MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Árabe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Árabe. Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de janeiro de 2014

A verdade sobre a "civilização árabe"

Esta carta foi enviada a Carly Fiorina, CEO [Chief Executive Officer] da "Hewlett Packard Corporation", em resposta a um discurso dado por ela no dia 26 de Setembro de 2001.



Por Peter BetBasoo - 7 de Novembro de 2001

Cara Senhora Fiorina:

Foi com grande interesse que li o seu discurso dado no dia 26 de Setembro de 2011, com o título "Technology, Business and Our way of Life: What's Next" [sic]. Fiquei particularmente interessado na história que você contou no final do seu discurso em torno da civilização Árabe/Muçulmana. Como um Assírio, não-Árabe, nativo do Médio Oriente cujos ancestrais remontam a 5,000 antes de Cristo, quero esclarecer alguns pontos que você fez nesta pequena história, e alertá-la para os perigos de ser involuntariamente atraída para a ideologia Arabista/Islamita, que tem como propósito assimilar todas as culturas e religiões para dentro da "pasta" Árabe/Islâmica.

Sei que você é uma mulher ocupada, mas por favor separe 10 minutos para ler o que se segue uma vez que é uma perspectiva que você dificilmente obterá em algum outro lugar. Irei responder aos pontos específicos que você levantou no seu discurso, e concluir com uma breve perspectiva desta ideologia Arabista/Islamita.

Os Árabes e os Muçulmanos apareceram na cena mundial em 630 A.D. quando os exércitos de Maomé começaram a conquistar o Médio Oriente. Temos que ser bastante claros em ver que isto foi uma conquista militar, e não uma iniciativa missionária, e que através do uso da força, autorizada por uma declaração de Jihad contra os infiéis, os Árabes/Muçulmanos foram capazes de converter e assimilar os não-Árabes para o seu grupo. Muito poucas comunidades indígenas sobreviveram a isto - maioritariamente Assírios, Judeus, Arménios e Coptas (do Egipto).

Havendo conquistado o Médio Oriente, os Árabes colocaram estas comunidades sob um sistema de governo com o nome de "Dhimmi" (ver o livro "Dhimmi", por Bat Ye'Or), onde estas comunidades tinham permissão para se governarem como uma minoria religiosa (Cristãos, Judeus, Zoroastristas). Estas comunidades tinham, no entanto,  que pagar um imposto (com o nome de Jizya em arábico) que era, para todos os efeitos, uma penalização por não serem Muçulmanos, e era normalmente 80% do rendimento em tempos de tolerância, e 150% em épocas de opressão. Esta imposto forçou muitas comunidades a converterem-se ao islão, tal como era suposto.
Você diz:

Os seus [dos Árabes/Muçulmanos] arquitectos construíram edifícios que desafiavam a gravidade.

Não sei bem do quê é que você está a falar, mas se por acaso você tem em mente as abóbadas e os arcos, a inovação fundamental arquitectónica de se usar a forma parabólica em vez da forma circular nestas estruturas foi feita pelos Assírios cerca de 1300 anos antes, tal como pode ser confirmado pelos registos arqueológicos.
Você diz:

Os seus matemáticos criaram a álgebra e os algoritmos que permitiriam mais tarde a construção de computadores, e a criação de criptografia.

As bases fundamentais da matemática moderna foram estabelecidas não centenas mas milhares de anos antes pelos Assírios e pelos Babilónios, que já conheciam o conceito do zero, já usavam o Teorema de Pitágoras e muitos outros desenvolvimentos expropriados pelos Árabes/Muçulmanos (ver "History of Babylonian Mathematics", Neugebauer).

Você diz:

Os seus médicos examinaram o corpo humano e descobriram novas curas para as doenças.

A maior parte destes médicos (99%) eram Assírios. Durante o 4ª, o 5ª e o 6ª séculos os Assírios começaram uma tradução sistemática do corpo de conhecimento Grego para o Assírio. Inicialmente eles concentraram-se nos trabalhos religiosos, mas rapidamente passaram para a ciência, a filosofia e a medicina. Sócrates, Platão, Aristóteles, Galeno e muitos outros foram traduzidos para o Assírio, e do Assírio para o Arábico.

Foram estas traduções Arábicas que os Mouros trouxeram para a Espanha, e que os Espanhóis traduziram para o latim e espalharam por toda a Europa, dando assim início ao Renascimento Europeu.

Por volta do século 6, os Assírios começaram a exportar de volta para Bizâncio os seus próprios trabalhos de ciência, filosofia e medicina. Na área da medicina, a família Assíria com o nome de Bakhteesho produziu 9 gerações de médicos, e fundaram a grande escola de medicina em Gundeshapur (Irão). Também na área da medicina, o livro de medicina centrado na oftalmologia escrito em 950 AD pelo Assírio Hunayn ibn-Ishaq foi a fonte autoritária do tópico até 1800 AD.

Na área da filosofia, o filósofo Assírio Job of Edessa desenvolveu uma teoria física para o universo (na língua Assíria) que rivalizou com a teoria de Aristóteles, e que buscou forma de substituir a matéria com forças (teoria que antecipou algumas ideias da mecânica quântica, tais como a criação e a destruição espontânea que ocorrem no vácuo quântico).

Uma das maiores realizações Assírias do 4ª século foi o estabelecimento da primeira universidade do mundo. A Escola de Nisibis, que tinha três departamentos, Teologia, filosofia e medicina, tornou-se num imã e centro de desenvolvimento intelectual no Médio Oriente. Os estatutos da Escola de Nisibis, que foram preservados, tornaram-se mais tarde no modelo sobre o qual a primeira universidade Italiana se baseou (ver "The Statutes of the School of Nisibis", por Arthur Voobus).

Quando os Árabes e o Islão varreram o Médio Oriente por volta de 630 AD, eles encontraram 600 anos de Civilização Cristã Assíria, com uma rica herança, uma cultura altamente desenvolvida e instituições de ensino avançados. Foi esta civilização que se tornou na base da civilização Árabe.

Você declara:

Os seus astrónomos olharam para os céus, deram nomes às estrelas, e pavimentaram o caminho para as viagens e para as explorações espaciais.

Isto é ligeiramente melodramático. Na verdade, os astrónomos dos quais você se refere não eram Árabes mas Caldeus e Babilónios (da parte que é hoje o Sul do Iraque), que há milénios eram conhecidos por serem astrónomos e astrólogos, e que foram Arabizados e Islamizados à força - tão rapidamente que por volta de 750 AD eles tinham desaparecido completamente.

Você declara:

Os seus escritores criaram milhares de histórias. Histórias de coragem, romance, e magia. Os seus poetas falaram de amor quando os outros estavam demasiado imersos no medo para falar de tais coisas.

Há muito pouco literatura na língua árabe que procede do período do qual você se refere (sendo o Alcorão a única obra de literatura significativa), enquanto que a produção literária dos Assírios e dos Judeus era enorme. O terceiro maior corpo de literatura Cristã, depois do Latim e do Grego, foi feita pelos Assírios na língua Assíria (também conhecida como "Siríaco"; ver aqui.)

Você declara:

Enquanto que as outras nações tinham receio das ideias, esta civilização prosperou por causa delas, e manteve-as vivas. Quando os censuradores ameaçaram apagar o  conhecimento das antigas civilizações, esta civilização manteve o conhecimento vivo e passou-o aos outros.

Este ponto que você levanta é muito importante, e é o cerno do que a civilização Árabe/Islâmica representa.

Eu revi um livro com o nome "How Greek Science Passed to the Arabs", onde o autor lista importantes tradutores e interpretadores da ciência Grega. Dos 22 estudiosos listados, 20 eram Assírios, 1 era Persa e 1 era Árabe. No final da minha revisão, declarei:

A conclusão saliente que pode ser feita do livro de O'Leary é que os Assírios desempenharam um papel significante na construção do mundo islâmico através do corpo de conhecimento dos Gregos. Se isto é assim, temos que perguntar o que foi que aconteceu com as comunidades Cristãs que fez com que elas perdessem todo este grande empreendimento intelectual que elas haviam estabelecido. O mesmo pode ser perguntado sobre os Árabes. Infelizmente, o livro de O'Leary não responde a esta pergunta, e como tal, temos que procurar respostas noutros sítios.

Eu não respondi a esta pergunta que coloquei na minha revisão porque não era o lugar próprio para a responder, mas a resposta é bastante clara.

A comunidade Assíria foi drenada da sua população através da conversão forçada para o islão (através da jizya), e mal a comunidade foi reduzida para abaixo dum limiar crítico, ela parou de produzir os grandes estudiosos que eram a força condutora da civilização islâmica. e foi aí que a assim chamada "Idade de Ouro do Islão" chegou ao fim (por volta de 850 AD).

A própria religião islâmica foi significativamente moldada pelos Assírios e pelos Judeus (ver "Nestorian Influence on Islam" e "Hagarism: the Making of the Islamic World").

A civilização Árabe/Islâmica não é uma força de progresso mas sim força de retrocesso; ela não dá ímpeto, ela atrasa. A grande civilização que você descreve não era Árabe/Muçulmana mas sim uma civilização baseada nos avanços Assírios - avanços esses que foram expropriados e subsequentemente perdidos quando eles [os Muçulmanos] usaram as conversões forçadas para o islão como forma de drenar a fonte de vitalidade intelectual que impulsionou a tal civilização "Arabe/Islâmica".

Você declara:

E muito provavelmente podemos aprender uma lição do seu [Suleiman] exemplo: foi uma liderança baseada no mérito e não na herança. Foi uma liderança que aproveitou todo o potencial da população diversa que incluíam tradições Cristãs, Islâmicas e Judaicas.

Na verdade, os Otomanos eram extremamente opressivos em relação os não-Muçulmanos. Por exemplo, rapazes Cristãos eram levados à força das suas famílias - normalmente com idades dos 8 aos 10 -  e introduzidos os janízaros, (yeniceri em Turco) onde eles eram islamizados e forçados a combater do lado dos Otomanos.

Que empreendimentos artísticos e científicos podem ser atribuídas aos Otomanos? Podemos, por outro lado, apontar para o genocídio de 750,000 Assírios, 1,5 milhões de Arménios, e 400,000 Gregos durante a Primeira Grande Guerra sob o governo dos "Jovens turcos" Kemalistas. Esta é a verdadeira face do islão.

Os Árabes/Muçulmanos estão envolvidos numa campanha explícita de destruição e expropriação de culturas, comunidades, identidades e ideias. Sempre que a civilização Árabe/Muçulmana se depara com uma civilização não-Árabe/não-Muçulmana, ela tenta destruir (tal como as estátuas Budistas foram destruídas no Afeganistão, tal como Persépolis foi destruída pelo Ayotollah Khomeini). Este é um padrão que tem sido recorrente desde o advento do islão - há cerca de 1400 anos - e está amplamente confirmado pelos registos históricos.

Se a cultura "estrangeira" não pode ser destruída, ela é então expropriada, e os historiadores revisionistas alegam que era uma civilização Árabe, como aconteceu no seu discurso com a maior parte das realizações "Árabes". Por exemplo, os textos em torno da história dos Árabes no Médio Oriente ensinam que os Assírios eram Árabes, quando nenhum estudioso respeitável afirmaria tal coisa, e nenhum Assírio vivo o aceitaria.

Os Assírios estabeleceram-se inicialmente em Nínive (uma das maiores cidades Assírias) por volta de 5000 AC, o que é 5630 anos antes dos Árabes chegarem a essa área. A própria palavra "Árabe" é uma palavra Assíria que significa "Ocidental" (a primeira referência escrita foi feita pelo Rei Assírio Senaqueribe, onde ele fala de conquistar os  "ma'rabayeh" -- Ocidentais. Ver "The Might That Was Assyria", por H. W. F. Saggs).

Até nos Estados Unidos esta política de Arabização continua. No dia 27 de Outubro uma coligação de 7 organizações Assírias e Maronitas enviou uma carta carta oficial ao "Instituto Árabe Americano" pedindo-lhes que parassem de identificar os Assírios e os Maronitas como Árabes, coisa que eles faziam de um modo deliberado.

Existem minorias e nações que lutam para sobreviver no oceano Árabe/Muçulmano do Médio Oriente e em África (Assírios, Arménios, Coptas, Judeus, Sul-Sudaneses, Etíopes, Nigerianos....) e como tal temos que ser muito sensíveis para que, inadvertidamente e involuntariamente, ofereçamos o nosso apoio ao fascismo islâmico e ao imperialismo Árabe na sua tentativa de erradicar todas as outras culturas, religiões e civilizações.

Cabe a cada um de nós fazer o nosso trabalho de cada e a nossa pesquisa sempre que fazemos declarações e discursos sobre temas sensíveis.

Espero que esta informação lhe seja iluminadora. Para mais informação, refira-se aos links mais em baixo. Você pode-me contactar no email keepa@ninevehsoft.com para mais questões.

Obrigado pelas suas considerações.

Links:

Brief History of Assyrians | Assyrian International News Agency | Assyrian American National Federation  | Assyrian Academic Society | Zinda Magazine Beth Suryoyo | Nineveh Online | World Maronite Union  | Maronite Research Council | World Lebanese Organization | Coptic Web
...........................

Entrevista ao autor do texto

terça-feira, 3 de julho de 2012

Havendo resolvido os problemas do seu país, o governo marroquino exige agora que o ensino do árabe faça parte dos currículos escolares europeus

O ministro marroquino encarregado da pasta "Marroquinos a Viver no Estrangeiro", Abdellatif Mâazouz, está a pressionar os governos europeus de modo a que estes incluam o árabe nos currículos oficiais das escolas europeias.

Há já alguns meses que ele e o seu governo desenvolvem uma autêntica ofensiva cultural de modo a que a língua árabe seja imposta nas escolas europeias, ao lado do inglês, francês, português e/ou mandarim.

Segundo Maazouz, "um esforço especial está a ser feito ao nível cultural, bem como ao nível do ensino da língua". Segundo parece, o seu activismo está a dar frutos uma vez que ele insiste que a voz do governo marroquino "começa a ser ouvida, especialmente em França, que, brevemente, anunciará algo relativo a isto.

Segundo o ministro, esta iniciativa tem como propósito facilitar que as segundas, terceiras e quartas gerações de marroquinos permaneçam conectados com Marrocos não só nos seus corações e nos seus pensamentos, mas através da cultura.

Não há notícias do inglês, português, francês e/ou mandarim ser imposto no sistema escolar marroquino.

Fonte

* * * * * * *

À medida que a população maometana vai aumentando na Europa, os líderes maometanos vão ficando cada vez mais ousados nas suas exigências. Mas apesar disto, convém lembrar que as coisas só estão como estão porque os esquerdistas que controlam a política europeia querem usar a influência muçulmana para destruir a homogeneidade social europeia.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A desonestidade árabe perante Israel

Expulsar os judeus para o Mediterrâneo não é apenas o sonho molhado dos extremistas, dos wahabitas e outros "istas" do Médio Oriente. Esse desejo também lateja nos tais moderados, como Alaa al Aswany.

Como vimos ontem, Aswany não é um radical, não é um islamita. É alguém que luta por um centro democrático no Egipto e no mundo árabe . Mas este cândido Aswany transforma-se num Rambo quando Israel surge na conversa.

E a linguagem não engana. Aswany, um moderado, considera Israel o inimigo e, em consequência, desumaniza por completo os "sionistas" (um termo revelador).

No meio deste ódio, a honestidade intelectual é a primeira baixa. Aswany diz que "a lendária resistência dos palestinianos levou Israel a cometer um brutal massacre" em Gaza.

Bom, convém relembrar que Israel fez uma guerra defensiva contra um território que estava a ser usado para atacar israelitas. Aswany nunca menciona que o Hamas lançava rockets - todos os dias - contra Israel. Portanto, o Hamas é um corpo de escuteiros inofensivo, é a guarda avançada e pacífica da "lendária resistência".

Depois, Aswany diz que a muralha de aço subterrânea - entre Gaza e o Egipto - visa apenas "matar à fome a população de Gaza". Claro, é isso mesmo. Os túneis entre Egipto e Gaza são meros corredores humanitários, não é verdade? Nunca ali passaram armas para o Hamas, as tais armas que nunca foram usadas contra Israel, não é verdade? Nunca. Jamais.

A desonestidade de Aswany e dos árabes em geral não está nas críticas a Israel. As acções de Israel podem e devem ser criticadas. A desonestidade está no facto de os árabes não olharem para factos simples: o Hamas dispara rockets contra Israel, os túneis servem para o Hamas receber mais armas.

Uma discussão séria do assunto tem de contemplar estes dois factos. Mas, na visão árabe, estes pormaiores são simplesmente ignorados. Porquê? Porque Aswany & cia. não estão interessados nos erros políticos de Israel.

Para Aswany, Israel é um erro, um erro histórico, um erro ontológico. E quem pensa assim não perde tempo com análises a erros de conjuntura, não é verdade?

Aswany, relembro, é um dos moderados do novo Egipto.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Árabes a viver em Jerusalém preferem que a cidade fique sob controle Judaico

Árabes a viver em Jerusalém não só preferem que a Cidade Santa fique sob domínio Judaico como também preferem que ela não seja dividida. Uma vez que várias sondagens mostram que os árabes israelitas não querem fazer parte do estado palestino, isto não é novidade.

Uma sondagem levada a cabo pelo "Palestinian Center for Public Opinion" mostrou que os árabes da zona Este de Jerusalém estão "divididos" acerca de quem eles preferem que controle o território onde vivem.

Questionados se prefeririam ser cidadãos palestinos, "com todos os direitos e privilégios que os outros palestinos", ou cidadãos israelitas com todos os direitos e privilégios dos outros israelitas, apenas 30% escolheu a primeira opção; 35% preferiam a cidadania israelita; 35% recusaram-se a responder ou disseram que não sabiam.

Sabem o que isso significa, certo? Pelo menos 70% dos árabes prefere viver entre os Judeus do que viver sob o jugo da autoridade palestina. Porque será?

Estes números provavelmente estão mais perto dos 100%, só que muitos deles provavelmente tiveram medo de admitir a verdade sob o risco de serem identificados como "colaboradores" ou "traidores".

Os restantes 30% provavelmente mentiram porque, tal como os outros 35% que "não sabem", recearam serem mortos.

Como é que os esquerdistas harmonizam a mitologia da "opressão" dos palestinos com o seu desejo de continuar a viver entre os mesmos Judeus que alegadamente os oprime? Reparem que, mesmo levando os números tal como eles estão, há mais muçulmanos a querer viver entre os Judeus do que muçulmanos a querer viver sob a autoridade palestina.

Se nós formos a aceitar as mentiras dos média esquerdistas (de que os palestinos vivem em "campos de concentração"), isto é análogo a dizer que 35% dos presos em campos de concentração nazis preferirem continuar presos do que serem libertos.

Um director do "Palestinian Center for Public Opinion", Nabil Kukali, disse que "o povo está dividido", mas isto é pura mitologia. Pelo que vêmos nos dados da sondagem, o povo não está minimamente "dividido": eles querem permanecer entre os Judeus.

Eles sabem o que significa perder a cidadania israelita e passar a ter a mundialmente "respeitada" cidadania palestina: passar do 1º mundo para o 3º mundo, da civilização para o barbarismo, da modernidade para a era pré-Idade Média, duma cultura que constrói telemóveis e novos avanços na medicina, para uma "cultura" que ensina às crianças formas de odiar os não-muçulmanos - os Judeus em particular.

Só 30% dos palestinos quer viver entre eles.

-Fonte-


domingo, 18 de setembro de 2011

Grupo islâmico obriga professores a ensinar em arábico

O grupo islâmico somali al Shabaab baniu a língua inglesa das escolas na cidade de Kismayu (sob o seu controle), e exigiu que os professores transformem o currículo de modo a que este inclua arábico e estudos islâmicos.

O último édito mostra o quão profundas são as distinções políticas entre grupo terrorista (e o seu propósito de impôr leis islâmicas rígidas) e o governo actual, que concordou em levar a cabo eleições. Apesar do apoio da comunidade internacional, o actual governo practicamente só controla a capital e pouco mais.

A nova decisão escolar chega dias após os rebeldes terem ordenado aos comerciantes de Mogadishu que retirem os cartazes em inglês e somali e os substituam por cartazes em arábico. Depois de uma semana de encontros entre as duas partes, professores de Kismayu afirmaram que o grupo al Shabaab ordenou que o programa de estudo seja alterado já este mês.

Mahmud Ali, chefe da escola secundária Mohamed Jamac e da escola primária de Kismayu, disse o seguinte à Reuters (por telefone):

Nós costumávamos ensinar os estudantes usando currículos quenianos, sudaneses ou malaios, todos em inglês, como forma de garantir que os estudantes pudessem entender o material quando chegassem à universidade.

A supremacia da cultura árabe dentro da cosmovisão maometana revela mais uma vez que estamos na presença duma ideologia política e não uma religião no sentido usado para o Judaísmo, o Cristianismo ou o Budismo. O islão é a forma como os árabes pretendem espalhar a sua cultura por todo o mundo sob a bandeira de "religião".

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis