MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 1 de junho de 2014

Egipto Tribunal condena 163 seguidores da Irmandade Muçulmana

Um tribunal egípcio condenou hoje 163 seguidores da organização Irmandade Muçulmana a 10 anos de prisão por participarem em protestos e pela intenção de homicídios, entre outras acusações, disseram fontes judiciais à agência noticiosa de informação.

Do total de condenados, 126 fundamentalistas islâmicos foram sentenciados à pena de prisão por protestos e pela violenta intervenção junto de pessoas acampadas nas praças de Rabea al Adauiya e Al Nahda, no Cairo, onde se concentraram multidões em Agosto do ano passado, após a destituição do Presidente Mohamed Morsi.

O tribunal de Kafer al Sheij decretou ainda que cada um dos arguidos proceda ao pagamento de uma multa de 1.000 libras egípcias (102 euros, ao câmbio actual).

Em outro processo, o mesmo juiz condenou cada um dos 37 membros da Irmandade Muçulmana, declarada organização terrorista pelo atual Governo interino do Egipto, à pena de prisão e a uma multa de 20.000 libras egípcias (2.044 euros).

A condenação foi atribuída pela intenção de atentar contra a estação de metropolitano da Faculdade de Agronomia, a 06 de Outubro de 2013, e de interromperem a circulação dos comboios, além da tentativa de homicídio de um agente da polícia egípcia, posse de 51 bombas e de armas de fogo.
A 28 de Abril último, o Tribunal de Minia, no sul do Egipto, condenou à morte 720 supostos seguidores da Irmandade Islâmica, incluindo o seu líder, Mohamed Badía, pela prática de actos violentos em dois processos.

Desde a destituição de Morsi, Presidente eleito legitimamente e posteriormente destituído, que as autoridades egípcias perseguem os membros da Irmandade Muçulmana.

Fonte

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Tribunal Egípcio condena 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana


Tribunais egípcios condenaram 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana sob acusações de atacar a polícia, distúrbios e posse de armas em três casos distintos levados a julgamento depois de protestos contra o governo militar.

As autoridades têm estado a atacar a Irmandade de forma agressiva desde que os militares depuseram o antigo presidente, o islamista Mohamed Morsi, após ondas de protesto contra a sua liderança. O governo acusa a Irmandade de recorrer à violência e como consequência, a mesma foi declarada como um grupo terrorista no dia 25 de Dezembro  de 2013. O grupo, por sua vez, defende que está comprometida com formas de protesto pacíficas. 

A decisão de Quinta-Feira, que está relacionada com os protestos de Novembro de 2013, inclui penas de 3 anos para 63 pessoas num só caso, uma das maiores sentenças em grupo dos últimos anos. O juiz multou cada um deles com 50,000 libras Egípcias ($7,200 dólares), e estabeleceu a fiança em 5,000 libras o que lhes permite evitar a prisão enquanto apelam o veredicto. 

Noutro caso distinto, 24 apoiantes da Irmandade foram também sentenciados a 3 anos de prisão (com trabalhos forçados) devido aos confrontos que ocorreram essencialmente durante a mesma altura noutra parte de Cairo. As acusações contra eles incluíam tumultos, reuniões ilegais, ataques dirigidos às forças policiais e membrasia num gangue terrorista armado. 

Num terceiro caso, um tribunal sentenciou 26 estudantes da Universidade de Al-Azhar a 2-1/2 anos de prisão cada um, também como consequência de acusações de ataques às forças de segurança, reuniões ilegais, e banditismo.

A Universidade de Al-Azhar tem sido palco frequente de protestos anti-governamentais desde a queda de Morsi. 

Reuters

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