MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Crianças egípcias presas por "insultarem o islão" libertas

No passado dia 4 de Outubro o Procurador Geral egípcio ordenou a libertação dos dois rapazes Coptas Ortodoxos que haviam sido detidas sob acusação de terem urinado sobre páginas que continham versos do Alcorão.

Segundo o advogado Naguib Gebrail da comunidade Copta Ortodoxa, a rápida libertação dos rapazes foi facilitada pela intervenção directa do Presidente Mohamed Morsi após apelos do seu assistente Copta Ortodoxo Samir Marcos.

Segundo as formalidade vigentes, a prisão das duas crianças não estava de acordo com a convenção internacional dos direitos das crianças assinados pelo Egipto. De facto, as duas crianças, Nabil Nagui Rizq (10 anos) e Mina Nadi Farag (9 anos) foram colocados em detenção pelas forças de segurança também como forma de retirá-los do alcance da turba enfurecida que, incitada pelo sheik da aldeia, havia rodeado a delegacia policial.

Fides Botros Fahim Awad Hanna, Bispo-Auxiliar de Alexandria (Coptas Católicos) afirmou:

A libertação dos dois rapazes é uma boa notícia, mas os órgãos de informação do Egipto não colocaram um ênfase forte neste caso.

Acusações de se ter insultado o islão feitas contra os Coptas têm aumentado desde que o filme sobre Maomé, que se encontrava visível no YouTube, levou muitos maometanos a levar a cabo manifestações nas maiores cidades muçulmanas do mundo.

Fonte

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Incrível como uma sociedade pode legitimar o comportamento de turbas que querem atacar duas crianças de 10 e 9 anos. Será que o deus dos árabes (Alá) é tão fraco que se sente ameaçado por duas crianças? Ou será que os maometanos estão a usar este tipo de manobra como forma de reduzir a influência politica dos Cristãos no seu próprio país?

Livres

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Egipto: Suspeitos do bombardeamento de Igreja Copta libertados

Segundo o jornal egípcio Al-Dustur, vinte suspeitos do bombardeamento da Igreja Copta no Ano Novo foram libertos

A libertação dos suspeitos foi ordenada pelo general Mohammed Hussein Tantawi, que pertence ao concílio militar que tomou o poder em Fevereiro depois de protestos nacionais anti-governamentais que conseguiram depôr o presidente Hosin Mubarak depois de 30 anos no poder.

Vinte e quatro Cristãos foram assassinados durante este atentado levado acabo por muçulmanos, e cerca de 100 pessoas foram feridas no bombardeamento que iniciou protestos e atraiu a condenação internacional.

Os Cristãos Coptas, que são cerca de 10% da população local, pertencem ao grupo étnico que dominou o Egipto até à invasão muçulmana que ocorreu na segunda metade do século 7.

Um dos homens libertos alega que havia sido preso para silenciar o seu criticismo ao Estado. Ibrahim Ibata disse que foi preso porque ele alegou que o seu amigo havia sido preso pela policia durante um interrogatório.

Alguns dos suspeitos convocaram um conferência de imprensa para Quinta-feira onde se espera que eles descrevam as alegadas torturas que sofreram.

Fonte


Curiosamente, quando estes mesmos muçulmanos abandonam os seus desertos e se fixam nos países civilizados, exigem serem tratados da mesma forma (ou melhor) do que os locais. O que eles exigem do ocidente não é o que eles oferecem nos seus países.

A hipocrisia islâmica é algo que demonstra o quão falsa esta ideologia política é.

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