MITOS ISLÂMICOS

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A fiabilidade dos soldados maometanos

O júri levou pouco mais de 4 horas para deliberar o soldado Naser Jason Abdo como culpado de tentar usar uma arma de destruição em massa, de tentativa de matar oficiais ou funcionários Americanos, e de 4 acusações de posse de armas. Abdo, de 22 anos não apareceu com os seus advogados quando os jurados e o juiz entraram na sala, e não revelou qualquer tipo de emoção quando cada um dos seis veredictos foi lido pelo oficial de justiça.

Abdo, que é seropositivo, e foi acusado de cuspir sangue aos seus carcereiros, usou uma máscara cobrindo o seu nariz e a sua boca durante todo o julgamento. Ele enfrenta agora uma pena de prisão perpétua e irá ser sentenciado em Julho próximo.

Os promotores afirmaram que Abdo já tinha começado a fazer uma bomba quando ele foi preso num motel em Killeen no ano passado, depois de ter abandonado sem justificação o Fort Campbell (Kentucky). As autoridades encontraram também numerosos componentes para construção de bombas, uma arma carregada, 143 cartuchos de munição, uma arma de choque, bem como outros items na sua mochila presente no seu quarto de motel.

Numa entrevista dada à polícia, Abdo disse que estava a planear um ataque na área de Fort Hood "porque não gosto do que a minha unidade fez no Afeganistão." Ele disse às autoridades que planeava colocar a bomba num restaurante cheio de soldados, esperar no exterior e disparar sobre quem quer que sobrevivesse - e tornar-se num mártir depois da polícia o matar. Abdo disse a um investigador que não planeava um ataque fora do Fort Hood porque ele não acreditava que ele seria capaz de entrar através dos portões de segurança.

Durante o seu julgamento de 4 dias foi tocada uma gravação aos jurados onde Abdo dizia à sua mãe que a sua religião o inspirava as suas acções, e que ele buscava justiça para os povos do Iraque e do Afeganistão. "O seu sofrimento é o meu sofrimento," afirmou Abdo. O principal advogado de Abdo, Zach Boyd, disse aos jurados durante os seus argumentos finais de que Abdo deveria ser liberto porque o seu plano nunca passou da fase da preparação.

A polícia de Killeen deu início às suas investigações no dia 26 de Julho depois dum empregado duma loja de armas ter reportado que um jovem havia comprado quase 3 quilos de pólvora sem fumaça, munições para uma espingarda, e um armazenamento de munição para uma pistola semiautomática, ao mesmo tempo que se comportava de uma maneira estranha e parecendo saber pouco do tipo de coisas que havia comprado.

Os oficiais ficaram a saber que Abdo havia comprado uma uniforme do Exército Americano e uma etiqueta com o nome "Smith" noutra loja, e os jurados analisaram uma gravação de vídeo onde se via Abdo a sair da loja usando o uniforme que ele havia acabado de comprar. Ele foi detido no dia 27 de Julho de 2011 depois da policia o ter localizado num motel em Killeen, há cerca de 150 milhas a sudoeste de Dallas.

Depois do julgamento, o procurador Mark Frazier falou com a Associated Press e disse que "Um desastre foi impedido porque alguém pegou num telefone e fez uma chamada. As pessoas que trabalham em negócios como este são vigilantes ... e arriscaram passar vergonha se as suas suspeições se revelassem infundadas, mas é isso que queremos que as pessoas façam."

Abdo ficou AWOL [Absent Without Official Leave = ausentou-se das suas funções militares sem permissão] da sua base militar no Kentucky durante o fim de semana em que se festejou o 4 de Julho, e dois meses depois de ter sido apanhado com pornografia infantil (o que suspendeu o seu estatuto de objector de consciência). Depois disso, Abdo dirigiu-se a Nashville, comprou uma arma dum vendedor da internet e continuou a viajar até que acabou numa povoação da área de Dallas. Ele pagou a sua comida em numerário, bem como os quartos de hotel, as passagens de autocarro e as despesas com o táxi. Para além disso, ele usou o cartão de identificação do seu colega de quarto.

Quando os seus amigos de Dallas não o ajudaram, e segundo o seu testemunho, ele tencionava dirigir-se para o Sul do Texas, mas escolheu ficar em Killeen porque se lembrou das notícias de 2009 onde se reportava a forma como um soldado maometano havia causado tumulto. (Esse mesmo maometano, Major Nidal Hasan, se for condenado no seu julgamento que tem início em Agosto, enfrenta agora uma pena de morte.)

Abdo tornou-se um maometano quando tinha 17, e alistou-se no exército em 2009, pensando que o serviço militar não entraria em choque com as suas crenças. Mas segundo o seu ensaio que fez parte da sua aplicação para "objector de consciência", Abdo reconsiderou a sua posição à medida que ele explorava o islão de forma mais profunda. Nesse tal ensaio, que ele enviou à AP em 2010, Abdo disse que os actos tais como o tiroteio de Fort Hood "estão em oposição ao que eu acredito como muçulmano."

Telegraph

* * * * * * *
O padrão é sempre o mesmo:

1. Homem ou mulher ocidental converte-se ao islamismo.
2. Homem ou mulher estuda o islão de forma profunda
3. Homem ou mulher apercebe-se que o islão ensina a jihad
4. Homem ou mulher leva (ou tenta levar) a cabo um ataque terrorista
5. Elite ocidental é rápida a afirmar que as acções desse recém-convertido "em nada estão relacionadas com o islão".


Em quem é que vamos acreditar: 1) Nos maometanos que dizem que o Alcorão e a Tradição ensinam a jihad contra os kuffars, ou 2) na elite ocidental que nos diz que a violência "não tem lugar no islão"?

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