MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Se estás mal, muda-te


O presidente da "Asociación de Amigos del Pueblo Marroquí" (ITRAN), Alami Susi, anunciou recentemente que a situação difícil em que se encontram os marroquinos a viver em Espanha, onde 60% deles se encontra desempregado, o que leva a desmantelação das famílias visto que as crianças nascidas em solo espanhol vêem-se forçadas a viajar com as mães para Marrocos.

Numa carta enviada à EFE, o presidente desta associação denunciou o facto da comunidade marroquina residente em Espanha ser a mais afectada pela crise económica, e que "existem milhares de famílias que foram separadas e que decidiram que a esposa e os filhos deveriam regressar a Marrocos ao mesmo tempo que o marido permanece na Espanha, dividindo um quarto com outra pessoa, esforçando-se para ganhar a vida."

As crianças são as mais afectadas quando elas regressam a Marrocos uma vez que não encontram nenhuma escola que utilize o espanhol (visto que a maioria delas casceram e cresceram em Espanha).

Ele queixou-se também do facto dos governos marroquinos e espanhóis "não fazerem nada para aliviar este drama humano, visto a maior parte deles ter nacionalidade espanhola".

O presidente da ITRAN ressalva o facto de muitos marroquinos residentes em Espanha não saberem a língua, "apesar de já estarem por lá há muitos anos".

Fonte

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Apesar de não saberem a língua local, e de não terem qualquer tipo de qualificação que os torne úteis em alguma actividade laboral, o presidente da associação diz aos marroquinos de que eles deveriam ter "orgulho nas suas origens"...

sábado, 5 de janeiro de 2013

Arma de destruição demográfica voltada para Espanha

Fonte

Normalmente, um território conquistado por muçulmanos fica permanentemente perdido para a civilização, devido à feroz intolerância islâmica por vozes dissidentes. Uma feliz excepção para esta regra é a Espanha, que, a par com Portugal, conseguiu expulsar os invasores maometanos depois destes terem exercido um domínio impiedoso sobre a Ibéria.

Agora que superior civilização Ocidental está em planeado declínio, os maometanos querem a Espanha de volta.

O islão tem duas formas eficazes de levar a cabo uma guerra: terrorismo e demografia. A última é de longe muito mais perigosa, se levarmos em conta as altíssimas taxas de natalidade que os maometanos normalmente têm. É precisamente por isso que eles querem o "direito de regressar" para os descendentes dos Mouriscos, mouros que foram expulsos de Espanha no início do século 17.
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos Mouriscos a viver só em  Marrocos; existem milhões a viver na Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
Numa carta enviada ao Rei Juan Carlos, o professor universitário Jamal Bin Ammar al-Ahmar não só exige que os maometanos sabiamente expulsos da Espanha recebam permissão para "regressar" para as suas já-desaparecidas-casas, mas que recebem também todos os direitos de cidadania e a  "restauração de todas as suas propriedades." Sem dúvida que esta compensação terá que levar em conta séculos de juros.

Em tempos mais sãos, estas exigências arrogantes receberiam o tratamento que merecem:

Como lidar com exigências irrealistas.
Mas há já algum tempo que nós deixamos de viver em tempos sãos, e passamos a viver em tempos dominados pela psicose esquerdista anti-Cristã (confirmado pelo total estado de bancarrota que se encontra a Espanha).  

Os espanhóis encontram-se assim entre a espada e a parede. O efeito da chegada de milhões de colonistas com ódio à sua cultura seria sem dúvida fatal para a sua cambaleante economia. No entanto, se eles não se submetem aos desejos expansionistas dos maometanos, serão rapidamente acusados de "discriminação".

Seria interessante saber se a mesma linha de pensamento se aplica aos sítios que eram, em tempos idos, locais Cristãos, Budistas, Hindus e afins, ou se só os maometanos é que têm o "direito" a regressar a sitios que, infelizmente, estiveram sob a sharia.
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