MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 27 de maio de 2012

Brasileiros discutem na internet criação de um partido islâmico


Não é só na Europa.
O blog da SIM (Sociedade Islâmica do Maranhão) revela estar havendo entre as comunidades de muçulmanos um debate para a criação do PIB (Partido Islâmico Brasileiro). No blog há, inclusive, o que seria a bandeira de um Brasil de Maomé: uma lua crescente com uma estrela (símbolo do Islã) no lugar da inscrição positivista “ordem e progresso” e do Cruzeiro do Sul (que pode ser tomado como uma referência ao cristianismo).

O autor do post que apresentou uma proposta para a doutrina do partido se manteve no anonimato, identificando com o nome da sociedade, embora em alguns trechos escreva na primeira pessoa. É de se supor que seja um director da SIM.

Ele afirmou que o lema do PIB é "Islã, Propriedade e Família". O que lembra a TFP (Tradição, Família e Propriedade), uma organização católica de ultradireita [sic].

O autor do post, contudo, ressaltou que o PIB vai combater “as doutrinas socialista e fascista”. “Queremos apresentar uma alternativa concreta ao povo brasileiro, a qual não é capitalista, nem comunista, não é liberal nem socialista, mas é única e exclusivamente ISLÂMICA”, escreveu.

O autor reconheceu que ainda é cedo para iniciar uma campanha para o recolhimento das 450 mil assinaturas para a criação do partido, conforme exige da legislação. Por isso, o “momento é para a construção [informal] de directórios municipais e estaduais e depois o diretório nacional”.

Ele sugeriu colocar o nome do partido em “banho-maria”, de modo que possa ser mudado, se preciso, para torná-lo mais digerível, conforme ficou subentendido no blog.

Disse que o partido islâmico vai ter de enfrentar uma grande oposição porque “o Islã propõe uma total inversão da maioria dos valores cultuados pela sociedade brasileira”.

Como exemplos, mencionou que o islamismo não admite a cobrança de juros e a comercialização de bebidas alcoólicas. Por isso, disse, bancos e sector de bebidas estão entre os principais “inimigos” do Islã.

Ele reconheceu que, se fosse criado agora, o partido islâmico não teria condições de enfrentar os conflitos desencadeados pela sua proposta de “inversão dos valores” dos brasileiros.

Escreveu que a estratégia agora é a de “acúmulo de forças”, o que inclui, já nas próximas eleições, apoiar candidatos a vereador e a prefeito de partidos que “sejam aprovados pelo movimento [dos muçulmanos]”.

O autor revelou que se tornou muçulmano há dois anos e que participou da criação em 2005 do PSOL, partido que, segundo ele, se desviou de seus objectivos.

Quando me reverti ao Islã, abandonei esta militância por acreditar que não há alternativa para o futuro da humanidade nas propostas defendidas por socialistas, capitalistas, fascistas, comunistas e outros istas”, disse. "O futuro e a libertação da barbárie passam, inequivocamente, PELO ISLÃ!

Não há dados oficiais sobre quantos brasileiros são muçulmanos. A estimativa de suas lideranças varia muito, vai de 200 mil a mais de um 1 milhão de fiéis.
"Libertação da barbárie" por meios maometanos sem dúvida que é uma ideia revolucionária. Que pena que durante os 1400 que os islamismo tem estado na Terra isso nunca tenha acontecido. Se calhar o "verdadeiro islão", tal como o "verdadeiro comunismo", ainda não tenha sido posto em práctica.

domingo, 13 de março de 2011

Partido islâmico tunisino promete instalar sharia em caso de vitória eleitoral

Um partido islâmico tunisino afirmou recentemente que tenciona instalar um regime baseado na interpretação rigorosa da Sharia neste país do norte de África. Ridha Belhaj, um dos porta-vozes da organização islamita afirmou:

Estamos a trabalhar para instalar um regime fundamentado na Sharia... O Islão é a solução.
Embora eles alegadamente rejeitem a violência, eles não põem de parte a "rebelião e a desobediência civil de modo a estabelecer um estado islâmico."
Na religião islâmica, a nação tem o direito de depôr os líderes, mesmo que seja através do uso da força.
Paralelamente, Ridha Belhaj condenou o debate sobre a aquisição de direitos por parte das mulheres na Tunísia - o único país árabe onde a poligamia está banida.

A organização Hizb At-Tahrir planeia tomar parte das eleições marcadas para o dia 24 de Julho de modo a ganhar representação no parlamento - embora não reconheça as leis vigentes. "A Sharia é a única fonte de leis", afirmou o secretário geral Abdelmajid Habibi. O mesmo homem afirmou também que se os islamistas forem bem sucedidos em ganhar o poder, eles irão banir os outros partidos.


Usando a democracia para acabar com a democracia.


O Hizb At-Tahrir (que é um partido legal em Inglaterra e em muitos outros países ocidentais) também promete banir os partidos políticos opositores em caso de vitória eleitoral no ocidente.

Sinceramente, se não fosse a utilidade dos muçulmanos para o marxismo cultural (como arma com a qual atacar a superior cultura judaico-cristã) estes partidos políticos islâmicos que visam substituir regimes democráticos por regimes totalitários seriam banidos. Mas para os marxistas culturais as leis e as normas são irrelevantes se não podem ser usadas para o avanço da ideologia.

Por aqui se vê também que o islão não é uma religião como nos as conhecemos, mas sim uma teoria política que visa instalar uma forma de governo em tudo semelhante à que existia na Arábia durante a existência do "profeta" Muhammad. Todos os planos que os muçulmanos tem para o ocidente são planos políticos e não espirituais. As suas referências a Allah é uma forma de legitimar a sua visão política.

Por isso é que a "guerra contra o terrorismo" está a ser perdida - porque o lado da civilização não identificou ainda o inimigo: a ideologia política com o nome de islão.

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