MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Homem que atacou polícias era um francês convertido ao islão

O homem que sábado foi morto pela polícia francesa, depois de agredir vários agente com uma faca, era um francês convertido ao islão. Na sua conta de Facebook exibia uma bandeira do Estado Islâmico.

Bertrand Nzohabonayo, de 20 anos, nasceu no Burundi, mas era um cidadão francês que, recentemente, se converteu ao islão, passando a chamar-se Bilal.

O jovem entrou na esquadra de polícia de Joué-lès-Tours, no oeste de França, no sábado, e feriu no rosto um dos polícias que estavam à entrada e depois mais dois, até ser abatido pelos agentes.

«[Bertrand Nzohabonayo] gritou `Alá é grande desde que entrou até ser morto´», disseram as fontes consultadas pela agência France Presse, que afirmaram que o inquérito à investigação passou para as mãos do departamento antiterrorista da Procuradoria francesa.

Atualmente, mais de 1200 franceses ou pessoas que moram em França estão associados a redes jihadistas ligadas à Síria ou ao Iraque, número que duplicou desde o início do ano. 

- Fonte

terça-feira, 10 de junho de 2014

Barbaridade no Sudão

Por Francisco Sarsfield Cabral

O Islão não distingue a lei civil da religiosa. O facto de alguém optar pelo cristianismo dá direito a pena de morte. Mas a opinião pública ocidental não parece muito preocupada. Talvez não seja politicamente correcto.

No Sudão, um tribunal condenou à morte uma mulher, Mariam Yahya Ibrahim, filha de um muçulmano e de uma cristão copta. Mariam optou pelo cristianismo da mãe e casou com um cristão. São estes os seus crimes, segundo a “sharia”, a lei islâmica que, no Sudão como em muitos outros países, é lei do Estado.

O tribunal ainda lhe deu quatro dias para abjurar da sua fé e aderir ao islamismo; Mariam recusou, tornando-se mais uma mártir. Junta-se a uma multidão de cristãos que, nos dias de hoje e já não no tempo do império romano, morrem pelo simples facto de serem cristãos.

Este caso já suscitou protestos oficiais de vários países. Mas a opinião pública ocidental não parece muito preocupada com mais este atentado à liberdade religiosa. Talvez não seja politicamente correcto.

O Islão não distingue a lei civil da religiosa, mas não tem que ser, necessariamente, uma fonte de barbaridades destas. Por isso seria bom ouvir uma palavra de repulsa da parte de islâmicos moderados, sobretudo dos que vivem na Europa e aqui gozam de liberdade religiosa. Liberdade que não é recíproca. 


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Boa sorte ao Sarsfield Cabral com os seus sonhos de ouvir os moderados a condenar os não-moderados.


domingo, 8 de junho de 2014

Político maometano ameaça violência se alguém colocar em causa a sua eleição fraudulenta

Um conselheiro-sénior de Lutfur Rahman, presidente de município de Tower Hamlets com ligações extremistas, disse que haverá violência nas ruas se as pessoas não pararem de colocar em causa a forma como ele foi re-eleito. A Comissão Eleitoral levará a cabo uma investigação em torno da votação neste círculo eleitoral do Este de Londres depois de dezenas de notificações de intimidação de voto e de contagem de votos caótica ter causado a que houvesse um atraso de 5 dias na declaração dos resultados.

Lutfur Rahman venceu as eleições de modo tangencial como um independente, com 48% a 52% dos votos. Rahman foi expulso do Partido Trabalhista em 2010 depois do The Telegraph ter revelado a sua íntima ligação com um grupo terrorista maometano com o nome de" Islamic Forum of Europe". Kazim Zaidi, o conselheiro político pago com o dinheiro dos contribuintes escreveu o seguinte num blogue local:

Se aqueles que ainda parecem incapazes de aceitar os resultados, tal como eles estão, continuarem como estão, isso irá chegar às ruas onde até o mais inteligente dos políticos não será capaz de conter as coisas.

Peter Golds, líder da oposição, disse o seguinte:

Estou totalmente surpreendido. Isto é de facto uma ameaça de violência. Levando em conta o que sabemos da habilidade do presidente do município de trazer as pessoas para as ruas, isto é profundamente perturbador.

Cerca de 2,000 apoiantes de Lutfur Rahman assediaram o centro de contagem em Limehouse durante a contagem de Sexta-Feira, barricando de modo efectivo os adversários de Lutfur Rahman dentro do edifício. Um certo número de figuras do Partido Trabalhista, incluindo Sadiq Khan, o secretário de justiça "sombra", ficou a saber através da polícia que não poderiam sair.

Muitos locais de voto do círculo eleitoral foram também rodeados por largas quantidades de apoiantes de Rahman, através dos quais os votantes tiveram que passar para chegar às urnas. Rachel Saunders, conselheira Trabalhista em Tower Hamlets disse:

Estava por lá uma enorme quantidade de pessoas em redor das estações de voto, gritando, intimidando e tornando o processo de voto extremamente difícil.

Outro eleitor disse ao The Daily Telegraph que foi seguido até à cabine de voto por apoiantes de Lutfur Rahman, que tentaram depois garantir que ele votava "da forma correcta". Um porta-voz da Comissão Eleitoral disse:

As pessoas deveriam poder votar livres de intimidação, e confiantes de que o seu voto é seguro. Claramente, ocorreram eventos na contagem dos votos em Tower Hamlets e nós precisamos de garantir que entendemos o que aconteceu, e os motivos para essas coisas, antes de chegarmos às nossas conclusões.

O concílio de Rahmam está sob duas investigações adicionais da polícia e os auditores chamaram o "Department for Communities" e o "Local Government" por motivos de corrupção e mau uso de fundos. O The Telegraph e o programa da BBC com o nome de "Panorama" mostraram que ele canalizou dinheiro duma forma desproporcional para os membros da sua comunidade Bangladesa.

Zaidi, que recebe cerca de £53,000 por ano de dinheiro público, havia escrito no passado um capítulo no panfleto da Universidade de Exter,  difamando os membros do Partido Trabalhista de Tower Hamlets. A universidade foi forçada a emitir um pedido de desculpas e pagar os custos da difamação. O concílio afirmou que a contagem correu bem e que não havia notícia de intimidação.

Fonte: http://bit.ly/1uzid5K

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Parece que algumas pessoas ainda acreditam que a mera transladação de pessoas de uma cultura para a outra cultura imediatamente faz com que essas pessoas adoptem os hábitos e os costumes da nova cultura. Deve haver aviões mágicos que realmente fazem isso, mas ainda não há notícia.

É óbvio que Rahman e Zaidi não podem ser criticados por agirem de acordo com a sua cultura visto que se estivessem no seu país de origem, muito provavelmente eles  fariam exactamente a mesma coisa, e ninguém faria o reboliço que os culturalmente intolerantes Ingleses estão a fazer (racistas!).

Os esquerdistas que trouxeram os enriquecedores culturais para a Inglaterra são os responsáveis por este estado de coisas. Se a Inglaterra está a adoptar costumes do Terceiro Mundo, isso deve-se aos apoiantes e fomentadores do multiculturalismo - arma de destruição do nacionalismo Europeu e só Europeu - e a todas as pessoas que facilitam a destruição da cultura e dos costumes Britânicos.

domingo, 22 de dezembro de 2013

MITO: Maomé casou-se com várias mulheres como forma de as favorecer


Muitos maometanos que estão mais familiarizados com o Alcorão e com as Hadith erradamente acreditam que Maomé só teve 4 esposas (o limite que o Alcorão coloca para os muçulmanos). No entanto, dado que 9 das esposas de Maomé viveram para além da sua morte, é mais do que óbvio que ele deve ter dado a ele mesmo tratamento especial durante o percurso.

De facto, este tratamento especial está detalhado no Alcorão (33:50-51) onde "Alá" lista todas as categorias de mulheres que foram colocaadas disponíveis para Maomé. (Não está claro o porquê deste mandamento pessoal fazer parte da universal e imutável palavra de Alá para toda a humanidade).

Há duas coisas que têm que se levar em conta, neste verso.

Primeiro, o contexto é um onde Alá dá permissão a Maomé de ter o número de mulheres que ele assim desejasse como um favor para ele. Os outros maometanos não receberam permissão para ter tantas mulheres, por mais que assim o desejassem (embora eles tivessem permissão para ter um número ilimitado de escravas sexuais).

Segundo, as necessidades das mulheres não são mencionadas como factores determinantes para os casamentos. De facto, Maomé casou-se com a maioria das suas mulheres por motivos de atracção. 

De modo bem óbvio, foi exactamente isto que aconteceu no caso de Zainab, onde Maomé se casou com a esposa do seu filho adoptivo numa altura em que ela a desejava. (Outro mandamento curiosamente pessoal por parte  de "Alá" permitiu que ele a tomasse para si - Sura 33:37).

Muitas das mulheres que Maomé capturou nas batalhas eram também bonitas e seriam "casadas" com outros maometanos. Um bom exemplo é Safiyya de Khaybar; não só Maomé ordenou pessoalmente que o seu marido fosse morto (Ibn Ishaq/Hisham 764), como já a tinha dado como espólio a outro maometanos antes de decidir tomá-la para si  (Bukhari 14:68).

Fonte


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

8 coisas sobre o Senhor Jesus Cristo presentes no Alcorão

Nota: O Alcorão não é um livro inspirado por Deus, mas Ele pode usar tudo o que Ele bem entender para atrair as almas para o Seu Livro, a Bíblia.
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Em seu livro “Encontrei a Cristo no Alcorão”, recentemente publicado em espanhol, Mario Joseph, que foi imã muçulmano na Índia e hoje é católico, explica, exactamente, o que o Alcorão diz sobre Jesus Cristo e o que o levou a fé cristã.

Mario, ao deixar o Islão, conta que fez com que sua vida sofresse grandes complicações, pois sofreu perseguições, incompreensões e rejeições, mas afirma que aceita tudo isso, pois ‘Cristo também as viveu, e advertiu que isso faria parte da vida cristã’.

Uma em cada cinco pessoas no mundo, conhece alguma coisa sobre Jesus através do Islão e do Alcorão.

Os muçulmanos, inclusive os poucos letrados, acreditam conhecer Jesus o suficiente, eles o tem integrado em sua cosmovisão, como um profeta a mais. Mario acredita que o Alcorão não leva muito mais muçulmanos ao cristianismo é porque muitos muçulmanos não conhecem com detalhes o Alcorão e não fazem perguntas sobre isso.

O muçulmano comum conhece e professa Jesus, segundo o Alcorão foi um grande profeta antes de Maomé, que Deus o milagrosamente gerou em Maria sem contacto masculino, que fez milagres, etc.  A chave que perturbou a Mario Joseph é que até que ponto Jesus é grande, sobre tudo quando se compara com o que o Alcorão diz de Maomé. Usar o Alcorão para comprovar as diferenças de Jesus e Maomé é algo que esta começando a se espalhar. No âmbito cristão protestante, o teólogo e apologia evangélico Norman L. Geisler, e observa em 6 pontos a comparação entre ambos ‘profetas’, segundo o Alcorão.
1) O Alcorão reconhece que Jesus nasceu de uma mulher virgem, enquanto Maomé não (a tradição islâmica conhece bem os pais de Maomé, Abdulá e Amina).
2) O Alcorão reconhece que Jesus não pecou, não tinha pecado nele, enquanto reconhece que Maomé era um pecador.
3) No Alcorão, Jesus é chamado de ‘Messias’, isto é, o Ungido, um titulo muito alto que Maomé não recebeu.
4) No Alcorão Jesus é chamado de “a Palavra de Deus’, um titulo poderoso e elevado, que Maomé também não recebeu.
5) No Alcorão é afirmado várias vezes que Jesus fazia milagres, enquanto neste livro Maomé nada fez.
6) Jesus no Alcorão é ascendido ao céu com seu corpo; coisa que o Alcorão não reconhece sobre Maomé.
Mario Joseph, quando ainda era um imã muçulmano e se chamava Suleimán, sem conhecer nada sobre Geisler e sua exposição, já havia notado esses aspectos que os perturbavam.

E quando perguntava aos seus mestres, se isso não significava que Jesus era maior que Maomé, talvez muito maior, eles não sabiam responder com razões. Mas Mario Joseph aponta alguns detalhes interessantes.
7) O nome de Maomé aparece no Alcorão apenas 4 vezes, sob dois nomes: Ahmed e Mohammed. No entanto Jesus é mencionado no Alcorão com 4 títulos poderosos: Kalimathullahi (Palavra de Deus), Ruhullahi (Espírito de Deus), Isá al-Masih (Jesus o Messias) e finalmente, Ibnu Mariam (filho de Maria, titulo poderoso porque Maria é a mais excelentes das mulheres, protegida de Deus, um exemplo para todos, etc…)
8) O capitulo 19 do Alcorão, intitulado ‘Maria”, canta louvores surpreendentes a  Jesus que Mario não via atribuídas em Maomé a saber:
- Jesus é a Palavra de Deus
- Jesus é o Espírito de Deus
- Deu vida a pássaros de barro (a história Corão leva o Evangelho apócrifo de Tomé, ou os Filhos do segundo século ) .
- Ele curou doenças incuráveis
- Ele deu vida aos mortos
- É Omnisciente
- “Ele revelou todos os segredos ”
- “Subiu ao céu ”
- “Todavia esta vivo”
- “Cristo voltará ”
Como encaixar tudo isso com a suposta autoridade de Maomé?

E isso se refere somente o que se encontra registado no Alcorão: e nos Hadith e outras fontes de tradição islâmica, se vê claramente por exemplo, que os demónios não se aproximavam de Jesus e Maria, devido a sua pureza e santidade, enquanto hostilizavam a Maomé. Não faz isso Jesus alguém muito superior?

Maomé peca, Jesus não.

Maomé tem que pedir perdão por suas faltas

Embora os clérigos muçulmanos e lideres religiosos islâmicos falem maravilhas de Maomé, no Alcorão é visto, por exemplo, como na Sura 47, que diz ao ‘profeta’: “Sabe, portanto, que não há mais divindade, além de Deus e implora o perdão das tuas faltas” e mais adiante, “Para que Deus perdoe as tuas faltas, passadas e futuras, agraciando-te e guiando-te pela senda reta.” (em 48,2)

Em vez disso, Jesus, nem no Corão ou no Evangelho nunca pede perdão a Deus, Ele que insiste sobre a humildade, nunca reconheceu ter pecado. Nem cristãos nem muçulmanos atribuem pecado para Jesus.

Maomé é somente um apóstolo, Jesus é Ungido

E o título de “Messias” (Ungido) de Jesus, pode soar muito mais forte do que o de Maomé, que para o Alcorão é somente um ‘enviado’ (ou seja, ‘apóstolo’ em grego), o profeta (embora o Alcorão o chama de “o apostolo de Deus e o selo dos profetas” em 33,45).

Além disso,o título de que Jesus é a  Palavra de Deus ressoa com força, já que Maomé não é nunca chamado assim. Um cristão fala com um muçulmano e insiste em que Jesus é Logos, a Palavra, algo eterno que está eternamente unido a Deus, não um mero homem, poderá avançar o bastante.

O corpo de Maomé está em Meca; e o de Jesus, no céu

Por outro lado, os muçulmanos não duvidam que o corpo de Maomé está enterrado em Meca, onde peregrinam. Também peregrinam nos túmulos de muitos outro profetas  e homens santo e milagreiros. Mas sabem que não há um tumulo de Jesus, e que o corpo de Jesus não esta enterrado, e que o Santo Sepulcro não tem nenhum de seus restos mortal, como sabem também os cristãos. O Alcorão mesmo diz que Deus elevou a Jesus acima no céu. E acrescenta assim que “não o mataram nem o crucificaram, embora isso lhe pareça para eles” (Sura 4:157-158)

“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade,certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o facto é que não o mataram.

Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.” (Sura 4:157-158).

Para entender Alá, passe pela Bíblia

Em seu emocionante testemunho, Mario conta que orou a Alá pedindo orientação sobre como deveria entender e tratar a Jesus; depois foi ao Alcorão e leu: “Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o Livro antes de ti. Sem dúvida que te chegou a verdade do teu Senhor; não sejas, pois, dos que estão em dúvida.” (Sura 10, Jonás, verso 94). Mario entendeu assombrado, que qualquer que tenha duvida sobre o Alcorão é referido pelo mesmo Alcorão ao que liam as escrituras anteriores, cristãos e judeus! Ou seja, para obter a perfeição do Alcorão, deve obter se na Bíblia.

Em seu depoimento (leia aqui) Mario conta como isso o levou, sendo um jovem Imã, a perguntar a uma monja em uma parada de ônibus, e como ela lhe encaminhou para a Divine Retreat Centre, Muringoor, onde hoje ele é um pregador católico, não sem passar por duras provas que explica em seu livro.

Portal Padom

Traduzido e adaptado de religionenlibertad


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Evangélico invade delegacia policial gritando "Sola Scriptura!" e esfaqueia policial católico


Na verdade foi um maometano que invadiu uma esquadra policial, gritando "Alá é o maior!" (Allah akbar).

Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca. 

Outro polícia que se encontrava por perto disparou a sua arma, ferindo o atacante na coxa. No entanto, uma das balas fez ricochete e feriu o polícia na sua  perna.

As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.

Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.

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Sempre que um maometano leva a cabo um acto de jihad (claramente com motivações religiosas), os politicamente correctos oficias ocidentais coçam as suas cabeças de modo ostensivo e tentam saber, admirados, o que motivou o ataque (colocando até a possibildade do atacante estar louco). A explicação mais óbvia é demasiado terrível para eles contemplarem.

Uma testemunha afirma ter ouvido o homem dizer algumas coisas em árabe, para além de terem sido encontradas no seu quarto revistas com a frase "A vitória está próxima" escritas nelas. Para esclarecer ainda mais as motivações do homem, ficou-se a saber que ele havia feito recentemente uma peregrinação a Meca. 


terça-feira, 18 de setembro de 2012

França: aluno maometano agride professor

Um professor de Bordéus foi espancado por um dos seus alunos (18 anos) depois de terem surgido diferenças de opinião em torno do sistema político marroquino. O aluno da escola de Trégey esbofeteou e esmurrou o professor antes de ter sido preso pela polícia.

A directora da escola afirmou que o incidente ocorreu devido a diferenças de opinião que se geraram durante um debate em torno do "sistema político do qual provém o aluno, Marrocos" e que isto foi "uma situação educação mundana que nada teve a ver com a religião."

Segundo ela, o aluno queria aprofundar o debate mas o professor não só se recusou, como ameaçou contar tudo ao pai do pupilo. Segundo uma fonte próxima da situação, "gerou-se um desentendimento em torno de alguns personalidades do mundo árabe", "mas não parece que tenha havido qualquer tipo de provocação" por parte da professora.

O pupilo de Bordéus aparecerá junto do magistrado de local dentro dos próximos meses por motivos de "violência contra uma pessoa que leva a cabo um serviço público" e por ter causado danos físicos.

O tom da conversa foi elevado de forma confrontacional entre o aluno e o professor e no seguimento, o aluno atacou inicialmente a mobília da sala. Os outros alunos foram entretanto evacuados e o aluno foi chamado para os escritórios da directora.

Bastante zangado, ele atacou a mobília quando soube que os seus pais haviam sido notificados do incidente. Quando ele saía da escritório, cruzou-se com o professor e aproveitou a ocasião para desferir golpes contra ele antes de atacar um supervisor que tentou intervir.

Fonte: Le Monde

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Não deixa de ser curioso que a directora faça todos os possíveis para ressalvar que a religião não foi a causa da violência. No entanto, isto pode nem ser verdade. A Frente Nacional (FN), por exemplo, parece ter mais informação em torno da discussão.

De facto, a FN insistiu em oferecer "todo o seu apoio" ao professor de Bordéus "espancado por um dos seus alunos depois duma lição de religião, bem como a todos os professores confrontados com o mesmo tipo de violência", afirmou Florian Philippot, vice-presidente do partido.

Ao mesmo tempo, os professores do colégio Jules-Verne em Buxerolles decidiram na passada Quinta-Feira, e depois duma assembleia-geral, não continuar com as lições, como forma de protesto à agressão sofrida por um dos seus colegas.

Segundo a Le Sud-Ouest, e contrariando a directora da escola, a agressão gerou-se durante uma lição em torno do slão:

A lição centrava-se na religião muçulmana.

Portanto, temos um muçulmano a agredir professores e temos professores a tentar desculpabilizar o motivo da agressão [o islão].

De facto, a França merece o castigo que se avizinha. Aliás, se há país que o merece, esse é sem duvida a França - país onde os Católicos são agredidos em plena luz do dia por lésbicas e homossexuais, mas os maometanos são levados ao colo pelas mesmas pessoas a quem eles agridem.

Claro que quando o caos total estiver instalado no país, e a população pedir por um governo que "normalize" o país, a elite esquerdista terá de mão beijada aquilo que a levou a importar os maometanos.


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