Levando em conta que o rapto, escravatura, violação e tráfico de raparigas Cristãs, especialmente menores, está em níveis altíssimos - segundo advogados americanos, 550 casos foram já documentados nos últimos 5 anos - a Assembleia Constituinte do Egipto reuniu-se para considerar a inclusão de um novo artigo, #33, na secção que lida com os Direitos e as Liberdades, que haveria de criminalizar expressamente "trabalho forçado, escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, órgãos humanos, e o comércio sexual."
No entanto, alguns membros da asembleia não se sentem à vontade com este acréscimo. Segundo a Masrawy, Muhammad Saad Gawish, membro da Assembleia Constituinte, levantou a questão:
No entanto, alguns membros da asembleia não se sentem à vontade com este acréscimo. Segundo a Masrawy, Muhammad Saad Gawish, membro da Assembleia Constituinte, levantou a questão:
Como é que o artigo [#33] pode mencionar o tráfico humano quando isso não está a acontecer no Egipto?
Semelhantemente, Yunis Makhiyun, outro membro da Assembleia Constituinte queixou-se que "este artigo dará a impressão aos cidadãos [egípcios] de que coisas como a escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, estão a ocorrer no sociedade egípcia, quando tais coisas não existem."
Bastante revelador é o facto de ambos os homens serem também membros do "Salafi Nour Party", que molda o seu comportamento segundo o exemplo do "profeta" Maomé e os seus companheiros - que possuíram escravos e venderam escravos infiéis, para além de terem promovido o uso de mentiras perante os inimigos.
Para além disso, são estes "salafis" que estão mais de perto associados ao rapto, escravização e venda de mulheres e crianças no Egipto. Isto não deveria ser surpresa, considerando que o clérigo salafi Huwaini apela aos maometanos que raptem, escravizem e vendam os infiéis como forma aprovada pela sharia de ter uma boa vida.
No entanto, aqui temos os salafis - retirados das prisões e colocados no parlamento egípcio - a levantar queixas contra a ilegalização da escravatura e do tráfico, insistindo (com cara séria) que "tais coisas não existem."