Vários grupos esquerdistas organizaram-se para visitar a aldeia árabe de Awarta em suporte aos aldeões contra as actividades da IDF (exército israelita) nas buscas pelos assassinos do Rabbi Ehud Fogel, a esposa Ruth, e os filhos Yoav (11), Elad (4) e Hadas (3 meses).
A foto debaixo mostra Raya Yaron, porta voz do grupo Machsom Watch, a confortar uma mulher descrita como tendo 37 anos e passando por uma "depressão profunda".
Segundo a esquerdista, a mulher muçulmana desmaiou durante a visita e estava perturbada com a prisão do marido, dos dois filhos e da filha. A mulher chama-se Nuf Awad, e é a ma~e de Hakem Awad.É impossível o meu filho ter feito isto. . . . O meu filho nem sabe matar uma galinha.
Eles afirmaram não ter problemas alguns em cortar o pescoço do bebé Hadad enquanto este dormia uma vez que, segundo eles, o bebé era um Judeu.
Outra esquerdista a visitar a família Adams, digo, a família Awad foi Yaakov Manor (Alternative Information Center). Este palhaço disse o seguinte sobre a sua visita à aldeia árabe:
O horror que observamos em casa da família de Muhammad Awad não pode ser descrito como nada menos que um pogrom - um brutal e primitivo acto de vingança como forma de instigar medo e choque nos corações dos residentes.
O pai, Muhammad, 45 anos, o filho Majdi, 20 (um estudante universitário no 3º ano) o filho Amjad, 19, (um caloiro universitário) e o filho Hakem, 17 anos, foram presos.
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