasson, ed., pp. 358-359. Of this little-known history Safrai writes: "Twice the Jews of Himyar succeeded in throwing off Ethiopian domination; even in the eyes of Byzantium it was a Jewish kingdom, small but occupying a strategic position. The king of Himyar prevented Byzantine traders from passing through to India on the grounds that Jews were being persecuted in Roman lands. Byzantium was reluctant to risk a war so far away in South Arabia, but was able to persuade Ethiopia to take up its quarrel. The king of Himyar hoped for Persian aid, but there was a lull in the fighting between Rome and Persia at the time, and the Persians did not appreciate the importance of this outlet from the Red Sea being controlled by an ally of Byzantium. Du Noas fell in a battle against an invading Ethiopian army, and the Jewish Kingdom came to an end."
5. Guillaume, Islam, pp. 11-12.
6. Ibid., p. 12.
7. Ibid. See examples in Chapter 4.
8. For details of the Prophet Muhammad-Ab-u al-Qasim Muhammad ibn'Abd  Alla ibn 'Abd al-Muttal-ib ibn Hashim-see Guillaume, Islam, pp. 20-54; the "tradi-
tional" biography of Muhammad (Arabic) is Ibn Hisham's recension of Ibn Ishaq's
al-Sira al-Nabawiyya, 2 vols. (Cairo, 1955); The Life of Muhammad, abridged
English trans. by A. Guillaume (Karachi, 1955). Cited by Norman A. Stillman, Jews of Arab Lands, A History and Source Book (Philadelphia, 1979), p. 6, n. 9. See also Lewis, Arabs in History.
9. Guillaume, Islam, p. 43.
10. Ibid., pp. 43-44.
11. Ibid., p. 44.
12. The Nadir tribe. Ibid., p. 46. Also see Stillman, Jews of Arab Lands, pp. 8-10, for a study of "exclusively Muslim" sources, tracing Muhammad's "face-to-face contact with a large, organized Jewish Community," an "encounter" that "did not prove to be an auspicious one." The Nadir tribe in Medina went to Khaibar in "exile," Stillman, Jews~ p. 14.
13. Salo W. Baron, Social and Religious History, Vol. 1, p. 311. He cites Muwatta, in Al-Zurkani's commentary IV, p. 71.
14. Lewis, The Arabs in History, p. 45.
15. Al-Bukhari, al-Jami al-Sahih, bk. 56 (Kitab al-Jihad, Bab 157), ed. M. Ludolf Krehl (Leiden, 1864), Vol. 2, p. 254, cited by Stillman, Jews, p. 17. According to Stillman, "This hadith appears in several other canonical collections."
16. Stillman, Jews~ p. 17, citing Ibd Sa'd, Kitab al-Tabaqat al-Kabir, ed. by Edvard Sachau et al. (Leiden, 1909), Vol. 2, pt. 1, pp. 66-67; al-Waqidi, Kitab al-MaghaZ4 Vol. 2, pp. 566-68; Ibn Hisham, al-Sira al-Nabawiyya, Vol. 2, pp. 618-619.
17. Itzhak Ben-Zvi, The Exiled and the Redeemed (Philadelphia, 1961), p. 144. Also see Stillman, Jews, p. 14ff.
18. The Koran, Surah 33, v. 26-32, Dawood translation.
19. Guillaume, Islam, p. 49.
20. Lewis, Arabs, p. 45..

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jihad contra cães marcam o início da dhimmitude espanhola

The Jihad against dogsA recente matança de mais de uma dúzia de cães em Lérida, Espanha foi perturbadora. À medida que a população muçulmana aumenta - e não apenas em Espanha mas em toda a Europa e nos EUA - podemos ver com mais frequência este tipo de barbarismo.

Não acredito que este incidente represente todos os muçulmanos, mas o mesmo faz-me perguntar se isto pode ser o início do estatuto de "dhimmi" para os não-muçulmanos de Lérida. Actualmente, a população imigrante muçulmana constitui cerca de 20% da população total.

Dois grupos islâmicos em Lérida já estão a requisitar aos oficiais que "regulem" a presença de cães em espaços públicos uma vez que eles são vistos como impuros e a sua presença pública pode ofender os maometanos. Todos eles exigem que os cães sejam banidos de todas as formas de transportes públicos - o que inclui todos os autocarros públicos - e de todas as áreas frequentadas por maometanos.

Ou seja, em vez de serem os maometanos a adaptarem-se aos costumes europeus, têm que ser os europeus a adaptarem-se ao islão. O pior é que há muitas coisas que "ofendem" os seguidores de Maomé. Onde é que estabelecemos limites? Ao mesmo tempo que a população maometana cresce, a sua confiança para fazer exigências vai aumentado. Como é que isso pode ser controlado?

Outra coisa que convém perguntar é: o que é que eles farão quando forem 30% ou 40% da população de Lérida. Será que exigirão que sejam removidos os crucifixos dos edifícios Cristãos? Irão eles abolir todas as outras expressões públicas de religião com a excepção da sua? Afinal, todas essas coisas também "ofendem" os maometanos segundo as leis tradicionais em torno dos dhimmis.

Será que os Católicos serão forçados a levar a cabo os seus rituais religiosos fora do alcance auditivo dos maometanos como forma de evitar que estes últimos fiquem "ofendidos"? Irá a perseguição aos Judeus e aos Cristãos aumentar à medida que os maometanos vão crescendo em número?

Há alguma área do planeta onde os maometanos estejam em maioria e não haja perseguição e descriminação contra os não-maometanos?

Com a baixa taxa de natalidade dos espanhóis e a elevada taxa de natalidade dos maometanos, não demorará muito até que os nativos espanhóis se tornem numa minoria no seu próprio país. Quando os maometanos atingirem 60-70% da população de Lérida, serão os Cristãos forçados a viver segundo o estatuto de dhimmi? Serão eles impedidos de construir novas igrejas ou mesmo reparar as existentes?

Quão tolerantes serão os maometanos? Apoderar-se-ão das igrejas e transformá-las em locais de oração ao deus Alá? Belém foi uma cidade com maioria Cristã durante muito tempo mas mal ela caiu sob o controle dos maometanos (Autoridade Palestina) os Cristãos tornaram-se numa minoria em apenas 10 anos. Será este o destino dos Cristãos de Lérida?

Haverá algum tempo onde os maometanos aprendam a ser tolerantes em relação a outras ideologias? A história diz-nos uma história totalmente diferente.

....

Embora haja muitos muçulmanos tolerantes no mundo, não se vê algum em Lérida. É importante que os europeus e os americanos aprendam com isso e preparem-se para o futuro. A islamização é uma ameaça real para as sociedades livres e democráticas. Estes passos levados a cabo pelos islamitas de Lérida é o primeiro numa longa série de passas que visa transformar a sociedade de Lérida numa sociedade mais ao estilo do islão.

Nem todos os muçulmanos são imperialistas e possuidores dum espírito de colonização, mas isso não invalida que haja maometanos que vejam a sua presença no ocidente como "uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos], de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões."


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