MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Polaco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Polaco. Mostrar todas as mensagens

domingo, 16 de agosto de 2015

Três homens que salvaram o Ocidente da invasão islâmica

Por Robert Beckman

Nem sempre a Civilização Ocidental teve o poder militar e científico que tem tido nos últimos 500 anos. Isto só foi possível devido às acções de um grupo de elite de homens a lutar através das gerações. Isto só foi possível através da ponta dos machados, das espadas e dos rifles. Apresento-vos 3 homens assim, que definiram as fronteiras da Civilização Ocidental e demarcaram um futuro para que o Ocidente se tornasse próspero.

1. Charles Martel (O Martelo) e a Batalha de Tours.

A Europa de 732 AD , tal como a de hoje, encontrava-se sitiada por invasores islâmicos. Os Mouros haviam avançado através da Península Ibérica e tinham os seus olhos focados no coração da Europa. Charles não tinha um exército profissional ao seu comando, mas sim agricultores normalmente habituados a lutar entre o plantio a colheita.

O seu grupo-ralé de guerreiros-agricultores encontrava-se excedido em número na ordem de 3:1, e estavam a lutar contra soldados profissionais endurecidos pela guerra. Usando tácticas defensivas, formações unidas, e tendo o terreno como vantagem sua, Martel foi capaz de parar a invasão islâmica da Europa.

2. Jean De Valette e o Cerco de Malta

No ano de 1565 AD, o Império Otomano estava a expandir-se rapidamente para o oeste, havendo já tomado conta da maior parte da zona costeira do Norte de África e dos Balcãs. Tudo o que se encontrava no seu caminho, a impedir mais conquistas, era uma pequena ilha do Mediterrâneo ocupada por uma pequena ordem de 700 cavaleiros. Se os Otomanos tivessem conquistado a ilha, passariam a ter um trampolim para a Sicília, Itália e mais para dentro da Europa.

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários foi reforçada com nativos Malteses, um pequeno número de guerreiros Italianos, Gregos e Espanhóis, bem como os seus serventes. Mesmo com este reforço, as forças dos Cavaleiros encontrava-se excedida em número na ordem dos 8:1. No espaço de um mês, a força de 50,000 guerreiros Otomanos, juntamente com 70 canhões de cerco, capturaram o Forte de São Elmo.

Os corpos dos cavaleiros mortos foram decapitados, amarrados de modo a formar uma cruz, e colocados a flutuar rumo ao Forte São Angelo. De Valette respondeu ao insulto ordenando os seus homens que disparassem, com canhões, cabeças de soldados Otomanos em direcção aos acampamentos dos Otomanos.

O cerco continuou, e cerca de dois meses mais tarde, os Otomanos conseguiram fazer uma brecha nas paredes da ilha principal, e passaram a contar com uma vitória. Mas não foi isso que aconteceu. O próprio De Valette pegou no seu pique e avançou contra a brecha, inspirando os seus homens. Os Otomanos que entravam pela brecha foram cortados e abatidos ao mesmo tempo que eram empurrados para frente pela massa de corpos atrás deles.

Os homens de De Valette resistiram corajosamente durante mais um mês até que uma força de socorro de 28 barcos contendo 10,000 guerreiros provenientes de toda a Europa Cristã expulsou os Otomanos.

3. Jan III Sobieski e Cerco de Viena

No ano de 1683, o Turcos Otomanos estavam a preparar uma ofensiva gigantesca a Viena, um importante ponto estratégico que, se tomado, deixaria as portas da Europa abertas para ao domínio islâmico. Mais uma vez, as forças Europeias encontravam-se numericamente severamente excedidas. Uma coligação de nobres Germânicos, o Santo Império Romano, e a Commonwealth Polaco-Lituana levantou-se contra 300,000 invasores islâmicos.

As fortificações de Viana era as mais fortes e as mais avançadas da altura, com centenas de canhões de ponta colocados estrategicamente por todas as paredes. Sapadores Turcos cavaram túneis por baixo das paredes e colocaram barris de pólvora em locais estratégicos. Durante dois meses, Viena viu-se isolada e passou fome. As paredes estavam a ser destruídas em pedaços e os abastecimentos tinham acabado. No preciso momento em que a cidade estava quase a ser tomada, 80,000 dos melhores soldados da Europa, sob o comando do Rei Sobieski, vieram em defesa de Viena.

O Rei Sobieski, um génio da táctica, colocou cerca de 60,000 homens da infantaria a lutar logo no início do dia. Depois de horas de combate, os Turcos estavam desgastados e cansados. O Rei Sobieski liderou então o maior ataque de cavalaria da História; cerca de 20,000 cavaleiros avançaram ao mesmo tempo pela encosta abaixo rumo aos Turcos desgastados. À frente do ataque encontravam-se 3,000 Hussardos Polacos, a cavalaria pesada mais bem treinada, melhor equipada, mais implacável de sempre.

O resultado foi uma carnificina. Até à moderna política de imigração, nunca o mundo islâmico havia tentado invadir o Ocidente a esta escala. (...)

- http://goo.gl/RY8VNo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

As misteriosas origens da "islamofobia" polaca

Segundo a companhia de pesquisa de marketing "TNS Obop", quase 50% dos polacos possui uma atitude "negativa" em relação ao islão - um aumento na ordem dos 30% em relação aos dados recolhidos há 4 anos atrás.

O cientista político Klaus Bachmann, escrevendo para o diário liberal Gazeta Wyborcza, afirma:

Para além de ser difícil explicar esta islamofobia, a mesma prejudica a reputação da Polónia no estrangeiro. E este país é um onde não houve um único conflito com o islão durante o último século, e onde os muçulmanos eram uma minoria religiosa bastante apreciada. Eles poderiam ascender a escada social e, em geral, a imigração muçulmana era mínima.

É difícil de explicar a origem desta aversão ao islão.

Felizmente que existem blogues como este e este prontos a ajudar esquerdistas ignorantes àcerca dos motivos que levam a que população pensante do mundo civilizado tenha aversão a uma ideologia política que quer destruir a superior civilização ocidental.

Entretanto, eis aqui alguns textos deste mesmo blogue:

1. Muçulmanos queimam rapariga Cristã até à morte

2. Igreja Católica chama atenção ao ódio anti-Cristão proveniente dos maometanos

3. Mil muçulmanos atacam aldeia não-muçulmana na Nigéria

4. Nigéria: Escravos de Alá continuam a matar Cristãos indefesos

5. Muçulmanos matam 20 Cristãos inocentes em mais um ataque cobarde

6. 18 Cristãos mortos por terroristas muçulmanos

7. Boko Haram planeia novos ataques aos Cristãos

8. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus - (1)

9. A existência de Israel não é o motivo do anti-semitismo islâmico

10. Muçulmanos lançam pedras a carro duma judia e atingem bebé de 20 meses

Se isto não for suficiente:

Vêr também:

Portanto, os polacos têm todos os motivos do mundo para estarem cépticos em relação à ideologia política com o nome de islão.

Klaus acrescenta ainda:
A islamofobia polaca vai ser um obstáculo enorme no aproveitamento da confiança que os polacos usufruem no norte de África, onde o nosso país é visto como um exemplo bem sucedido de democratização.
Ou seja, ou os polacos deixam de ser "islamofóbicos" ou então correm o "risco" de perder a confiança dos países do norte de África. Sem dúvida que esta "perda" vai ser totalmente devastadora para os polacos.

Obviamente, que isto é uma inversão de prioridades. Antes do esquerdista Klaus apelar ao "fim da islamofobia" (seja lá o que isso for), ele tem primeiro que inteirar-se das causas que levam um país de maioria Católica, sem história recente de conflitos com os maometanos, a ter quase metade da sua população aversa ao islão.

Esta aversão não acontece num vazio. Mas talvez o esquerdista saiba dos motivos e não queira aprofundar muito neles. Mas isso já é problema seu.

O primeiro grande islamofóbico polaco: o Rei Católico Jan III Sobieski.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis