MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 26 de novembro de 2011

Novo caso de ataque e abuso sexual a jornalista no Egipto

©Le Monde

Volta a sobressair a face mais negra dos protestos no Egipto. Caroline Sinz, jornalista gaulesa da France 3, revelou ter sido atacada e abusada sexualmente na quinta-feira, quando foi rodeada por um grupo de jovens egípcios entre a multidão que enchia a Praça Tahir, berço dos protestos no Cairo, capital do país.

Os protestos sociais voltaram a irromper no Egipto, e com eles voltaram igualmente as agressões sexuais. Na praça Tahir, berço simbólico da revolução no país, milhares de egípcios voltaram em massa às ruas face às eleições marcadas para segunda-feira, voltando assim a puxar a atenção mediática da imprensa internacional.

Entre os jornalistas e repórteres presentes no Cairo para noticiar o movimento social, estava Caroline Sinz, da televisão France 3. A jornalista gaulesa, acompanhada por um repórter de imagem, entrou na quinta-feira pelo meio da multidão que enchia a praça, e o resultado voltou a ser lamentável.

VEJA o vídeo do momento em que a jornalista francesa terá começado a ser rodeado pelo grupo de jovens.

Absorvidos pela multidão, os jornalistas gauleses não tardaram a ser separados. De acordo com os relatos de Caroline Sinz, um grupo de jovens entre os 14 e os 16 anos acabaria por rodeá-la e assediá-la sexualmente. «[Fui] sujeita a agressões sexuais à frente de toda a gente e em plena luz do dia», começou por descrever, de acordo com o diário Le Monde.

«Pensava que ia morrer», disse, depois, ao relembrar os cerca de 45 minutos em que esteve sozinha no meio dos assédios e ataques dos jovens egípcios, que iam rasgando as suas roupas e tentando despir a jornalista da sua roupa interior.

O caso faz relembrar um episódio semelhante que ocorreu em Fevereiro, durante os protestos que conduziram à queda do regime de Hosni Mubarak. Na altura, a jornalista da CBS, Lara Logan, revelou ter sido atacada e agredida sexualmente por dezenas de egípcios que a engolirem no meio da multidão.

A jornalista revelou depois a sua experiência no famoso programa '60 minutos', produzida pela mesma estação televisiva.

Na quinta-feira, já El-Tahawy, uma blogger e activista egípcia alegou também ter sido alvo de agressões sexuais por parte das autoridades, que a detiveram no meio das manifestações que decorreram também na praça Tahir.

Fonte

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Organização "Repórteres Sem Fronteiras" apela aos media para não enviarem mulheres para o Egipto

A Associação Repórteres Sem Fronteiras alertou as empresas de comunicação social para não enviarem mulheres para o Egipto, depois de dois casos de alegadas agressões sexuais praticadas contra jornalistas mulheres.

Um comunicado da mesma organização refere que uma jornalista francesa terá sido a última vítima, atacada quinta-feira por homens numa rua do Cairo enquanto trabalhava.

Além da jornalista francesa, também a norte-americana de ascendência egípcia e ex-jornalista da agência Reuters, Mona Eltahawy, de 44 anos, contou ter sido atacada por polícias que além de agressões com bastões também a molestaram sexualmente.

Em Fevereiro, uma jornalista da norte-americana CBS tinha também sido atacada sexualmente.

Fonte

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Um "islamofóbico" confessa-se

(Fonte)
por ALBERTO GONÇALVES

Em plena praça Tahrir, 200 cidadãos festejaram a queda de Mubarak violando ou, para usar o eufemismo em voga, agredindo sexualmente a jornalista americana Lara Logan (do 60 Minutes). Fonte da CBS, a estação de Logan, afirma que esses pacifistas sedentos de liberdade (e de senhoras, aparentemente) gritavam a palavra Jew! (Judia!) durante o acto, pormenor omitido na vasta maioria das notícias sobre o episódio.

Compreende-se a omissão. O optimismo face à evolução da situação egípcia é tal que qualquer nota dissonante arrisca-se a ser mal interpretada. Eu, por exemplo, estive quase a sugerir aos que comparam o levantamento no Cairo com o 25 de Abril ou com o fim do comunismo no Leste europeu que inventariassem o número de repórteres violadas, perdão, sexualmente agredidas por multidões na Lisboa de 1974 ou na Budapeste de 1989. Porém, depois desisti. A mais vaga reticência à pureza intrínseca dos muçulmanos em êxtase suscita logo insinuações de "islamofobia" e "racismo".

Por acaso, não vejo de que modo a opinião negativa sobre uma determinada crença religiosa pode indiciar racismo. Quanto à crença propriamente dita, parece-me confuso acusar-se os cépticos de aversão ao islão enquanto se garante que a revolta no Egipto é completamente secular. Entre parêntesis, convém notar que a presença de um tarado teocrático à frente da novíssima reforma constitucional garante uma secularização sem mácula.

Fora de parêntesis, confesso: chamo-me Alberto e sou um bocadinho "islamofóbico". Nem sei bem porquê. Talvez porque, no meu tempo de vida, nenhuma outra religião inspirou tantas chacinas (já repararam que há pouquíssimos atentados reivindicados por católicos, baptistas, judeus, budistas ou hindus?).

Talvez porque nenhuma outra religião relevante pune os apóstatas com a pena de morte. Talvez porque não perceba que os países subjugados à palavra do Profeta consagrem na lei ou no costume o desprezo (e coisas piores) de mulheres, homossexuais, pretos, brancos e fiéis de outras religiões.

Talvez porque não se possa dizer que a sharia trata as minorias abaixo de cão dado que, não satisfeitos com o enxovalho dos semelhantes, os muçulmanos também acreditam que os cães são uma emanação do demónio e sujeitam os bichos a crueldades inomináveis. Talvez porque alguns líderes espirituais do islão foram convictos aliados de Hitler na época do primeiro Holocausto e alguns dos seus sucessores ganham a vida a exigir o segundo.

Talvez porque a presumível maioria de muçulmanos ditos "moderados" é discreta ou omissa na condenação dos muçulmanos imoderados. Talvez porque, nas raras oportunidades democráticas de que dispõem, os muçulmanos ditos "moderados" teimem em votar nos partidos menos moderados (na Argélia ou em Gaza, por exemplo).

Talvez porque inúmeros muçulmanos se ofendam com as liberdades que o Ocidente demorou séculos a conquistar, incluindo o subvalorizado mas fundamental direito ao deboche.

Talvez porque uma considerável quantidade de imigrantes muçulmanos no Ocidente rejeite qualquer esboço de integração e, pelo contrário, procure impor as respectivas (e admiráveis) tradições. Talvez porque, no Ocidente, o fervor islâmico colhe a simpatia dos espíritos totalitários à direita (já vi skinheads a desfilar lenços palestinianos e a manifestar-se em prol do Irão) e, hoje, sobretudo à esquerda.

E é isto. São minudências assim que determinam a minha fobia, no fundo uma cisma pouco fundamentada. Um preconceito, quase. Sucede que muitos dos que, do lado de cá de Bizâncio, acham intolerável tal intolerância, são pródigos na exibição impune de fobias ao cristianismo ou ao judaísmo (o popular "anti-sionismo").

E essa disparidade masoquista, receosa e ecuménica de pesos e medidas constitui, no fundo, o reconhecimento do confronto que nos opõe ao islão, mesmo o islão secular e cavalheiro da praça Tahrir, e o maior sintoma de que eles estão a ganhar por desistência. Adivinhem quem está a perder.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Lara Logan (CBS) violada no Egipto

Na Sexta Feira dia 11 de Fevereiro - o dia em que Hosni Mubarak renunciou - a correspondente da CBS cobria o júbilo na Tahrir Square para o programa “60 Minutes” quando ela e a sua equipa se viu rodeada por elementos perigosos durante a celebração. Era uma multidão de mais de 200 pessoas motivadas pelo frenesim.

No calor do momento, ela foi separada da sua equipa. Seguidamente, ela fisicamente e sexualmente violentada até que foi salva por um grupo de mulheres e cerca de 20 soldados egípcios. Ele entrou em contacto com a sua equipa da CBS, voltou ao seu hotel e regressou aos EUA no primeiro vôo do dia seguinte.

Neste momento ela encontra-se no hospital a recuperar.


Coisas como estas são difíceis de imaginar no mundo ocidental, mas são fáceis de acreditar no mundo islâmico. O próprio "profeta" do islão violou a judia Safiyah Bint Huyai Ibn Akhtab quando ele e o seu exército atacaram a tribo judaica de Khaibar. Para além disso, Muhammad deu permissão aos seus seguidores para abusarem sexualmente das cativas de guerra:
O apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar a Awtas pela ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o seu inimigo e lutaram contra eles. Eles venceram a batalha e levaram prisioneiros cativos.

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus maridos descrentes. Foi então que Allah, o Exaltado, enviou o verso alcorânico (Sura 4:24):

"E todas as mulheres casadas (te são proibidas) excepto aquelas (cativas) que a tua mão direita possuir"
(Abu Dawud 2150, e também Muslim 3433)
A repórter da CBS, aos olhos dos muçulmanos, nada mais foi que uma cativa que a "mão direita" dos muçulmanos possuiu.

Reparem que este comportamento bárbaro não pode ser separado do comportamento do "profeta" do islão. Foi ele que inventou um versículo precisamente para "legalizar" um práctica que os seus soldados (aparentemente mais nobres que o próprio "profeta) estavam relutantes em fazer.

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