MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 24 de novembro de 2012

Importando o assédio

Acho profundamente inaceitável que a minha filha de 16 anos não possa correr dentro do seu equipamento desportivo só porque a mesquita está perto do campo de jogos.

Mas voltemos a essa 6ª-Feira de Outubro, dia de rezas islâmicas. As meninas insistiram em ir correr no exterior, como os rapazes, mas a professora negou. Como justificação para a recusa, a professora lembrou que em 2009, numa classe só de raparigas que também foi correr fora, as raparigas foram insultadas. 

Os muçulmanos atiraram bebidas leves às meninas, num incidente que gerou uma reacção forte tanto do Departamento da Educação Pública como da mesquita. Os oficiais da mesquita pediram desculpas e comprometeram-se a desenvolver todo o tipo de esforços para garantir que incidentes da mesma natureza não se repetissem. O Departamento não avançou com a queixa legal.

Para Hafid Ouardiri, ex-porta-voz da mesquita, a reacção da professora foi sensata:
Vivemos numa sociedade pluralista onde é importante respeitar o que cada pessoa quer expressar. Ao decidir não trazer as jovens raparigas para perto da mesquita, considero que ela tomou uma decisão acertada. Acho que é melhor que um potencial problema, que poderia ser visto como uma provocação, seja antecipado.
No entanto, o mediador insiste em lembrar aos frequentadores da mesquita que eles não podem de maneira nenhuma definir a forma como os ocidentais devem viver as suas vidas:
É importante respeitar a mundivisão dos outros, mas é também importante que os adoradores saibam que existe aqui uma escola e um campo desportivo junto da mesquita. Eles têm que respeitar o espaço dos estudantes, quer elas estejam ou não a usar equipamento desportivo. Eles não podem de maneira nenhuma ficarem ofendidos com isso.

Hafid Ouardiri conclui:
Não seria melhor plantar árvores ou uma cerca verde grossa para gerar uma sombra entre a mesquita e o campo desportivo?

Fonte

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De facto, não era má ideia colocar uma divisória entre a mesquita e o campo de jogos das meninas porque, aparentemente, os adoradores desta mesquita específica não se conseguem controlar quando vêem uma rapariga em equipamento desportivo. Eu iria mais longe e colocaria uma divisória em redor desta mesquita como forma de proteger o resto da Suíça da predação visual destes adoradores.

Pior ainda, uma vez que os adoradores desta mesquita específica mais cedo ou mais tarde sairão da mesma e andarão pelas ruas suíças, não era má ideia a polícia local mantê-los sob vigilância visto que, segundo Hafid, é melhor impedir interacção visual entre estes homens e as mulheres do resto do país.

O mediador inocentemente afirma que os maometanos não podem definir a forma como os nativos devem viver a sua vida, mas é um bocado tarde para isso. É claro que os maometanos irão exigir que o resto do mundo se adapte à sua forma de vida porque é assim que o islão é. Segundo a visão por eles mantida, não são os maometanos que têm que se adaptar aos costumes dos países para onde imigraram, mas sim esses países que têm que se acomodar às exigências muçulmanas.

Isto pode parecer demasiado ridículo e totalmente separado dos verdadeiros propósitos dos muçulmanos, mas façam um teste nas vossas vidas. Perguntem a 10  muçulmanos vossos conhecidos se as leis do vosso país devem ser modificadas para ajustar o estilo de vida islâmico, ou se são os muçulmanos que têm a obrigação moral de se adaptar ao país para onde eles voluntariamente imigraram. A maioria dirá que é o país que tem que acomodar o islão.

Verdade seja dita, se qualquer um de nós fosse muçulmano, nós agiríamos precisamente da mesma forma ; se nós acreditamos que o nosso estilo de vida foi-nos divinamente ordenado mediante o exemplo do "profeta" (sunnah), então é perfeitamente lógico que o muçulmano coerente coloque a sua religião acima das leis que ele considera estarem abaixo das leias islâmicas. O problema não é o muçulmano que age de acordo com a sua fé, mas sim o facto das pessoas (leia-se "elite esquerdista europeia") permitir a imigração de pessoas - independentemente da etnia - com uma filosofia de vida totalmente distinto do Europeia.

É extraordinariamente impressionante como os mais desinformados multiculturalistas realmente pensam que é possível separar a pessoa dos seus costumes culturais mediante uma transladação física.
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Mulher Cristã despedida por se queixar do assédio proveniente de muçulmanos

Funcionária Cristã iniciou um processo legal depois de perder o seu emprego após ter alertado para o que ela identifica como uma campanha de "ódio racial" levada a cabo por muçulmanos fundamentalistas.

Nohad Halawi, que trabalhou no aeroporto de Heathrow, está a levar a cabo uma acção legal contra os seus antigos patrões por ter sido injustamente despedida, alegando que ela e outros membros Cristãos do staff foram vítimas de assédio sistemático devido à sua fé.

Ela alega que lhe foi dito que iria arder no inferno devido à sua religião e que os Judeus eram os responsáveis pelo ataque de 11 de Setembro. Ela alega também que uma amiga foi reduzida a lágrimas por ter sido vítima de bullying por parte dos muçulmanos apenas por estar a usar uma cruz ao pescoço.

É suposto este ser um país Cristão, mas parece que a lei está do lado dos muçulmanos.
Mãe de duas crianças, ela alegou que sempre se deu bem com os seus amigos muçulmanos, e que as relações entre as pessoas com diferentes confissões religiosas sempre foram boas no passado.

A atmosfera só passou a ser mais desconfortável quando o número de funcionários proponentes dum islão mais "fundamentalista" começou a aumentar.

Ela diz que os muçulmanos assediam os Cristãos ao fazerem pouco deles por usarem uma cruz, ridicularizam o Senhor Jesus e afirmam que eles iriam para o inferno se não se convertessem ao islão.

Ela diz:

Uma vez um deles trouxe um Alcorão para o emprego e insistiu que eu o lêsse. Outro trouxe panfletos islâmicos e distribui-os aos outros funcionários.

Esta senhora aparentemente não sabe que o desprezo que os líderes marxistas ingleses têm pelo Cristianismo é análogo ao desprezo que os muçulmanos nutrem por essa mesma fé. Por isso é que os adoradores do deus Alá se sentem confiantes em levar a cabo este tipo de actos.

Dar al-Islam

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