MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

A camisola proibida

O pequeno vendedor tinha todas as camisolas das equipas presentes no Europeu à venda no Sábado passado, excepto a camisola da selecção portuguesa.
Não temos permissão para vender a camisola porque tem há uma cruz nela. . . . . . Eu ainda gosto de Portugal e vou torcer por eles, mas nós somos um país islâmico e como tal não queremos enervar as pessoas.
Embora não esteja oficialmente banida do país, vários clérigos muçulmanos vocalizaram já as suas preocupações em torno da camisa por esta ter uma enorme cruz na parte frontal - ressalvando a fé Católica de Portugal.

Mas na Malásia, os símbolos encontram-se frequentemente sob ataque por parte dos líderes religiosos muçulmanos. No entanto, um fã, que voltou recentemente da Tailândia, usa a sua camisola do Ronaldo com orgulho:

Não me interessa o que eles dizem. Isto é apenas futebol e não religião.
A camisola portuguesa não é a única a ser retirada das prateleiras. O Brasil, que tem exibe outra cruz enorme, viu a camisola da sua selecção a ser impedida pelos clérigos. O Manchester United, o clube mais popular do mundo, também gerou a ira dos clérigos neste país do sul da Ásia devido à sua alcunha: os Diabos Vermelhos.

Apesar do clube de Old Trafford ter cerca de 81 milhões de seguidores na Ásia (estimativa), um clérigo disse:

Tu estás a promover o diabo.
Outro clérigo acrescenta:
Isto é muito perigoso. Como muçulmanos, nós não deveríamos adorar símbolos das outras religiões ou os diabos. Isto vai corroer a nossa crença no islão. Não há qualquer motivo para nós, como muçulmanos, usarmos estas camisolas, quer seja por motivos desportivos quer seja por motivos de moda.
De qualquer forma, os malaios preparam-se para o torneio continental Europeu e um grande número já está a escolher as camisolas da sua equipa favorita . Um vendedor afirma:
Estamos a conseguir vender a maioria delas por causa do torneio, e como tal, isto é bom para o negócio.
Excepto para os fãs de Portugal.

Fonte

* * * * * * *

Se nós no ocidente fizéssemos o mesmo em relação aos símbolos islâmicos, seríamos classificados de "racistas" (embora ser muçulmano não seja pertencer a um grupo étnico) e "preconceituosos". No entanto, quando os maometanos fazem isso, ninguém diz nada.

domingo, 27 de maio de 2012

Brasileiros discutem na internet criação de um partido islâmico


Não é só na Europa.
O blog da SIM (Sociedade Islâmica do Maranhão) revela estar havendo entre as comunidades de muçulmanos um debate para a criação do PIB (Partido Islâmico Brasileiro). No blog há, inclusive, o que seria a bandeira de um Brasil de Maomé: uma lua crescente com uma estrela (símbolo do Islã) no lugar da inscrição positivista “ordem e progresso” e do Cruzeiro do Sul (que pode ser tomado como uma referência ao cristianismo).

O autor do post que apresentou uma proposta para a doutrina do partido se manteve no anonimato, identificando com o nome da sociedade, embora em alguns trechos escreva na primeira pessoa. É de se supor que seja um director da SIM.

Ele afirmou que o lema do PIB é "Islã, Propriedade e Família". O que lembra a TFP (Tradição, Família e Propriedade), uma organização católica de ultradireita [sic].

O autor do post, contudo, ressaltou que o PIB vai combater “as doutrinas socialista e fascista”. “Queremos apresentar uma alternativa concreta ao povo brasileiro, a qual não é capitalista, nem comunista, não é liberal nem socialista, mas é única e exclusivamente ISLÂMICA”, escreveu.

O autor reconheceu que ainda é cedo para iniciar uma campanha para o recolhimento das 450 mil assinaturas para a criação do partido, conforme exige da legislação. Por isso, o “momento é para a construção [informal] de directórios municipais e estaduais e depois o diretório nacional”.

Ele sugeriu colocar o nome do partido em “banho-maria”, de modo que possa ser mudado, se preciso, para torná-lo mais digerível, conforme ficou subentendido no blog.

Disse que o partido islâmico vai ter de enfrentar uma grande oposição porque “o Islã propõe uma total inversão da maioria dos valores cultuados pela sociedade brasileira”.

Como exemplos, mencionou que o islamismo não admite a cobrança de juros e a comercialização de bebidas alcoólicas. Por isso, disse, bancos e sector de bebidas estão entre os principais “inimigos” do Islã.

Ele reconheceu que, se fosse criado agora, o partido islâmico não teria condições de enfrentar os conflitos desencadeados pela sua proposta de “inversão dos valores” dos brasileiros.

Escreveu que a estratégia agora é a de “acúmulo de forças”, o que inclui, já nas próximas eleições, apoiar candidatos a vereador e a prefeito de partidos que “sejam aprovados pelo movimento [dos muçulmanos]”.

O autor revelou que se tornou muçulmano há dois anos e que participou da criação em 2005 do PSOL, partido que, segundo ele, se desviou de seus objectivos.

Quando me reverti ao Islã, abandonei esta militância por acreditar que não há alternativa para o futuro da humanidade nas propostas defendidas por socialistas, capitalistas, fascistas, comunistas e outros istas”, disse. "O futuro e a libertação da barbárie passam, inequivocamente, PELO ISLÃ!

Não há dados oficiais sobre quantos brasileiros são muçulmanos. A estimativa de suas lideranças varia muito, vai de 200 mil a mais de um 1 milhão de fiéis.
"Libertação da barbárie" por meios maometanos sem dúvida que é uma ideia revolucionária. Que pena que durante os 1400 que os islamismo tem estado na Terra isso nunca tenha acontecido. Se calhar o "verdadeiro islão", tal como o "verdadeiro comunismo", ainda não tenha sido posto em práctica.

domingo, 17 de abril de 2011

Brasil sofre primeiro ataque terrorista de inspiração islâmica

Assassino que cometeu chacina no Rio era conhecido como Bin Laden e queria jogar avião contra Cristo Redentor no Rio

Julio Severo
O que foi que matou 12 crianças numa escola do Rio? Foi uma arma? Foi a violência? Foi o preconceito?
De acordo com o jornal Zero Hora, o autor da chacina, Wellington Menezes de Oliveira, tinha preferência pelo islamismo e era fascinado pelo ataque terrorista islâmico contra os EUA em 11 de setembro de 2001.
O sonho dele? Jogar um avião no Cristo Redentor.
Qual foi sua motivação principal para chacinar tantas meninas? Ele era homossexual e odiava mulheres? Embora ele tivesse no passado sido testemunha-de-jeová, religião herética não aceita por católicos e evangélicos, e a confusão religiosa fosse patente nele, é inegável, porém, a influência religiosa predominante que inspirava sua violência e sonhos de destruição por meio de um avião.
As testemunhas-de-jeová, por mais heréticas que sejam, não têm nenhum histórico de usar aviões para ataques terroristas contra prédios. Nenhum dos terroristas que atacaram os EUA há dez anos era dessa religião. Mas todos eles eram muçulmanos.
O próprio primo do chacinador afirmou que “ele se dizia fundamentalista muçulmano e treinava pilotar aviões, num jogo de computador.”
E o jornal Zero Hora confirma: “Por ter deixado uma longa barba crescer, alguns vizinhos o chamavam de Bin Laden”.
Evidentemente, os progressistas e outros marxistas taparão esse escândalo com outras explicações. Tudo, menos terrorismo islâmico.
E os pais e mães que estão sofrendo nunca mais poderão recuperar seus filhos queridos. Não porque simplesmente a escola estava sem proteção, mas porque o Brasil está entregue a uma covarde ideologia politicamente correta, que ordena a saída das escolas de Deus e seus valores e introduz uma tolerância que traz homossexualismo, em nome da diversidade sexual; islamismo, em nome da diversidade religiosa; e bruxaria africana, em nome da diversidade cultural.
Tira-se Deus, e entra todo tipo de ideologia de tolerância para o mal. Entra o próprio demônio.
Nos EUA, depois que se proibiram orações e leitura da Bíblia nas escolas, essas instituições se tornaram palcos de chacinas, um show macabro que parece que nunca mais vai acabar.
O Brasil acabou de entrar no show macabro, com a ajuda de um homem inspirado pelo terrorismo islâmico.
Como deter as chacinas? Colocando policiais nas escolas? E quando surgir o problema de um policial fanático islâmico atacando as escolas? Aí recorreremos ao quê?
O que o Brasil precisa é buscar a Deus. O Brasil precisar chutar a doutrinação homossexual para fora das salas de aula. O Brasil precisa chutar a doutrinação de prostituição para fora das escolas. E precisa enxotar a bruxaria também.
O maior símbolo do Rio de Janeiro é o Cristo Redentor, que é odiado pelo diabo. Talvez fosse por isso que o terrorista islâmico brasileiro o quisesse destruir.
Convidemos o Cristo Redentor — não o de pedra, mas o Vivo — para entrar em nossas escolas. Ele é a nossa única esperança e protecção.

Fonte: www.juliosevero.com

Actualizado em 9 de abril de 2011, às 8h45min.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Assassino do Rio de Janeiro não era muçulmano mas sim evangélico

Contrariamente ao que parecia, o assassino do Rio de Janeiro não era muçulmano mas sim mais um evangélico maluco. Eis aqui algumas e vídeos deste evangélico.

Ficam aqui então as minhas desculpas por ter pensado que Wellington Menezes de Oliveira era mais um servo de Alá

(Obrigado ao blog "de olho na jihad" pela dica)




Manuscritos de atirador mostram fixação por terrorismo

Livros espalhados sobre a cama estão entre as cenas que chamaram a atenção dos peritos que entraram na casa do atirador Wellington Menezes de Oliveira na quinta-feira (7), dia em que ele matou 12 crianças em uma escola em Realengo. São volumes como "Estudo perspicaz das escrituras", "Anuário das testemunhas de Jeová", "O segredo de uma família feliz" e "Tradução das escrituras sagradas".

Para Paulo José Tapajós, professor de teologia da PUC do Rio de Janeiro, não são obras que permitem um estudo profundo de religiões. “Você não vai encontrar nesses livros um lado mais radical, um lado mais fundamentalista, pode até encontrar, mas de uma forma muito subliminar", explica.

O “Fantástico” teve acesso a manuscritos encontrados na casa do assassino. Há um exercício de inglês, anotações soltas, e o principal deles: uma espécie de carta - aparentemente dirigida a uma mulher, escrita provavelmente antes da morte da mãe, há dois anos.

Há muitas referências religiosas e sinais de tendências suicidas: "Os prazeres e o reconhecimento deste mundo são coisas passageiras e o que importa é ser reconhecido por Deus, porque não será com as pessoas limitadas desse mundo que viverei eternamente e sim com Deus".

Wellington é de uma família de testemunhas de Jeová, e critica os pais por não seguirem os preceitos da religião estritamente: "Meus pais têm fé em Jeová, mas deixam de cumprir com as exigências da congregação”. Ele relata sua rotina: "Infelizmente tenho que dividir meu tempo com tarefas de colégios, limpeza da casa, e ir à igreja das testemunhas de Jeová".

Em nota, a liderança das testemunhas de Jeová no Rio de Janeiro diz que "o homem que cometeu os crimes bárbaros na Escola Municipal Tasso da Silveira não era membro da religião das testemunhas de Jeová". E expressa "solidariedade às famílias das vítimas".

Interesse pelo islamismo
Nos últimos anos, Wellington parece se interessar também por outra religião: o islamismo. Uma das irmãs do atirador disse à polícia, em depoimento, que Wellington passou a frequentar uma mesquita no Centro do Rio. Na carta, ele relata um conflito: "Já errei com minha família, mas eu mudei com o alcorão e eles não confiam em mim".

Wellington faz referência ao que seria um grupo. E relata dividir o próprio tempo entre orações e reflexões sobre o terrorismo. "Estou fora do grupo, mas faço todos os dias a minha oração do meio-dia que é a do reconhecimento a Deus e as outras cinco que são da dedicação a Deus e umas quatro horas do dia passo lendo o alcorão. Não o livro, porque ficou com o grupo, mas partes que eu copiei para mim. E o resto do tempo eu fico meditando no lido e algumas vezes meditando no onze de setembro".

Para o professor de teologia, a mudança é um sinal claro da confusão mental de Wellington. “Acharia muito difícil um testemunha de Jeová realmente trocar Jesus por Maomé. Não é que seja contraditório, que seja um contra o outro, mas acho meio complicado um fanático por Jesus ser fanático por Maomé, acho difícil acontecer”, diz Tapajós.

O sheik Jihad Hassan diz que Wellington não era muçulmano e afirma categoricamente: “A religião islâmica proíbe esses atos. Ela não dá amparo, não ensina, ela não dá esses ensinamentos, ela não acolhe esse tipo de pessoa, esse tipo de pensamentos, ela ensina o bem. Ensina a preservar a vida, e não a tirar a vida”, diz Hassan.

Apesar de viver em aparente isolamento, Wellington Menezes de Oliveira deixou muitas pistas que precisam ser seguidas para entender qual foi o caminho que o levou a praticar tal barbaridade. Analisar essas pistas não é um trabalho fácil, porque é preciso separar o que é fato, verdade e o que ficção.

Documentos como os que o "Fantástico" apresentou levantam muitas perguntas, que precisam ser respondidas. Por exemplo: Wellington participou de algum grupo extremista, com ligações até no exterior, como diz nos papéis? Ou isso é apenas fruto de uma mente doentia?

No manuscrito, Wellington volta a citar o "grupo" -- e o nome de alguém que teria vindo do estrangeiro se repete, Abdul: “Tenho certeza que foi o meu pai quem os mandou aqui no Brasil ele reconheceu o Abdul e mandou que ele ‘viec’ com os outros precisamente ao Rio... porque quando eu os conheci e revelei ‘tudo’ a eles eu fui ‘muito’ bem recebido e houve uma grande comemoração”.

No mesmo trecho, ele diz algo que pode ser uma referência ao atentado de 11 de setembro. O tal Abdul parece ter se vangloriado de quase ter participado do atentado às torres gêmeas, uma fanfarronice para impressionar Wellington, se for verdadeira essa interpretação: "E o Abdul teve uma conversa comigo e me revelou que conheceu meu pai e que chegou a comprar uma passagem para um dos voos, mas não fazia parte do plano e usou uma identidade com algum dado incorreto pensando no futuro para não reconhecerem ele".

Mais adiante, surge um novo nome, Phillip. E sinais de desentendimento dentro do grupo: "Tive uma briga com o Abdul e descobri que o Phillip usava meu PC para ver pornografia. Com respeito ao Phillip, eu já esperava isso (...) Mas do Abdul eu não esperava isso... Nos dávamos bem e ele sempre foi flexível nas nossas conversas e dessa vez ele foi muito rígido".

O motivo da briga teria sido uma menina, de uma certa igreja, que Wellington teria tentado levar ao grupo: "É que eu resolvi falar sobre a menina que me convidou a ir a igreja dela e antes de eu terminar ele já foi cortar logo no início ao invés de ouvi-la depois disso ele me ligou umas vezes e eu disse que estou saindo por respeito ao grupo".

Obcecado por atentados
Wellington também manifesta vontade em conhecer países de população islâmica: "...pretendo trabalhar pra sair desse estado ou talvez irei direto ao Egito". Além da carta, a polícia encontrou uma folha com anotações soltas, e uma referência à Malásia, um país de maioria islâmica, onde há alguns dos edifícios mais altos do mundo.

Ele anota que é preciso verificar as condições climáticas da Malásia em setembro, mês dos ataques de 2001 em Nova York. Sinais de uma mente delirante, obcecada por atentados. Nas anotações há expressões como "torres gêmeas”, "retornar fotos e dados sobre tais condições climáticas na malásia no mês de setembro", "clima", "torres altas", "procurar aviões da malásia", "voos" e "aeroportos".

A fixação pelo terrorismo tinha sido percebida por pessoas que conviviam com Wellington, como o barbeiro que o atendia há sete anos. À polícia, ele disse que "no último ano Wellington passou a deixar a barba crescer, atingindo o comprimento até o peito". Quando brincou com Wellington, dizendo que cortaria a barba dele, o cliente o impediu , dizendo "vou ser expulso".

O barbeiro entendeu que Wellington se referia ao grupo de islamismo, pois ele dizia que o islã era a religião mais correta, e que estava estudando o alcorão. As reuniões, segundo o depoimento, aconteceriam na Barra da Tijuca ou no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro.

O responsável pelo inquérito não considera necessário abrir essa linha de investigação. "Tudo o afasta de grupos extremáticos. É sim um louco, que de forma covarde resolveu atingir a vida de crianças indefesas para depois se suicidar como ocorreu", diz o delegado Felipe Ettore.

Líderes espirituais e especialistas concordam que atos como o do assassino Wellington nada têm a ver com religião. "A coisa mais complexa quando alguém pode ter uma conduta fanática é que ele não consegue enxergar a si mesmo como alguém que está num nível equivalente a outros seres humanos. Ele se considera ou um escolhido, ou um eleito, ou uma pessoa especial. Esta autoimagem muito completa, aquela que não tem críticas sobre si mesmo, ela dá uma convicção e a convicção vira obsessão e a obsessão pode gerar uma conduta horrorosa, como a que nós tivemos", diz o filósofo e professor Mario Sérgio Cortella, especialista em estudos da religião.

"Acho muito importante as pessoas saberem diferenciar esses discursos ultrarradicais, intolerantes, das tradições das religiões, que na verdade são de milhões de pessoas pelo mundo inteiro, que não se pautam por esse nível de violência, não se pautam por nada que tenha essa função destrutiva", diz o rabino Nilton Bonder.

Fonte

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Jihad no Brasil: muçulmano invade escola e mata 9 inocentes

Rio De Janeiro: Muçulmano cita o islão no massacre de crianças

Pelo menos 11 pessoas (na maioria crianças) morreram quando um homem armado atacou uma escola no Realengo nos subúrbios pobres do Rio de Janeiro.

De acordo com um relatório policial preliminar, o assassino - um antigo estudante da escola de 24 anos - matou-se com um tiro na cabeça. Ele havia atacado a escola Tasso da Silveira onde cerca de 400 estudantes com idades compreendidas entre os 9 e os 14 frequentam.

A polícia brasileira representada por Djalma Beltrami não só disse que o assassino usou dois revólveres e muita munição, como também que ele havia deixado uma carta onde ele antecipou o seu suicídio depois do ataque.

Beltrami descreve a carta como "as palavras de alguém que já não acredita em mais nada, cheia de frases que não faziam sentido e referências ao fundamentalismo islâmico." Aparentemente "fazer referências islâmicas" não é motivo suficiente para o senhor Djalma Beltrami.

Beltrami disse que o atacante não só foi uma pessoa amigável enquanto entrava na escola, mas também que também falou com os administradores e os professores e pediu permissão para se dirigir às crianças.. Quando chegou ao terceiro andar do edifício, o suspeito entrou numa das salas de aulas e começou a atirar contra os estudantes, matando 9 raparigas e 1 rapaz.

Roselane de Oliveira, irmã do assassino, disse aos órgãos de informação que o jovem "era muito estranho".

Não tinha amigos e passava o tempo todo na internet.
A irmã reportou ainda que nos meses que antecederam ao atentado ele se havia aproximado ao islão. As autoridades policiais, no entanto, ressalvaram não haver evidências concretas do ataque ter motivos religiosos ou políticos.

Fonte


Parece que a paralisia mental que ocorre em alguns ocidentais sempre que um muçulmano cita o islão como fundamento para as suas atrocidades também afectou o sr Djalma.

Ora, se o jovem fez referências islâmicas na sua carta de suicídio, se ele seguiu uma metodologia muito comum entre os adoradores de Alá, se ele se suicidou no final dos ataques, coisa também comum entre os muçulmanos, porque é que o sr polícia diz "não haver evidências concretas do ataque ter motivos religiosos ou políticos"?

Será possível que haja ocidentais assim tão atrofiados que não vejam o que está bem a sua frente, ou será que há um motivo por trás desta tentativa de se desculpabilizar o islão das atrocidades feitas por pessoas que citam o islão como fundamento para essas atrocidades?

A resposta mais óbvia é que esta tentativa de se proteger o islão faz parte dum leque de medidas que visam algo maior. Há uma ideologia que usa o islão para algo mais. Mas isso já é falado noutro blog.

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