MITOS ISLÂMICOS

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O holocausto de Hindu Kush

Por Francois Gautier

(...)
Os Hindus também sofreram um terrível holocausto, e um provavelmente sem paralelo na história da humanidade. Tomemos como exemplo Hindu Kush, que é muito provavelmente um dos maiores genocídios de Hindus. Practicamente não existe pesquisa séria em relação a ele, e nenhuma menção é feita nos livros de História.

Hindu Kush é um conjunto montanhoso com quase 1000 milhas de comprimento e 200 milhas de largura, percorrendo do nordeste ao sudoeste e dividindo o Amu Darya River Valley e o Indus River Valley. O Hindu Kush tem mais de duas dúzias de cumes com mais de 23,000 pés em altura, e historicamente esta passagem, especialmente a Passagem Khyber, tem sido duma imensa importância militar visto que eles dão acesso às planícies nortenhas da Índia.

A maior parte dos invasores estrangeiros usaram a Passagem de Khyber: Alexandre o Grande em 327 BC, Mahmud de Ghazni, em 1001 AD, Tamerlão em 1398 AD, ou Nader Shah em 1739 AD. No entanto, no primeiro milénio antes de Cristo, dois importantes reinos Hindus - Gandhaar (Kandahar) e Vaahic Pradesh (Balkh of Bactria) - tinham fronteiras que se estendiam para além do Hindu Kush.

O reino de Gandhaar, por exemplo, foi estabelecido por Taksha, neto de Bharat de Ayodhya e as suas fronteiras iam desde Takshashila (Taxila) até Tashkent (palavra que é uma corrupção de ‘Taksha Khand’), que hoje é o Uzbequistão. No período mais avançado, o Mahabharat, um dos grandes épicos da Índia fala de Gaandhaari como uma princesa de Gandhaar e do irmão dela, Shakuni como príncipe e mais tarde como governante de Gandhaar (o último rei Hindu Shahiya de Kabul, Bhimapal, foi morto 1026 AD).

Depois disto, veio o imperador Budista do 3º século antes de Cristo chamado Kanishka, cujo império se estendia desde Mathura até Aral Sea (para além do que é hoje o  Uzbequistão, Tajiquistão, e Krygzystão), e sob a sua influência, o Budismo prosperou em Gandhaar. Os dois Budas gigantes de arenito esculpidos nos penhascos de Bamian, que foram destruídos pelos Talibãs, datam do período Kanishka.

Em Persa, a palavra "Kush" deriva do verbo Kushtar – matar ou carnificina. A Encyclopaedia Americana diz o seguinte em relação ao Hindu Kush:

Literalmente, o nome significa "Mata o Hindu", um lembrete dos dias em que os escravos Hindus do subcontinente Indiano morriam sob as condições adversas das montanhas Afegãs quando eram transportados para os átrios muçulmanos  da Ásia Central.

A Encyclopaedia Britannica, por seu lado, menciona "que o nome Hindu Kush aparece pela primeira vez em 1333 AD nos escritos de Ibn Battutah, o viajante Berbere medieval, que disse que o nome significava "Matador de Hindus", um significado ainda usado pelos moradores das montanhas afegãs. (...)

O número exacto do genocídio Hindu sugerido pelo nome Hindu Kush não se encontra disponível. "No entanto," escreve o especialista do Hindu Kush Srinandan Vyas, "o número facilmente e provavelmente se centra na ordem dos milhões”.

Alguns dados históricos podem ser usados para se justificar essa estimativa. A Encyclopaedia Britannica relembra que em Dezembro de 1398 AD, Tamerlão ordenou a execução de pelo menos 50,000 cativos antes da batalha por Deli; semelhantemente, o número de cativos massacrados pelo exército de Tamerlão era de cerca de 100,000.

Mais uma vez, a Encyclopaedia Britannica menciona que o imperador Mughal Akbar ‘ordenou, no dia 24 de Fevereiro de 1568, o massacre de cerca de 30,000 Hindus Rajput, depois da batalha por Chitod (número confirmado por Abul Fazl, historiador da corte de Akbar).

O historiador Afegão Khondamir saliente que durante uma das muitas e repetidas invasões da cidade de Hera, na parte ocidental do Afeganistão e que era parte dos reinos Hindus Shahiya, “1,500,000 residentes morreram”. "Logo" escreve Vyas, "é evidente que a cadeia de montanhas recebeu o nome de 'Hindu Kush' como um lembrete para as futuras gerações de Hindus, da matança e da escravização de Hindus durante as conquistas muçulmanas".

Visto que os conquistadores muçulmanos tomaram os habitantes da planície como escravos, surge uma pergunta: o que foi que aconteceu com esta população de escravos?  A resposta surpreendente chega-nos do New York Times (edições de Maio e Junho de 1993).

Os Ciganos, que costumavam ser um povo errante na Ásia Central e na Europa desde pelo menos o século 12, têm sido perseguidos em quase todos os países.(...) Até agora, o seu país de origem não foi identificado visto que a sua língua tem muito pouco em comum com as outras línguas Europeias.

No entanto, estudos recentes mostraram que a sua língua é parecida com o Punjabi e, embora com um grau inferior, com o Sânscrito. Portanto, os Ciganos muito provavelmente são oriundos do Punjab alargado. O período temporal das andanças dos Ciganos também coincide com as conquistas islâmicas iniciais; consequentemente, é bem provável que os seus antepassados tenham sido expulsos das suas casas no Punjab e tomados como escravos para além d Hindu Kush

O que é que o governo Indiano diz às crianças sobre o genocídio de Hindu Kush? (...) Em 1982 o National Council of Educational Research and Training emitiu uma directriz para a reescrição dos livros escolares. Entre outras coisas, ela estipulava que:

É expressamente proibido a caracterização do período medieval como um tempo de conflicto entre Hindus e muçulmanos.

A negação da história, ou o Negacionismo, tornou-se na política "educacional" oficial da Índia. Felizmente que o governo actual dará início, como se espera, duma reescrição da História que se encontra nos seus livros escolares, embora esta política muito certamente venha a ser alvo de ataque sob acusação de ser uma "perigosa saffronização" da História.

É por isso que a Foundation Against Continuing Terrorism (FACT), que eu fundei, abriu o "Chhatrapati Shivaji Maharaj Museum of Indian History" em Pune, que revela a História da Índia TAL COMO ACONTECEU, e não como foi escrita. 

Ela regista não só a perseguição feita aos Hindus por parte dos muçulmanos, mas também as terríveis perseguições levadas a cabo pelos Portugueses (algo que também raramente mencionado pelos livros de História da Índia)

Também incluímos os Britânicos - ninguém sabe dos 20 milhões de Indianos que morreram devido à fome entre 1815 e 1920 (um genocídio) à medida que os Ingleses quebravam a espinha dorsal da Índia como forma de obter o matéria-prima que eles precisavam: algodão, juta, etc. (...)

~ ~ http://bit.ly/1BEaYMk.

1 comentário:

  1. Mais uma verdade oculta sobre o islam.

    Tudo isto não foi descoberto pelos muslos, mas está totalmente de acordo com as informações oficiais islâmicas e ninguém o poderá negar.

    o maometano allah era auto-gay, auto-homosexual, auto-boiola.

    No islam, foi o maoemtano allah que pariu os diabos todos e mais alguns.
    Como era único, não tinha parceira, não precisava de piroca.
    Foi com os cornos.
    Tinha os tão compridos e deu~lhes tantas voltas que até se enrabichou e engravidou a si próprio.
    Ninguém poderá negar mais esta verdade verdadeira sobre o coiso maometano.
    Mas se houver algum muçulmano erudito que pense conseguir desmentir mais esta verdade, esteja à vontade para o tentar fazer aqui nos comentários.
    O Divino das verdades é mesmo grande. No islam não não fala nem existe, mas fora do islam, existe, é o maior falador e o maior revelador.

    Esta verdade também foi comunicada aqui:
    http://hamzaabdullah357.blogspot.pt/2015/06/salat-oracao-coluna-do-islao-ultima.html

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