MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Belgistão? Sharia ganha forças


Abu Imran (na foto), o líder do grupo maometano "Shariah4Belgium", afirma que é só uma questão de tempo até que a sharia domine sobre o país. Ele não diz isto de forma que nós dizemos "é só uma questão de tempo até começarmos a envelhecer" mas sim com o mesmo espírito com que dizemos "é só uma questão de tempo até que sejamos suficientemente numerosos para controlar os destinos desta região".

Entretanto, os maometanos engravatados defendem que o islão não tem propósitos imperialistas, e que os maometanos "apenas" querem viver a sua vida tranquilamente. Sabendo que o islão permite que os muçulmanos usem de "taqqiyah" para avançar com a causa islâmica, em quem é que devemos acreditar?

Sem dúvida que os maometanos tem o direito de viver a sua vida de forma tranquila e pacífica e não serem vítimas de qualquer tipo de descriminação injusta religiosamente motivada. O problema que a Europa enfrenta não é com a maioria dos muçulmanos que não está politicamente envolvida, mas com a minoria que está e que tem o apoio da maioria.

O que é que a superior civilização Cristã deve fazer para sobreviver a esta invasão?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jihad contra cães marcam o início da dhimmitude espanhola

The Jihad against dogsA recente matança de mais de uma dúzia de cães em Lérida, Espanha foi perturbadora. À medida que a população muçulmana aumenta - e não apenas em Espanha mas em toda a Europa e nos EUA - podemos ver com mais frequência este tipo de barbarismo.

Não acredito que este incidente represente todos os muçulmanos, mas o mesmo faz-me perguntar se isto pode ser o início do estatuto de "dhimmi" para os não-muçulmanos de Lérida. Actualmente, a população imigrante muçulmana constitui cerca de 20% da população total.

Dois grupos islâmicos em Lérida já estão a requisitar aos oficiais que "regulem" a presença de cães em espaços públicos uma vez que eles são vistos como impuros e a sua presença pública pode ofender os maometanos. Todos eles exigem que os cães sejam banidos de todas as formas de transportes públicos - o que inclui todos os autocarros públicos - e de todas as áreas frequentadas por maometanos.

Ou seja, em vez de serem os maometanos a adaptarem-se aos costumes europeus, têm que ser os europeus a adaptarem-se ao islão. O pior é que há muitas coisas que "ofendem" os seguidores de Maomé. Onde é que estabelecemos limites? Ao mesmo tempo que a população maometana cresce, a sua confiança para fazer exigências vai aumentado. Como é que isso pode ser controlado?

Outra coisa que convém perguntar é: o que é que eles farão quando forem 30% ou 40% da população de Lérida. Será que exigirão que sejam removidos os crucifixos dos edifícios Cristãos? Irão eles abolir todas as outras expressões públicas de religião com a excepção da sua? Afinal, todas essas coisas também "ofendem" os maometanos segundo as leis tradicionais em torno dos dhimmis.

Será que os Católicos serão forçados a levar a cabo os seus rituais religiosos fora do alcance auditivo dos maometanos como forma de evitar que estes últimos fiquem "ofendidos"? Irá a perseguição aos Judeus e aos Cristãos aumentar à medida que os maometanos vão crescendo em número?

Há alguma área do planeta onde os maometanos estejam em maioria e não haja perseguição e descriminação contra os não-maometanos?

Com a baixa taxa de natalidade dos espanhóis e a elevada taxa de natalidade dos maometanos, não demorará muito até que os nativos espanhóis se tornem numa minoria no seu próprio país. Quando os maometanos atingirem 60-70% da população de Lérida, serão os Cristãos forçados a viver segundo o estatuto de dhimmi? Serão eles impedidos de construir novas igrejas ou mesmo reparar as existentes?

Quão tolerantes serão os maometanos? Apoderar-se-ão das igrejas e transformá-las em locais de oração ao deus Alá? Belém foi uma cidade com maioria Cristã durante muito tempo mas mal ela caiu sob o controle dos maometanos (Autoridade Palestina) os Cristãos tornaram-se numa minoria em apenas 10 anos. Será este o destino dos Cristãos de Lérida?

Haverá algum tempo onde os maometanos aprendam a ser tolerantes em relação a outras ideologias? A história diz-nos uma história totalmente diferente.

....

Embora haja muitos muçulmanos tolerantes no mundo, não se vê algum em Lérida. É importante que os europeus e os americanos aprendam com isso e preparem-se para o futuro. A islamização é uma ameaça real para as sociedades livres e democráticas. Estes passos levados a cabo pelos islamitas de Lérida é o primeiro numa longa série de passas que visa transformar a sociedade de Lérida numa sociedade mais ao estilo do islão.

Nem todos os muçulmanos são imperialistas e possuidores dum espírito de colonização, mas isso não invalida que haja maometanos que vejam a sua presença no ocidente como "uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos], de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões."


domingo, 29 de maio de 2011

Líder islâmico russo quer que o crescente seja acrescentado à bandeira russa

"É isto uma tentativa de trazer as revoltas e a violência da "Primavera Árabe" até a Rússia?"

Esta foi a pergunta que atravessou Moscovo quando um líder religioso maometano apelou a que o crescente islâmico seja adicionado ao emblema russo.

Este apelo surpreendente por parte de Talgat Tadzhuddin durante uma entrevista a um jornal russo com alta circulação foi recebido com alarme uma vez que o imã lidera a Associação Central Espiritual dos Muçulmanos da Rússia (uma grande associação regional islâmica).

Mal a proposta se tornou pública, ela deu início a uma onda de condenações. Georgiy Vilinbakhov, líder do "Heraldry Service" da Rússia afirma:

De acordo com esta lógica, nós vamos ter que mudar o nome da Rússia, colocar uma tira verde na nossa bandeira e mover a capital de Moscovo para algures na fronteira entre a Europa e a Ásia.
Os receios de tensões renovadas entre o estado e os islamitas foram exacerbados porque Moscovo viu recentemente confrontos entre os jovens islamitas e os jovens russos.

Para além disso, a Rússia esteve envolvida num certo número de disputas através da sua fronteira a sul, zona essa que contém predominantemente populações muçulmanas buscando autonomia e domínio islâmico contra as tropas russas.

Na Tchechénia, por exemplo, a Rússia lutou duas guerras brutais e foi sujeita a ataques terroristas por parte de separatistas muçulmanos da região. Dois dos mais significantes foram os ataques de 2004 em Beslan, que deixou mais de 300 mortos [na esmagadora maioria, crianças indefesas e inocentes], e o cerco em Nord Ost por parte de 50 tchetchenos, que deixou 170 mortos.

Fonte


É por estas e por outras que minorias islâmicas são sempre uma bomba-relógio nos países não islâmicos.

Eles podem passar anos sem causar problemas graves, mas mais cedo ou mais tarde, e devido às crenças presentes no livros islâmicos autoritários, eles começarão a exigir acomodação e transformação da sociedade de forma a que ela esteja mais de acordo com o islão.

Não há forma de satisfazer a acomodação exigida pelos maometanos porque os pequenos passos de acomodação são apenas uma etapa até o controle político do pais (com a imposição da sharia).

A única forma de se resistir essa colonização é reduzir a influência do islão, quer seja através da deportação de quem causa problemas, quer seja com a defesa de quem revela a verdadeira natureza da ideologia política com o nome de islão.

Infelizmente, no ocidente não há vontade política para a tomada de tais medidas porque a classe política dominante na Europa quer usar o islão para reduzir a influência do Cristianismo. Curioso vai ser quando os islamitas se tornarem suficientemente numerosos para colocar líderes políticos pró-islâmicos no poder.

A questão aí vai ser: que outra ideologia irão os líderes ocidentais usar para reduzir a influência do islamismo na sociedade?

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