MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Islamitas nigerianos matam clérigo por este não ser suficientemente radical

Autoridades nigerianas reportam que uma facção radical islâmica que opera no nordeste do país matou um clérigo proeminente local - o mais recente assassinato numa área já de si atormentada por uma série de assassinatos.

A polícia afirma que Liman Bana morreu na 6F devido a fermentos causados por tiros recebidos quando caminhava para casa após liderar as rezas na mesquita principal em Ngala.

A polícia estatal de Borno disse que os assassinos fugiram na sua mota e atravessaram a fronteira (com o Chad) depois do ataque.

O porta voz da polícia culpou o grupo conhecido como "Boko Haram" (que significa "a educação ocidental é proibida" na lingua local) pelo ataque. Este grupo já há algum tempo que leva a cabo assassinatos a alvos que eles consideram não serem suficientemente islâmicos.

-Fonte-


Se é assim que eles se tratam uns aos outros, que esperanças podemos nós, os não muçulmanos, ter de que eles nos tratarão de maneira diferente mal se encontrem em posição suficientemente forte aqui no mundo civilizado?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Clérigo é morto por não incentivar o uso da violência


Ficamos a saber pela BBC que um atirador que se julga pertencer ao grupo islâmico Boko Haram matou um proeminente clérigo rival no norte da Nigéria. Ibrahim Birkuti havia criticado o Boko Haram por ter morto dezenas de agentes de segurança e políticos nos meses recentes perto da cidade de Maiduguri. Tal como a maioria das outras vítimas, o clérigo foi morto por um homem que conduzia uma mota, segundo testemunhas.

Centenas de apoiantes do Boko Haram morreram durante a revolta de 2009. O grupo atacou as esquadras da polícia em Maiduguri mas foram derrotados e o seu líder morto.

O grupo faz campanha contra a educação Ocidental e é também conhecido localmente como os Taliban - tal como o grupo afegão com quem eles partilham algumas crenças.

O sr Birkuti pertencia ao grupo de inspiração saudita, os Wahabi, que vinha a ganhar terreno principalmente no norte maioritariamente muçulmano da Nigéria. Ele era uma das vozes mais proeminentes a criticar o Boko Haram no estado do Borno, do qual Maiduguri é a capital.

Um porta-voz policial disse à BBC que ele foi morto fora da sua casa na zona de Biu, cerca de 200km a sul de Maiduguri.


É seguro concluir que o grupo que levou a cabo este assassinato está bem para além do radical uma vez que um clérigo wahabi é considerado "moderado".

quarta-feira, 23 de março de 2011

Clérigo muçulmano morto depois de falar contra a violência

Coisas como esta continuam a acontecer mas não há sinais de haver preocupação geral.

Um clérigo muçulmano que havia abraçado a não-violência e havia feito algumas referências contra a violência sectária que assola o nordeste da Nigéria, morreu depois de ter sido baleado após um ataque feito por uma seita radical.

Tradução: o clérigo falou contra a violência que tem origem junto dos muçulmanos, e como forma dos muçulmanos mostrarem que ele estava errado, eles mataram-no.

O imã Ibrahim Ahmed Abdullahi morreu à sombra da sua mesquita Maiduguri depois de homens armados da facção Boko Haram saltarem de um carro que geralmente contém utilidades desportivas e abrirem fogo. Abdullahi sofreu cinco ferimentos causados pelas balas e morreu enquanto os assassinos fugiam para dentro da cidade.

As autoridades julgavam ter destruído o grupo Boko Haram em 2009 depois dos militares da Nigéria terem destruído a sua mesquita e depois do seu líder ter sido preso e ter morrido enquanto estava em custódia policial. Mas agora, e depois de um ano após os militares terem tomado medidas contra o grupo, Maiduguri e as áreas circundantes vivem em terror da facção.

Os diplomatas estão também preocupados com o facto da facção estar a capturar a atenção da ala do norte de África da Al-Qaeda.

Boko Haram, que na língua local (Hausa) literalmente significa “A educação ocidental é um sacrilégio”, esteve por trás duma enorme fuga de prisioneiros da cadeia e por trás do assassinato dum candidato governamental. A polícia também acusa os membros do grupo de levarem a cabo assassinatos contra figuras religiosas e outras pessoas que se insurjam contra os actos do grupo.


Mais um grupo terrorista muçulmano que aumenta a longa lista de ataques terroristas levadas a cabo por membros da "religião pacífica". Apesar dos muçulmanos serem cerca de 20-25% da população mundial, eles são responsáveis por mais de metade dos ataques terroristas do mundo.

Será que os muçulmanos que assim agem estão todos errados, e só os "moderados" é que tem a visão certa? Ou é mais lógico inferir que a violência muçulmana tem origem no Alcorão e nas tradições do profeta. Afinal, foi o fundador do islão que disse::

Fui feito vitorioso através do terror.
Quem disse estas coisas foi Muhammad como citado no livro de tradições islâmicas com o nome de Bukhari (Volume 4, Livro 52, Número 220). A colecção "Sahih Bukhari" é considerada pelos muçulmanos como a mais fiável junção de tradições do "profeta".

Pode-se ver Muhammad a prometer o paraíso a quem morresse como mártir bem aqui:

No dia da batalha de Uhud, um homem veio ter com o profeta e perguntou:

"Pode me dizer para onde irei se fôr martirizado?"
O profeta respondeu:
"Para o Paraíso."
O homem então lançou fora algumas das tâmaras que carregava na sua mão, e lutou até ser martirizado.
(Bukhari Volume 5, Livro 59, Numero 377)
Dado isto, é muito difícil separar a violência islâmica dos ensinamentos das suas escrituras sagradas.

A questão agora é: como impedir que o tipo de violência que se vê nos países islâmicos se expanda na Europa e no resto do mundo civilizado?

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