Por Raymond Ibrahim
À medida que o mundo continua a observar com desalento as bárbaras atrocidades cometidas contra as minorias Cristãs por parte do Estado Islâmico - o auto-proclamado novo "califado" - hoje [ed: dia 24 de Abril] marca o 100º aniversário do genocídio de Arménios e de outras minorias Cristãs na Império Islâmico Turco - o anterior califado. A maior parte dos historiadores Americanos que examinou esta questão concorda que os Arménios foram alvo dum genocídio deliberado e calculado:
À medida que o mundo continua a observar com desalento as bárbaras atrocidades cometidas contra as minorias Cristãs por parte do Estado Islâmico - o auto-proclamado novo "califado" - hoje [ed: dia 24 de Abril] marca o 100º aniversário do genocídio de Arménios e de outras minorias Cristãs na Império Islâmico Turco - o anterior califado. A maior parte dos historiadores Americanos que examinou esta questão concorda que os Arménios foram alvo dum genocídio deliberado e calculado:
Mais de um milhão de Arménios pereceu como resultado da execução, fome, doença, ambiente duro, e abuso físico. Um povo que havia vivido na zona oriental da Turquia durante mais de 3,000 anos [isto é, 2,500 anos antes dos Turcos islâmicos terem invadido e ocupado a Anatólia, hoje conhecida como "Turquia"], perdeu a sua terra natal e foi profundamente dizimada naquele que foi o primeiro genocídio em larga escala do século 20 [ed:
o segundo e o maior genocídio do século 20 foi o genocídio dos Cristãos
Ucranianos levado a cabo pelos ateus esquerdistas Soviéticos tais como
Gengrich Yagoda]. No princípio de 1915 existiam mais de 2 milhões de Arménios dentro da Turquia, mas hoje há pouco mais de 60,000.
Um milhão e meio de Arménios foram erradicados. (....) As atrocidades sofridas pelos Arménios e por outras minorias Cristãs são demasiado enormes para serem listadas. Tal como acontece com o califado moderno - o Estado Islâmico - os muçulmanos do califado Otomana raptaram, violaram, mataram ou venderam incontáveis mulheres e crianças Cristãs para os mercados de escravos muçulmanos. Os Cristãos Arménios foram também torturados tal como acontece com os Cristãos que vivem sob o Estado Islâmico. Na FrontPage Magazine, Lloyd Billingsley escreve:
Esquadrões
de tortura usavam ferros vermelhos com o calor para rasgar a carne com
tenazes quentes, despejando depois manteiga quente para dentro das
feridas. As solas dos pés haviam sido espancadas, cortadas, e atadas
com sal. O Dr. Mehmed Reshid
torturou Arménios pregando ferraduras nos seus pés e fazendo-os marchar
pelas estradas. Ele crucificou-os também em cruzes improvisadas.
Os muçulmanos golpearam os Arménios em pedaços e mataram as crianças perante as suas mães lançando-os contra as paredes. Eles queimaram os seus corpos, não por motivos sanitários, mas em busca de moedas de ouro que eles acreditavam que os Arménios haviam engolido. Os muçulmanos rasgaram as faces das vítimas em busca de ouro.
O cônsul Americano Leslie Davis, antigo jornalista e advogado, documentou este zelo islâmico: "Todos nós conseguíamos ouvi-los piedosamente a invocar Alá nos seus esforços de matança de Cristãos," escreveu Davis. "Noite após noite este mesmo canto subiu até ao céu, e dia após dia os Turcos levaram a cabo esta obra sanguinária.” Perto do Lago Goeljik, Davis escreveu, “milhares e milhares de Arménios, na sua maioria mulheres e crianças indefesas e inocentes, foram massacrados nas suas margens e barbaramente mutilados.”
Os muçulmanos golpearam os Arménios em pedaços e mataram as crianças perante as suas mães lançando-os contra as paredes. Eles queimaram os seus corpos, não por motivos sanitários, mas em busca de moedas de ouro que eles acreditavam que os Arménios haviam engolido. Os muçulmanos rasgaram as faces das vítimas em busca de ouro.
O cônsul Americano Leslie Davis, antigo jornalista e advogado, documentou este zelo islâmico: "Todos nós conseguíamos ouvi-los piedosamente a invocar Alá nos seus esforços de matança de Cristãos," escreveu Davis. "Noite após noite este mesmo canto subiu até ao céu, e dia após dia os Turcos levaram a cabo esta obra sanguinária.” Perto do Lago Goeljik, Davis escreveu, “milhares e milhares de Arménios, na sua maioria mulheres e crianças indefesas e inocentes, foram massacrados nas suas margens e barbaramente mutilados.”
No seu livro de memórias com o nome de Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como foi violada e lançada para dentro dum harém - algo parecido com as experiências sofridas pelos não-muçulmanos sob a autoridade do Estado Islâmico. Ao contrário de outras raparigas Arménias que foram mortas depois de terem sido contaminadas, ela conseguiu fugir. Ela lembra-se de ver 16 raparigas Cristãs que haviam sido crucificadas em Malatia:
Cada uma das
raparigas havia sido crucificada viva, com ferro a atravessar os seus
pés e as suas mãos, e com nada mais que o seu cabelo, esvoaçando ao
vento, a cobrir os seus corpos.
Uma vez que não há falta de evidências
em relação à realidade histórica do Genocídio Arménio, 44 Estados
Americanos já o reconhecerem. O South Dakota, que recentemente se juntou à lista, aprovou uma resolução em Fevereiro de 2015 apelando . . .
.
. . . . ao Congresso e ao presidente dos Estados Unidos que não só
reconhecesse formalmente e consistentemente a verdade histórica de que
as atrocidades cometidas contra os Arménios, Gregos e outros Cristãos a
viver nas suas terras históricas da Anatólia nada mais são que um
genocídio, como também que trabalhasse rumo a relações Arménio-Turcas
mais equitativas, estáveis e duráveis.
Claro que a Turquia continua a negar
que os seus antepassados tenham cometido tal genocídio. Tal como um
grupo de académicos Americanos escreveu em 1965:
Apesar
vasta quantidade de evidências que apontam para a realidade histórica
do Genocídio Arménio - relatos de testemunhas, arquivos oficiais,
evidências fotográficas, relatórios de diplomatas, e até testemunhos de
sobreviventes - a negação do Genocídio Arménio por parte dos sucessivos
regimes Turcos tem continuado desde 1915 até aos dias de hoje.
E o governo islâmico da Turquia não se encontra sozinho a negar o genocídio. O presidente Obama ainda se recusa a reconhecê-lo - embora durante a altura em que ele fazia campanha para o cargo que hoje ocupa, ele tenha professado a sua....
....
firme convicção de que o Genocídio Arménio não é uma alegação, uma
opinião pessoal, ou um ponto de vista, mas sim um facto amplamente
documentado, suportado por uma vasta gama de evidências históricas. Os
factos são inegáveis. ..... Como presidente, irei reconhecer o Genocídio
Arménio.... Os Estados Unidos merecem um líder que fala a verdade de
forma honesta em relação ao Genocídio Arménio, e responde de forma
convicta em relação a todos os genocídios. Eu tenciono ser tal
presidente.
No entanto, desde que assumiu o cargo de presidente, Obama tem-se recusado de cumprir a sua palavra. Na Terça-Feira, dia 21 de Abril, a Casa Branca anunciou que mais uma vez não iria usar a palavra "genocídio", desapontando mais uma vez os activistas dos direitos humanos. O New Yokr Times escreve:
A contínua resistência do presidente em usar a palavra [genocídio] está
em contraste com a posição do Papa Francisco, que recentemente chamou
aos massacres "o primeiro genocídio do século 20", e equivaleu-os com
as matanças em massa da Nacional Socialista e dos Soviéticos. O
Parlamento Europeu, que reconheceu pela primeira vez o genocídio em
1987, aprovou uma resolução durante a semana passada apelando à Turquia
que "fizesse as pazes com o seu passado"
O Armenian National Commite of America respondeu dizendo "A rendição do presidente representa uma desgraça nacional. É uma traição da história, e é uma traição da confiança". A Armenian Assembly of America disse: "O seu falhanço em usar o termo genocídio representa um golpe duro para os defensores dos direitos humanos."
Mas as acções do presidente são consistentes doutras formas. Dito de outra forma, não é surpresa alguma o facto de Obama negar reconhecer o genocídio Arménio e o genocídio de outras minorias Cristãs às mãos dos muçulmanos há um século atrás, quando levamos em conta que ele nega a galopante perseguição muçulmana aos Cristãos que está decorrer sob - e muitas vezes, devido - a sua liderança.
Não seria de se esperar uma atitude diferente dum muslo que abusou da dissimulação para ser eleito.
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