MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 17 de junho de 2012

Governo inglês quer retirar filho de mulher associada à English Defence League


Assistentes sociais governamentais querem retirar o bebé das mãos da mãe - mal ele nasça - porque estão "preocupados" com as ligações "violentas" da mulher com a English Defence League. O Durham County Council (DCC) disse à mãe (Toni McLeod) que ela seria um "risco com consequências prejudicais" para o bebé.

Os assistentes sociais temem que a criança se possa radicalizar e subscrever à forma de pensar da ideologia presente na EDL. Como tal, para prevenir isso, o DCC quer retirar a criança da mãe e entregá-la para adopção.

Toni McLeod, grávida de 35 semanas, é uma antiga associada proeminente da EDL onde ela era notoriamente conhecida como "English Angel". A mulher de 25 anos possui uma série de condenações por violência, incluindo agressões às forças polícias na marcha de 2010. Para além disso, ela está proibida de possuir cães depois de ter atiçado um pitbull contra um ex-parceiro.

No entanto, o seu caso foi tomado por um membro do parlamento (MP) liberal John Hemming que, apesar de ser totalmente contra a EDL, levantou a questão na Casa dos Comuns. Ele contrastou o tratamento que ela recebeu com aquele que o extremista maometano Abu Qatada recebeu. Ele, apesar de todo o ódio e discurso violento, teve a permissão para manter os seus filhos. Mesmo agora, quando o governo inglês tenta deportá-lo, não há notícias de qualquer tipo de medida governamental para retirar os seus filhos da sua guarda.

Hemming diz:

Isto levanta uma questão curiosa relativa à forma como Abu Qatada teve permissão para radicalizar os seus filhos mas o Estado não quer que Toni McLeod tome conta do seu próprio filho devido ao receio dela dizer algo que os assistentes sociais não gostem.

Eu sou totalmente contra a EDL, que eu acredito ser uma organização racista, mas não creio que deveríamos remover crianças dos pais que tomem parte nas suas demonstrações, por mais equivocadas que elas possam ser.

Devido a isto, Toni tenciona sair do país e viajar para a Irlanda como forma de evitar esta intromissão governamental ideologicamente motivada na sua vida.

Fonte

* * * * * * *

Esta atitude é claramente um aviso sério em torno do que o esquerdismo causa às famílias. O perigo deste passo não é só que o governo se ache na posição de decidir quais são as mulheres suficientemente aptas para serem mães, mas sim no facto do governo poder tirar crianças de pais cuja ideologia de vida não se alinha com o que o governo pensa.

Quem é que garante aos ingleses que amanhã o governo não retire as crianças que tenham pais Cristãos pelo simples facto do Cristianismo ensinar que o homossexualismo e o aborto são moralmente condenáveis?

Para além disso, o MP democrata liberal demonstra de forma clara que esta medida é pura ideologia mascarada de genuína preocupação com as crianças. Se o gesto fosse genuíno, eles retirariam todas as crianças cujos pais estão associados a movimentos islâmicos publicamente defensores de violência contra os não-muçulmanos ingleses.

O problema do governo inglês não é a radicalização em si mas O TIPO de radicalização que as crianças podem vir a sofrer. Segundo o esquerdismo, qualquer tipo de radicalização anti-Cristã, anti-família, anti-heterossexualidade, anti-homens e anti-brancos é perfeitamente aceitável visto que isso ajuda o esquerdismo.

No entanto, qualquer tipo de "radicalização" em favor de movimentos que se alinham contra o esquerdismo militante são, por definição, "perigosos". Ou seja, segundo o esquerdismo, há radicalizações que são "boas" e outras que não são.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Video da English Defence League

Inglaterra: Todas as minorias religiosas co-existem excepto os islamitas. Quando a EDL ressalva este facto, os média esquerdistas culpam ....a EDL!

Os traidores marxistas culturais (dignos do tratamento de todos os traidores) alinham-se com os islamitas porque tencionam destruir a influência do Cristianismo na sociedade e na cultura.

O que estes ignorantes não sabem é que o islão não é uma ideologia com a qual se possa fazer acordos.





quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Homossexual que se manifestava contra a English Defence League hostilizado por muçulmanos

Sem dúvida que não poderia ter acontecido a melhor pessoa. Eis a história:

Peter Tatchell, um activista homossexual, foi-se manifestar contra a English Defense League (EDL) por considerar esta como uns "thugs" (bandidos).

(Para quem não sabe, a EDL é uma organização que defende a identidade e o respeito pela cultura britânica. Tem havido algumas acusações de racismo entre eles, mas eu ainda não vi nada de conclusivo).

Peter Tatchell carregava consigo mensagens como "Gays and Muslims UNITE! Stop the EDL" e "Stop EDL and far-right islamistas! No to ALL hate!"

Os muçulmanos viram tais cartazes (associando muçulmanos com homossexuais) e repudiaram-nos. As coisas chegaram a tal ponto que o activista homossexual chegou a temer pela sua integridade física. Eis o que o site homossexual diz sobre o incidente (clique para aumentar).



Isto demonstra bem como a aliança entre esquerdistas e muçulmanos está condenada ao fracasso. Os muçulmanos são totalmente patriarcais (para horror das feministas) e totalmente contra a homossexualidade (para horror dos activistas gays).

Uma vez que os esquerdistas lutaram tanto para aumentar o número de muçulmanos no Ocidente (como forma de reduzir a influência do Cristianismo), como é que eles pensam conter a ameaça islâmica?

Este incidente deveria ser exposto em todos os blogues e órgãos de informação para que os esquerdistas europeus vejam o que lhes espera.

Sem a influência Cristã a Europa é um barco pronto a ser tomado pelos muçulmanos e isso está a tornar-se cada vez mais óbvio.


quarta-feira, 30 de março de 2011

Grupo Islâmico ameaça perturbar o casamento de Príncipe William

O Daiji World reportou que um grupo de "extremistas" Muçulmanos alegadamente ameaçou perturbar o casamento do Príncipe William, dizendo que "o dia que a nação tanto esperou vai-se tornar num dia de pesadelo" (como se não fosse pesadelo suficiente ter um país controlado por marxistas culturais a usar o islão para destruir a sociedade).

William, de 28 anos, vai-se casar com Kate Middleton (29) na Abadia de Westminster no dia 29 de Abril.

O The Sun, citando oficiais da Scotland Yard, revelou que um grupo muçulmano com o nome "Muçulmanos contra as Cruzadas" determinou-se a perturbar o casamento real e chegou a ameaçar a cerimónia com a instigação de um tumulto.

Entretanto, o grupo "English Defence League" também se comprometeu a agir contra as pessoas que tentassem gerar caos durante o evento real.

O grupo islâmico levantou um site mostrando fotografias do Príncipe Harry com o texto "O padrinho é um nazi". Isto provavelmente deve-se a uma foto de 2005 onde se vê Harry numa festa dum amigo usando um símbolo nazi.

Mas estes muçulmanos não só são ingratos para o país que os recebeu, como também são ignorantes da História. O Nacional Socialismo e o islão eram aliados durante a 2ª Guerra Mundial. Uma vez que estas ideologias tinham o mesmo ódio aos Judeus e aos Cristãos, eles juntaram forças para levar a cabo a Solução Final no médio oriente. Portanto, como os muçulmanos e a nacional socialista eram aliados, se calhar o site esteja a elogiar o Príncipe Harry quando lhe chama de nazi.

Adolf Hitler disse:
  • Had Charles Martel not been victorious at Poitiers — already, you see, the world had fallen into the hands of the Jews, so gutless a thing is Christianity! — then we should in all probability have been converted to Mohammedanism, that cult which glorifies the heroism and which opens up the Seventh Heaven to the bold warrior alone. Then the Germanic races would have conquered the world. Christianity alone prevented them from doing so.”
(Adolf Hitler, 28 August, 1942 p. 667 “Hitler’s Table Talk; 1941-1944? translated by N. Cameron and R.H. Stevens, Enigma Books (1953))

O islão e o nacional socialismo são amigos na jihad. Os métodos mudam mas o propósito é o mesmo, portanto não se entende a acusação do site islâmico.

...

O site classifica ainda a família real de "inimigos de Alá e do seu mensageiro" - como se isso fosse algo de mau. Ter como inimigo um espírito maligno que pactua com a pedofilia não é propriamente um insulto.

A bandeira Britânica é mostrada a ser queimada juntamente com imagens de crianças muçulmanos que alegadamente foram mortas por soldados Britânicos.

Como se isso não fosse suficientemente mau por parte dos adoradores do anjo caído com o nome de Alá, Robert Spencer (Jihad Watch) lembra-nos ainda que:

Este é o mesmo grupo que provocou a raiva pública quando perturbou o momento de silêncio do Dia do Armistício e queimou réplicas da "poppy" (o símbolo britânico usado para lembrar e homenagear os soldados caídos na guerra) enquanto cantava “Soldados britânicos, ardam no inferno!!” e mostrando estandartes a dizer "o islão vai dominar."

Robert Spencer revela ainda que o homem acusado e multado por perturbação da ordem pública trabalha em part-time e recebe £792 por mês em benefícios sociais. Aqui se vê mais uma vez a aliança entre os marxistas culturais e o islão - de mãos dadas para destruir o patriotismo e o orgulho nacional.


Estes mesmos muçulmanos mostraram sinais que diziam “Soldados britânicos, ardam no inferno” durante o Dia do Armistício.

[Fonte]


Estes perturbados mentais só tem o poder que têm porque quem controla a Inglaterra os usa para atacar os fundamentos da civilização ocidental. Se o sistema legal britânico não estivesse a ser distorcido de modo a impedir as pessoas de se defenderem deste tipo de comportamentos, estes ingratos muçulmanos há muito que 1) mudariam o seu comportamento ou 2) eram "convidados" a sair do país. De qualquer forma, os outros moradores da Grã-Bretanha ficavam a ganhar.

Este tipo de coisas acontece sempre que os muçulmanos se encontram em número suficiente para serem usados nos jogos de poder. Não há forma de ocidentalizar os muçulmanos porque o seu código de vida contradiz os valores e os costumes da superior civilização Judaico-Cristã.

Se esta cultura quer sobreviver, ela tem que acordar e aperceber-se que está a ser invadida por uma ideologia totalitária, hostil e violenta. O problema é que em muitos países da Europa há um forte interessa dos líderes em manter os muçulmanos com poder político influente como forma de os usar contra os partidos mais conservadores.

Enquanto houver esse status-quo, os muçulmanos vão continuar com demonstrações de ingratidão como as manifestas no texto em cima e vão continuar a fazer o seu jogo até que os ingleses desistam de lutar. Então a vitória será deles.

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